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    <tagline mode="escaped" type="text/html">Une Versos Paralelos</tagline>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Noite vencida...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Noite vencida...</h4><p><![CDATA[No sil&ecirc;ncio da noite te encontro,<br />o escuro te esconde, eu n&atilde;o vejo...<br />sinto m&ecirc;do, te procuro , estou tonto,<br />me arrepio, deixo a pele em rel&ecirc;vo...</p><p>Passo a passo caminho sem dire&ccedil;&atilde;o,<br />respirando, ofegante e sedento...<br />bate forte, bem forte o cora&ccedil;&atilde;o,<br />rumo as horas da aurora, lamento...</p><p>Onde est&aacute;s, &oacute;h! vazio cruel?<br />que cercas de horror e solid&atilde;o...<br />seu banquete &eacute; um c&aacute;lice de f&eacute;l,<br />de amargura, um manjar sem can&ccedil;&atilde;o...</p><p>Me roubaste a alegria o prazer,<br />prisioneiro, hoje sou nesta terra...<br />sou seu dia, sua noite, seu lazer,<br />sua manh&atilde;, quem madruga, enxerga...</p><p>Vou galgando a esperan&ccedil;a do tempo,<br />vendo as ondas dos ventos que assobia...<br />me apresso, quero ser menos lento,<br />desfazer este prato de agonia...</p><p>Como vencer este grande gigante?<br />que me a&ccedil;oita com seu chicote abstrato...<br />sei que a sorte est&aacute; l&aacute; bem distante,<br />o sofrer do caminho eu acato...</p><p>M&aacute;s tudo na vida tem solu&ccedil;&atilde;o,<br />pois a f&eacute; &eacute; um instrumento fatal...<br />vou lutar, vou sair deste ch&atilde;o,<br />vou gritar, hoje sou maioral...]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />07/09/2007</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Um convite...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Um convite...</h4><p><![CDATA[Será para mim um prazer<br />O seu convite aceitar<br />Quero ver o sol nascer<br />E ouvir o seu cantar</p><p>No seu barco a bandeira agitada<br />Pelo vento, tremula " MARINA "...<br />Neste mar o respeito à fragata<br />Guiada por esta menina...</p><p>Entrarei às tuas recâmaras<br />Levarei mirras e unguentos<br />De aromas, sabores de tâmaras<br />Prá viver nossos grandes momentos...</p><p>Navegar em alto mar<br />É uma viagem sem fim<br />Vou sorrir, vou me alegrar<br />Com voce bem perto de mim</p><p>Descoberto já estou<br />Mergulhe em meu coração<br />Terei vinho, serei o que sou<br />Dentro desta embarcação...</p><p>Te prometo vou tocar<br />O meu amigo violão<br />Teu piano vais lembrar<br />Quando ouvir minha canção</p><p>Vou as cordas dedilhar<br />Não seremos só viajantes<br />As estrelas, o céu, o luar<br />Dirão que somos amantes</p><p>Acordaremos todo ser dormente<br />Vamos todos mergulhar<br />Numa aventura envolvente<br />Na imensidão da nossa mente<br />Temos muito o que sonhar</p><p>Nunca mais serás poeta calada<br />Pois terás muito o que falar<br />De tudo, da nossa jornada<br />Uma história prá contar...</p><p>E no regresso de lá, tão distante...<br />Juntos, a nossa tripulação<br />No topo do céu, num mirante<br />Será a nossa coroação.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />29/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">A flor e a mulher...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>A flor e a mulher...</h4><p><![CDATA[Quem resiste à uma bela flor?...<br />São tantas na terra espalhadas<br />Geradas pelo supremo criador<br />Deviam ser todas amadas...</p><p>Formadas com muito amor<br />Cada uma tem sua beleza<br />Todas tem o seu valor<br />No mundo da natureza</p><p>Olhamos os lírios dos campos<br />Vestidos por DEUS com carinho<br />Nem os reis tem os seus mantos<br />Assim diz num pergaminho</p><p>A elas coube uma boa comparação<br />Valores iguais no jardim da vida<br />Uma sofre com o coração<br />Outra alegra a alma sofrida</p><p>Resistir flor e mulher...<br />É quem não tem sensibilidade<br />Quem as deseja sempre quer<br />Não se trata de vaidade...