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    <tagline mode="escaped" type="text/html">Une Versos Paralelos</tagline>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Bem-ti-vi</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Bem-ti-vi</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><em>Um Bem-ti-vi sentou-se&nbsp;ao meu lado <br />E me perguntou: Qual o motivo desse&nbsp;seu fado?<br />Eu lhe disse: Que este que agora canto <br />E que contemplo tanto?</em></span></p><p><em>Pois, a divina deles, mora aqui ao meu lado <br />Mas, n&atilde;o neste em que contempla-me,<br />Meu amigo, mas, neste outro em que quando olho ofegante<br />Disfruto de sua &aacute;urea e seu semblante.</em></span></p><p><em>Quais motivos maiores tu queres<br />Para que o canto que canto<br />Sejas o melhor aconhego que este canto?</em></span></p><p><em>Pois bem, mesmo quando estas longe<br />Meu canto &eacute; para ti <br />Assim como o teu &eacute;s belo bem-ti-vi.<br />&nbsp;<br />William Baptistella</em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />01/11/2009</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meu cartão</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meu cartão</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Poderia ter comprado um cart&atilde;o</span></em><br /><em>J&aacute; feito com palavras lindas</span></em><br /><em>E lidas por milhares de pessoas,</span></em><br /><em>Disputando com todas na prateleira da solid&atilde;o</span></em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Um simples olhar de ternura e cumplicidade</span></em><br /><em>Talvez com ideias j&aacute; idealizadas e promessas j&aacute; prometidas.</span></em><br /><em>Pois, qui&ccedil;&aacute; nessas palavras intertidas, sonhos j&aacute; realizados e</span></em><br /><em>Em uma l&aacute;grima n&atilde;o contida na lembran&ccedil;a da saudade.</span></em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Mas, para in&eacute;ditas palavras, como um manto</span></em><br /><em>Precisa-se ser t&atilde;o quanto voc&ecirc; &eacute; in&eacute;dita</span></em><br /><em>Em minha vida, meu encanto,</span></em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Pois, s&atilde;o poucas e intermin&aacute;veis, tomo,</span></em><br /><em>Para exaltar-te e dizer-te como &eacute;s linda e&nbsp;c</span></em><em>om o mais doce som </span></em><br /><em>Do encontro de minha voz c</span></em><em>om palavras dizendo-te: Eu te amo.</span></em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />12/10/2009</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">O dia ´´D´´</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O dia ´´D´´</h4><p><![CDATA[<em>(</span><span>cr&ocirc;nica)</span></span></em></span><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Eis que h&aacute; tempos a vontade, coincid&ecirc;ncia e momentos de duas vidas se cruzarem no mesmo lugar em prop&oacute;sitos diferentes, quem sabe num bar, numa rua caminhando para lugar algum em busca de um lugar vazio para ser preenchido, pois os lugares aonde ando j&aacute; est&atilde;o ocupados do que j&aacute; n&atilde;o consigo crer, mas meu prop&oacute;sito em tempos atr&aacute;s era ir em busca de um jardim onde uma flor especial nas&ccedil;a, mesmo que no asfalto debaixo de um sol escaldante, mas nas&ccedil;a, importante ressaltar e de numa rua ora vazia ora cheia com minha mente apressada a procura de seu leito, um refugio, porque o dia corrido faz dessa uma locomotiva embalado pela adrenalina da fugacidade e o vigor de um crep&uacute;sculo que me conduz ao encontro de um rosto amigo, seja de um namorada a espera com seus beijos e abra&ccedil;os revigorantes ou de uma visita planejada que os bons ventos do tempo o tr&aacute;s e o dia se faz, nesta hora, um mundo melhor de se viver, pois assim eu estava a pensar neste dia. N&atilde;o se prev&ecirc; onde encontrar e nem tampouco plane&aacute;-las, portanto tudo o que acontece &eacute; porque tende acontecer, seja como for, como iremos saber se mudarmos um feito para tentar faz&ecirc;-lo mudar de modo, rumo e de como ir&aacute; acontecer sem muitas dores, vai-se saber se n&atilde;o &eacute; o que tende ser, mesmo se pensarmos que n&atilde;o, ser&aacute; que conseguimos enganar o destino ou ele nos enganou mais uma vez? Esta quest&atilde;o jamais vai ser explicada e tampouco provada, portanto, deixe acontecer da forma e como tende acontecer, s&oacute; assim teremos a certeza de que as coisas caminham de forma normal ou n&atilde;o. Assim eu conversava comigo mesmo e olhos at&ocirc;nitos mudos me olhando e conversando com eles mesmos, n&atilde;o &eacute; engra&ccedil;ado, que est&atilde;o fazendo o mesmo que eu, mas em voz baixa, bom, o que tenho a ver com isso. Cada um tem o seu tempo e sua hora, quando chegar vamos saber, hoje ando em busca dessa flor, mas sem procur&aacute;-la.</span></em><br /><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O meu dia n&atilde;o chegou at&eacute; ent&atilde;o, mas tenho a vaga impress&atilde;o de que a hora ou o dia fosse aquele, quem foi que disse que homem n&atilde;o tem essas impress&otilde;es, pois &eacute;, eu tive, mas n&atilde;o dei muita import&acirc;ncia, pensara que fosse alguma coisa que n&atilde;o saberia explicar. As aulas j&aacute; estavam no fim do 3&ordm; semestre e nesse &uacute;ltimo dia pensando nas aulas que teria que dar para alunos do EJA (Educa&ccedil;&atilde;o para Jovens e Adultos), me peguei tamb&eacute;m nesses devaneios para descontrair-me, pois estava zanzando para l&aacute; e para c&aacute; a espera quem sabe da esperan&ccedil;a de aparecerem para o planejamento que minha colega de trabalho fizera e eu tinha que executa-lo. Ela me avisara que n&atilde;o poderia vir um dia antes, tive que encarar as aulas de matem&aacute;tica, lembrando que fa&ccedil;o Letras, pois n&atilde;o dei import&acirc;ncia e encararia assim mesmo, mas perdi por W.O., pois as surpresas estavam apenas a come&ccedil;ar o que eu pensava que seria um dia &acute;&acute;perdido&acute;&acute; estava a pouco se por a prova. O t&eacute;dio j&aacute; tomava conta de mim, como n&atilde;o sou nenhum bicho pregui&ccedil;a, logo se deu. Nenhum aluno apareceu e j&aacute; estava indo embora, mas logo a avistei, n&atilde;o era a primeira vez e nem o primeiro dia que avistara, em muitos intervalos nossos olhares afoitos se cruzavam de longe e de bem perto quando caminh&aacute;vamos em dire&ccedil;&otilde;es contrarias e um breve oi soava como uma m&uacute;sica para meus ouvidos. Fui &agrave; secretaria resolver um probleminha e quando tudo j&aacute; resolvido, assim que sai, em frente a porta sentada no banco, l&aacute; estava ela radiante, passei a sua frente e lhe disse um t&iacute;mido oi, porque n&atilde;o a esperava-a ali, n&atilde;o, que n&atilde;o queria, mas surpreendeu-me e segui em frente, percebi que depois de algum tempinho ela me seguia, n&atilde;o sei se era isso mesmo, mas vinha atr&aacute;s de mim. No corredor fingi que estava entrando no banheiro e quando entrei ela passou com sua amiga que estava com ela desde o banco, pois quando voltei para ver aonde ela iria para segui-la, ela me surpreendeu antes que eu lhe pudesse e voltou de encontro a mim, como quem se esquecesse de algo, mas sabendo muito bem onde estava, achando algo j&aacute; achado, perguntando meu nome de imediato e eu lhe disse. Come&ccedil;amos a conversar e antes que o tempo se acabasse e eu n&atilde;o fizesse o que tinha pensado no caminho do banheiro, pedi-lhe o n&uacute;mero de seu telefone e gentilmente passara, quando o tempo estava prestes a se acabar que j&aacute; era hora de ir, em uma de minhas perguntas era onde morava e dissera que era perto, me ofereci para lev&aacute;-la em casa e ela aceitara. Como vinha de moto, deixei minha moto no estacionamento da faculdade e fui com ela. No caminho trocando palavras, gostos, brincadeiras e muitas, muitas risadas, talvez isso que nos cativou. Estas risadas tinham doses de segundas inven&ccedil;&otilde;es e de abra&ccedil;os com risadas como se pudesse me conter parado e tivesse em quem me apoiar, sabe! E nesses olhares e toques o grande desejo de um agricultor ao ver sua rosa nascer bela e com o pressagio de que ser&aacute; a mais bela de todas, como se nas rosas tivessem olhos e brilhassem como estrelas iluminando todo o ponto de &ocirc;nibus onde est&aacute;vamos, apesar de todos os ind&iacute;cios que me dera desde quando nos olhamos, queria ter a certeza e o quanto estava seguro de mim e sem lhe pedir olhei dentro de seus olhos e bem devagar fui chegando cada vez mais perto e embalamos em beijos molhados com muita fugacidade, cujo nossos olhares j&aacute; havia dito tudo o que precis&aacute;vamos saber e a &acirc;nsia de beijarmos cada vez mais e cada vez mais delicioso, fez deles mais revigorantes. As horas havia de passar como se tudo parasse e nada mais nos importava, quando fomos dar contar, tudo havia parado realmente e o sil&ecirc;ncio da rua tomava conta nossas mentes, pois mesmo assim n&atilde;o deixamos o &ecirc;xtase daqueles momentos escapar por dentre nossos dedos, nossas jurar e confiss&otilde;es sobre tudo o que havia de acontecer, foi o que um esperava ouvir do outro ou at&eacute; mais e a vontade de n&atilde;o ir embora era muito grande e como se bastasse fizemos planos para o dia seguinte, nunca umas vinte e quatro horas foram t&atilde;o demoradas a passar para que eu pudesse voltar a v&ecirc;-la. Despedi-me com muito beijos e abra&ccedil;os acompanhados de ternura, era como se h&aacute; tempos j&aacute; a conhecia e fui-me; mas havia me esquecido de um detalhe, minha moto estava no estacionamento e j&aacute; tinha fechado h&aacute; tempos. Assim que cheguei ao port&atilde;o, l&aacute; estava o vigia dentro de seu leito, comecei a bater palmas e algum tempo depois ele aparecera, pedi-lhe gentilmente se pudesse me deixar pegar minha moto, mas como j&aacute; estava tudo trancado e os alarmes ligados, tinha que entrar em contato com a central, porque s&oacute; eles conseguiriam desarm&aacute;-lo e gentilmente o fez, por&eacute;m deu um certo trabalho; disse que estava com minha namorada que as horas passaram mais r&aacute;pidas do que de costume e ao mesmo tempo ele abrindo os port&otilde;es, o agradeci com todas as infer&ecirc;ncias que me cabia para tentar me explicar e peguei a moto e fui-me. No caminho macio que trilhava de volta para minha casa e pensando no caminho que iria fazer no dia seguinte de volta para v&ecirc;-la com a seguran&ccedil;a de que a minha hora tinha chegado, o que h&aacute; tempos oscilava quando olh&aacute;vamos, nas vinte e quatro horas que passou&nbsp;nossos bra&ccedil;os interla&ccedil;avam enquanto caminh&aacute;vamos. </span></em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />13/09/2009</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Soneto de Uma Vida</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><em>Em minhas manh&atilde;s cambaleantes, me convida</em></span></p><p><em>A uma voz que surge, como o sol em dias nublado</em></span></p><p><em>T&atilde;o doces e revigorantes quanto o sabor de teus l&aacute;bios molhado,</em></span></p><p><em>Que alegro-me t&atilde;o breve como minha vida.