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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <title>Pai: uma previa do Pai</title>
          <pubDate>08/08/2015</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/108054-pai-uma-previa-do-pai</link>
          <description><h4>Pai: uma previa do Pai</h4><p><![CDATA[Pai, voce me faz saber do Pai...</p><p>Dos conselhos e afirmacoes do Pai</p><p>Da preocupacao do Santo Pai</p><p>Dos ciumes, correcoes, perdao do Pai</p><p>&nbsp;</p><p>Me acolhendo la atras... Foi ontem!</p><p>Ao meu lado, mas vendo mais!</p><p>A minha frente a chegar em Casa</p><p>Antes de mim...</p><p>&nbsp;</p><p>Quando Ele te levar pai....</p><p>Nao e nada facil para nos</p><p>Quando Ele te levar, meu pai</p><p>Para o lar que mais perfeito ainda sera!</p><p>&nbsp;</p><p>Toda dor que voce teve,</p><p>Todo amor que nao deteve,</p><p>A ansiosa espera de me ver voltar,</p><p>Todo orgulho que me assiste,&nbsp;</p><p>O disfarcar quando esta triste</p><p>E noites sem dormir: tudo isso ai eu vou herdar</p><p>Quando Ele te levar, pai!</p><p>&nbsp;</p><p>Nao e nada facil para mim</p><p>Quando Ele te levar, meu pai,</p><p>O heroi que mais perfeito ainda sera!</p><p>&nbsp;</p><p>Consolarei minha alma ao lembrar quem voce foi</p><p>Mas mais consolarei minha alma ao concluir quem voce e:</p><p>Uma breve previa do amor!</p><p>Uma bela previa do amor...</p><p>Amor incontido do Senhor, do comovido Criador</p><p>Que te usou pra ser... meu pai!</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />08/08/2015</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
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          <title>V(ide)</title>
          <pubDate>28/01/2013</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/90885-v-ide</link>
          <description><h4>V(ide)</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>A vida &eacute; ida... &Eacute; o que eu vi</p><p>&Aacute;vida. Sedenta porque me cansei</p><p>Cansada porque tenho sede... E n&atilde;o cedi</p><p>&nbsp;</p><p>Entre a dor e a vida (parto)</p><p>Entre o doce e o amargo (perto)</p><p>Entre o fogo e a &aacute;gua (porto)</p><p>&nbsp;</p><p>Entre Aquele que est&aacute; &agrave; porta</p><p>Eis-me entregue ao que se entregou</p><p>Rasgou o que estava entre</p><p>Resgatou!&nbsp;Veio! Vou!</p><p>E a ida &eacute; vida...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />28/01/2013</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
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          <title>Só isso</title>
          <pubDate>09/12/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/89635-so-isso</link>
          <description><h4>Só isso</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Precisamos nos rever</p><p>No duplo sentido.</p><p>Precisamos nos ver rir</p><p>Sem ningu&eacute;m sentido.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />09/12/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
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          <title>Não é sem razão que Te amamos!</title>
          <pubDate>30/11/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/89389-nao-e-sem-razao-que-te-amamos</link>
