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<title>Site de Poesias - Carlos Orlando Fonseca de Souza</title>
<link>http://sitedepoesias.com.br/</link>
<description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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<title>Site de Poesias</title>
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  <title><![CDATA[Pegadas.]]></title>
  <pubDate>22/02/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/26544</link>
  <description><![CDATA[<h4>Pegadas.</h4>
	<p>
		&nbsp;.<br />S&atilde;o ef&ecirc;meros os vest&iacute;gios<br />Que te sobraram de mim.<br />Sem despedidas,<br />Deixo meu rastro <br />Na areia do tempo,<br />Movedi&ccedil;a aos teus olhos,<br />Para que n&atilde;o descubras<br />O rumo da minha fuga.<br />&nbsp;</span>	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		22/02/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Sempre.]]></title>
  <pubDate>02/08/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/13331</link>
  <description><![CDATA[<h4>Sempre.</h4>
	<p>
		.<br />Sempre, de nos dois, haver&aacute; de fluir encanto.<br />Mesmo os &iacute;nfimos, desde o primos abra&ccedil;os <br />Desmedidos pois, incessantes, no entanto.<br />Eternos, o s&atilde;o, res&iacute;duos de nossos la&ccedil;os</p><p>Sempre, haver&aacute; de ti, uma saudade infinita<br />Do teu perfume, do h&aacute;lito e da tua saliva;<br />O pulsar de tuas veias, a lembran&ccedil;a excita,<br />Da tua boca, o beijo, a l&iacute;ngua a deriva.</p><p>Sempre haver&aacute; um ninho doce, a espera,<br />De n&oacute;s dois, &iacute;mpetos consumados ao calor.<br />Em mim, o alado corcel a merc&ecirc; de uma fera,</p><p>Que espreita, ao faro do nectar, que lhe dera.<br />Descrever-te, seria, assim, o vislumbre do furor.<br />Em ti, a felina, entretanto ao cio, doce pantera.</p><p>Macap&aacute;-AP, 02/08/06 &agrave;s 18:50	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		02/08/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Abandono.]]></title>
  <pubDate>21/07/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/13081</link>
  <description><![CDATA[<h4>Abandono.</h4>
	<p>
		.<br />Mais uma vez acordei no meio da madrugada.<br />A penumbra do quarto, os lençóis, a cama vazia.<br />Lá fora, a chuva fina a tornar a noite mais fria.<br />E eu, sem mais dormir, o resumo de mim é o nada.</p><p>Distante, o som de um bordel me chama a atenção.<br />Um bolero latino, que diz da angustia e da dor,<br />Faz aumentar em mim, ainda mais o amargo sabor,<br />Do abandono, do desespero, da tristeza e da solidão.</p><p>As horas lentas e lá fora, finalmente o silencio da rua.<br />Mais uma noite, sem dormir direito, uma espera infinita.<br />O terço na mão, a oração a advir de uma alma aflita.<br />Somente Deus pode trazer de volta a presença tua.</p><p>Finalmente o dia vem nascendo como uma criança.<br />Amanhece, a luz do sol a brilhar pela janela aberta;<br />As pessoas a preencher os espaços da rua deserta.<br />Meu rosto abatido, porem no íntimo uma esperança.</p><p>Quando voltares, linda, eu feliz te chamarei rainha,<br />Quero te ver chegar a mim, sem mágoas e rancores.<br />O teu perdão vai aliviar para sempre minhas dores.<br />Arrependido, nos teus pés, te farei somente minha.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		21/07/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Castidade]]></title>
  <pubDate>09/07/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12809</link>
  <description><![CDATA[<h4>Castidade</h4>
	<p>
		.</p><p>Por todas as vezes<br />Que me insurges ao domínio<br />É quando teu inconsciente flutua<br />Em torno de teu próprio medo.</p><p>Mesmo ao arrepio da pele.<br />Foges de teu intimo<br />E tentas esconder tua sede<br />Do másculo toque.</p><p>E assim teus limites<br />Vão te tolhendo a doçura<br />E roubando teus sonhos.</p><p>Uma mulher que espera<br />É uma alma que clama afeto.<br />Eterna busca, talvez do nada.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		09/07/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[ACROSTICO 01.]]></title>
  <pubDate>04/07/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12747</link>
  <description><![CDATA[<h4>ACROSTICO 01.</h4>
	<p>
