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    <tagline mode="escaped" type="text/html">Une Versos Paralelos</tagline>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
	    <issued>2010-08-01T00:00:00-03:00</issued>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O UNIVERSO EVOLUÇÃO</h4><p><![CDATA[O UNIVERSO EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> Depois de muitos anos dedicados a fun&ccedil;&otilde;es de telecomunica&ccedil;&otilde;es e  posteriormente &agrave; inform&aacute;tica, projetando e desenvolvendo &ldquo;softwares&rdquo;,  por conting&ecirc;ncia da idade fui levado &agrave; inatividade profissional.<br /> As atividades familiares e o lazer logo demonstraram-se insuficientes  para suprir de forma completa a antiga atividade cerebral&nbsp;&nbsp;que antes era  exercida no trabalho.<br /> As limita&ccedil;&otilde;es advindas com o envelhecimento do corpo, por outro lado,  passaram a impedir a continua&ccedil;&atilde;o do trabalho na forma antiga.<br /> Tudo isso, em conjunto, trouxe logo a preocupa&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp;com a prov&aacute;vel  deteriora&ccedil;&atilde;o da capacidade cerebral que certamente ocorreria. Passei  ent&atilde;o a for&ccedil;ar as fun&ccedil;&otilde;es de meus neur&ocirc;nios, aprendendo e aplicando  novos recursos da inform&aacute;tica, ainda n&atilde;o existentes no meu tempo&nbsp;&nbsp;na  ativa. Passei a usar javascript para confec&ccedil;&atilde;o de p&aacute;ginas na Internet.  Dediquei-me tamb&eacute;m a edi&ccedil;&atilde;o de &ldquo;Clipes&rdquo; em DVD.<br /> Desta forma pretendo manter em atividade, minhas interliga&ccedil;&otilde;es entre os neur&ocirc;nios por mais tempo.<br /> Comecei ent&atilde;o a pensar no assunto de uma forma bem geral, talvez  filos&oacute;fica: Parece que importa mais &ldquo;desenvolver&rdquo; que &ldquo;existir&rdquo;.<br /> Sempre achei que, por limita&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano, n&atilde;o conseguimos  conceber algo que n&atilde;o seja limitado no espa&ccedil;o nem no tempo. Temos sempre  de questionar: ... e antes?; ... e depois?; ... e al&eacute;m?<br /> Creio mesmo que tudo &eacute; fruto de uma simplifica&ccedil;&atilde;o antiga e talvez  inadequada: O concreto e o abstrato. Concreto consideramos a mat&eacute;ria e  tudo que n&atilde;o &eacute; mat&eacute;ria seria abstrato. A realidade n&atilde;o &eacute; bem assim, pelo  menos no sentido que se costuma dar ao termo abstrato.<br /> O Universo n&atilde;o pode ser considerado como um conjunto de mat&eacute;ria.&nbsp;&nbsp;Mesmo  considerando a energia um ente transform&aacute;vel em mat&eacute;ria,&nbsp;&nbsp;acho que o  Universo &eacute; mais que isto.<br /> Note-se que estamos falando num estado chamado mat&eacute;ria e outro estado  chamado energia, e admitimos a transforma&ccedil;&atilde;o entre mat&eacute;rias, entre  energias,&nbsp;&nbsp;bem como entre energias e mat&eacute;rias. Parece-me que dois entes  de natureza diferente a&iacute; se relacionam: o estado e a mudan&ccedil;a de estado.  Estamos acostumados a concentrar nosso ponto de vista no estado.  Normalmente estudamos bem o estado atual e definimos como meta um outro  estado futuro, a ser&nbsp;&nbsp;atingido atrav&eacute;s da transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Que tal se admitirmos que o ente mais real n&atilde;o seja nem a mat&eacute;ria&nbsp;&nbsp;nem a energia, mas sim a transforma&ccedil;&atilde;o em si..<br /> Na nossa experi&ecirc;ncia de vida sentimos bem que n&atilde;o nos satisfaz nenhum  estado de coisas (mat&eacute;ria e energia), e sim a transforma&ccedil;&atilde;o de um estado  para outro, quando em determinado sentido em que haja algum ganho, isto  &eacute;, EVOLU&Ccedil;&Atilde;O.