          <description><h4>Não é sem razão que Te amamos!</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>N&atilde;o &eacute; sem raz&atilde;o que Te amamos!</p><p>Pai que nos assume,</p><p>Autor da exist&ecirc;ncia,</p><p>O dono do nosso rumo,</p><p>O Senhor da excel&ecirc;ncia!</p><p>&nbsp;</p><p>Calor do sol que chega at&eacute; n&oacute;s</p><p>Amor maior, doce como Sua voz</p><p>T&atilde;o cheio de cheiros, de cores, sabores...</p><p>T&atilde;o manso e humilde em Seu corpo de dores!</p><p>N&atilde;o &eacute; sem raz&atilde;o que Te amamos!</p><p>&nbsp;</p><p>E n&atilde;o sem raz&atilde;o dependemos</p><p>Que s&oacute; Tu nos guies,</p><p>Que s&oacute; Tu nos enchas,</p><p>Que laves os nossos p&eacute;s (!)</p><p>Para a tua presen&ccedil;a!</p><p>&nbsp;</p><p>Clamamos que venhas aqui...</p><p>N&atilde;o sem raz&atilde;o, n&atilde;o sem raz&atilde;o!</p><p>Paramos pra ouvir... Sua voz</p><p>N&atilde;o sem raz&atilde;o, n&atilde;o sem raz&atilde;o!</p><p>Se ansiamos que voltes pra n&oacute;s</p><p>N&atilde;o &eacute; sem raz&atilde;o, n&atilde;o &eacute; sem raz&atilde;o!</p><p>&nbsp;</p><p>Como o calor do sol que chega at&eacute; n&oacute;s</p><p>Amor maior, doce como Sua voz</p><p>T&atilde;o cheio de cheiros, de cores, sabores...</p><p>T&atilde;o manso e humilde em Seu corpo de dores!</p><p>N&atilde;o &eacute; sem raz&atilde;o que Te amamos!</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />30/11/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
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          <title>Licença Poética</title>
          <pubDate>12/08/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/86374-licenca-poetica</link>
          <description><h4>Licença Poética</h4><p><![CDATA[Convidou, eu vim!<br />E por amor vou &agrave; morte por Ti!<br />Convidou, como n&atilde;o vir?<br />Se por amor foi &agrave; morte por mim!<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o... Que direi?<br />Ent&atilde;o... O que farei?<br />Minhas m&atilde;os esvaziei<br />E um canto eu entoei<br />&nbsp;<br />Por licen&ccedil;a da minha po&eacute;tica<br />N&atilde;o esque&ccedil;a, Senhor, por favor,<br />Que o meu corpo, a minha alma e esp&iacute;rito&nbsp;<br />O Senhor arrebatou!<br />E agora pra sempre<br />Tua filha amada da sua alma eu sou!<br />&nbsp;<br />Convidei, viestes(!)<br />At&eacute; mim porque sempre Tu me quisestes...<br />&nbsp;<br />Pois o amor &eacute; t&atilde;o forte quanto a morte!<br />Tua paix&atilde;o &eacute; combust&iacute;vel<br />De brasas de fogo ardente<br />Que as muitas &aacute;guas n&atilde;o conseguem apagar<br />Nem as correntezas poderiam apartar<br />Nossos cora&ccedil;&otilde;es!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />12/08/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
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          <title>Eu não vou me conformar...</title>
          <pubDate>14/07/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85586-eu-nao-vou-me-conformar</link>
          <description><h4>Eu não vou me conformar...</h4><p><![CDATA[Se estivesse aqui meu Senhor</p><p>N&atilde;o seria assim tanta dor!</p><p>Teu poder e tua bondade</p><p>Ressucita os mortos!</p><p>&nbsp;</p><p>&Eacute; mesmo verdade?</p><p>N&atilde;o era verdade?</p><p>O que &eacute; verdade?</p><p>&nbsp;</p><p>Eu n&atilde;o vou me conformar!</p><p>Eu n&atilde;o vou me conformar...</p><p>Eu n&atilde;o vou me conformar</p><p>&nbsp;</p><p>Com este s&eacute;culo&nbsp;</p><p>Que n&atilde;o cr&ecirc; que a Verdade</p><p>&Eacute; uma pessoa!</p><p>H&aacute; s&eacute;culos que n&atilde;o v&ecirc;em&nbsp;</p><p>Que a verdade &eacute; uma pessoa</p><p>Que n&atilde;o morrer&aacute;!</p><p>&nbsp;</p><p>P&otilde;es &agrave; prova o meu amor</p><p>Me apaixono em meio &agrave; dor</p><p>Teu poder e tua bondade</p><p>Me suscitam vida!</p><p>&nbsp;</p><p>E eu estou bem certo</p><p>E eu estou bem...</p><p>&nbsp;</p><p>Eu estou bem certo</p><p>Que nem morte, e nem vida</p><p>E nem falta de milagres...</p><p>Nem a morte, nem a vida</p><p>Nem a falta de milagres</p><p>V&atilde;o nos separar!</p><p>N&atilde;o v&atilde;o nos separar do amor que &eacute; Teu!</p><p>&nbsp;</p><p>S&atilde;o bem aventurados aqueles que oram</p><p>E depois ainda choram, pois haver&atilde;o de rir!