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    <tagline mode="escaped" type="text/html">Une Versos Paralelos</tagline>
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	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Evangelho X Religião</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Evangelho X Religião</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>REFLEX&Atilde;O X REFLEXO</span><br />&nbsp;</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Certa vez Deus me disse : Uma pessoa emocionalmente resolvida , tem mais chances de sucesso , que uma intelectualmente preparada.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Estamos doentes , fomos atingidos pela SRI , S&iacute;ndrome da Religi&atilde;o Ineficaz , onde o rem&eacute;dio &eacute; ditado pelo M&eacute;dico dos M&eacute;dicos , e Ele orienta : n&atilde;o tom&aacute;-lo nenhuma vez ao dia.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>N&atilde;o tomar o qu&ecirc; , pergunta o religioso enfermo.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Ao que , O pr&oacute;prio Deus responde : N&atilde;o tomar este anest&eacute;sico usado para ser indiferente &aacute; necessidade humana , n&atilde;o tomar os m&uacute;ltiplos comprimidos e reprimidos negativismos que pretendem curar as retalia&ccedil;&otilde;es sociais com os N&Atilde;OS da hipocrisia barata, ofertada num quantitativo sem precedentes , aos doentes da alma que buscam na religi&atilde;o aquilo que s&oacute; Deus tem pra dar.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Alguns pela magnitude esplendorosa de seu saber teol&oacute;gico, esqueceram-se dos p&eacute;s descal&ccedil;os do mestre de Nazar&eacute; , quando&nbsp; </span>o cheiro de livro que trazem ensimesmando sua magnitude inquestion&aacute;vel , reflete no mundo espiritual apenas sua mediocridade religiosa , fazendo-os esquecer o cheiro de gente do Mestre , que curava a alma de seu povo nas esquinas e encruzilhadas da vida.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Estamos doentes , e o &uacute;nico rem&eacute;dio que nos &eacute; oferecido, &eacute; fabricado na ind&uacute;stria dos interesses question&aacute;veis , quando na realidade o verdadeiro rem&eacute;dio est&aacute; aqui , ali , t&atilde;o perto dos cora&ccedil;&otilde;es e almas enfermadas e anestesiadas pelo mal e pelo mau.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Realmente o desafio daquela gera&ccedil;&atilde;o era menor que o nosso , pois naqueles dias os enfermos eram levados a Jesus , onde eram curados pela simplicidade do verdadeiro evangelho, mas hoje , os enfermos s&atilde;o levados &agrave;s igrejas , onde crendo que somente pelo fato de estarem l&aacute; , os far&aacute; melhores , mas nem sempre o Mestre tem podido atend&ecirc;-los , pois aplicam-se-lhes imediatamente o anest&eacute;sico da religi&atilde;o ,&nbsp; </span>e a paliatividade do relativismo os faz sa&iacute;rem de l&aacute; anestesiados e ensimesmados , contentados apenas pela mediocridade religiosa.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Chega de paliativos ,&nbsp; </span>anest&eacute;sicos , precisamos do m&eacute;dico dos m&eacute;dicos&nbsp; </span>para a cura do esp&iacute;rito , da alma e do corpo, afinal , &ldquo;quem governa suas pr&oacute;prias emo&ccedil;&otilde;es , tem mais for&ccedil;a que quem governa uma cidade .&rdquo; (j&aacute; dizia o rei Salom&atilde;o).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />04/01/2008</p></p></div>
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	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