<br /> Pois &eacute;, se nos abstra&iacute;mos dos conceitos materialistas, que consideram os  estados absolutos, e focarmos na transforma&ccedil;&atilde;o, talvez melhor  compreendamos alguns conceitos que Einstein nos forneceu em seus estudos  de transforma&ccedil;&atilde;o, de velocidade da luz e de espa&ccedil;o-tempo. Tamb&eacute;m n&atilde;o  teremos de considerar o tamanho ilimitado do Universo, nem seu in&iacute;cio  nem seu fim, o que n&atilde;o conseguimos conceber. <br /> Poder&iacute;amos dizer que o&nbsp;&nbsp;Universo sempre foi uma transforma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua,  nunca foi criado, nunca ter&aacute; fim, pois in&iacute;cio e fim, assim como nossa  vida presente seriam apenas estados dessa transforma&ccedil;&atilde;o., que &eacute; sua  pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia<br /> Numa analogia com um PERT, podemos imaginar os estados como eventos e as  tranforma&ccedil;&otilde;es como atividades. Os eventos sempre s&atilde;o in&iacute;cio ou fim de  atividades,&nbsp;&nbsp;mas as atividades n&atilde;o est&atilde;o subordinadas aos eventos:  podemos imagina-las sem vincula&ccedil;&atilde;o ao seu in&iacute;cio ou seu fim, com  qualquer dura&ccedil;&atilde;o, inclusive infinita.<br /> E n&oacute;s, o Homem, tamb&eacute;m costumamos consider&aacute;-lo estado de uma evolu&ccedil;&atilde;o.  Podemos, em outra &oacute;ptica, considera-lo uma evolu&ccedil;&atilde;o, em si. Nunca fui  criado, nunca deixarei de ser, apenas evoluo sempre. Hoje j&aacute; se  diz&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;mais importante do que TER &eacute; SER, mas poder&iacute;amos dizer que  mais vale EVOLUIR, pois em realidade n&oacute;s n&atilde;o SOMOS, n&oacute;s ESTAMOS.  Comparando o estado de JESUS com o nosso estado presente podemos bem  sentir o que &eacute; evolu&ccedil;&atilde;o. <br /> O anjo, o esp&iacute;rito puro, imaginado no mais alto grau da escala  espiritual, estaria fadado &agrave; estagna&ccedil;&atilde;o? Certamente ele, em seu estado  de perfei&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se contentaria em n&atilde;o evoluir.<br /> Assim, a evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; que &eacute; a meta desejada e n&atilde;o o estado a ser atingido.  Todas essas considera&ccedil;&otilde;es nos levam em dire&ccedil;&atilde;o a um Universo Evolu&ccedil;&atilde;o,  nunca a um seu estado qualquer, inicial,&nbsp;&nbsp;presente ou futuro,&nbsp;&nbsp;que  seriam limita&ccedil;&otilde;es inconceb&iacute;veis.<br /> N&atilde;o sendo obrigat&oacute;rio qualquer estado, o fim bem como o in&iacute;cio,&nbsp;&nbsp;n&atilde;o s&atilde;o  necess&aacute;rios nesta concep&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute;, conseq&uuml;entemente, necessidade de  Cria&ccedil;&atilde;o e portanto, de um CRIADOR!<br /> &Eacute; comum aceitarmos a id&eacute;ia de cria&ccedil;&atilde;o, como um in&iacute;cio, mas n&atilde;o  aceitarmos nossa extin&ccedil;&atilde;o, no final. N&atilde;o h&aacute; consist&ecirc;ncia em n&atilde;o aceitar o  infinito no passado e aceit&aacute;-lo no futuro.<br /> ... N&atilde;o, eu n&atilde;o estou dizendo que n&atilde;o acredito em DEUS. Falei em Criador.<br /> Este imenso UNIVERSO EVOLU&Ccedil;&Atilde;O, em equil&iacute;brio permanente, &eacute; regido por  princ&iacute;pios&nbsp;&nbsp;e leis pelas quais sabemos que n&atilde;o somos n&oacute;s humanos os  respons&aacute;veis. Essa perfei&ccedil;&atilde;o devemos a alguma INTELIG&Ecirc;NCIA ( no sentido  mais amplo desta palavra) muito superior a nosso conhecimento.  Chamamo-la DEUS.<br /> Parece-me que o Universo, que nos inclui,&nbsp;&nbsp;&eacute; em sua natureza, uma evolu&ccedil;&atilde;o.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />01/08/2010</p></p></div>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O UNIVERSO EVOLUÇÃO</h4><p><![CDATA[O UNIVERSO EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> Depois de muitos anos dedicados a fun&ccedil;&otilde;es de telecomunica&ccedil;&otilde;es e  posteriormente &agrave; inform&aacute;tica, projetando e desenvolvendo &ldquo;softwares&rdquo;,  por conting&ecirc;ncia da idade fui levado &agrave; inatividade profissional.