</p><p>&Eacute; loucura pro mundo a sabedoria de Deus!</p><p>&nbsp;</p><p>Pois este s&eacute;culo n&atilde;o pode ver que a Verdade</p><p>&Eacute; uma pessoa!</p><p>Mas n&atilde;o somos deste s&eacute;culo</p><p>N&oacute;s vemos que a Verdade &eacute; uma pessoa</p><p>Que n&atilde;o morrer&aacute;!</p><p>&nbsp;</p><p>Tu &eacute;s o caminho, a verdade e&nbsp;a minha vida!</p><p>Tu &eacute;s o caminho, a verdade,</p><p>Aquele que deu e tirou...</p><p>Aquele que tira e que d&aacute;</p><p>A vida!</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />14/07/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
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          <title>Então não é por acaso...</title>
          <pubDate>14/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84775-entao-nao-e-por-acaso</link>
          <description><h4>Então não é por acaso...</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Eu vejo um riacho cheio de lixo</p><p>Acho que nem chia, parou.</p><p>O sol gira e a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o muda.</p><p>Ali h&aacute; uma muda de girassol&nbsp;</p><p>Alegra ningu&eacute;m,</p><p>Por acaso.</p><p>Por acaso h&aacute; coisas ruins</p><p>Por acaso h&aacute; boas tamb&eacute;m</p><p>&nbsp;</p><p>Por que as ruins nos p&aacute;ram?</p><p>&nbsp;</p><p>Chiou a carapu&ccedil;a.</p><p>Por que n&atilde;o nos pulsam as boas?</p><p>O presente nos constrange.</p><p>Por isso insatisfeitos. Por isso.</p><p>O girassol est&aacute; feito!</p><p>Mas nasceu num lugar de nojo:</p><p>Num rio.</p><p>L&aacute; deixamos o lixo e a flor,</p><p>Sujos, sujos...</p><p>Somos limpos demais pra busc&aacute;-los.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />14/06/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
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          <title>Status Flor</title>
          <pubDate>04/05/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/83753-status-flor</link>
          <description><h4>Status Flor</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Plantas artificiais s&atilde;o a melhor op&ccedil;&atilde;o!</p><p>Voc&ecirc; n&atilde;o precisa reg&aacute;-las,&nbsp;</p><p>Nem deix&aacute;-las ao sol.</p><p>Tanto faz luz ou escurid&atilde;o...</p><p>Elas n&atilde;o morrem!</p><p>Assim como n&atilde;o d&atilde;o o trabalho de nascer:</p><p>J&aacute; s&atilde;o mais duras.</p><p>Plasticamente pr&aacute;ticas. Meros pol&iacute;meros.</p><p>N&atilde;o atraem vida alguma</p><p>De nenhum inseto indesejado.</p><p>Nenhum gafanhoto devora nada.</p><p>Nenhuma lagarta digere folha nenhuma.</p><p>Nenhum casulo invasivo, nenhum beija-flor hiperativo!</p><p>E voc&ecirc; n&atilde;o precisa ficar torcendo pra que o broto flores&ccedil;a</p><p>J&aacute; compra florescido. Paga pela flor que for!</p><p>E quanto mais vistosas forem</p><p>Mais impressiona a visita!</p><p>&Eacute; de verdade? E um toque conta que n&atilde;o.</p><p>Mas que importa? Artificiais, a melhor op&ccedil;&atilde;o!</p><p>Essas plantas voc&ecirc; n&atilde;o precisa ficar plantado esperando a boa vontade.</p><p>E elas tamb&eacute;m n&atilde;o esperam nada de voc&ecirc;!</p><p>Pode ficar bem &agrave; vontade</p><p>Hoje em dia n&atilde;o &eacute; assim?! Compra tudo pronto!</p><p>Voc&ecirc; pode escolher a cor indesbot&aacute;vel, o tamanho est&aacute;vel</p><p>E o vaso. Ah, o vaso! Vale uma nota, nota?</p><p>Mas vaso vazio &eacute; vazio.</p><p>Por isso flores. Artificiais: a melhor op&ccedil;&atilde;o!</p><p>Uma verdadeira obra de arte, de t&atilde;o falsas que s&atilde;o!</p><p>N&atilde;o enchem (nem d&atilde;o) paci&ecirc;ncia, n&atilde;o murcham</p><p>Com elas n&atilde;o tem imprevisto</p><p>N&atilde;o s&atilde;o de surpreender.