	    <issued>2008-01-02T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">CRIANÇA À MODA ANTIGA</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>CRIANÇA À MODA ANTIGA</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>CRIAN&Ccedil;A &Aacute; MODA ANTIGA</strong></span><br />&nbsp;</strong><br />&nbsp;<br />&nbsp;</span><br />Me lembro quando sa&iacute;amos com o papai de carro n&atilde;o havia a preocupa&ccedil;&atilde;o com a loucura do tr&acirc;nsito e nem com a seguran&ccedil;a pessoal, n&atilde;o t&iacute;nhamos cintos de seguran&ccedil;a, apoio de cabe&ccedil;a ou air-bags, t&iacute;nhamos apenas a consci&ecirc;ncia do papai de que estava nos levando pra passear, e isso nos bastava.</span><br />Que saudade da velha bicicleta, que nos fazia suar quando and&aacute;va-mos velozmente a Cinco km por hora, sem capacetes, joelheiras, caneleiras, cotuveleiras e etc...</span><br />Quando t&iacute;nhamos sede, beb&iacute;amos &aacute;gua da primeira torneira de jardim que encontr&aacute;vamos, ali&aacute;s, &aacute;gua era sempre uma festa, principalmente quando chovia e pod&iacute;amos tomar banho nas enxurradas, fazendo barreiras de pedras com barro e colocando nossos barquinhos pra navegar, interessante &eacute; que ningu&eacute;m ficava doente por isso.</span><br />Todos os dias era uma aventura diferente ...</span><br />Depois veio a modernidade , o asfalto chegou , e com ele , a maior sensa&ccedil;&atilde;o j&aacute; inventada , o carrinho de rolim&atilde; , nunca existiu uma inven&ccedil;&atilde;o t&atilde;o boa , a sensa&ccedil;&atilde;o de ser um piloto de baratinha , isso era demais , mas , como velocidade n&atilde;o &eacute; tudo , precisava sobrar tempo para soltar pipa , jogar bolinha de gude , jogar finca e tudo mais, desde que respeit&aacute;ssemos a &uacute;nica lei que nossos pais nos impunham: Voltar pra casa ao anoitecer.</span><br />Quando &iacute;amos e volt&aacute;vamos do col&eacute;gio a p&eacute; , n&atilde;o carreg&aacute;vamos celulares , nossos pais n&atilde;o se preocupavam onde est&aacute;vamos , eles n&atilde;o nos prendiam em casa , pois t&iacute;nhamos o melhor entretenimento que uma crian&ccedil;a podia ter , amigos , muitos amigos.</span><br />Depois do almo&ccedil;o, do dever de casa, vinha o melhor, tarde livre para brincar, e isso, n&oacute;s sab&iacute;amos fazer.</span><br />Todos t&iacute;nhamos&nbsp; </span>cachorros, aos quais d&aacute;vamos banho de torneira, ensaboando com bola de sab&atilde;o caseiro, n&atilde;o raras vezes, compartilh&aacute;vamos o mesmo banho, depois corr&iacute;amos com eles pelas ruas para sec&aacute;-los, interessante &eacute; que eles gostavam , principalmente do resto do almo&ccedil;o da fam&iacute;lia, e isto n&atilde;o lhes fazia mal, posto que nem eles nem n&oacute;s adoec&iacute;amos, e quando acontecia de ficarmos doentes, papai at&eacute; deixava o cachorro ficar no quarto nos fazendo companhia.</span><br />Tudo era seguro, jogar bola na terra, tomar banho no c&oacute;rrego, soltar pipa na rua&nbsp; </span>e at&eacute; puxar cobrinha no port&atilde;o &aacute; noite s&oacute; para ver os adultos correndo de medo.</span><br />&nbsp;Que saudade de ser crian&ccedil;a &agrave; moda antiga.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />02/01/2008</p></p></div>
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	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