</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><em>Eis que surge em voga perante meus olhos, e de joelhos</em></span></p><p><em>Firmo a mais bela das belas flores flamejantes </em></span></p><p><em>Que rogo dentre cabal&iacute;sticos jardins, minhas amin&eacute;sias constantes </em></span></p><p><em>T&atilde;o atroz como toc&aacute;-la levemente e em devaneios me pego ao espelho.</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><em>Mas n&atilde;o rogai em v&atilde;o,&nbsp;nem tampouco necessita</em></span></p><p><em>Apenas tua voz e presen&ccedil;a fazem dessas preces me ros&aacute;rio</em></span></p><p><em>E a raz&atilde;o de tudo paracer belo e o simples ressucita.</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><em>Me fazendo reviver algo jamais vivido</em></span></p><p><em>E na simplicidade contida nesses momentos, </em></span></p><p><em>A impress&atilde;o que h&aacute; tempos j&aacute; conhecido.</em></span></p><p>&nbsp;</p><p><em>William Baptistella</em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />29/08/2009</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Soneto do Valioso Momento</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Soneto do Valioso Momento</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>O tempo &eacute; algo formid&aacute;vel</em><br /><em>Cura, regenera e transforma-nos</em><br /><em>Em fortalezas, mantendo-nos</em><br /><em>Um tempo inabal&aacute;vel.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Nos faz ver que o inacess&iacute;vel ch&atilde;o</em><br /><em>Que pisamos, pode ser &agrave;quele que um dia voltar&aacute;</em><br /><em>A ser o mesmo que sempre nos fortalecer&aacute;,</em><br /><em>De um modo flamejante como a paix&atilde;o.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Quando voltar com esta forma e ardor,&nbsp;</em><br /><em>Temos que vive-lo como o &uacute;ltimo tempo restante</em><br /><em>Que tal mere&ccedil;a toda dedica&ccedil;&atilde;o e amor.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; .</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Pois, pode ser o estribo sustent&aacute;vel</em><br /><em>Que o tempo nos reserva de tal veem&ecirc;ncia,</em><br /><em>Para virar o c&eacute;u em nossos p&eacute;s, num breu inimagin&aacute;vel.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />12/06/2009</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Soneto da Amizade Perdida</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Soneto da Amizade Perdida</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Amigos que v&atilde;o </em><br /><em>Que encontrares ao abismo do acaso</em><br /><em>Num espet&aacute;culo do descaso </em><br /><em>Pois, tamb&eacute;m aqueles em v&atilde;o</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Que somes sem vest&iacute;gios </em><br /><em>Pois, recompens&aacute;-los-ei por deixas</em><br /><em>E quando voltares, que venhas sem queixas </em><br /><em>Que sempre ser&aacute;s bem visto com prest&iacute;gios.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Mesmo por motivos solene ou infante</em><br /><em>Indulg&ecirc;ncias minhas lhe darei</em><br /><em>Venhas no presto grito silente</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>De um cora&ccedil;&atilde;o fugaz </em><br /><em>Mas que bons momentos, relembro-os,</em><br /><em>Aonde andar&aacute;s?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />12/06/2009</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Sem nome</h4><p><![CDATA[<em>Uma linda flor brota em brota em meu cora&ccedil;&atilde;o<br />Exaltando tua beleza e teu brilho<br />Que avisto de meu port&atilde;o,<br />Com olhos de como se avistasse<br />Um diamente<br />Transpostos atrav&eacute;z de um olhar<br />Que ao longe brilha radiante.<br />Todos os dias esta sorte contemplo<br />Esperando que brilhe em minha dire&ccedil;&atilde;o,<br />Para que aos pouco de ti <br />Reguem essa rosa que se alojou <br />Em meu cora&ccedil;&atilde;o,<br />E que flores&ccedil;a voc&ecirc;<br />Tudo o que de mais belo voc&ecirc; possui<br />E incondicionalmente voc&ecirc; representa<br />Em minha vida.<br />Voc&ecirc; &eacute; uma rosa que replandece beleza de dia <br />E minha estrela que brilha todas as noites <br />De minha vida.<br />Que noites marailhosas s&atilde;o estas<br />Porque, quando n&atilde;o te vejo na janela<br />Avisto teu lindo sorriso nas estrelas.<br />&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />24/05/2009</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Valores</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Valores</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;<br /><em>&Agrave;s verdadeiras raz&otilde;es </em></span><br /><em>De valores e seguran&ccedil;as que nos</em></span><br /><em>Enraizaram de forma imposta pelo destino,</em></span><br /><em>Acompanhando, todavia, por previs&otilde;es, </em></span><br /><em>N&atilde;o s&atilde;o validas</em></span><br /><em>Vistas de fora de meu port&atilde;o,</em></span><br /><em>Pois, a&nbsp;insatisfa&ccedil;&atilde;o e a satisfa&ccedil;&atilde;o</em></span><br /><em>N&atilde;o condiz com as feridas</em></span><br /><em>Que trazes por maduras,</em></span><br /><em>Portanto n&atilde;o me cobres e tampouco me julgues </em></span><br /><em>Porque o valor que queres, fortes,</em></span><br /><em>N&atilde;o &eacute;s as mesmas juras </em></span><br /><em>Que posso-lhe dispor,</em></span><br /><em>E nem ser&aacute;s t&atilde;o breves</em></span><br /><em>Em quaisquer julgamentos</em></span><br /><em>A que esperas com fervor</em></span><br /><em>E as mesmas s&atilde;o cab&iacute;veis</em></span><br /><em>&Agrave; seguran&ccedil;a que queres,</em></span><br /><em>Porque, querendo-as</em></span><br /><em>Tendes proporciona-las fortes e fr&aacute;geis</em></span><br /><em>Dosando-as como desejas e com muito cuidado,</em></span><br /><em>Pois, exceto em momentos raros</em></span><br /><em>Haver&aacute;s sempre uma lacuna</em></span><br /><em>Que n&atilde;o preencheras, meu amado,</em></span><br /><em>Mas, trate-as com carinho e ternura em seu leito, </em></span><br /><em>Porque tamb&eacute;m tens as tuas </em></span><br /><em>E com as mesmas vou acalentar-te</em></span><br /><em>Com seus medos e os temores em meu peito.</em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />21/04/2009</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Revés</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Revés</h4><p><![CDATA[<em><br />&Eacute; uma incognita,</em></p><p><em>Uma grande quest&atilde;o</em></p><p><em>Ou uma simples exclama&ccedil;&atilde;o?</em></p><p><em>No vasto cominhho que n&oacute;s </em></p><p><em>Mesmos trilhamos,</em></p><p><em>Nos colocam ao eixo</em></p><p><em>Pois, pisado e pilado,</em></p><p><em>N&atilde;o conseguimos&nbsp;sair </em></p><p><em>Pelas beiras e </em></p><p><em>Condensa-se numa grande seca</em></p><p><em>Onde se nada floresce</em></p><p><em>De enormes eiras</em></p><p><em>Tornando-se nosso refugio</em></p><p><em>Em dias trovejantes, </em></p><p><em>Pois bem, plante em seu terreno firme</em></p><p><em>E j&aacute; arado, </em></p><p><em>Procure em v&atilde;o</em></p><p><em>Quando a corvardia serve-te </em></p><p><em>De escudo para teu cora&ccedil;&atilde;o,</em></p><p><em>Mas, &nbsp;proteja-a em todos os horizontes </em></p><p><em>De tal forma que torne-se</em></p><p><em>Como as palmas de tua m&atilde;o, </em></p><p><em>Pois, &nbsp;mesmo elas</em></p><p><em>Nos mostram caminhos distantes, </em></p><p><em>&Eacute; o segredo nela que consiste nossa alma? </em></p><p><em>Todavia, pondo-se contra n&oacute;s mesmos,</em></p><p><em>S&atilde;o eles, </em></p><p><em>Os medos de transcender.</em></p><p><em>N&atilde;o culpo-a </em></p><p><em>Tampouco condeno-a,</em></p><p><em>Pois, ficar &eacute; permanecer.</em></p><p><em>Mas n&atilde;o necessariamente&nbsp;</em></p><p><em>Se connhecer</em>.<br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;<br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />14/03/2009</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/38556" rel="service.edit" title="Eu" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Eu</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Eu</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Eu, quero um dia,</em><br /><em>Ser como um avi&atilde;o.</em><br /><em>Que n&atilde;o tem restri&ccedil;&otilde;es</em><br /><em>E nem paradas, </em><br /><em>Em meios tempos.</em><br /><em>Mas, como todas as fagulhas </em><br /><em>Existentes na terra,</em><br /><em>Existem recomenda&ccedil;&otilde;es.</em><br /><em>&Eacute; como se em mim,</em><br /><em>Grandes assas instaladas fossem,</em><br /><em>Para, um intermin&aacute;vel vento</em><br /><em>Me levasse,</em><br /><em>Em um acalent&aacute;vel pouso</em><br /><em>E me mostrasse uma outra vis&atilde;o,</em><br /><em>De como somos um simples ponto,</em><br /><em>E uma simples que se apaga </em><br /><em>Ao presto respirar.</em><br /><em>Como somos pequenos, </em><br /><em>Em meio &agrave;quela ofegante imensid&atilde;o.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&Eacute;, por isso, que em meu cora&ccedil;&atilde;o</em><br /><em>Se emprega, nada de maldades,</em><br /><em>Raivas e hipocrisias.