</p><p>E d&atilde;o presen&ccedil;a! Para sempre</p><p>Sem nunca enrugar, rogar,</p><p>Regar!&nbsp;S&atilde;o lav&aacute;veis at&eacute;,</p><p>Pra quando a poeira baixar.</p><p>Sem d&uacute;vida a melhor op&ccedil;&atilde;o!</p><p>Elas n&atilde;o absorvem g&aacute;s carb&ocirc;nico,</p><p>E tamb&eacute;m n&atilde;o geram oxig&ecirc;nio.</p><p>Deixam o mesm&iacute;ssimo ar pairando para sempre.</p><p>Ideais para funerais</p><p>E afins.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />04/05/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Ao invés</title>
          <pubDate>29/04/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/83591-ao-inves</link>
          <description><h4>Ao invés</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>E se as crian&ccedil;as quiserem pra&ccedil;a ao inv&eacute;s de pressa?</p><p>E se quiserem p&ocirc;r fei&ccedil;&atilde;o ao inv&eacute;s de perfei&ccedil;&atilde;o?</p><p>E se quiserem chu&aacute; ao inv&eacute;s de chiu?</p><p>Calor ao inv&eacute;s de calar?</p><p>Sentir ao inv&eacute;s de sentar?</p><p>Caminhar ao inv&eacute;s de caminha?</p><p>Viver ao inv&eacute;s de vir ver?</p><p>E se quiserem cantar ao inv&eacute;s de contar?</p><p>E se quiserem contar</p><p>Com a gente?</p><p>Vou contar o que acontece:</p><p>A gente quer tomar.</p><p>A gente quer tomar conta.</p><p>A gente quer tomar o que n&atilde;o &eacute; da nossa conta.</p><p>Como podem contar com a gente?</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />29/04/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Livro de Tácito</title>
          <pubDate>02/04/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/82817-livro-de-tacito</link>
          <description><h4>Livro de Tácito</h4><p><![CDATA[Bem aventurado aquele que n&atilde;o diz</p><p>Aprender com as crian&ccedil;as</p><p>Porque est&aacute; calado</p><p>E a m&atilde;o n&atilde;o est&aacute; no giz,</p><p>Est&aacute; escutando-as...&nbsp;Se houver esperan&ccedil;a!</p><p>Se houver esperan&ccedil;a seja o maior arteiro pra enxergar primeiro!</p><p>N&atilde;o precisa acabar primeiro,</p><p>Pode come&ccedil;ar e nunca terminar o seu desenho...</p><p>E n&atilde;o fa&ccedil;a o ch&atilde;o se quer ficar voando</p><p>H&aacute; liberdade? Reina!</p><p>Pois tudo vale &agrave; pena se a pessoa for pequena!</p><p>A alma se descobre, sendo rica ou pobre</p><p>&Eacute; plena.</p><p>Mas a resolu&ccedil;&atilde;o de probleminhas &eacute; naquele velho esquema...</p><p>E quanto &agrave; solu&ccedil;&atilde;o dos problemas verdadeiros?</p><p>Na minha classe todos tem problema:</p><p>Ningu&eacute;m d&aacute; passeio.</p><p>E quem n&atilde;o &eacute; passivo &eacute; super ativo</p><p>E fica de castigo no recreio.</p><p>Quem n&atilde;o cala a boca &eacute; mal educado</p><p>E quem cresce calado n&atilde;o foi educado bem.</p><p>Algu&eacute;m?</p><p>Algu&eacute;m tem alguma d&uacute;vida?</p><p>Sim. Muitos duvidam</p><p>Duvidam da vida!</p><p>Consegue sentir, consegue?</p><p>Ou j&aacute; conseguiu esquecer de si,</p><p>Daquela crian&ccedil;a que te persegue</p><p>Com z&iacute;per na boca e boquinha de siri?</p><p>Deve ser t&atilde;o bom ter perninha de &iacute;ndio</p><p>Que corre pelas matas e cria seus caminhos!</p><p>Sentei pra aprender que descobriram o Brasil</p><p>E por mais que eu levantasse, ningu&eacute;m me descobriu!</p><p>Mas fui bem criado: um criado bom</p><p>N&atilde;o sou criativo, n&atilde;o tenho esse dom.</p><p>Essa crian&ccedil;a &eacute; lenta, s&oacute; fica pensando!</p><p>A outra tem talento, vai pular de ano.</p><p>E o tanto de momento de viver brincando, era antes?</p><p>N&atilde;o me adianta que n&atilde;o adianta!</p><p>E n&atilde;o estou de brincadeira, ali&aacute;s estou &eacute; sem brincadeira!</p><p>Pare&ccedil;o crian&ccedil;a? &Eacute; porque re-creio na inf&acirc;ncia!</p><p>Eu pensava que j&aacute; era algu&eacute;m na vida...</p><p>Mas tenho que ler pra ser ouvido</p><p>Ou reclamar, clamando:</p><p>Tia, ela me moldou, me reduziu e me adiantou!</p><p>Mas quem fez isso com voc&ecirc;?</p><p>Eu n&atilde;o sei... N&atilde;o entendi direito...</p><p>Mas prestei bastante aten&ccedil;&atilde;o!</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />02/04/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Quem é Deus?</title>