</p><p>A flor tem perfume e poesia<br />A mulher desejo profundo<br />Dê a elas, amor e cortesia<br />Em qualquer lugar deste mundo...</p><p>O choro das duas estremecem<br />A terra seca sem orvalho<br />Bem por isto se parecem<br />Com elas não tem atalho...</p><p>Amemos estas duas riquezas<br />Muito finas como o cristal<br />São jóias de tão grande belezas<br />Não existe nada igual...</p><p>O infinito ao clarão do luar<br />Que tambem é inspiração<br />Lembra delas e a todos confessa<br />Que flor é adorno e mulher é paixão...</p><p>Assim, quem as pode desmerecer?<br />Insensatos de coração...<br />Jamais as façam sofrer<br />Nunca as deixe cair no chão.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />28/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Salteadores de corações...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Salteadores de corações...</h4><p><![CDATA[Na terra, há muitos valores...<br />Riquezas, talvez sem igual<br />Amigos, falsários, doutores...<br />Corações que praticam o mal</p><p>Com palavras, meiguice e ternura<br />Olhares de amor e paixão<br />Buscam sempre a alma pura<br />Prá lançar na escravidão</p><p>As presas se entregam inocentes<br />Aos ladrões de coração<br />Revelam que são mesmos carentes<br />Por viverem na solidão</p><p>Quem sabe a rotina,  culpada...<br />Por tamanha inquietação<br />Sem escudo, sem lança ou espada<br />Caem sempre numa prisão</p><p>Lá dentro, reconhecem que os amores<br />Dos sentimentos perdidos, enfim...<br />Enganados pelos salteadores<br />Clamam por DEUS, ... ai de mim...</p><p>Quanta vida despediçada<br />Sentimentos de feridas mortais<br />São bocas que vivem caladas<br />Por crueldades vitais...</p><p>Oh! corações tão desalmados<br />Que brincam com o sentimento alheio<br />Serás eternamente culpados<br />A justiça usará o arreio.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />28/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Despertar</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Despertar</h4><p><![CDATA[Acordai óh vós dormentes...<br />O dia já traz seu clarão<br />Os sinos bailando envolventes<br />Traz no som uma canção...</p><p>A brisa da manhã chorando, dengosa...<br />Vai dando adeus ao anoitecer<br />Sua gota em lágrimas, escorre formosa<br />Não há quem a pode conter...</p><p>Despertai todo ser vivente<br />Ouçam a trombeta, o pífaro, o clarim...<br />Nova aurora radiante,  luzente<br />Exala o perfume da rosa e do jasmim...</p><p>Os pirilampos, suas luzes começam a apagar<br />A passarada gorgeia, oh que beleza!...<br />Uma orquestra começa a formar<br />Perante tal realeza...</p><p>Um reino de envolvente paixão<br />Cenário prá quem sabe amar<br />Tem jardim, rem flores,expressão<br />Tem romãs, tem maçãs, tem pomar...</p><p>Que pena que o dia é pequeno<br />O tempo parece voar<br />Vou pedir ao " Nazareno "<br />Ele pode prolongar...</p><p>Os sonhos de todos, acordados<br />Pode sim realizar...<br />Somos anjos por DEUS alados<br />Então vamos a vida desfrutar.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />27/10/2005</p></p></div>
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	    <link href="http://http://sitedepoesias.com.br/poesias/7432" rel="service.edit" title="O poço" type="application/atom+xml"/>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">O poço</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O poço</h4><p><![CDATA[Quem passeia não observa...<br />Ao seu lado quem pranteia<br />Egoistas, a vida os leva<br />Arrogantes de alma cheia.</p><p>Gritos, gritos que ecoam<br />Querendo ao céu alçar<br />Como sinos, altos, soam...<br />Clamores dizendo: vem salvar...</p><p>As lembranças tomam conta<br />De todo o coração<br />A tristeza numa ponta<br />Do outro lado a solidão...</p><p>Rola a lágriam pelo rosto<br />Pois ninguém o pode ouvir<br />Vou morrendo de desgosto<br />Nos veremos nos porvir...