</em><br /><em>Que rostos amargurados carregam,</em><br /><em>Nada vai adiantar,</em><br /><em>S&oacute; vai me incluir num mundo </em><br /><em>Que l&aacute; de cima,</em><br /><em>N&atilde;o pude enxergar.</em><br /><em>Imundo!</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />14/02/2009</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/38554" rel="service.edit" title="Amigos" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Amigos</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Amigos</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Os sonhos,</em><br /><em>S&atilde;o uma realidade</em><br /><em>Que sem eles,</em><br /><em>O mundo,</em><br /><em>O nosso mundo,</em><br /><em>Seria sempre uma realidade mon&oacute;tona.</em><br /><em>No escuro, aqui, ser&aacute;</em><br /><em>Minha hist&oacute;ria.</em><br /><em>Que tudo posso</em><br /><em>Que&nbsp;a ilustre utopia</em><br /><em>Mude o mundo,</em><br /><em>Que seja,</em><br /><em>Que ser&aacute; sempre minha vit&oacute;ria.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>No escuro, abra&ccedil;ado ao cosmo,</em><br /><em>Onde o vento</em><br /><em>Bate no semblante ofegante,</em><br /><em>Epinamog&ecirc;nico,</em><br /><em>De um amigo, uma amiga e uma crian&ccedil;a.</em><br /><em>Vejo no escuro o claro futuro,</em><br /><em>Entrela&ccedil;ado aos bons momentos</em><br /><em>Espont&acirc;neos da lucidez,</em><br /><em>Abro os olhos</em><br /><em>Mas esta escuro,</em><br /><em>Abra-me ent&atilde;o.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Os mais &iacute;mpetos</em><br /><em>Dos amigos, transparece,</em><br /><em>Com um ser </em><br /><em>Que nem sempre reconhecido,</em><br /><em>Mas, que a todo momento</em><br /><em>Acolhe-me,&nbsp;embriague-me </em><br /><em>Com sua inoc&ecirc;ncia, </em><br /><em>De ser uma pessoa </em><br /><em>Que, realmente sonha, </em><br /><em>E, concretize</em><br /><em>A sua imagem.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>E, imaginar, que o escuro</em><br /><em>&Eacute; apenas aus&ecirc;ncia de luz,</em><br /><em>Ela preenchida pela escurid&atilde;o</em><br /><em>E luz,</em><br /><em>Equacionando a imagem.</em><br />&nbsp;</p><p><em>William Baptistella e Assis</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />14/02/2009</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/36601" rel="service.edit" title="Pombo" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Pombo</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Pombo</h4><p><![CDATA[<em>Bendito pombo,<br />Onde ele estiver agora agrade&ccedil;o-o,<br />Por quais bandas ele estara? <br />Contagiando-os com suas manias?<br />Mania, um tanto quanto suja,<br />Mas com um pouco de &aacute;gua,<br />Vindo de uma fonte <br />Um tanto quanto mais, enrigesse,<br />Fontes de amores e felicidades,<br />Mas assim, como toda &aacute;gua<br />S&atilde;o tratadas,<br />E entornam <br />Em tua torneira,<br />Para que beba e entorne <br />A &aacute;gua que minhas ma&otilde;s <br />Um dia passaram, <br />E voltaram como <br />Em um banho,<br />Que lavo minhas ma&otilde;s<br />E secando-as em colchas<br />Que sera refugio, <br />Em noites encandecentes <br />Onde a calmaria<br />Cobre-nos, <br />E envaminhe-nos aos sonhos<br />Profundos e realizadores<br />Que la encontramos <br />Sempre o nosso sonho,<br />Sempre encantadores.<br />E l&aacute; esta,<br />Uma estrela.</em></p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />17/12/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/34843" rel="service.edit" title="Deusa" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Deusa</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Deusa</h4><p><![CDATA[<span><em>Que as fortunas em vida</span>,<br />De um&nbsp;cora&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgico<br />Lhe cubram e lhe d&ecirc; for&ccedil;a,<br />Fortalecendo ainda mais <br />O teu brilho e furor.<br />E que, como as Deusas<br />S&atilde;o resist&iacute;veis a todas<br />As enfermidades que o mundo<br />Pode lhe causar,<br />Olhando l&aacute; de cima,<br />Ela&nbsp;erradia <br />Com tua beleza<br />Com raios de seu olhar<br />Ilumine-nos.</span></em></span><span><em><br /></span></em></span></span><em></span></em></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><span><em>&nbsp;</span></em></span></p><p>&nbsp;</p><p></span><em>E nos mostre <br />Que as mais, &iacute;mpetas das Deusas<br />Sofrem tamb&eacute;m<br />Por&eacute;m, n&atilde;o deixando-a<br />Vulner&aacute;vel,<br />Ao rev&eacute;s<br />Mostrando-nos que Deusas s&atilde;o assim,<br />Sofredoras,<br />Mas, reflete muito brilho<br />E sempre se fortalece<br />Enfrentando tudo com o peito.<br />E ao teu lado da Poltrona Real,<br />Um Rei, que admira-te<br />Com toda veem&ecirc;ncia <br />E com todo o seu respeito.</span></em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />07/11/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/34684" rel="service.edit" title="Futuro presente" type="application/atom+xml"/>
	    <author><name></name></author>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Futuro presente</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Futuro presente</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Quero!</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">N&atilde;o quero, ser em minha vida</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Uma simples pessoa,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Da inf&acirc;ncia, </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Sem responsabilidades </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Que esta com vendas </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Para a crueldade,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">A adolesc&ecirc;ncia, </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Por umas de suas excel&ecirc;ncias </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">De instigantes fervores, </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Umas de suas ess&ecirc;ncias.</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">A meia idade</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Vem me caindo aos ombros,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">As dificuldades,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">N&atilde;o me vem</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Como, uma simples quest&atilde;o.</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">&nbsp;</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Quero, enxergar a vida, </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">N&atilde;o, como todos, </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">E, fazer de minha vida </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Uma hist&oacute;ria,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Uma mensagem,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Resgatar o calor </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Nas almas,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Dos seres menos favorecidos </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Como, em mim</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">De algum modo banida.</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Quero, despertar nos cora&ccedil;&otilde;es </span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Sonolentos,</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">O valor, de um simples momento</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">E de como &eacute; grande o nosso</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Descontento com o mundo.</span></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><em><span style="font-size: larger;">Quero!</span></em><br /></span><br /><em><span style="font-size: larger;">&nbsp;</span></em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />03/11/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Cada um de nós</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Cada um de nós</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;</p><p></span></p><p><em><span style="font-size: larger;">Os sonhos,</span></em><br /></span><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">S&atilde;o umas realidades</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que sem eles,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">O mundo,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">O nosso mundo,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Seria sempre uma realidade mon&oacute;tona.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">No escuro, aqui, ser&aacute;</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Minha hist&oacute;ria.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que tudo posso</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">E a ilustre utopia</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Mude o mundo,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que seja,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que ser&aacute; sempre minha vit&oacute;ria.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">&nbsp;</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">No escuro abra&ccedil;ado ao cosmo,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Onde o vento</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Bate no semblante ofegante,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Epinamog&ecirc;nico,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">De um amigo, uma amiga e uma crian&ccedil;a.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Vejo no escuro o claro futuro</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Entrela&ccedil;ado aos bons momentos</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Espont&acirc;neos da lucidez,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Abro os olhos</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Mas esta escuro,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Abra-me ent&atilde;o.