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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <title>Por que não dormir para todo o sempre?</title>
          <pubDate>20/11/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/35467-por-que-nao-dormir-para-todo-o-sempre</link>
          <description><h4>Por que não dormir para todo o sempre?</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />E esquecer-se de seus pr&oacute;prios temores<br />E n&atilde;o sofrer com ardentes amores.<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />E n&atilde;o mais ter que viver neste corpo displicente<br />Sem esperar contente<br />Por alguma vig&iacute;lia ausente<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />E n&atilde;o ser alvo de alus&otilde;es, emo&ccedil;&otilde;es que jamais ser&atilde;o compreendidas<br />Esperando ao final de cada crep&uacute;sculo ser atendida.<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />J&aacute; que diferen&ccedil;a alguma far&aacute; ao mundo.<br />E a esperan&ccedil;a n&atilde;o mais se encontra l&aacute; no fundo.<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />Se a cada instante se &eacute; menos presente<br />Para todos aqueles que a ti rodeiam alegremente<br />Enquanto sem consolo vives amarguradamente<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />Sem jamais ter que ver seu degradado fim<br />E proclamado algum sim.<br />&nbsp;<br />Por que n&atilde;o dormir para todo sempre?<br />Se todos desejam viver eternamente<br />Para simplesmente gozar do axioma eloq&uuml;ente<br />&nbsp;<br />Porque n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />Para n&atilde;o mais necessitar esperar por algo que n&atilde;o chega<br />E depender de outros para ser quem quer que seja<br />&nbsp;<br />Porque n&atilde;o dormir para todo o sempre?<br />Porque o sempre &eacute; um paradoxo que se satisfaz da ingenuidade<br />Ilus&atilde;o ao qual se agarram para viver uma falsa id&eacute;ia de felicidade<br />Esteja eu errada ao presupor que seja uma semeadora de quimeras.<br />Doces tristezas que essas pessoas carregam orgulhosamente, deveras<br />Sinto a incompreens&atilde;o por parte dos que me cercam.<br />Sou uma carente que todos, na dist&acirc;ncia, zelam<br />Em minha loucura desejo ardentemente dormir eternamente<br />Para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas desconhecidas<br />Inundando tal morada que fora enobrecida<br />Por um esmero que passou e acabou mortalmente<br />Deixado de lado o ser que amou incansavelmente]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />20/11/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Um minuto de silêncio</title>
          <pubDate>25/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/30163-um-minuto-de-silencio</link>
          <description><h4>Um minuto de silêncio</h4><p><![CDATA[Um minuto de sil&ecirc;ncio<br />Para atentamente estudar<br />O seu eu<br />Quem sabe poder conhec&ecirc;-lo<br />E o seu<br />Virar nosso</p><p>Para amar platonicamente&nbsp;<br />Um ser desconhecido&nbsp;<br />Onde a lua e o sol&nbsp;<br />S&atilde;o c&uacute;plices&nbsp;<br />De algo inesquec&iacute;vel</p><p>Para poder sonhar<br />Com o imposs&iacute;vel<br />E dizer a si mesmo<br />Eu consigo<br />Sendo um em um milh&atilde;o</p><p>Para poder pensar e refletir<br />Sobre as coisas do mundo<br />Onde o futuro esta no presente<br />Onde a gra&ccedil;a est&aacute; na desgra&ccedil;a&nbsp;<br />Eo choro no riso<br />C&iacute;nica e deficiente&nbsp;<br />A vida que levamos<br />Fa&ccedil;a o certo<br />Para cumprir o errado</p><p>Um minuto de sil&ecirc;ncio<br />Para o g&ecirc;nio soltar fuma&ccedil;a<br />Sobre o azul do c&eacute;l<br />Todos v&ecirc;em e sentem<br />Com uma alegria intensa<br />O abra&ccedil;o mortal<br />Nada dizem<br />Nada fazem<br />Nada, nada, nada...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />25/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Uma questão inevitável</title>