	    <issued>2007-12-31T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Mensagem ao mundo</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Mensagem ao mundo</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;<br />Certa vez Deus me disse:&nbsp; </span>Envie os seguintes questionamentos &agrave;s na&ccedil;&otilde;es da terra: - <strong>Homens de paz</strong> ,&nbsp; </span><strong>Por favor , d&ecirc;em&nbsp; </span>sua opini&atilde;o honesta ,&nbsp; </span>sobre a falta de alimentos no resto do mundo.</strong></span><br />Enviei a mensagem , mas nem todos&nbsp; </span>a compreenderam , pois existem palavras que n&atilde;o se deixam transliterar em algumas culturas e etnias ou at&eacute; mesmo sistemas de governo , divagamos naquilo que n&atilde;o concordamos , por muitas vezes n&atilde;o compreendermos.</span><br />Os pa&iacute;ses do oriente m&eacute;dio, n&atilde;o souberam a quem entregar a mensagem, pois desconheciam a exist&ecirc;ncia do tal <strong>homem de paz.</strong></span><br />Os Argentinos , tentaram entender a mensagem&nbsp; </span>, mas n&atilde;o conseguiram , porque n&atilde;o sabiam o significado da palavra <strong>por favor.</strong></span><br />Cuba , n&atilde;o permitiu a veicula&ccedil;&atilde;o da mensagem , porque desconfiou da express&atilde;o , <strong>d&ecirc; sua opini&atilde;o.</strong></span><br />O problema foi mais grave na Europa, pois desconheciam a palavra <strong>falta</strong>.</span><br />Na &Aacute;frica , ficaram por entender o significado da palavra <strong>alimento.</strong></span><br />Nos EUA , ficaram surpresos ao receberem a not&iacute;cia de que havia <strong>resto do mundo</strong>.</span><br />Mas o problema ficou ca&oacute;tico no Brasil , pois a maioria dos governantes e legisladores&nbsp; </span>quiseram dar sua opini&atilde;o , mas n&atilde;o souberam o significado da palavra <strong>honesta.</strong></span><br />Mais uma vez o homem n&atilde;o conseguiu interagir ao prop&oacute;sito,&nbsp; </span>cumprindo assim o que um dia fora dito:&nbsp; </span>errais por n&atilde;o conhecer as escrituras e nem o poder de Deus. </span><br />&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />31/12/2007</p></p></div>
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	    <link href="https://sitedepoesias.com.br/poesias/24868-saudades-da-mamae" rel="service.edit" title="Saudades da mamãe" type="application/atom+xml"/>
	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
	    <issued>2007-12-25T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Saudades da mamãe</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Saudades da mamãe</h4><p><![CDATA[<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SAUDADE DA MAM&Atilde;E<br />&nbsp;<br />Mam&atilde;e , voc&ecirc; se recorda de quando eu era menino ,<br />E sa&iacute;a sem destino,<br />&Aacute; procura de brinquedo ?<br />&nbsp;<br />Papai ficava escrevendo, &aacute; toda vez que eu sa&iacute;a<br />Voc&ecirc; sempre me dizia:<br />N&atilde;o demore , volte cedo !<br />&nbsp;<br />Eu saia como vento, correndo pela cal&ccedil;ada,<br />Brincando com os camaradas,<br />Sem presente , sem porvir...<br />&nbsp;<br />Faltando cinco minutos , a brincadeira acabava,<br />As oito e meia eu voltava,<br />Para orar e dormir.<br />&nbsp;<br />&Aacute; beira de minha cama, voc&ecirc; mam&atilde;e se sentava,<br />E tranq&uuml;ila me ensinava, a ora&ccedil;&atilde;o daquele dia,<br />Depois lhe pedia a ben&ccedil;ao , pedia a papai tamb&eacute;m<br />E sem falar mais com ningu&eacute;m , fechava os olhos e dormia.<br />&nbsp;<br />Fui crescendo ,fui crescendo ...<br />E quando mudei de idade,<br />Acabou-se a liberdade,<br />Do menino independente.<br />&nbsp;<br />Com a carta do ABC<br />um l&aacute;pis , uma sacola<br />voc&ecirc; me botou numa escola<br />outro mundo diferente<br />&nbsp;<br />Mas um dia , a professora me bateu , n&atilde;o sei porque<br />Minha carta do ABC , lhe atirei de encontro ao rosto,<br />E voc&ecirc; sabendo disso , caiu prostrada em prantos,<br />Seu sofrimento foi tanto , que eu quase morri de desgosto.<br />&nbsp;<br />L&aacute; me fui para outra escola<br />Aquela , n&atilde;o me aceitava <br />Dona Faninha me odiava<br />Pobre velha professora.