</p><p>Aqui dentro deste poço<br />Fui lançado ainda moço<br />E sem água prá beber<br />Na escuridão de um alvoroço<br />Quem teve tamanho mal gosto<br />Só queria entender...</p><p>Oh! DEUS porque tanta desgraça<br />Se amei com sinceridade<br />Não permita que eu me desfaça<br />Deixe em mim a sua graça<br />Te rogo por piedade...<br />Não quero o vestido da farsa.</p><p>Lá no fundo o fél provei<br />Só tú tens a compaixão<br />Desprezado por quem amei<br />Só restou sofreguidão...</p><p>Um dia quem sabe, até...<br />Este poço possa jorrar<br />Tudo, tudo que eu chorei<br />Eu não quero lamentar<br />Isso eu falo pela fé<br />E não quero duvidar...</p><p>Lavarei com todo amor<br />Seus rostos cansados da dor<br />Do viver que os fascina<br />Pois a volta vem de fato<br />Isto é um marco da sina<br />O jogo da vida é um trato...</p><p>Quando o poço é profundo<br />Machuca com o tombo da alma<br />Não é fácil manter a calma<br />O claustro dá medo, arrepia<br />Disse à mim e à todo mundo<br />Nesta lenta agonia...<br />Conheci a melancolia</p><p>Murmúrios, sussurros, lamentos...<br />Os segundos, as horas, demoram passar;<br />São dias de tantos tormentos<br />Já não consigo pensar...</p><p>Assim, a vingança é notória<br />Nesta triste trajetória...<br />A minha dor é ardente<br />Esperarei a vitória<br />Pois sou criança inocente.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />13/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Coraçao em delirio...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Coraçao em delirio...</h4><p><![CDATA[Que bela paisagem avistei<br />Desde o cume de Senir<br />Tão contente entao fiquei,<br />quieto no alto chorei<br />Valeu a pena sentir...</p><p>O dia se despedindo<br />As sombras então caindo<br />Anunciavam o anoitecer...<br />Eu querendo me valer <br />Voar e do céu contemplar<br />Aquele lindo entardecer...</p><p>Que lindos, são tantos amores<br />As pombas abrindo caminhos<br />Querendo me ensinar...<br />Que o coracão tem tremores<br />Mesmo buscando os seus ninhos<br />Não se pode vacilar...</p><p>Sobrevoar  sobre os vales<br />Fugir de todos os males<br />E um dom que DEUS me deu<br />Se não posso voar, pulo os outeiros<br />E digo a todos que valeu.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />11/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Pétala, Chão de estrelas...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Pétala, Chão de estrelas...</h4><p><![CDATA[Oh! clarão que invande a terra forrada<br />De pétalas de rosas ou coisa assim<br />Sua luz intensa brilha a areia formada<br />Alegrando todo o meu jardim...</p><p>Refletes o céu azul do mar<br />Dá vida ao chão, desenho real<br />Formatos cravados pelo ar<br />Beleza tamanha sem igual...</p><p>Proeza, fascinio natural<br />Delírio que inveja o coração<br />Que lava a alma do mal<br />E inspira até uma canção...</p><p>O que dizer então deste mistério...<br />Só DEUS pode concluir<br />Se tudo na vida tem critério<br />Só nos resta amar e assistir...</p><p>Pergunte então ao poeta...<br />O que vejo tilintar?<br />São luzes que servem de alerta?<br />Ou são folhas levadas ao mar?...</p><p>Uma coisa podemos dizer<br />Terra que o homem não pode andar...<br />Tem sinais, tem amor, tem poder..]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />10/10/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Incógnita...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Incógnita...</h4><p><![CDATA[Porque querer entender o que a compreensão humana se torna tão inútil face a tantos<br />mistérios que envolvem o nosso cotidiano? Não seria insensatez com o nosso próprio<br />homem interior, querer descobrir o que já é designado, o que já se formou e está apenas<br />cumprindo uma determinação? Afinal, palavras do Ser Supremo: os seus caminhos não<br />são os meus caminhos...