          <pubDate>25/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/30159-uma-questao-inevitavel</link>
          <description><h4>Uma questão inevitável</h4><p><![CDATA[O vento sopra<br />Numa for&ccedil;a iniqual&aacute;vel<br />Levando consigo<br />O desagrad&aacute;vel<br />Mais uma for&ccedil;a&nbsp;<br />Superior da do vento<br />persiste&nbsp;<br />E insiste<br />Em ter o desagrad&aacute;vel<br />Perto de si<br />O vento n&atilde;o entende&nbsp;<br />A quest&atilde;o inevit&aacute;vel<br />Porque querer o desagr&aacute;vel?<br />Se tudo ficaria t&atilde;o&nbsp;<br />Melhor sem tal coisa<br />O vento n&atilde;o entende<br />Que o mal tem que existir&nbsp;<br />Que l&aacute;grimas tem que rolar&nbsp;<br />Para que o bem possa ent&atilde;o reinar<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />25/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Esboço dum amor imaginário</title>
          <pubDate>22/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/30097-esboco-dum-amor-imaginario</link>
          <description><h4>Esboço dum amor imaginário</h4><p><![CDATA[Belo, est&aacute; o luar&nbsp;<br />Mas, est&aacute; t&atilde;o longe...<br />Ah! Se pudesse voar!</p><p>Porque se encontras t&atilde;o distante<br />Num abismo duv&iacute;doso<br />Meu corpo palpitante<br />Clama desejoso<br />Pelo reencontro misterioso<br />Que nunca h&aacute; de acontecer<br />Nada como a qu&iacute;mera, para medicar<br />e satisfazer&nbsp;<br />Esse cora&ccedil;&atilde;o aflito e ferido</p><p>Como eu gostaria&nbsp;<br />Que tu participastes mais da minha vida<br />E menos dos meus sonhos<br />Eu faria<br />Mil loucuras para ter-te<br />E sobre este luar<br />Encontrar-te-&iacute;as<br />Dedicando-me melodias<br />E cantorias</p><p>Olho para o c&eacute;u<br />Percebo aonde cheguei<br />Para sair do fel<br />Que eras minha vida&nbsp;<br />Criei voc&ecirc;<br />Preferi&nbsp;viver uma irrealidade<br />Do que viver uma triste verdade<br />Hoje n&atilde;o sei&nbsp;<br />Se valeu &agrave; pena</p><p>Num dia, que a muito se fora<br />Obrigaram-me<br />A seguir este destino<br />Ainda menino<br />N&atilde;o tive escolha<br />Preso&nbsp;num local<br />Numa folha<br />Desenhei-te<br />Tu nascestes&nbsp;<br />Da imagina&ccedil;&atilde;o dum lun&aacute;tico<br />Tu me deste abrigo<br />Sem perguntar quem eu era<br />Sou fan&aacute;tico<br />Assim me criaram<br />E assim mudaram o meu futuro<br />N&atilde;o me perguntaram<br />Nem ao menos, me avisaram<br />Fico&nbsp;<br />Vagando&nbsp;<br />Por um caminho<br />Onde n&atilde;o se pode voltar<br />Sigo<br />com a rasura<br />Do que poderia ter sido<br />Se nada tivesse acontecedo<br />Voc&ecirc; sempre esta comigo<br />Por&eacute;m, estas longe<br />Encontrastes, nas profundezas da imagina&ccedil;&atilde;o<br />F&eacute;rtil e d&eacute;bil<br />De um homem sem medidas<br />Apenas quero que saiba querida<br />Que tu foi minha &uacute;nica amiga<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />22/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Tímida Paixão</title>
          <pubDate>18/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29937-timida-paixao</link>