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">&nbsp;</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Os mais &iacute;mpetos </span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Dos amigos, transparece,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Com um ser </span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que nem sempre reconhecido,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Mas, que a todo momento</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Me acolhe, embreaguece-me</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Com sua inoc&ecirc;ncia, </span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">De ser uma pessoa </span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Que, realmente sonha, </span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">E, concretize,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">A sua imagem.</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">&nbsp;</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">E imaginar, que o escuro</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">&Eacute; apenas aus&ecirc;ncia de luz,</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">Ela preenchida pela escurid&atilde;o</span></em><br />&nbsp;<br /><em><span style="font-size: larger;">E luz,</span></em><br /><em><span style="font-size: larger;">Equacionando a imagem.</span></em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />03/11/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Fertilidade</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Fertilidade</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;<br /><em><span>Uma flor brota<br /></span><br /></em><br /><em><span>Em minha terra,<br /></span><br /></em><br /><em><span>E nela&nbsp;cultivo com tal&nbsp;zelo,<br /></span><br /></em><br /><em><span>A</span><span>i, se todas nascerem<br /></span></em><br /><em><span>Lindas</span></span><span> e radiantes como </span></em><em><span>voc&ecirc;</span></span><span>.<br /></span><br /></em><br /><em><span>Quero que todo</span><br /></em><br /><em>Meu terreno se irrigam,<br /></em></p><p><em>De teu olhar.</span></em></span><span><em><br /></span></em></span><span><br />&nbsp;</span></span></p><p></span></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;<br /><span><br />&nbsp;<br /></span></span></span><br />&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p><em><sup><br />&nbsp;</sup></em></span><em><sup></sup></em></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><br />&nbsp;</p><p><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />31/10/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Minutos</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Minutos</h4><p><![CDATA[<em></p><p><em><br /><em>&nbsp;Todos os dias</em><br /><em>&nbsp;Quando fecho os olhos,</em><br /><em>&nbsp;Vejo-te&nbsp;e sinto-te ao meu lado.</em><br /><em>&nbsp;Quando acordo, para te beijar</em><br /><em>&nbsp;E te dar carinho,</em><br /><em>&nbsp;Voc&ecirc; foi embora,</em><br /><em>&nbsp;Um minuto que seja</em><br /><em>&nbsp;Que estivesse ao meu lado,</em><br /><em>&nbsp;Naqueles instantes,</em><br /><em>&nbsp;Meu minuto pararia</em><br /><em>&nbsp;E que tudo nele se&nbsp;cumpriria.</em><br /><em>&nbsp;Horas ou at&eacute; dias de minha semana</em><br /><em>&nbsp;Esse minuto duraria</em><br /><em>&nbsp;Muito tempo em meu cora&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>&nbsp;Um minuto de minhas noites</em><br /><em>&nbsp;E&nbsp; horas de meu sono</em><br /><em>&nbsp;S&atilde;o dedicados a ti.</em><br /><em>&nbsp;Com o meu olhar entreaberto</em><br /><em>&nbsp;Tento&nbsp; surpreender-te</em><br /><em>&nbsp;Sem que voc&ecirc; me veja abrir os olhos, </em><br /><em>&nbsp;Porque, se voc&ecirc; me ver, abrindo-os,</em><br /><em>&nbsp;N&atilde;o fosse embora,</em><br /><em>&nbsp;Mas mesmo assim, </em><br /><em>&nbsp;N&atilde;o te vejo.</em><br /></em><br /></span><br />&nbsp;</p><p><br /></span></em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />30/10/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/31192" rel="service.edit" title="Nosso céu" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Nosso céu</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Nosso céu</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><br /><em> O que meu cora&ccedil;&atilde;o me diz<br />Assim amando ferozmente,<br />Me sussurra o que u teu sente,<br />Sente-se em eterna felicidade<br />Condizendo com o teu<br />Com uma extrema fieldade,<br />Colocando-nos em eternos momentos<br />Que s&atilde;o momentos de consentir<br />A eles o o prezes de se entregar<br />Assim o c&eacute;u aos pass&aacute;ros<br />De ser um s&oacute;,<br />De ser em meu c&eacute;u<br />Minha estrela,<br />E fazer de minhas noites <br />Uma constela&ccedil;&atilde;o<br />Com apenas tua doce presen&ccedil;a.</p><p>Quero esta estrela <br />Brilhando em meu cora&ccedil;&atilde;o,<br />Iluminando nossos dias <br />At&eacute; quando o c&eacute;u <br />N&atilde;o mais existir,<br />E meu ser amar-te<br />Com toda for&ccedil;a <br />At&eacute; a eternidade.<br />Para que sejamos felizes juntos<br />E fazer de meus sonhos o teu<br />Para que juntos podemos <br />Nos igualar ao c&eacute;u.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />01/08/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Flor de Lótus</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Flor de Lótus</h4><p><![CDATA[<em>Estas flores s&atilde;o para alegrar sua alma <br />E florescer em meios a lama teus dias,<br />A flor de l&oacute;tus nasce da lama<br />Nasce de onde n&atilde;o se tem esperan&ccedil;a<br />E a esperan&ccedil;a nasce da lama<br />Onde tudo &eacute; tenebroso e obscuro<br />Mas a f&eacute; nunca impediu-a de sonhar.</p><p></em><br /><em>E os le&otilde;es s&atilde;o a <br />For&ccedil;a e a supera&ccedil;&atilde;o contida<br />Em nosso cora&ccedil;&atilde;o,<br />Que nunca deixaram de existir.</em><br /><em>&nbsp;</em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />20/06/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/29981" rel="service.edit" title="Meus horizontes" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meus horizontes</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meus horizontes</h4><p><![CDATA[Te adoro muito, <br />Nos mares e nos horizontes<br />Me vejo remando contra a mar&eacute;,<br />Em busca de uma flor que &eacute;<br />Mais linda de todas,<br />Contendo em seu p&oacute;lem<br />O doce gosto de teu beijo<br />E sua agrad&aacute;vel companhia<br />Exala o que Deus lhe deu,<br />Que s&oacute; um anjo <br />Privilegiado <br />Teve a honra, <br />Enviando seu arcanjo<br />Traduzida em poucas palavras <br />Que meus l&aacute;bios bagun&ccedil;ados <br />Diz:<br />Te quero em meus bra&ccedil;os<br />Entrela&ccedil;ados.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />20/06/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Desabrochar da vida</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Desabrochar da vida</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Essas ess&ecirc;ncias</em><br /><em>S&atilde;o para exalar o perfume </em><br /><em>Que roubaram de voc&ecirc;,</em><br /><em>S&atilde;o para real&ccedil;ar </em><br /><em>O que teu corpo por natureza</em><br /><em>Fez quest&atilde;o de me avisar,</em><br /><em>Que esta beleza </em><br /><em>Como as ess&ecirc;ncias,</em><br /><em>S&atilde;o duas realezas.</em><br /><em>&Eacute; como atracar no cais</em><br /><em>Ao fim da tarde,</em><br /><em>Com uma fulgurante vis&atilde;o</em><br /><em>Aos meus olhos alarde,</em><br /><em>Cores igualadas a sua silhueta,</em><br /><em>Perfumes s&atilde;o confundidos com</em><br /><em>Suas diversas peles,</em><br /><em>Sapos, borboletas e joaninhas,</em><br /><em>Presenciam aquele presto momento</em><br /><em>Que se tornou a vis&atilde;o de todos</em><br /><em>Seus pr&oacute;prios, </em><br /><em>Ao descer de minha jangada</em><br /><em>Coloquei-me ao seu lado,</em><br /><em>E vivenciei a alvorada</em><br /><em>Naquela noite,</em><br /><em>Com uma ultima e</em><br /><em>Derradeira estrela</em><br /><em>Que no crep&uacute;sculo surgiu.</em><br /><em>O desvanecer de minha vida</em><br /><em>Passou despercebido por meus olhos</em><br /><em>E tornou as antepassadas em aromas</em><br /><em>Para esta nova.</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />21/04/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/27924" rel="service.edit" title="Arcanjo" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Arcanjo</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Arcanjo</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Anjos,<br />O meu,<br />O seu,<br />Todos t&ecirc;m pep&eacute;is importantes,<br />Ser&aacute; que l&aacute; no c&eacute;u<br />Conversam sobre n&oacute;s?<br />Olham-nos<br />E escuta minha voz<br />Que diz:<br />Meu anjo esta aqui na terra<br />Que com todos os encantos de tal<br />Que percebo,<br />Assim sou observador,<br />E posso te dizer <br />Que o imagino como<br />&Eacute; o c&eacute;u!<br />Numa leveza e paz<br />Que condiz com tudo <br />O que o seu olhar me traz,<br />Posso dizer que <br />Estou no c&eacute;u, <br />Que sutilmente<br />O seu anjo <br />Enviou&nbsp;seu suplente<br />Aqui na terra,<br />Agora confiante eu lhe digo:<br />Estou mesmo no c&eacute;u,<br />Como ele<br />Esta ao&nbsp;meu lado<br />O seu arcanjo<br />Que &eacute; ti.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />15/04/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Esse é o meu mundo</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Esse é o meu mundo</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Percebi que minha tristeza</em><br /><em>N&atilde;o &eacute; maior que o respeito </em><br /><em>Que tenho pelo meu cora&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>Transbordando as&nbsp;impurezas</em><br /><em>Como uma hemorragia.</em><br /><em>No entanto, como n&atilde;o posso ter o respeito </em><br /><em>Com aquele que me tranq&uuml;iliza</em><br /><em>Nas horas que meu peito </em><br /><em>Sonha em ter um canto s&oacute; dele,</em><br /><em>Tudo adormece</em><br /><em>E ele forte, nas costas me leva.</em><br /><em>Carrega-me para onde </em><br /><em>N&oacute;s dois podemos nos&nbsp;despir </em><br /><em>De segredos ocultos </em><br /><em>N&atilde;o compartilhamos, </em><br /><em>Revela.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>E quando a s&oacute;s, </em><br /><em>Sinto-te no meu peito </em><br /><em>A me ensinar, que n&oacute;s</em><br /><em>Quando sem segredos </em><br /><em>Somos parceiros da vida</em><br /><em>E que tudo nela cont&eacute;m</em><br /><em>Revela-se s&oacute;rdido</em><br /><em>Pois,&nbsp;nada possa nos abalar</em><br /><em>Em um prop&oacute;sito,</em><br /><em>Tornando-se um gr&atilde;o de areia </em><br /><em>Que vai se formando desfechos</em><br /><em>E num presto momento</em><br /><em>Para e me revela:</em><br /><em>- Ei, estamos juntos nessa.</em><br /><em>E eu lhe digo:</em><br /><em>- Posso contar sempre contigo,</em><br /><em>Isso minhas tristezas </em><br /><em>N&atilde;o pode alcan&ccedil;ar.</em><br /><em>O mundo nos revela. </em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />05/04/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/27681" rel="service.edit" title="Fé, fé e fé" type="application/atom+xml"/>