<br /> As atividades familiares e o lazer logo demonstraram-se insuficientes  para suprir de forma completa a antiga atividade cerebral&nbsp;&nbsp;que antes era  exercida no trabalho.<br /> As limita&ccedil;&otilde;es advindas com o envelhecimento do corpo, por outro lado,  passaram a impedir a continua&ccedil;&atilde;o do trabalho na forma antiga.<br /> Tudo isso, em conjunto, trouxe logo a preocupa&ccedil;&atilde;o&nbsp;&nbsp;com a prov&aacute;vel  deteriora&ccedil;&atilde;o da capacidade cerebral que certamente ocorreria. 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Temos sempre  de questionar: ... e antes?; ... e depois?; ... e al&eacute;m?<br /> Creio mesmo que tudo &eacute; fruto de uma simplifica&ccedil;&atilde;o antiga e talvez  inadequada: O concreto e o abstrato. Concreto consideramos a mat&eacute;ria e  tudo que n&atilde;o &eacute; mat&eacute;ria seria abstrato. A realidade n&atilde;o &eacute; bem assim, pelo  menos no sentido que se costuma dar ao termo abstrato.<br /> O Universo n&atilde;o pode ser considerado como um conjunto de mat&eacute;ria.&nbsp;&nbsp;Mesmo  considerando a energia um ente transform&aacute;vel em mat&eacute;ria,&nbsp;&nbsp;acho que o  Universo &eacute; mais que isto.<br /> Note-se que estamos falando num estado chamado mat&eacute;ria e outro estado  chamado energia, e admitimos a transforma&ccedil;&atilde;o entre mat&eacute;rias, entre  energias,&nbsp;&nbsp;bem como entre energias e mat&eacute;rias. Parece-me que dois entes  de natureza diferente a&iacute; se relacionam: o estado e a mudan&ccedil;a de estado.  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Os eventos sempre s&atilde;o in&iacute;cio ou fim de  atividades,&nbsp;&nbsp;mas as atividades n&atilde;o est&atilde;o subordinadas aos eventos:  podemos imagina-las sem vincula&ccedil;&atilde;o ao seu in&iacute;cio ou seu fim, com  qualquer dura&ccedil;&atilde;o, inclusive infinita.<br /> E n&oacute;s, o Homem, tamb&eacute;m costumamos consider&aacute;-lo estado de uma evolu&ccedil;&atilde;o.  Podemos, em outra &oacute;ptica, considera-lo uma evolu&ccedil;&atilde;o, em si. Nunca fui  criado, nunca deixarei de ser, apenas evoluo sempre. Hoje j&aacute; se  diz&nbsp;&nbsp;que&nbsp;&nbsp;mais importante do que TER &eacute; SER, mas poder&iacute;amos dizer que  mais vale EVOLUIR, pois em realidade n&oacute;s n&atilde;o SOMOS, n&oacute;s ESTAMOS.  Comparando o estado de JESUS com o nosso estado presente podemos bem  sentir o que &eacute; evolu&ccedil;&atilde;o. <br /> O anjo, o esp&iacute;rito puro, imaginado no mais alto grau da escala  espiritual, estaria fadado &agrave; estagna&ccedil;&atilde;o? Certamente ele, em seu estado  de perfei&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se contentaria em n&atilde;o evoluir.<br /> Assim, a evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; que &eacute; a meta desejada e n&atilde;o o estado a ser atingido.  Todas essas considera&ccedil;&otilde;es nos levam em dire&ccedil;&atilde;o a um Universo Evolu&ccedil;&atilde;o,  nunca a um seu estado qualquer, inicial,&nbsp;&nbsp;presente ou futuro,&nbsp;&nbsp;que  seriam limita&ccedil;&otilde;es inconceb&iacute;veis.<br /> N&atilde;o sendo obrigat&oacute;rio qualquer estado, o fim bem como o in&iacute;cio,&nbsp;&nbsp;n&atilde;o s&atilde;o  necess&aacute;rios nesta concep&ccedil;&atilde;o. 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Chamamo-la DEUS.<br /> Parece-me que o Universo, que nos inclui,&nbsp;&nbsp;&eacute; em sua natureza, uma evolu&ccedil;&atilde;o.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />01/08/2010</p></p></div>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