          <description><h4>Tímida Paixão</h4><p><![CDATA[Quero viver<br />Quero sonhar<br />Quero dizer<br />Quero sentir o gosto so c&eacute;u&nbsp;<br />Nestes teus l&aacute;bios fel<br />Proclamar minhas can&ccedil;&otilde;es<br />E acalmar minhas ilus&otilde;es<br />Fio<br />Crio<br />Fa&ccedil;o&nbsp;<br />E refa&ccedil;o<br />Em palavras perfeitas&nbsp;<br />Um discurso sem receitas&nbsp;<br />Mas ao te ver&nbsp;<br />Quebra-se, sem querer&nbsp;<br />E fico rubro ao perceber<br />Que n&atilde;o tenho palavras&nbsp;<br />Para lhe dizer&nbsp;<br />E ao me dirigir o olhar<br />Tento desviar<br />Para n&atilde;o flutuar<br />Em minhas emo&ccedil;&otilde;es&nbsp;que borbulham<br />Nas estrelas enxergo<br />Teu olhar sincero<br />Repasso devagar<br />Para n&atilde;o deixar escapar<br />Nenhum de teus passos<br />Teus sorrisos&nbsp;<br />Meus del&iacute;rios</p><p>Fa&ccedil;o malabarismo com os meus sentimentos&nbsp;<br />Vivendo momentos<br />Criados&nbsp;<br />E por um verme moldados<br />N&atilde;o escondo minha covardia<br />Diante da magnitude da criatura<br />O que sou<br />Aonde vou<br />Demasiada &eacute; a minha timidez<br />Sobrevivo da quimera&nbsp;<br />De poder te ver<br />S&oacute; mais uma vez</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />18/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Era uma vez um sonho</title>
          <pubDate>18/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29936-era-uma-vez-um-sonho</link>
          <description><h4>Era uma vez um sonho</h4><p><![CDATA[Quando pequenina&nbsp;<br />Formulei um sonho<br />Cuidei&nbsp;<br />Amei<br />Um dia&nbsp;<br />Percebi que algo ria<br />Cinicamente<br />Como se fosse tudo<br />E eu nada<br />De repente ficou mudo<br />Eu nada enxergava<br />S&oacute; ouvi o gemido<br />Surdo, que cessava...<br />Ent&atilde;o vi o que me cegava<br />Era um punhal cravado&nbsp;<br />No cora&ccedil;&atilde;o de meu sonho<br />Mais ele n&atilde;o o matou<br />Apenas o machucou&nbsp;<br />Ent&atilde;o todos os dias<br />Afundava cada vez mais&nbsp;<br />Fazendo o suport&aacute;vel<br />Insuport&aacute;vel<br />Vivo persistia<br />N&atilde;o como um vendedor&nbsp;<br />Mais como um sobrevivente<br />Uma voz veio e susurrou<br />Blasf&ecirc;mias contra meu amor<br />Contra meu ideal<br />Ent&atilde;o Fracassei<br />Fui desleal<br />Fui-me embora<br />Quando voltei<br />Encontrei<br />Morto<br />Sem a lan&ccedil;a em seu peito,<br />Arrasada fiquei<br />Confesso<br />Fui eu quem matei<br />Aquele que tanto amei<br />Agora vago<br />durante o dia&nbsp;<br />Durante a noite<br />Durante o sempre<br />Sem destino<br />Sem caminho<br />Sem aquele a quem desprezei<br />Apenas sequindo<br />N&atilde;o chorei<br />Tampouco sorri<br />Morta&nbsp;<br />Apenas Vivi]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />18/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
          <item>
          <title>A Mensageira</title>
          <pubDate>18/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29934-a-mensageira</link>
          <description><h4>A Mensageira</h4><p><![CDATA[Sobre as estrelas<br />Um dia&nbsp;<br />Uma Princesa<br />Em sua palma trasia<br />uma miss&atilde;o<br />diante de seus olhos se via<br />a mans&atilde;o<br />Era bem explicita sua vis&atilde;o<br />&quot;Sobre o deserto ca&iacute;ras<br />Como gota d'agua<br />E o transformar&aacute;&quot;<br />Caminhando sobre o nada<br />Perguntava<br />Como?<br />Calada apenas andava<br />Seria capaz<br />De deixar fertil o deserto&nbsp;<br />Era como penetrar no concreto<br />Imposs&iacute;vel<br />Chegou a um lugar&nbsp;<br />Onde todos a achavam desprez&iacute;vel<br />Na rua passou a morar<br />A fome a despertou&nbsp;<br />De seu mundo perfeito&nbsp;<br />Sua vida mudou<br />Criou-se um novo conceito<br />De um mundo que sempre existiu<br />Ser&aacute; que tinha direito<br />N&atilde;o! Solu&ccedil;&atilde;o mentiu<br />Ontem, tudo<br />Hoje, nada<br />A p&aacute;tria amada<br />Deu sua alma<br />Seus amigos&nbsp;<br />Sua calma&nbsp;<br />Sua ingenuidade foi entregue aos cachorros<br />Sua miss&atilde;o fugia<br />Subindo, cansada o&nbsp;morro<br />Viu-se diante do passado<br />Agora casado com a tecnologia<br />Molhada de repente estava<br />Diante do sol que brilhava<br />Avistou o