          <pubDate>06/03/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/82036-quem-e-deus</link>
          <description><h4>Quem é Deus?</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>(Eu ainda n&atilde;o tinha sido surpreendida com este v&iacute;deo quando cometi esta poesia!)</p><p>http://www.youtube.com/watch?v=N-SPhIuspc8&amp;feature=g-vrec&amp;context=G272c96fRVAAAAAAAAAQ</p><p>(Depois de atentar ao v&iacute;deo, considere tudo isso abaixo como mera tentativa, mera mera mera tentativa ing&ecirc;nua e incapaz de descrever Aquele por meio de quem tudo veio a subexistir!)</p><p>&nbsp;</p><p>Todos ouvimos que Deus nos ama</span></p><p>E nem ligamos pra isso.</span></p><p>Todos ouvimos que Ele &eacute; tudo</span></p><p>Mas reduzimos Deus &agrave; religi&atilde;o e mais nada.</span></p><p>Nada!</span></p><p>(E ainda: concordamos logicamente que &quot;religi&atilde;o n&atilde;o se discute!&quot;)</span></p><p>Nunca paramos pra pensar quem &eacute; Deus!</span></p><p>O quanto Ele &eacute;! Por que Ele &eacute; t&atilde;o exclusivamente importante!</span></p><p>(Ele n&atilde;o &eacute; um dos fatores - encaixotado no setor da religi&atilde;o - para a vida ser boa!</span></p><p>Ele &eacute; o &Uacute;nico que pode tranformar a vida e fazer dela um verdadeiro milagre de t&atilde;o linda!)</span></p><p>Estes versos, por exemplo, n&atilde;o tem gra&ccedil;a nenhuma</span></p><p>Diante de quem Ele &eacute;!</span></p><p>Porque Ele &eacute; o maior poeta que j&aacute; existiu!</span></p><p>E continuar&aacute; existindo!</span></p><p>O poeta de maior f&uacute;ria e sensibilidade,&nbsp;</span></p><p>Revelando o que h&aacute; de mais vivo em um poeta:</span></p><p>Amor! Porque, afinal, Deus n&atilde;o tem amor,</span></p><p>Ele &eacute; amor! O poeta dos poetas!</span></p><p>E ele &eacute; o maior m&uacute;sico!&nbsp;</span></p><p>Porque de onde veio a m&uacute;sica?</span></p><p>Quem criou a m&uacute;sica?</span></p><p>Pelo amor de Deus, foi Ele!</span></p><p>Deus &eacute; o m&uacute;sico dos m&uacute;sicos!</span></p><p>O melhor m&uacute;sico e compositor!</span></p><p>Toca qualquer instrumento, expressando os mais profundos sentimentos:</span></p><p>Aqueles que, justamente, n&oacute;s mais ansiamos, desesperadamente!</span></p><p>S&oacute; de ser o maior m&uacute;sico Ele j&aacute; seria perfeitamente admirado, apaixonante...</span></p><p>Adorado!</span></p><p>Mas Ele &eacute; tudo, como eu disse</span></p><p>E vou tentar continuar dizendo</span></p><p>Ele &eacute;...</span></p><p>O cantor da voz mais tocante!</span></p><p>O pregador mais&nbsp;comovente!</span></p><p>O noivo mais emocionado!</span></p><p>O cavalheiro mais educado!</span></p><p>O artista mais surpreendente!</span></p><p>O pintor mais inspirado!</span></p><p>O rei mais poderoso!</span></p><p>O carpinteiro mais humilde!</span></p><p>O sonhador mais determinado!</span></p><p>O mais justo e s&aacute;bio juiz!</span></p><p>O advogado mais envolvido!</span></p><p>O menino mais feliz!</span></p><p>O homem&nbsp;mais digno de honra!</span></p><p>O sujeito mais conhecido da hist&oacute;ria!</span></p><p>O professor mais paciente!</span></p><p>O matem&aacute;tico mais inteligente!