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	    <issued>2008-04-05T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Fé, fé e fé</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Fé, fé e fé</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>H&aacute; tempos que quando n&atilde;o</em><br /><em>Existia &iacute;mpios eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>H&aacute; tempos que quando </em><br /><em>As utopias valiam a pena</em><br /><em>Eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>H&aacute; tempos que quando </em><br /><em>Nos dias felizes </em><br /><em>Todos se contagiavam</em><br /><em>Eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>H&aacute; tempos que quando </em><br /><em>Revelamos-nos a n&oacute;s mesmo</em><br /><em>Sermos capazes </em><br /><em>De em quaisquer circunst&acirc;ncias</em><br /><em>Que n&atilde;o haja esperan&ccedil;a,</em><br /><em>Mostrar as ess&ecirc;ncias </em><br /><em>Dos extintos</em><br /><em>Eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>H&aacute; tempos que quando</em><br /><em>Roubavam-nos os olhos </em><br /><em>E o cora&ccedil;&atilde;o se encarregava</em><br /><em>Dos caminhos em retalhos</em><br /><em>Eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>O tempo que </em><br /><em>Os cegos enxergam no escuro,</em><br /><em>E o cego v&ecirc;</em><br /><em>O que quer ver</em><br /><em>N&atilde;o o que lhes mostram,</em><br /><em>&Eacute; o tempo a se crer,</em><br /><em>Eu estava l&aacute;.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>S&oacute; n&atilde;o estive presente quando </em><br /><em>Desmotivamos-nos</em><br /><em>Menosprezamos-nos </em><br /><em>Quando n&atilde;o acreditamos </em><br /><em>Em n&oacute;s mesmos</em><br /><em>N&atilde;o dando espa&ccedil;o</em><br /><em>Assim a ela,</em><br /><em>Nossa f&eacute;.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />05/04/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Era</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Era</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>O que o mundo vivencia</em><br /><em>&Eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia de opini&otilde;es, fatos,</em><br /><em>N&atilde;o objetivamente provado</em><br /><em>Por s&uacute;bitas impress&otilde;es </em><br /><em>Que o mundo sem elas </em><br /><em>Tornar-se-ia florido,</em><br /><em>Por&nbsp;prateleiras e prateleiras </em><br /><em>De culturas e hist&oacute;rias </em><br /><em>Exiladas do mundo,</em><br /><em>De uma forma forjada</em><br /><em>Por interesses,</em><br /><em>N&atilde;o objetivada aos </em><br /><em>Nossos interesses</em><br /><em>E reposto a n&oacute;s</em><br /><em>Como desejada,</em><br /><em>Mas n&atilde;o quer dizer que impostas</em><br /><em>Ao meu consentimento,</em><br /><em>Porque Deus prega</em><br /><em>N&atilde;o forja</em><br /><em>Pois, nos da a liberdade</em><br /><em>De Pregar os nossos</em><br /><em>Hoje talvez </em><br /><em>N&atilde;o obviamente verdade</em><br /><em>Impostas por &iacute;mpios,</em><br /><em>Mas n&atilde;o forjada.</em><br /><em>Porque&nbsp;a vida dele forjada</em><br /><em>Por chicotes e espinhos,</em><br /><em>Revolucionou o mundo</em><br /><em>Portanto nos forjaram caminhos.</em><br /><em>&nbsp;</em><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />30/03/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meu relógio</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meu relógio</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>O mundo em tempos em tempos </em><br /><em>Tranq&uuml;iliza-se,</em><br /><em>H&aacute; tempos que situa&ccedil;&otilde;es </em><br /><em>Que eram controladas</em><br /><em>Hoje se generaliza.</em><br /><em>Quem sabe at&eacute; quando </em><br /><em>Esse tempo vai durar,</em><br /><em>Quantos descasos </em><br /><em>Neste meio tempo,</em><br /><em>Veremos ouvir falar</em><br /><em>Atrav&eacute;s de not&iacute;cias esmagadoras,</em><br /><em>At&eacute; mesmo vivenciar,</em><br /><em>Holocaustos espirituais </em><br /><em>Causam em si,</em><br /><em>Na mente um coes&atilde;o de futilidades,</em><br /><em>E desejos banais,</em><br /><em>Atravessado na garganta</em><br /><em>Como um min&uacute;sculo espinho</em><br /><em>Que condenam outros mortais.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Que tempo &eacute; este que n&atilde;o para</em><br /><em>Nem por instantes,</em><br /><em>Longe destas valas</em><br /><em>Quantos destes tempos</em><br /><em>O meu rel&oacute;gio ter&aacute; que marcar</em><br /><em>E obrigatoriamente ver as horas </em><br /><em>E n&atilde;o poder fazer das horas</em><br /><em>Marcadas por ele serem boas,</em><br /><em>De tantas hostilidades</em><br /><em>Subconscientemente absorvidas</em><br /><em>Tornam-se revolucion&aacute;rios</em><br /><em>Os tempos, a n&oacute;s impostos,</em><br /><em>Que n&atilde;o marcado pelo meu rel&oacute;gio.</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />30/03/2008</p></p></div>
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	    <author><name></name></author>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meus sonhos</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meus sonhos</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Sonhei que o ar me faltava,</em><br /><em>E na &aacute;gua, </em><br /><em>Sentia-me no solo,</em><br /><em>E n&atilde;o me matava,</em><br /><em>Corpo de escamas</em><br /><em>Com nadadeiras e barbatanas.</em><br /><em>In&uacute;meras esp&eacute;cies </em><br /><em>E eu a subalterna, sem cama.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>L&aacute; fora com os p&eacute;s roubados </em><br /><em>Pela areia,</em><br /><em>Imaginando l&aacute; embaixo </em><br /><em>Que conheci a pouco,</em><br /><em>Como sou pequeno</em><br /><em>Ao lado desta baleia,</em><br /><em>Querendo sentir </em><br /><em>O vento nos cabelos,</em><br /><em>Saltei,</em><br /><em>E l&aacute; fora o gavi&atilde;o</em><br /><em>Que faminto surpreendeu-me,</em><br /><em>E a mim tamb&eacute;m,</em><br /><em>Na areia um escorpi&atilde;o,</em><br /><em>No buraco dos meus p&eacute;s</em><br /><em>Fiz sua cova,</em><br /><em>Em um sepulto urbano,</em><br /><em>Senti-me duas vezes morto,</em><br /><em>Desta vez,</em><br /><em>N&atilde;o quero ser a presa,</em><br /><em>E nem o ca&ccedil;ador,</em><br /><em>E muito menos o ser humano.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />21/03/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/27266" rel="service.edit" title="Bendito cometa" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Bendito cometa</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Bendito cometa</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Assim ao nosso lado</em><br /><em>A tua companhia nos seduz,</em><br /><em>Com a concep&ccedil;&atilde;o</em><br /><em>E a sutileza de Jesus,</em><br /><em>Que assim fez o sol e a lua,</em><br /><em>A nos observar l&aacute; do alto</em><br /><em>H&aacute; tempos,</em><br /><em>O nosso caminhar pela rua</em><br /><em>E num presto momento,</em><br /><em>Viu que no futuro</em><br /><em>O mundo vai ser belo,</em><br /><em>De uma forma crua</em><br /><em>E simples, assim,</em><br /><em>Protegendo-nos com raios de sol</em><br /><em>Num dia nublado,</em><br /><em>E com a brisa da lua</em><br /><em>Numa noite chuvosa.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>O tempo passa</em><br /><em>&Aacute;s noite se surpreende</em><br /><em>Com nossa presen&ccedil;a,</em><br /><em>Tantas e tantas vezes,</em><br /><em>Tantos e tantos abra&ccedil;os,</em><br /><em>Lacrados &aacute; la&ccedil;os,</em><br /><em>O nosso presente &eacute; te convidar</em><br /><em>Para que nunca de dentro </em><br /><em>De nossos bra&ccedil;os e abra&ccedil;os,</em><br /><em>N&atilde;o se canse,</em><br /><em>De muitos e muitos abra&ccedil;os </em><br /><em>Abra&ccedil;aremos o sol e a lua,</em><br /><em>Assim como eles </em><br /><em>Retribu&iacute;do por um cometa </em><br /><em>Que no c&eacute;u foi repentino,</em><br /><em>Mas um pedido </em><br /><em>Enviado a Deus </em><br /><em>Mudando o nosso destino.</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />21/03/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Didática da vida</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Didática da vida</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>Ser rotineiro &eacute; de costume<br />Que tomam para si,<br />Realizam-se assim certos modos<br />De n&atilde;o se romperem,<br />De n&atilde;o colocar-se contra si,<br />E o medo da derrota a crescerem,<br />Privando-se de utopias<br />Que n&atilde;o s&atilde;o vistas quando<br />Existe muito siso,<br />Restringindo assim de suas crias<br />Que revolucionam nossa vida.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />15/03/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/27031" rel="service.edit" title="Em ordem" type="application/atom+xml"/>