	    <issued>2005-12-13T00:00:00-03:00</issued>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>NATAL DE KAREN</h4><p><![CDATA[25 de Dezembro de 2003<br />  <br />Karen, perdoe-nos sentir tanto a sua falta. Primeiro Natal sem você, depois de dezesseis anos. Somos humanamente egoístas.</p><p>Hoje posso ver, e antes não percebia em toda a sua extensão,  como havia egoísmo em sentir prazer com sua alegre e amorosa presença, sabendo que a vida para você era repleta de permanentes e duríssimos sacrifícios.<br />Sacrificada pelas limitações e sofrimentos de sua natureza física, cruelmente moldada desde o nascimento, você heroicamente era alegre. Em lugar de revolta você só externava amor.</p><p>Você sorria para nós, abraçava-nos, com delicadeza pegava nossa mão, beijava-nos. Talvez tenham sido estes os poucos  gestos que você fez por iniciativa sua e  sem auxílio alheio.</p><p>Como você devia sofrer  sem poder se queixar, sem poder falar para dizer de uma dor qualquer, amargando sua diferença para as outras crianças, para colegas, sentindo a pesada carga da excepcionalidade. ... E, resignada, só devolvia amor...</p><p>Teríamos nós o direito de lamentar sua libertação dessa vida de sacrifícios?<br />Choro sua perda em razão de minha imperfeição humana, mas hoje imagino que você cumpriu heroicamente sua árdua missão junto a nós e merece ser recompensada.<br />Não sofra mais por nós: aprenderemos a ve-la como vemos os anjos e os santos.</p><p>Peçamos a Deus que, ausente entre nós neste primeiro Natal, você, embora sem presentes, sem Papai Noel, sem árvore de Natal, seja levada em triunfo e glória à presença do maior e verdadeiro ANIVERSARIANTE DESTE DIA e possa sentir toda a sua luz e seu amor.</p><p>...E você, que em toda a sua vida não falou uma única palavra, como nós queríamos, repita agora livre, com todos os outros anjos: GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA A TODA A HUMANIDADE!</p><p>OBRIGADO, KAREN.  FELIZ NATAL!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />13/12/2005</p></p></div>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
	    <issued>2005-11-19T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">JOÃO PAULO</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>JOÃO PAULO</h4><p><![CDATA[Já tendo pertencido a Homem Santo,<br />Ouvido e adorado por multidões,<br />Aquele NOME que, com tanto encanto,<br />Ornou a História de tantas Nações</p><p>Podia não ser nem autorizado<br />A pessoas que nem mesmo conhecem<br />Um limite entre fato comprovado,<br />Livre de revanchismos que tecem<br />Os que almejam um lucro roubado.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />19/11/2005</p></p></div>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
	    <issued>2005-03-05T00:00:00-03:00</issued>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>TRIBUTO A UM ATO DE FÉ  (A verdade histórica)</h4><p><![CDATA[Nem armas nem barões assinalados, <br />A mais legítima revolução, <br />Espontânea, sem atos planejados, <br />Despontou da alma e do coração.</p><p>Sessenta e quatro, março terminava. <br />Se houve um golpe, foi na anarquia,<br />Quando uma praga já ameaçava<br />Valores básicos da harmonia.</p><p>Solene compromisso, era um dever,<br />De com sacrifício da própria vida,<br />Para as instituições defender,<br />Cortar essa insidiosa investida<br /> <br />Que já minava redutos sagrados<br />Com um estranho e malvado poder,<br />Atraiçoando os encarregados<br />Da integridade da Pátria manter</p><p>Com a desordem, a foice e o martelo,<br />Veio o veneno de serpente viva<br />Ali chocar-se então contra um Castelo,<br />Que era Branco e também verde oliva</p><p>Cercado por muralhas de civismo,<br />De entusiasmo e dedicação.<br />Foi uma página de patriotismo,<br />Compartilhada por toda a Nação]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />05/03/2005</p></p></div>
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	    <author><name>Creusmar Pereira de Almeida</name></author>