<br />Fico pensando e com receio de cair na criação da minha mente, tento imaginar o percurso<br />que a humanidade segue e vejo cada um vivendo o seu eu, demagogo, escondendo-se nas<br />vestes do seu egoísmo e desafiando a sua incapacidade de vida conjunta. Vou seguindo o<br />meu destino, em busca do que me foi oferecido, apenas uma esperança de encontrar a felici<br />dade, tendo em mãos, uma lupa de uma fé cega, enfim, algo abstrato que alicerça a clandes<br />tinidade da minha própria imaginação. Seguir os caminhos do sentimento humano é como<br />percorrer os rastros de um raio no firmamento, não se sabe de onde vem e para onde vai e<br />todos que tentaram encontrar a sua formação, perderam-se pelas estradas da desilusão.<br />Há sempre uma bifurcação, e o que não se vê pela frente pode ser uma planicie como pode ser um abismo. Tenho comigo certezas e incertezas, e o que faz gerar em minha alma momentos de paz, de amar, de respirar, de sentir e voar sobre todas as formas vazias, são a<br />leveza do meu ser e do meu espirito que parece me guiar para um horizonte de eterna Paz.<br />Assim... vou desfrutando de cada minuto, de cada segundo, como se fosse o último da minha vida, mesmo que o balanço das ondas coloquem em dúvidas a tranquilidade do mar, más vou remando certo de alcançar o porto da eternidade.<br />“Amor”, palavra fútil, que se divide e engana, arma cruel para o mortal, para quem busca na sensibilidade do âmago, um paraiso de realidades, de dar e receber, de ter e possuir, de sofrer e de resistir, de abraçar e ter a reciprocidade do calor de cada conquista, de acreditar sem perceber a traição, de descobrir que só o tempo amadurece  o fruto e colhido em tempo errado, o bicho devora e o paladar deterioriza. Portanto, o que entendemos da vida? O que é certo e o que é errado? O que se faz do que já é feito e o que fazer do que não é feito, e do que houve, do que há e o que haverá?...Não perece o homem como a erva e a sua glória aqui termina? Porventura posso desfazer o nada e construir o habitat do meu viver? O que se faz daquilo que pareceu real, más foi somente um sonho, de um passo não dado num passado não muito distante, que parece zombar de todos os seus ideais e como um fantasma atormentador, domina todos os seus propósitos? A vida é como um vapor, gera e acaba...<br />Quero chorar... chorar e chorar e dizer a você,... sim a você que não existe, que a minha dor é profunda, que a solidão é a minha companheira de fato e nem a música me consola, e muito menos faz reviver a minha condição de um forte, de um guerreiro que numa arena de gladiadores, tem uma multidão ecoando em côro a sua vitória. Finalmente, sei, que nos torneios do ódio e do amor, ainda tenho a arma do perdão, só me resta a força para erguer este troféu que poucos vencedores carregam, o que voce acha? Sou um perdedor ou um vencedor? O que será?...Aquele que é gerado do espirito, é como o vento, não se sabe de onde veio e nem para onde vai, más o que importa? Ser ou não ser, como uma estrela vou reluzindo pelas asas do meu destino em busca do grande SER...<br />Assim... o coração do homem, é uma terra inabitada, é um manancial de águas profundas , é um instinto da alma participando do jogo da vida, é um incógnita para quem busca a felicidade, é um mistério para os escafandristas que acreditam em tesouros perdidos...<br />Gizeldo Batista de Almeida.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />26/09/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Estrada esburacada.</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Estrada esburacada.</h4><p><![CDATA[O inicio de uma viagem é sempre uma aventura<br />Ver os lírios dos campos e sonhar em paz<br />Sorrir com a alma sem nenhuma tortura<br />Isto é o que a vida nos traz...</p><p>A jornada se torna uma valsa dolente<br />E a relva sorrindo começa a bailar<br />O vento soprando o ar docemente<br />Na estrada que nos faz suspirar</p><p>Os balanços trepida a noção<br />Parece querer agitar<br />Sacode o instino e a emoção<br />Querendo com o arreio parar...