	    <author><name></name></author>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Em ordem</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Em ordem</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Quando esta tudo na balb&uacute;rdia,</em><br /><em>Sempre sabemos onde cada heterog&ecirc;nea pe&ccedil;a esta,</em><br /><em>Um p&eacute; de uma meia,</em><br /><em>A toalha de banho,</em><br /><em>O poema em papel amassado </em><br /><em>Em letra feia,</em><br /><em>Ou at&eacute; mesmo a chave da porta,</em><br /><em>Num dia atrasado,</em><br /><em>Tudo parece voar,</em><br /><em>E sempre esquecemos </em><br /><em>Algum material que ir&aacute; usar,</em><br /><em>Mas de algum modo esta em ordem,</em><br /><em>De algum modo nos entendemos,</em><br /><em>Mesmo na balb&uacute;rdia nos achamos </em><br /><em>Na bagun&ccedil;a de ontem.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Esta tudo em sincronia,</em><br /><em>Dobrados em ordem de uso,</em><br /><em>Quadros bem postos,</em><br /><em>A impress&atilde;o ao acordar,</em><br /><em>Que minha cama bruniu</em><br /><em>Sem meu mandar,</em><br /><em>Cada cabide com sua pe&ccedil;a,</em><br /><em>O papel debaixo do cobertor</em><br /><em>Junto a minha cabe&ccedil;a,</em><br /><em>Traduzindo uma noite de furor,</em><br /><em>De toda aquela lou&ccedil;a.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Mas se n&atilde;o fosse pela balb&uacute;rdia,</em><br /><em>N&atilde;o conseguiria me encontrar,</em><br /><em>Do jeito que impostas</em><br /><em>S&atilde;o o meu porto seguro,</em><br /><em>Minha maneira de me julgar,</em><br /><em>Encontrando-me quem sabe</em><br /><em>No claro ou no escuro,</em><br /><em>Em cima da cama, </em><br /><em>Ou debaixo dela, eu te juro,</em><br /><em>Ali me confrontei,</em><br /><em>E sai vencedor</em><br /><em>De minha pr&oacute;pria bagun&ccedil;a.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />12/03/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Tristezas</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Tristezas</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>Fazer de nossas tristezas serem boas,</em><br /><em>&Eacute; coloc&aacute;-las sempre em segundo plano,</em><br /><em>Coloca-las em seu devido lugar,</em><br /><em>Mostra-la que ali, no pano,</em><br /><em>No ch&atilde;o a limpar,</em><br /><em>&Eacute; sua posi&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>Como toda posi&ccedil;&atilde;o</em><br /><em>&Eacute; sujeito a mudan&ccedil;as,</em><br /><em>Mas de acordo com nossa concep&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>E nossas cren&ccedil;as,</em><br /><em>Torna-se subalterna,</em><br /><em>Torna-se uma pedra no sapato,</em><br /><em>Mas como toda pedra,</em><br /><em>Removemos com aparato.</em><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />12/03/2008</p></p></div>
	    </content>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Quem é você?</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Quem é você?</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>Ser linda &eacute; sua especialidade, <br />Sua boca, teu beijo, teu jeito, <br />E teu corpo que envolve<br />Tanta sensualidade.<br />&nbsp;<br />Sua capacidade de fazer<br />Dos momentos dif&iacute;ceis,<br />Serem meros problemas, <br />Que muitas vezes, <br />O cora&ccedil;&atilde;o a se conter.<br />&nbsp;<br />O sol brilhou em minha dire&ccedil;&atilde;o<br />Como raios de sol ao amanhecer,<br />Assim &eacute; teus olhos na escurid&atilde;o.<br />A lua te ilumina<br />E a tua silhueta refletida na lua,<br />Ao anoitecer,<br />Cai a brisa da noite,<br />E com ela tamb&eacute;m<br />Os teus encantos, a ser<br />Minha coragem,<br />De t&atilde;o pouco me contive<br />Que a paix&atilde;o me pegou,<br />E&nbsp;me p&ocirc;s aqui a te <br />Descrever!</em></span>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />09/03/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/26769" rel="service.edit" title="Meu dono" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meu dono</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meu dono</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><em>&nbsp;</em><br /><em>No momento n&atilde;o sei quem sou,</em><br /><em>Nem como me sinto, </em><br /><em>Meu cora&ccedil;&atilde;o murmurou-me</em><br /><em>Fazendo-me perguntas</em><br /><em>De quest&otilde;es que n&atilde;o sei a resposta,</em><br /><em>Questionou-me.</em><br /><em>Como acha que me sinto</em><br /><em>Aqui dentro de ti?</em><br /><em>Ser&aacute; que o sangue ferve </em><br /><em>Ao ponto de n&atilde;o me conter?</em><br /><em>Confesso-te que me contive,</em><br /><em>Para n&atilde;o bater mais que o devido</em><br /><em>Causado-te assim dores piores</em><br /><em>Que n&atilde;o possa suportar,</em><br /><em>Sou generoso ao meu dono</em><br /><em>Mas ele n&atilde;o se precaveu,</em><br /><em>E n&atilde;o olhou para dentro dele,</em><br /><em>E viu que l&aacute; n&atilde;o morri</em><br /><em>E nem o abandonei,</em><br /><em>Porque um dos mais queridos </em><br /><em>Dos amigos, compadeceu-se</em><br /><em>Das necessidades habituais,</em><br /><em>De expulsar sangue nas veias</em><br /><em>Tornando rotineiras e normais,</em><br /><em>Dentre outras maneiras</em><br /><em>Fazendo perceber de algum modo</em><br /><em>Que n&atilde;o estou ausente,</em><br /><em>E com um dos mais</em><br /><em>Encantadores presentes</em><br /><em>Que possa te dar,</em><br /><em>Descobrindo assim </em><br /><em>Os ardores do simples </em><br /><em>Fato de amar,</em><br /><em>E o dono calou-se.</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />01/03/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Vilão e Mocinha</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Vilão e Mocinha</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Sei eu como me sinto,</em><br /><em>Desculpe-me se causei </em><br /><em>Enorme sofrimento,</em><br /><em>Com palavras doces</em><br /><em>Que nem sempre condiz</em><br /><em>Com as chances,</em><br /><em>Arrependimento, sim tenho,</em><br /><em>De n&atilde;o conceder-te </em><br /><em>O que para mim, importa,</em><br /><em>Sem dar o devido valor,</em><br /><em>O rel&oacute;gio n&atilde;o perdoa</em><br /><em>Que quase sempre nos causam dor,</em><br /><em>Quem me dera poder fazer</em><br /><em>O tempo desvanecer,</em><br /><em>Aos instantes que nos concede</em><br /><em>Alegrias,</em><br /><em>O tempo que a n&oacute;s impostos,</em><br /><em>Nos distancia, </em><br /><em>O tempo &eacute; um mero coadjuvante</em><br /><em>Que isso fique claro,</em><br /><em>Sou eu o vil&atilde;o,</em><br /><em>E voc&ecirc; a mocinha,</em><br /><em>Em um cen&aacute;rio</em><br /><em>Que a censura n&atilde;o proibiu,</em><br /><em>Decis&atilde;o tomei,</em><br /><em>Talvez a mais sensata </em><br /><em>No momento.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Mas o tempo n&atilde;o nos condena,</em><br /><em>Ele n&atilde;o d&aacute; opini&otilde;es,</em><br /><em>N&atilde;o interfere com palavras amenas,</em><br /><em>S&atilde;o duros e tem&iacute;veis como trov&otilde;es,</em><br /><em>Que com a menor trovoada que seja</em><br /><em>Pegam-nos de surpresa,</em><br /><em>E nunca temos tempo de se safar,</em><br /><em>Quando nos damos conta</em><br /><em>Somos n&oacute;s mesmos a presa,</em><br /><em>Como posso fugir?</em><br /><em>Como posso me enganar?</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />01/03/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/26469" rel="service.edit" title="Atrasada como sempre" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Atrasada como sempre</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Atrasada como sempre</h4><p><![CDATA[<em>Sentado em minha cadeira,</em><br /><em>Aten&ccedil;&atilde;o voltada ao professor,</em><br /><em>Atrasada como sempre ela </em><br /><em>Entra com todo o dispor,</em><br /><em>Senta ao meu lado por acaso,</em><br /><em>Sem perceber meu olhar </em><br /><em>Voltado contra aos seus</em><br /><em>A me olhar,</em><br /><em>Que aos poucos me despindo </em><br /><em>Fui a ti descobrindo,</em><br /><em>Qu&atilde;o grande &eacute; o teu prisma,</em><br /><em>A cada quest&atilde;o </em><br /><em>Uma opini&atilde;o,</em><br /><em>Questionando,</em><br /><em>Assim &eacute; ela, minha impress&atilde;o.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>Mas como toda impress&atilde;o</em><br /><em>Tem uma certa duvida,</em><br /><em>Que sim</em><br /><em>Com algo a mais </em><br /><em>Impressionou-me,</em><br /><em>Com tamanha coes&atilde;o</em><br /><em>Juntam-nos,</em><br /><em>Sem ser notado, </em><br /><em>Com olhares, </em><br /><em>Com gestos,</em><br /><em>Com a nossa poesia </em><br /><em>Em controv&eacute;rsias</em><br /><em>Num s&oacute; prop&oacute;sito em demasia,</em><br /><em>Une-nos, </em><br /><em>Fortalecem-nos, </em><br /><em>E como num prop&oacute;sito</em><br /><em>Buscar sempre realiza-lo.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />19/02/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Camawi</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Camawi</h4><p><![CDATA[<em>&nbsp;<br />O que ser&aacute; o que vai acontecer?<br />Somos tr&ecirc;s <br />Com diferen&ccedil;as vis&iacute;veis<br />Mas com detalhes em comum,<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />Ela com seu andar diferente,<br />Invejado por muitos<br />Com atitudes muitas vezes coerentes,<br />Por de tr&aacute;s de um estilo ador&aacute;vel,<br />Um cora&ccedil;&atilde;o que se pode tocar <br />Com um simples ombro justific&aacute;vel,<br />Coloco-te contra os meus,<br />Sei que voc&ecirc; vai contar<br />Sei que pode,<br />Voc&ecirc; sabe que pode,<br />Ser mais bela, do que j&aacute; &eacute;.<br />Contra si mesma lutar<br />Sei que com a vit&oacute;ria<br />Que possa se orgulhar.<br />Uns aos outros compreendemos.</p><p>Ele com uma sinceridade aplaus&iacute;vel a se ver,<br />E com uma maneira que s&oacute; <br />Quem souber apreciar, realmente<br />Conseguira compreender,<br />E sei que podemos, <br />Sem se ser notado <br />Consegue fazer transparecer <br />O que de mais importante um ser humano<br />Pode receber,<br />Sua amizade,<br />Uns aos outros ajudemos.