</span></p><p>O mais perfeito construtor, que sempre vai intrigar</span></p><p>Ge&oacute;grafos, qu&iacute;micos, f&iacute;sicos, bi&oacute;logos...</span></p><p>(por mais que se matem de estudar!)</span></p><p>O primeiro lingu&iacute;sta! E por Sua palavra tudo veio a existir!</span></p><p>E tudo s&oacute; continua existindo pelo verbo que se comoveu,</span></p><p>Moveu-se at&eacute; n&oacute;s, at&eacute; a mim!</span></p><p>E ainda move minha vida, meus dias, meus versos,</span></p><p>Move esta poesia que agora existe&nbsp;e que me comove por n&atilde;o ter fim...</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />06/03/2012</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Como foi, como é, como será...</title>
          <pubDate>27/12/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/79827-como-foi-como-e-como-sera</link>
          <description><h4>Como foi, como é, como será...</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Falei e falhei</p><p>Falei e falhei</p><p>Falei e falhei</p><p>Foi tudo assim: numa inconst&acirc;ncia</p><p>Constante.</p><p>Mas n&atilde;o me canso: o que h&aacute; em mim</p><p>&Eacute; constante, &eacute; constante, &eacute; constante...</p><p>Aqui consta que eu sou de lua</p><p>Mas tamb&eacute;m consta que eu sou Tua</p><p>Totalmente constrangida, chego a Ti e digo:</p><p>Chega!</p><p>Eu quero o meu Amado!</p><p>Eu quero chorar... Chorar at&eacute; te adorar</p><p>E te adorar... Te adorar at&eacute; chorar!</p><p>Alegria maior n&atilde;o h&aacute;!</p><p>Alegria...</p><p>Que um dia ser&aacute; eterna, eterna e eterna</p><p>Como &eacute; terno o Teu amor!</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />27/12/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sobre ajudas...</title>
          <pubDate>19/10/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/77765-sobre-ajudas</link>
          <description><h4>Sobre ajudas...</h4><p><![CDATA[Diante do seu pr&oacute;ximo, voc&ecirc; pode</p><p>Escolher tr&ecirc;s fingimentos:</p><p>Ou finge n&atilde;o ver a necessidade dele</p><p>(a&iacute; ser&aacute; ego&iacute;sta)</p><p>Ou finge ser educado, e assim que ele negar ajuda voc&ecirc; respeita</p><p>(a&iacute; ser&aacute; hip&oacute;crita)</p><p>Ou finge que sua ajuda n&atilde;o vai te custar nada</p><p>(e a&iacute; ser&aacute; orgulhoso)</p><p>&nbsp;</p><p>H&aacute; ainda a escolha de n&atilde;o fingir em nenhum momento,</p><p>E a&iacute; ser&aacute; bondoso, sincero e humilde. A&iacute; haver&aacute; amor!</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />19/10/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Da pluma à pena (ou apenas penas que não valem a pena)</title>
          <pubDate>26/09/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/77088-da-pluma-a-pena-ou-apenas-penas-que-nao-valem-a-pena</link>
          <description><h4>Da pluma à pena (ou apenas penas que não valem a pena)</h4><p><![CDATA[Decretaram: cortem as asinhas <br />Mas isso eu n&atilde;o curto acatar... <br />Sim, vou <br />................</span>sair <br />........................</span>da <br />..............................</span>linha <br />Pra n&atilde;o os engaiolar! <br />&nbsp;</p><p>Cortarei caminhos, hei de chegar l&aacute;! <br />Me vir&atilde;o carinhos, e carinhas querendo <br />Brincar... <br />Pelas brechas dos ninhos <br />Boas minhocas dar <br />Pra que os passarinhos,<br />Em canto profundo,<br />................................</span>passar!<br />...................a me&nbsp;<br />Passem</p><p>&nbsp;V.<span>....</span></span>............................</span>d........</span>o <br />.........</span>o.................</span>n........<br /></span>...................</span>a </p><p>Nisso que &eacute; o mundo! <br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />26/09/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Mas eu estou bem certa!</title>