		.</p><p>Lua mansa sobre um mar revolto, é como te vejo.<br />Um lume de ternura pairando sobre intensa maresia,<br />Como se doce viesse desvendar um encanto, um desejo,<br />Inspirando, no entanto, o medo de uma espera vazia.<br />Amar você é como contemplar um mar indefinido.<br />Nestas águas de incerteza, em que porto ancoraria<br />A nau que conduz meu coração? talvez perdido.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		04/07/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Nostalgico]]></title>
  <pubDate>10/06/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12313</link>
  <description><![CDATA[<h4>Nostalgico</h4>
	<p>
		.</p><p>Rompe do nada<br />O amor morto, que solta<br />A presa dor.</p><p>O pélago da vida se funde<br />Deixando o pensamento<br />Operar o tempo.</p><p>Tua tez se projeta<br />Fertilizando meu sonho.</p><p>A lembrança<br />Torna o tempo e o espaço<br />Numa partícula.</p><p>Sai do coração<br />O que se chama saudade.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		10/06/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Igarapé das mulheres]]></title>
  <pubDate>04/06/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12178</link>
  <description><![CDATA[<h4>Igarapé das mulheres</h4>
	<p>
		.</p><p>Silenciosas e lentas,<br />Aquelas velas desciam o rio,<br />Sob os olhos negros, mestiços,<br />Daquele que, do barranco,<br />Admirava as marés.</p><p>Eram canoas,<br />Que da insular pescaria<br />Vinham e aportavam<br />Naquela lamacenta praia.<br />Porto fluvial de esperança.</p><p>Um coração caboclo,<br />Pulsando entre toldos e quilhas,<br />Fazia das enchentes e vazantes<br />Um motivo para trazer de novo,<br />Aos olhos, a fartura da mata.</p><p>Entre paneiros de açaí,<br />O rústico braço embarcadiço<br />Também transportava a doçura,<br />De quem, na próxima preamar<br />Vivificaria aquela feira ribeirinha.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		04/06/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Calmarias]]></title>
  <pubDate>03/06/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12130</link>
  <description><![CDATA[<h4>Calmarias</h4>
	<p>
		.</p><p>Tal a inconsistência de tua presença<br />Que sob meus pés, a sensação de um oceano,<br />Em maresia, a fluir dores e rancores.</p><p>A angustia do querer, agravada pela distância,<br />Me fizeram  naufrago, da tua presença.</p><p>Nas rotas sem azimute, os meus sonhos, <br />Seriam assim, como brancas velas, <br />Num mar sem calmarias.</p><p>Ao teu sopro, eu poderia navegar<br />Meu próprio destino,<br />Rumo as brumas de um amanhecer<br />E ao porto seguro do reencontro.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		03/06/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Fuga]]></title>
  <pubDate>03/06/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12126</link>
  <description><![CDATA[<h4>Fuga</h4>
	<p>
		.</p><p>Um dia, embora disperso,<br />Entre outros, descobri teu rosto,<br />E dele aprofundou-se<br />À sombra de uma ilusão,<br />O teu sutil encanto.</p><p>O alcatraz de meus desejos,<br />Na imensidão do teu corpo,<br />Me reduziram a servo,<br />Sem noção ao risco,<br />De não fluir minha estima. </p><p>Nas noites de tua ausência,<br />Vieram as sombras da desventura.<br />E a mim, o revés da obsessão.<br />Finalmente, o antídoto ao delírio,<br />Que me fez afastar de ti.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		03/06/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Restia]]></title>
  <pubDate>03/06/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12120</link>
  <description><![CDATA[<h4>Restia</h4>
	<p>
		.</p><p>O silêncio<br />dos teus olhos<br />traduziu-se em palavras.</p><p>Embora cerrados,<br />teus lábios,<br />implícito adeus<br />neles se revelaram.</p><p>Coração vazio,<br />espaço,<br />porto de intensa dor.</p><p>Com tua ausência ,<br />veio a penumbra<br />que ocupou o entorno de mim.</p><p>Rasgando da telha<br />o feixe mágico,<br />ao tálamo.<br />tua lembrança incendeia.</p><p>Réstia inútil,<br />do amor,<br />que não protraiu<br />no tempo.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/CarlosOrlando" title="Biografia do Poeta: Carlos Orlando Fonseca de Souza"><b>Carlos Orlando Fonseca de Souza</b></a>

			
		03/06/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Carlos Orlando Fonseca de Souza]]></author>
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