	    <issued>2005-01-05T00:00:00-03:00</issued>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>POESIA PEKA NÃO PECA</h4><p><![CDATA[Peca quem isto não vê:<br />Em akróstico com K,<br />K vai no lugar do C;<br />Arte pura se terá.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />05/01/2005</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O SUPER CARETA</h4><p><![CDATA[Com valor e com beleza,<br />Uma lenda se constrói.<br />Ele nasceu na pobreza<br />E se fez super herói.</p><p>Sua alma modelada<br />Na escola e no quartel,<br />Com a cruz e com a espada,<br />Lembra o anjo São Miguel.</p><p>Quando salvar é a meta,<br />Super Careta aparece.<br />Sua identidade secreta<br />Nem ele mesmo conhece.</p><p>Sempre pronto a encontrar,<br />Com seu cão farejador,<br />E ao traficante levar,<br />A confusão e o terror.</p><p>Para o crime combater,<br />Seu valor é relevante .<br />Seu maior super poder:<br />Seu amor ao semelhante]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />30/12/2004</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">NASCE UM PAÍS</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>NASCE UM PAÍS</h4><p><![CDATA[Presente a nobreza de Portugal,<br />A mais bem armada esquadra do ano<br />Partiu sob o comando de Cabral,<br />Em busca do outro lado do oceano.</p><p>Num vasto paraíso natural,<br />Um povo forte, feliz e gentil<br />Ali vivia livre, onde afinal<br />Seria então descoberto o Brasil.</p><p>Era o saber da Europa, a cultura,<br />Vindo a um eco-sistema se juntar,<br />Onde habitava um povo de alma pura,<br />Que também tinha muito a ensinar.</p><p>Mas a idade do ferro e a ciência,<br />Vinham infelizmente acompanhadas<br />Da cobiça e, pior, da violência<br />De usar populações escravizadas.</p><p>Do grande mal no entanto um bem ficou:<br />Cultura de outro povo importamos<br />E com peso de ouro se pagou,<br />O valor africano que herdamos.</p><p>É gigantesca a real extensão,<br />Muito maior do que a que era antes,<br />Da terra conquistada pela ação<br />Corajosa e firme dos bandeirantes.</p><p>Tamoios, Palmares, por liberdade,<br />Felipe dos Santos e Tiradentes,<br />Domingos Martins, à posteridade,<br />Legaram lições de heróis conscientes.</p><p>Após a vinda do rei D. João,<br />Foi que o Brasil se tornou um país,<br />No mundo visto como uma nação,<br />Como a coroa portuguesa o quis.</p><p>Nossa independência foi alcançada<br />Só quando D. Pedro a corte enfrentou.<br />Ao Brasil dedicando sua espada,<br />Na margem do Ipiranga a proclamou.</p><p>A completa integração nacional,<br />Agregando grupos e cercanias,<br />Foi passo a passo, meta colossal,<br />Alcançada pelo grande Caxias.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />30/12/2004</p></p></div>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>ACRÓSTICOS</h4><p><![CDATA[Hoje tudo que eu venci,<br />E ainda mais, tudo que sou,<br />Reconheço, devo a ti,<br />Mestre pai que me ensinou.<br />E em tudo que aprendi,<br />Sei que Deus te colocou.</p><p><br />Muito mais que nesta vida,<br />Ave Maria, no céu,<br />Roga a Deus a sua voz,<br />Implorando mãe querida,<br />Amor, paz, a todos nós.</p><p><br />Karen  querida, você junto a nós,<br />Alegre, heróica e com destemor, <br />Revelava o Bem, mesmo sem voz,<br />E como um anjo, superando a dor,<br />Nos ensinava o mais belo amor.</p><p>.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />28/12/2004</p></p></div>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">ANJO  DEFICIENTE?</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>ANJO  DEFICIENTE?</h4><p><![CDATA[Aquela mãe, aquele pai, aquela avó, aquele avô ansiosamente aguardam o feliz dia do nascimento da criança que certamente virá encher de alegria os dias futuros da família.<br />Chega esse dia e, com grande surpresa, todos vêem que a pequena criança não é perfeitamente normal. A cada nova observação constata-se uma nova deficiência , talvez por motivos genéticos, talvez por acidente no momento do nascimento, no novo ser que chega ao início de sua vida<br />A causa não é muito importante e sim as conseqüências que advirão certamente. É o início de uma grande luta que modificará a vida de muita gente, principalmente daqueles que mais junto estarão do novo pequeno ser.