          <pubDate>12/08/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/75598-mas-eu-estou-bem-certa</link>
          <description><h4>Mas eu estou bem certa!</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Estou certa.<br />Estou certa que preciso viver.</span><br />Estou certa que preciso viver para algu&eacute;m que n&atilde;o seja eu.</span><br />E estou certa que uma coisa &eacute; certa: n&atilde;o estou certa.</span><br /></span><br />&nbsp;<br />Mas meu Deus! Me arranca deste plano onde o meu Deus sou eu!</span><br />Me destranca desta sala de espelhos meus!</span><br />Me destr&oacute;i as &acirc;nsias... Me desprende os ran&ccedil;os</span><br />Me distrai das lembran&ccedil;as que mais me distraem de Ti!</span><br />&nbsp;<br />Me diz... &ldquo;Sossegai!&rdquo;</span><br />Mas me diz, por que devo sossegar?</span><br />&Eacute; porque me ama</span><br />E n&atilde;o mede esfor&ccedil;o pra me convencer</span><br />Disso, que &eacute; muito mais do que isso, devo saber.</span><br /></span><br />&nbsp;<br />Deus me ama, Deus me ama, Deus me ama!</span><br />Estou certa de que &eacute; tudo o que eu preciso pra viver.</span><br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />12/08/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Aquis</title>
          <pubDate>20/03/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/69729-aquis</link>
          <description><h4>Aquis</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>E ent&atilde;o, aqui n&atilde;o estamos n&oacute;s.</p><p>E ent&atilde;o, aqui n&atilde;o existe l&aacute;, noutro lugar,&nbsp;</p><p>Noutro instante, noutra ocasi&atilde;o.</p><p>Aqui seria aqui mesmo, neste espesso espa&ccedil;o de almas</p><p>Neste mesmo mar de nuvens, neste mesmo v&atilde;o de amor</p><p>Que invento, em pleno ainda, dentro de agora, fora de mim.</p><p>Aqui n&atilde;o estamos n&oacute;s.&nbsp;</p><p>Assim, eu n&atilde;o me importo mais</p><p>Assim, eu n&atilde;o procuro mais</p><p>E nem me escondo mais</p><p>Assim n&atilde;o d&aacute;.</p><p>Mas calma, estou viva. Estou aqui.</p><p>H&aacute; quem esteja aqui tamb&eacute;m.</p><p>H&aacute; quem veio, h&aacute; quem vem.</p><p>E a minha espera &eacute; maior que o c&eacute;u,</p><p>Maior que eu, maior que qualquer quem!</p><p>Maior que qualquer quem</p><p>&Eacute; quem &Eacute;, por todos n&oacute;s,</p><p>Em cada aqui,</p><p>Em cada am&eacute;m.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />20/03/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vorazmente lento</title>
          <pubDate>14/02/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/68098-vorazmente-lento</link>
          <description><h4>Vorazmente lento</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Volto &agrave; casa que era de minha v&oacute;</p><p>S&oacute; o rel&oacute;gio est&aacute; em seu lugar</p><p>Com seu mesmo andar</p><p>Invari&aacute;vel, inconfund&iacute;vel, cont&iacute;nuo,</p><p>E lentamente voraz</p><p>Como o andar de quem entra no tempo</p><p>E daqui a pouco j&aacute; n&atilde;o anda mais.</p><p>Cont&iacute;nuo, cont&iacute;nuo, cont&iacute;nuo...</p><p>E eu estou aqui.</p><p>S&oacute; eu estou aqui.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />14/02/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Eis que estaria à porta</title>
          <pubDate>05/02/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/67711-eis-que-estaria-a-porta</link>