<br />&nbsp;<br />Hoje que o tempo passou<br />E eu acordei para a vida<br />&Eacute; que sei mam&atilde;e querida<br />os erros que pratiquei<br />&nbsp;<br />Voc&ecirc; bem sabe mam&atilde;e<br />que fui um menino horr&iacute;vel<br />pela s&eacute;rie indiscrit&iacute;vel<br />dos desgostos que lhe dei<br />&nbsp;<br />Ajoelho-me ante a distancia<br />Para lhe pedir perd&atilde;o<br />E dizer de cora&ccedil;&atilde;o<br />Seu filho se arrependeu<br />&nbsp;<br />Arrependi-me mam&atilde;e<br />Por tudo ter praticado<br />Por isso odeio o passado<br />S&oacute; porque voc&ecirc; sofreu<br />&nbsp;<br />Mas a mam&atilde;e carinhosa<br />Amiga , fraterna e boa<br />Ama , padece e perdoa<br />Faz o que voc&ecirc; me fez<br />&nbsp;<br />Se eu voltasse a minha inf&acirc;ncia<br />Seria feliz , porque<br />Estou certo que voc&ecirc;<br />Me perdoaria , outra vez...<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />25/12/2007</p></p></div>
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	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
	    <issued>2007-12-23T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">Casamento gay</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>Casamento gay</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>REFLEX&Atilde;O X REFLEXO</span><br />&nbsp;</span><br />Romanos 1:27 ...&rdquo; semelhantemente , os homens tamb&eacute;m , deixando o contacto natural da mulher , se inflamaram mutuamente em sua sensualidade , cometendo torpeza , homens com homens , e recebendo , em si mesmos , a merecida puni&ccedil;&atilde;o do se erro.&rdquo;</span><br />&nbsp;</span><br />Torpeza:&nbsp; </span>Aquilo que profana o que &eacute; Santo.</span><br />&nbsp;</span><br />O C&oacute;digo Penal Brasileiro art.208 , prev&ecirc; que&nbsp; </span>atos libidinosos num templo religioso tipificam nitidamente o crime de ultraje ao culto , eu pergunto , ser&aacute; que mais algu&eacute;m ainda n&atilde;o entendeu o significado da palavra torpeza ?</span><br />&nbsp;</span><br />A &eacute;tica sexual das religi&otilde;es tradicionais ainda &eacute; parte integrante de sua doutrina e pr&aacute;tica meus caros congressistas.</span><br />Poder&iacute;amos instaurar outra CPI no Congresso Nacional , de certo a nomear&iacute;amos&nbsp; </span>de CPI do rid&iacute;culo , sim , porque quando um congressista exaltado se insurge contra um colega e o chama de veado , ou seria viado ? o ofendido&nbsp; </span>move uma a&ccedil;&atilde;o moral , afinal contra o que?&nbsp; </span>porque ser&aacute; que ele se sente t&atilde;o ultrajado ? afinal , foi ele quem regulamentou esta nova op&ccedil;&atilde;o sexual !&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Pelo mesmo fato de voc&ecirc; leitor , achar que a palavra viado tornou chula minha coloca&ccedil;&atilde;o.</span><br />A pr&oacute;pria natureza criada por Deus torna&nbsp; </span>este movimento homoer&oacute;tico no m&iacute;nimo ,&nbsp; </span>blasfemo , pois quais s&atilde;o os pais que&nbsp; </span>querem ver filhos atingidos com este desvio comportamental? N&atilde;o seja hip&oacute;crita em dizer que voc&ecirc; n&atilde;o tem um posicionamento definido , pois se assim for , estaremos tratando de outro movimento , o da degenera&ccedil;&atilde;o do moral e dos bons costumes oficializada pela PL 5003/2001 , o que infelizmente ser&aacute; um genoc&iacute;dio cultural em estado puro e indisfar&ccedil;&aacute;vel.</span><br />A declara&ccedil;&atilde;o Universal dos Direitos Humanos , art.18 , nos garante ainda , a liberdade da manifesta&ccedil;&atilde;o religiosa isolada ou coletiva , me valho neste momento deste art. , para registrar minha perplexidade ante tamanha cegueira espiritual e desafeto s&oacute;cio religioso.</span><br />Que Deus tenha miseric&oacute;rdia de n&oacute;s...</span></span><br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />23/12/2007</p></p></div>