<br />A primeira dificuldade a vencer pelos parentes mais próximos será dominar a rejeição. É óbvio que não se trata de um objeto que se acaba de comprar e se verifica que está com defeito. Aqui é o amor que já estabelecia seus laços entre eles e o neném, antes mesmo do momento do parto e que agora aumenta e se fortalece pela presença. O amor, com seu extraordinário poder, anula a rejeição por completo.<br />As necessidades especiais da nova criança demandarão um imediato, constante, permanente e difícil aprendizado por parte de todos que dela cuidarão. Será um curso prático inevitável, além do aprendizado técnico que será indicado pelos especialistas das diversas áreas envolvidas.<br />Nova dificuldade a vencer será a vergonha ( injustificável ) que os familiares venham a sentir diante de seus pares, com crianças perfeitamente normais, nas atividades do dia a dia.<br />Fisicamente, também terá de haver desenvolvimentos, para suprir as deficiências daquela criança no transporte e em todas as suas necessidades diárias. Essas pessoas que lidam com  os deficientes têm de se tornar portanto, fisicamente, intelectualmente, moralmente, e psicologicamente  superiores ao padrão humano vulgar, e muito acima daquilo que eram antes das novas atividades  assim impostas. Sem muito exagero podemos dizer que serão aprendizes de atletas, técnicos e monges. É muito comum se ver, em frente à ABBR, uma pessoa descer de um ônibus, portando ao colo um deficiente de peso quase igual ao seu próprio peso. Um pai ou uma mãe de nível de instrução primário conversar falando em terapia hiperbárica. <br />Sofrerão muito, sem dúvida, mas não esmorecerão, porque estarão sempre direcionadas a objetivos bem definidos, e sempre sentirão que seu sofrimento não é maior que o da pessoa assistida. Esta tem de lutar sem ter as armas adequadas, sentindo sempre, publicamente,  a deficiência que o destino lhe impôs, não sendo capaz de fazer o que deseja  e vê os outros fazerem.<br />Isto não é uma batalha, mas uma guerra em que há muitas batalhas a vencer. Uma a uma, essas batalhas vão sendo travadas. Umas são vencidas outras não. Pequenas alegrias grandes decepções. <br />Ao longo do tempo, com auxílio de profissionais capazes  e dedicados, a evolução geralmente vai sendo alcançada tornando o deficiente menos deficiente. Em geral, a custa de grande empenho e muito sacrifício, pequenas metas (que para eles são muito grandes), são alcançadas.<br />Um dia contudo, geralmente já na adolescência, muitas vezes termina a vida sofrida dessas crianças, que como anjos, partem para a eternidade, diante dos olhos tristes de seus responsáveis.  Ela se foi...<br />A sensação é de que tudo foi em vão. Tanto esforço, tanto sacrifício, para no fim nada restar. Quanta coisa aquela pobre criança teve de aprender a custa de muito sofrimento. Quanto nós lhe ensinamos ao longo de trabalhosos anos em que dela cuidamos.<br />... Mas será que nós fomos mesmo os professores e elas os alunos?<br />Pensemos no que nós éramos ao início de tudo e no que chegamos a ser. Pensemos em quanto aprendemos ao longo desses anos, em variados campos da evolução humana...<br />...Não: nós não fomos mestres e sim alunos aplicados. Esses anjos, com seu sacrifício, com seu sofrimento, muito fizeram por nós. Eles nos ensinaram muito e nos transformaram para muito melhor, sacrificando-se muito para atingir esse objetivo. <br />Deus lhes recompense o sacrifício produtivo.<br />Será que devemos mesmo chamá-los de Anjos deficientes?<br />Certamente será muito mais correto chamá-los ANJOS EFICIENTES.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/creusmar' title='Biografia do Poeta: Creusmar Pereira de Almeida'><b>Creusmar Pereira de Almeida</b></a><br />27/12/2004</p></p></div>
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