</p><p>Desviar talvez fosse a sorte<br />Más na frente há sempre uma bifurcação<br />Torear o anjo da morte<br />É seguir sempre o corãção...]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />23/09/2005</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Doce amanhecer...</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Doce amanhecer...</h4><p><![CDATA[Um olhar acordado contempla a luz<br />Que raio bondoso,  gracioso se fez<br />Manhã que o clarão me sauda e seduz<br />Quem sabe mais um dia, maravilhoso... talvez</p><p>Que forma vazia era tão natural<br />Deixando o amor invadir o meu ser<br />Tão claro, que afasta de vez todo o mal<br />Surgindo na aurora então seu poder.</p><p>O choro do orvalho, caindo do céu<br />As flores sorrindo querendo cantar<br />Um canto, um coro, o doce do mel<br />E os pássaros na festa, começam a voar </p><p>Que dia formoso, que céu tão azul<br />As estrelas apagando tambem seu piscar<br />Parecem rumarem ao caminho do sul<br />Levando consigo tambem meu olhar</p><p>Um clarão anuncia o seu explendor<br />É o rei, formoso que veio ficar<br />Aquecendo a todos com o seu imenso calor<br />Findando então a canção de ninar...]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />15/08/2005</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Infortúnio da alma.</h4><p><![CDATA[Da brancura ao doce paladar, ao banquete, à vida...<br />Do desejo de voar e desfrutar da liberdade em sua plenitude,...<br />Felicidade, sim, da riqueza à luz que brilha imensamente e aquece<br />o profundo do ser.<br />O saber que não esquece,... e disciplina  a distancia cruel, o deslumbrar do sucesso é a afirmação do fim.<br />Um habitat natural, flores, perfumes e música.<br />Um lado igual ao outro, uma forma criada, uma narração, uma<br />força, um sonho, uma divindade.<br />Um universo à percorrer, uma estrada que mostra o caminho livre,<br />mesmo que cicatrizando as marcas do tempo.<br />Tudo é um brilho e se faz presente, a certeza da escolta, a garantia <br />da segurança, a abertura de um coração formado.<br />Más, as encrusilhadas da vida, cinzentas e carrascas, vão confundindo<br />a leveza do ser, e o brilho opaco, faz perder as forças de uma alma pura, e <br />caprichosamente a natureza a faz prisioneira do destino.<br />Não se ouve nem o eco dos seus gemidos, o fracasso atormenta a <br />esperança que um dia foi gigante. <br />Tudo foi um sonho,... uma verdade com engano, uma fantasia incolor, um ideal <br />sem autor, uma farsa, um principio, um meio, um fim, um verdadeiro mistério.<br />Uma alma em cadeia, um infortúnio da vida.<br />Um incógnita...]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />01/08/2005</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>UM ACENO, UM ADEUS...</h4><p><![CDATA[Apenas um gesto, tudo mudou...<br />O céu já não representa mais a sua grandeza,<br />Os pássaros mudaram o seu canto, e algo <br />levita no ar, já sem a intensidade do seu calor.<br />Com os olhos inundados sem esperanças, mal posso<br />enxergar o vulto do adeus...<br />Meneio a cabeça de um lado ao outro, e regresso nos degráus<br />que um dia foram escalados pela força da inocencia.<br />Pobre vida, que deu lugar `a mais profunda tristeza e fez da <br />solidão a sua companheira;<br />O que faz uma partida; dilacera até mesmo as entranhas da alma,<br />e as profundezas parecem abrir as suas portas. <br />Uma jornada sem volta, um abismo vitorioso, um coração vazio<br />um mundo sem nada...<br />Uma criança vendo ao longe, uma mancha...<br />Um aceno, um adeus.]]></p><p><a href='http://http://sitedepoesias.com.br/poetas/GIZELDOBAPTISTADEALMEIDA' title='Biografia do Poeta: GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA'><b>GIZELDO BAPTISTA DE ALMEIDA</b></a><br />30/07/2005</p></p></div>
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