</p><p>&nbsp;<br />E um mero coadjuvante<br />Em meio a tantos<br />Talentos,<br />Sinto-me privilegiado,<br />Com olhares a espreitar<br />Compreendo,<br />Aprendo,<br />E assim crescendo,<br />Nos fortalecendo.</em><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />19/02/2008</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Te amar assim</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Te amar assim</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Vamos nos amar,&nbsp;<br />Vamos saciar os desejos de nossos corpos,&nbsp;<br />Te amando devagar,&nbsp;<br />Com tudo o que o prazer&nbsp;<br />E o desejo possa nos&nbsp;proporcionar.</p><p>Vamos nos amar&nbsp;<br />Com tudo e com todas as fantasias&nbsp;<br />Que habita em nossas mentes,&nbsp;<br />Que nos coloque em alerta&nbsp;<br />E que nos fa&ccedil;am&nbsp;jorrar.</p><p>Vamos nos amar,&nbsp;<br />Sem que nada nos interrompa,<br />Sem que o m&iacute;nimo pensamento&nbsp;<br />Nos fa&ccedil;a cair&nbsp;em contradi&ccedil;&atilde;o&nbsp;<br />Mediante nossos juramentos,<br />De desejo, de&nbsp;ensejar,<br />Contigo os meus momentos.</p><p>Vamos nos amar,<br />Pelo teu corpo vou desvanecer<br />Os meus l&aacute;bios,&nbsp;<br />De ser deles como um sabonete,<br />Deslizando por todo seu corpo<br />Sem dar a m&iacute;nima aos rios.</p><p>Vamos nos amar,<br />Antes que voc&ecirc; perceba<br />Que o&nbsp;teu ser,<br />Que agora n&atilde;o mais&nbsp;teu,<br />Te faz levar aos mais prazerosos momentos<br />Agora comandados por mim,<br />N&atilde;o podendo se conter<br />Se rende todo o poder<br />E os prazeres que nele habita,<br />E assim tomando conta do meu ser,<br />Bem antes mesmo<br />De eu perceber.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />03/02/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25610" rel="service.edit" title="Que me prende, te tente" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Que me prende, te tente</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Que me prende, te tente</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Ser voc&ecirc; imposs&iacute;vel<br />Ser como ti, assim n&atilde;o d&aacute;,<br />Sem assim, <br />Me proibindo de seu olhar,<br />Mesmo sendo assim ao longe<br />Me encanto com seu andar,<br />Em um presto instante<br />Me congela os p&eacute;s,<br />Como que por encanto<br />Se desfez,<br />Assim ao seu lado<br />A magia de sua estupidez <br />De fazer, de castigar,<br />Meus l&aacute;bios <br />A se roer, a se maltratar,<br />E meus movimentos involunt&aacute;rios,<br />E meus pensamentos assim <br />Dos mais ordin&aacute;rios,<br />Te abra&ccedil;o e sinto seu corpo,<br />E retribuo com meu olhar<br />Que me prende,<br />Que te tente,<br />Que nos compreende.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />22/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25609" rel="service.edit" title="Meus passos" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meus passos</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meus passos</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Em cada perfume uma lembran&ccedil;a</em><br /><em>A cada jeito me conquistou,</em><br /><em>Em cada perfume uma esperan&ccedil;a</em><br /><em>Que na certa me inspirou,</em><br /><em>Em cada perfume um cristal</em><br /><em>Brilha e me enriquece </em><br /><em>Com todo o seu mal,</em><br /><em>Em cada respectivo sentimento</em><br /><em>Me conduziu aos mais </em><br /><em>Ador&aacute;veis momentos,</em><br /><em>Em todos os respectivos,</em><br /><em>Com toda leveza que me encanta,</em><br /><em>Como todo perfume se acaba </em><br /><em>Se evapora assim ao ar </em><br /><em>Quente de um abra&ccedil;o, e se espanta,</em><br /><em>Como todo bom perfume </em><br /><em>Assim que fecho os olhos </em><br /><em>Com o rastro incandescente </em><br /><em>Que a mim impostos,</em><br /><em>Desvanece meus passos</em><br /><em>Ao caminhar sem rumo,</em><br /><em>Mas como todo bom perfume </em><br /><em>Me da o prazer do teu ar.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />22/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25608" rel="service.edit" title="Uma rosa, assim sou" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Uma rosa, assim sou</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Uma rosa, assim sou</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Como me v&ecirc;em </em><br /><em>N&atilde;o importa,</em><br /><em>Sou assim linda,</em><br /><em>Posso me compreender</em><br /><em>E sem querer transpare&ccedil;o</em><br /><em>O que de em mim</em><br /><em>&Eacute; de mais precioso,</em><br /><em>De uma simplicidade incontest&aacute;vel</em><br /><em>De gestos, e palavra.</em><br /><em>Por muitos invej&aacute;veis,</em><br /><em>De um sorriso objectivo</em><br /><em>E um olhar subjectivo,</em><br /><em>Com uma transpar&ecirc;ncia </em><br /><em>Relativo ao sol,</em><br /><em>O que mais posso dizer...</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>A sim,</em><br /><em>Sou assim teimosa,</em><br /><em>Muito boa </em><br /><em>Mas, por&eacute;m nervosa,</em><br /><em>Assim como todos.</em><br /><em>Mas assim cultivada </em><br /><em>Floresce como rosas,</em><br /><em>Nas mais belas primaveras</em><br /><em>Exala seu perfume,</em><br /><em>Tamb&eacute;m como elas</em><br /><em>Espinhos a explorar</em><br /><em>Aos mais incr&eacute;dulos,</em><br /><em>Provam assim a sangrar.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />22/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25358" rel="service.edit" title="Uma mensagem" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Uma mensagem</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Uma mensagem</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Mensagens lidas, <br />Um carnaval de palavras, <br />De amizades,&nbsp;<br />Isso &eacute; belo, <br />E quem sabe,&nbsp;<br />Algumas escolhidas,<br />Sem a sua querida presen&ccedil;a<br />Me contento apenas com <br />Palavras sem escamotea-las,<br />Adere&ccedil;os em minhas alucina&ccedil;&otilde;es<br />Podemos lutar contra a fantasia<br />E sem querer espanta-las,<br />Vejo o meu pensamento&nbsp;<br />No seus olhos&nbsp;<br />E senti-las.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />14/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25322" rel="service.edit" title="Deixa isso ao acaso" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Deixa isso ao acaso</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Deixa isso ao acaso</h4><p><![CDATA[<em>Como &eacute; o amor n&atilde;o sei.<br />Se ele j&aacute; passou por aqui<br />Ainda n&atilde;o o surpreendi,<br />Mas, um dia ele vai se distrair<br />E vou pega-lo assim de sopet&atilde;o,<br />Vou surpreende-lo com a m&atilde;o na massa<br />Sem poder ter uma desculpa,<br />E te questiono:<br />- Porque demorou?<br />Surpreso com tal resposta<br />O cora&ccedil;&atilde;o&nbsp;se surpreendeu<br />E sua boca murmurou<br />Aos meus ouvidos,&nbsp;<br />Portanto, assim ainda desconcertado me disse:<br />Que o amor demorou <br />Mas, que ainda voc&ecirc; nem imagine <br />Os meus olhos estavam perdidos <br />Na sua silhueta h&aacute; tempos,<br />De tanto medo em mim contido<br />Frente a ti percebi que o amor <br />&Eacute; assim, ao acaso.</p><p>Nunca procura o amor &agrave;s escuras,<br />Deixe que ele te procure<br />E lhe ponha em uma situa&ccedil;&atilde;o<br />Nunca vivida,<br />Por&eacute;m&nbsp;assim <br />&Eacute; sempre reconhecida. </p><p></em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />13/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25307" rel="service.edit" title="Hostilidade" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Hostilidade</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Hostilidade</h4><p><![CDATA[<em>&nbsp;<br />Tem dias que tudo da errado,<br />Mal come&ccedil;a o dia <br />Depois de uma noite bem dormida <br />Ainda acordo cansado,<br />Numa r&iacute;gida conduta a enfrentar<br />Para ajudar o sol nasce quadrado,<br />L&aacute; vou eu para enfrent&aacute;-lo<br />O dia vai se despindo ao<br />Som do tique-taque,<br />At&eacute; o meio-dia tudo bem,<br />&Agrave; tarde em diante o desvanecer dos<br />Momentos cru&eacute;is <br />De um dia que sem programar <br />De tanta hostilidade,<br />Estampada em enormes pain&eacute;is,<br />Toma conta do nosso dia,<br />De olhares vangloriosos,<br />Faz tamb&eacute;m que nosso dia <br />Pare&ccedil;a ser assim,<br />Em nossos pensamentos se lamentar,<br />Num presto momento fechei os olhos <br />E n&atilde;o me imaginei dentro desse mundo <br />Que s&oacute; me faz sentir um enorme desfecho<br />Que nunca mais assim pare&ccedil;a.</em><br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />13/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/25093" rel="service.edit" title="Meu futuro" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Meu futuro</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Meu futuro</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>N&atilde;o sei ao certo como me sinto</em><br /><em>Um vazio me absorve,</em><br /><em>Ou uma imensa felicidade, que sorte.</em><br /><em>N&atilde;o sei explicar ao certo o que minto,</em><br /><em>Acordo como se em mim </em><br /><em>Juntasse as fagulhas de um atrito</em><br /><em>De rosa com jasmim,</em><br /><em>Que maravilha se todos de n&oacute;s </em><br /><em>Amanhecesse assim,</em><br /><em>Os p&aacute;ssaros cantam um som </em><br /><em>Que sempre se confundem com </em><br /><em>Can&ccedil;&otilde;es de Tom,</em><br /><em>Ainda sim com os olhos entreabertos,</em><br /><em>Imagino-me no calor de um sol,</em><br /><em>Olho ao meu lado</em><br /><em>E nos retratos de minha parede,</em><br /><em>O p&ocirc;r dos olhos nascendo </em><br /><em>E me jogando todo o col,</em><br /><em>Acordei entre artistas </em><br /><em>A me avassalar com suas express&otilde;es</em><br /><em>E de d&eacute;u em d&eacute;u </em><br /><em>Meus olhos procuram nos teus </em><br /><em>Ecoar o que desejo aos meus.