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	    <author><name>Moises de Carvalho Romero</name></author>
	    <issued>2007-12-17T00:00:00-03:00</issued>
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	    <title mode="escaped" type="text/html">O grito da indignação</title>
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	    <div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><h4>O grito da indignação</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>REFLEX&Atilde;O X REFLEXO</span><br />&nbsp;</span></span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Certa vez Deus me disse: &Eacute; melhor o grito da insatisfa&ccedil;&atilde;o, ao sil&ecirc;ncio da indiferen&ccedil;a.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Resolvi gritar aos muitos </strong>, n&atilde;o gritar aos ouvidos de alguns</strong> ensimesmados, mas gritar aos ouvidos e olhos de muitos ,</strong> enquanto alguns</strong> est&atilde;o com os olhos fechados ao sofrimentos de muitos </strong>e de outros </strong>tamb&eacute;m; Decidi ent&atilde;o usar minha caneta como instrumento , talvez eu n&atilde;o consiga atingir o entendimento de&nbsp; </span>muitos</strong> que , alheios a mensagem pretendida ,passam desapercebidos aos mal tratos de Alguns</strong> , mas se muitos </strong>me entendessem , eu certamente atingiria alguns</strong> atentos beneficiados, e outros </strong>que pelo insucesso de alguns</strong> , est&atilde;o sucumbidos na mesma insatisfa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Sou insatisfeito como muitos</strong> , apesar de grato como alguns</strong> , com tudo aquilo que por uma quest&atilde;o de voca&ccedil;&atilde;o podia ser diferente, mas que pelo ego&iacute;smo de alguns </strong>, vinculados ao poder de outros</strong> , tem prejudicado a muitos</strong>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Como seria melhor , se o interesse de muitos</strong> , que calados ,desta vez n&atilde;o pela indiferen&ccedil;a , mas pela impossibilidade de serem ouvidos , pudesse ser considerado, ou quem sabe at&eacute; atendido , mesmo em detrimento e malef&iacute;cio de outros</strong> , por quem seguram as r&eacute;deas&nbsp; </span>alguns</strong>.</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Se muitos</strong> n&atilde;o se calassem , se muitos</strong> gritassem , se muitos</strong> tivessem o poder de decis&atilde;o que os alguns </strong>t&ecirc;m , n&atilde;o fossem manipulados nas urnas , engodados pela esperteza de alguns</strong> ...&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>&Aacute;h como muitos</strong> gostariam de ver isso tudo acontecer , isso &eacute; um sonho que alguns</strong> realizam , mas se beneficiam com outros</strong> , e muitos</strong> , esses , nunca ter&atilde;o sua chance , a n&atilde;o ser que entendam , que o direito de falar e ser ouvido , n&atilde;o &eacute; s&oacute; de alguns</strong> enquanto outros </strong>batem palmas , mas &eacute; de muitos</strong> , pois como Deus me disse&nbsp; </span>:&nbsp; </span>&eacute; melhor gritar , pois ningu&eacute;m sabe o que muitos </strong>calados querem.</span><br />&nbsp;</span><br />Muitos</span></strong> &ndash; eleitores</span><br />Alguns</span></strong> &ndash; eleitos</span><br />Outros</span></strong> - beneficiados&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span><br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/moisescromero' title='Biografia do Poeta: Moises de Carvalho Romero'><b>Moises de Carvalho Romero</b></a><br />17/12/2007</p></p></div>
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