horizonte&nbsp;<br />Cheio de sujeira<br />Com uma garota ent&atilde;o deparou<br />A mensageira<br />Esta ent&atilde;o falou:<br />&quot;Com os nobres comestes<br />E com os mendigos crescestes&nbsp;<br />Voc&ecirc; teve uma grande li&ccedil;&atilde;o&nbsp;<br />Mas esquecestes de tua vis&atilde;o<br />V&aacute; e fa&ccedil;as o que tem que fazer<br />N&atilde;o consigo,&nbsp;<br />A princesa ia dizer&nbsp;<br />Mas olhou para traz&nbsp;<br />E viu que era preciso<br />Ent&atilde;o pegou<br />O amor, a palavra, a a&ccedil;&atilde;o, a atitude e a compaix&atilde;o<br />E levou<br />Para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste<br />A todos convidou e mostrou<br />Um livro sagrado e antigo<br />J&aacute; esquecido&nbsp;<br />Pelo mundo&nbsp;<br />Ela ent&atilde;o aprendeu&nbsp;<br />Que a conscientiza&ccedil;&atilde;o&nbsp;<br />Era a solu&ccedil;&atilde;o<br />Ela nunca morreu<br />Porque fez a diferen&ccedil;a&nbsp;<br />Num planeta&nbsp;<br />Sem ess&ecirc;ncia<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />18/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
                </item>
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          <title>Vingança desfavorável</title>
          <pubDate>17/06/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29916-vinganca-desfavoravel</link>
          <description><h4>Vingança desfavorável</h4><p><![CDATA[Voc&ecirc;, uma tola que anda de carrossel<br />Que tem uma beleza vinda do c&eacute;u<br />Que me seduziu&nbsp;<br />Sobre sua verdadeira personalidade, mentiu<br />Vivemos uma hipocrisia digna de um rei&nbsp;<br />Sei<br />Que desta farsa, participei<br />Mais n&atilde;o fui eu que criei<br />E, nem eu que terminei<br />Jogamos o seu jogo<br />Seguimos as suas regras<br />E voc&ecirc; colocou fogo<br />Nas coisas que eu denominava&nbsp; importante<br />foi empolgante&nbsp;<br />Ver-te temendo<br />E eu escrevendo<br />Seu futuro indiferente&nbsp;<br />&agrave;s coisas, que para mim, lhe eram incovenientes&nbsp;<br />Seu mel<br />N&atilde;o mais existia&nbsp;<br />O v&eacute;u<br />Que cobrira tua faze&nbsp;<br />Foi retirado, e teu rosto mostrado&nbsp;<br />A vergonha tomou conta de teu ser<br />Fiquei t&atilde;o feliz em te ver&nbsp;<br />Impotente diante de meu poder&nbsp;<br />Minha imagem foi glorificada<br />E tu, permaneceu marcada<br />Com uma cicatriz&nbsp;<br />Jamais, a vira de novo<br />Voc&ecirc; foi entregue aos cachorros<br />Foi viver com os mouros<br />Eu fiquei a apreciar<br />Sei que bem n&atilde;o fiz<br />Mas, foi voc&ecirc; quem quis<br />Que fosse desta maneira&nbsp;<br />&Aacute;s, vezes, paro e penso<br />Se n&atilde;o cometi uma besteira<br />Avalio e chego &agrave; conclus&atilde;o<br />Que n&atilde;o. minha paix&atilde;o<br />Alimentada por uma mentira<br />O que eu por&nbsp;ti sentira<br />Voc&ecirc; o destruiu<br />E fugiu<br />Levando minha liberdade</p><p>Tu brincastes, com a verdade<br />E destituiu minha integridade<br />Meu cora&ccedil;&atilde;o de papel<br />Foi desintegrado por teu fel<br />N&atilde;o sinto pena de tua desgra&ccedil;a<br />Acho gra&ccedil;a<br />Desta tua incompet&ecirc;ncia<br />Sobre a veracidade dos fatos<br />Sucessivos, que &aacute; guiaram ao precip&iacute;cio<br />E a levaram a morte&nbsp;<br />Sem direito ao &uacute;ltimo suspiro<br />E ao anoitecer&nbsp;<br />Fico assustado ao perceber<br />Que tu ainda vive dentro de mim&nbsp;<br />Sem eu querer<br />Depois de tudo, voc&ecirc; continua sendo&nbsp;<br />A raz&atilde;o do meu viver]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/CamiladeAraujoLopes' title='Biografia do Poeta: Camila de Araujo Lopes'><b>Camila de Araujo Lopes</b></a><br />17/06/2008</p></description>
          <author>Camila de Araujo Lopes</author>
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