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />06/01/2008</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/24463" rel="service.edit" title="Súbita paixão" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Súbita paixão</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Súbita paixão</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />O que posso dizer se ti,<br />Veio-me atrav&eacute;s dos anjos, <br />Que aos soprar dos ventos <br />Enviou-me,<br />Uma delicada e suave pluma<br />Que me tocou forte,<br />Como nenhuma,<br />M&atilde;o t&atilde;o delicada me tocou,<br />Aos pouco foi descobrindo <br />Que ao som dos ventos<br />Soava o seu nome, <br />E uma s&uacute;bita paix&atilde;o por ti fui descobrindo,<br />Imagens de ti em sonhos,<br />Passagens de n&oacute;s,<br />Em uma outra realidade me ponho,<br />Carregando-te comigo nos mais<br />Incr&iacute;veis dos encantos,<br />Fazendo-te uma mulher <br />Feliz,<br />E inimaginavelmente e<br />Eternamente grato <br />Aos ventos,<br />Ser&aacute; que v&atilde;o escamotear-te de mim?<br />&nbsp;<br />Conhece-la como foi?<br />Foi assim,<br />N&atilde;o sei...<br />Sem saber como era<br />Coloquei frente a ti<br />E me surpreendi,<br />Um rosto encantador<br />De um olhar t&atilde;o brilhante<br />Que se confunde <br />Com a de uma estrela cadente,<br />De em comum acordo<br />De gostos,<br />De enteresses,<br />Minha vontade aumentou<br />De um jeitinho,<br />De um beijo que me cativou,<br />Como eu, n&atilde;o sei se esta,<br />Com suas palavras a me dizer<br />Conven&ccedil;o-me que sim,<br />Aos ventos&nbsp;eu encarrego <br />A resposta de uma simples quest&atilde;o,<br />Por qual dos cominhos,<br />Para onde vai levar meu cora&ccedil;&atilde;o?]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />09/12/2007</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Efémero  amor</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Efémero  amor</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>H&aacute; momentos </em><br /><em>Que nossos momentos a ser &uacute;nicos,</em><br /><em>Quest&otilde;es sem respostas,</em><br /><em>Momentos c&ocirc;micos,</em><br /><em>Um momento de felicidade</em><br /><em>Ao lado do teu cora&ccedil;&atilde;o </em><br /><em>A minha alma se alegra</em><br /><em>E age como um bobalh&atilde;o,</em><br /><em>Em meios a tantas desaven&ccedil;as</em><br /><em>Tantas farpas encravadas</em><br /><em>Em minha m&atilde;o,</em><br /><em>Por toc&aacute;-la,</em><br /><em>Machucam-me como</em><br /><em>Se fosse ao cora&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>E me faz crer que o amor</em><br /><em>&Eacute; dif&iacute;cil de reconhecer,</em><br /><em>Quando prestes a surpreend&ecirc;-lo,</em><br /><em>Dei-me um golpe,</em><br /><em>E sem perceber-me,</em><br /><em>Cai na realidade </em><br /><em>E pude ver que tudo foi lindo,</em><br /><em>Com suores frios, </em><br /><em>Com os olhos rindo,</em><br /><em>Mataram pouco a pouco, </em><br /><em>O nascer mais belo </em><br /><em>De todos os horizontes,</em><br /><em>Numa manh&atilde; radiante,</em><br /><em>Tornou-se uma ef&ecirc;mera vida,</em><br /><em>Que ao raiar do sol</em><br /><em>Sou um meliante.</em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />16/11/2007</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/23960" rel="service.edit" title="Ensejo" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Ensejo</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Ensejo</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><em>Como estou t&atilde;o bem,</em><br /><em>Meu cora&ccedil;&atilde;o se anseia</em><br /><em>Mediante fatos,</em><br /><em>Colocados por Deus</em><br /><em>Em meu caminho,</em><br /><em>Como o sereno,</em><br /><em>Que ao mais calmo dos pingos</em><br /><em>P&otilde;e-se a mim</em><br /><em>Gotas de paix&otilde;es, desejos,</em><br /><em>Para transbordar em cora&ccedil;&otilde;es</em><br /><em>Que est&atilde;o a seco de sonho, amor, </em><br /><em>E de algu&eacute;m que lhes mostre</em><br /><em>Com at&eacute; o meu calv&aacute;rio sem cor,</em><br /><em>Como h&aacute; descobertas a serem reveladas,</em><br /><em>Desejos perdidos,</em><br /><em>Saudades n&atilde;o matadas</em><br /><em>De uma alma necessitada,</em><br /><em>De apenas uma for&ccedil;a maior</em><br /><em>Que lhe de um conforto,</em><br /><em>E um ombro para apoiar,</em><br /><em>E descobrir que seu cora&ccedil;&atilde;o,</em><br /><em>Foi feito para amar,</em><br /><em>Estou ao seu lado,</em><br /><em>E te&nbsp;ensejo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><br /><em>&nbsp;</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />16/11/2007</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/23955" rel="service.edit" title="Na nossa janela" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Na nossa janela</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Na nossa janela</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>O que posso te dizer,</em><br /><em>Que se ao te conhecer</em><br /><em>Foi por uma pomba,</em><br /><em>Que me fez lavar-me</em><br /><em>Da sua fonte a me enriquecer,</em><br /><em>Ser&aacute; que fiz errado?</em><br /><em>Ser&aacute; que ela me faz um favor?</em><br /><em>Confesso-te,</em><br /><em>Naquele dia fazia muito calor,</em><br /><em>Coloquei-me em meu lugar,</em><br /><em>E voou para onde o sol </em><br /><em>Coloca-se em seu lugar.</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>O que posso te dizer, </em><br /><em>De uma outra vez</em><br /><em>Encontrarmos sem poder,</em><br /><em>E te acenar de sua janela</em><br /><em>Um gesto me fez,</em><br /><em>Meios t&iacute;midos, </em><br /><em>Que um segundo ap&oacute;s</em><br /><em>Passam a mil mi&uacute;dos,</em><br /><em>Pensamentos,</em><br /><em>Quem sabe o que?</em><br /><em>Pode me explicar?</em><br /><em>Nem sei te falar.</em><br /><em>Aos poucos te conhecendo,</em><br /><em>Foram aqueles pensamentos </em><br /><em>Se confirmando, </em><br /><em>De que somos vizinhos,</em><br /><em>E que aos tempos passados</em><br /><em>Sabe l&aacute; por onde andava,</em><br /><em>Os ventos te trouxeram acalmados,</em><br /><em>A amizade que um dia </em><br /><em>Sopraram em minha janela.</em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />16/11/2007</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/23607" rel="service.edit" title="Subalterno coração" type="application/atom+xml"/>
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	    <issued>2007-11-02T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Subalterno coração</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Subalterno coração</h4><p><![CDATA[Este n&atilde;o sou eu,<br />Surpreendo-me<br />Em meus sonhos <br />Colocando-me em situa&ccedil;&otilde;es<br />Que me entregam<br />A ti,<br />Como na realidade,<br />&nbsp;<br />Entrego-me <br />Aos beijos teus<br />Sem poder fazer nada,<br />Que me prende<br />E acorrenta meu cora&ccedil;&atilde;o,<br />Sem ter as chaves <br />E nem o c&oacute;digo dessa paix&atilde;o,<br />&nbsp;<br />Entrego-me <br />Aos teus olhos,<br />Que me hipnotizam<br />E me faz mergulhar <br />Em seus desejos <br />Que me agonizam,<br />&nbsp;<br />Entrego-me <br />Aos teus encantos, <br />Seu jeito meigo me cativa,<br />Faz-me esquecer de mim<br />E como bom observador que sou,<br />Perco-me em meias flores e p&eacute;talas,<br />Que brotam de seu rosto,<br />E caem suavizando,<br />E me encantando,<br />&nbsp;<br />Entrego-me<br />Ao teu toque,<br />Que ao mais leve que seja<br />Conduz-me como choque,<br />E desliza sobre meu corpo <br />Chagando ao extremo,<br />E confundem meus cabelos<br />E com as m&atilde;os em tua nuca <br />Coloco-me em teus l&aacute;bios,<br />Ao mais leve toque<br />Tornam-se fortes e volt&aacute;teis como nunca. <br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />Entrego-me<br />A tua alegria,<br />Que me conduz aos mais <br />M&aacute;gicos dos m&aacute;gicos momentos,<br />As minhas fortunas em vida <br />Seja ao teu lado,<br />Aos mais pobres uma li&ccedil;&atilde;o<br />De que no mundo existe,<br />Ternura,<br />Carinho,<br />Paix&atilde;o,<br />Amor,<br />&nbsp;<br />Entrego-me <br />Ao teu cora&ccedil;&atilde;o<br />Cuido dele como se fosse <br />A mim recomendado<br />A sua inteira paix&atilde;o,<br />Que me aliando a ele <br />O meu,<br />Fica exilado e longe de <br />Qualquer outro apego,<br />&nbsp;<br />E entrego-te <br />Todo o meu carinho<br />E que meus abra&ccedil;os e beijos,<br />Seja seu aconhego.<br />&nbsp;<br />&nbsp;]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />02/11/2007</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/23602" rel="service.edit" title="Fraqueza" type="application/atom+xml"/>
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	    <issued>2007-11-02T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Fraqueza</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Fraqueza</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;<br /><em>Estou aqui eu de novo</em><br /><em>Lamentando-me pelos outros,</em><br /><em>Julgando minha dor</em><br /><em>De n&atilde;o me entender,</em><br /><em>De n&atilde;o ser como quero,</em><br /><em>Com quem quero ser,</em><br /><em>Mas n&atilde;o sou eu</em><br /><em>Que estou condenado</em><br /><em>N&atilde;o quero me exilar</em><br /><em>De meu cora&ccedil;&atilde;o</em><br /><em>De que meus sentimentos</em><br /><em>Sejam a ser expulsos</em><br /><em>De mim sem meus consentimentos</em><br /><em>&nbsp;</em><br /><em>N&atilde;o sou quem eu sou</em><br /><em>Quando uma simples palavra</em><br /><em>Melanc&oacute;lica,</em><br /><em>De uma simples noticia,</em><br /><em>Que me faz reencontrar</em><br /><em>Em meros sonhos de malicias</em><br /><em>Que me soam como ventos,</em><br /><em>A carregar minha alma </em><br /><em>Para um outro lugar</em><br /><em>Onde tudo se acalma </em><br /><em>E meus sonhos </em><br /><em>Voltam a ser a minha fortaleza</em><br /><em>E que sonhos j&aacute; sonhados </em><br /><em>J&aacute; n&atilde;o &eacute; mais minha fraqueza. </em>]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/Baptistella' title='Biografia do Poeta: William Baptistella'><b>William Baptistella</b></a><br />02/11/2007</p></p></div>
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