          <description><h4>Eis que estaria à porta</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Se Jesus batesse &agrave; porta agora... </span><br />Eu atenderia correndo, trope&ccedil;ando, quase desmaiando.</span><br />Jesus, pelo amor de Deus, o que voc&ecirc; est&aacute; fazendo aqui? </span><br />Por que minha casa? </span><br />Eu n&atilde;o merecia sua visita, n&atilde;o mesmo, Senhor! </span><br />Mas venha, entre... Seja o que Deus quiser! </span><br />Ai meu Deus! N&atilde;o repare a bagun&ccedil;a. </span><br />Minha casa est&aacute; suja j&aacute; faz um tempo, </span><br />Fica dif&iacute;cil de ajeitar as coisas. </span><br />Estou com tanta vergonha, Jesus... </span><br />Eu n&atilde;o consegui crer no seu amor</span><br />Eu n&atilde;o consegui lembrar como &eacute; t&atilde;o lindo... </span><br />Vem, senta, sinta-se em casa que ainda &eacute; sua... </span><br />Sinto tantas saudades... </span><br />Por favor n&atilde;o me abra&ccedil;a, Jesus... </span><br />Nem olhar pra voc&ecirc; eu consigo.</span><br />Mas &eacute; t&atilde;o maravilhoso o seu olhar... </span><br />N&atilde;o d&aacute; pra negar, voc&ecirc; me conhece. </span><br />N&atilde;o consigo entender, voc&ecirc; me ama!</span><br />Deus do c&eacute;u! N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel!</span><br />N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que possa me perdoar... </span><br />Eu fui t&atilde;o infiel, n&atilde;o lutei, n&atilde;o permaneci, </span><br />Te ignorei... N&atilde;o li suas correspond&ecirc;ncias...</span><br />Nem olhei direito pros quadros que me deu,</span><br />Pras flores que me enviou, as flores que fez!<br />E as frutas que chegaram... Eu nem me dei conta<br />Que cada sabor &eacute; supremo como voc&ecirc;.<br />Quando fiquei entre a sua vontade e a minha,<br />Te abandonei por preferir a minha... </span><br />Depois de tudo o que voc&ecirc; fez, </span><br />Depois de tudo o que voc&ecirc; negou</span><br />Tudo por mim, pra ficar comigo...</span><br />Por que voc&ecirc; veio Jesus? Veio pegar suas coisas?</span><br />Eu compreendo, Senhor. Posso devolver tudo</span><br />Tudo est&aacute; consumido...<br />&nbsp;<br />N&atilde;o!<br />&nbsp;<br />Tudo est&aacute; consumado!<br />&nbsp;<br />Talvez fosse nessa hora, ao soar da voz incompar&aacute;vel,<br />A hora de acordar.<br />E a certeza n&atilde;o seria s&oacute; de ter sonhado com Ele</span><br />Mas de que Ele sonhou comigo!</span><br />Comigo...<br /></span></p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />05/02/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Pelo amor de Deus!</title>
          <pubDate>27/01/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/67321-pelo-amor-de-deus</link>
          <description><h4>Pelo amor de Deus!</h4><p><![CDATA[As pessoas v&atilde;o morrendo</p><p>Outras tantas v&atilde;o nascendo</p><p>O tempo est&aacute; na constru&ccedil;&atilde;o</p><p>Pois a saudade est&aacute; em obras</p><p>Mas n&atilde;o duvidem,&nbsp;vai inaugurar</p><p>Reinaugurar, e h&atilde;o de restaurar</p><p>Mas pouco restar&aacute;...</p><p>E at&eacute; l&aacute; ser&aacute; que ainda vou lembrar?</p><p>&nbsp;</p><p>Que eu s&oacute; quero descobrir</p><p>O porqu&ecirc; de todo mundo vir</p><p>Pra daqui a pouco sumir</p><p>Tem que ter mais...</p><p>Tem que ter muito mais</p><p>Pelo amor de Deus!</p><p>&nbsp;</p><p>Tem que ter mais do que ter&nbsp;</p><p>O que tem num ego cheio</p><p>Enquanto todos est&atilde;o t&atilde;o vazios</p><p>A arte que eu trago &eacute; pra compartilhar</p><p>S&oacute; que a nossa arte &eacute; um rem&eacute;dio</p><p>E nada mais!</p><p>Pois n&atilde;o chega aos p&eacute;s da sanidade</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o venham me dizer que isso tudo &eacute; sanidade</p><p>N&atilde;o venham me dizer que nada &eacute; vaidade</p><p>N&atilde;o venham me dizer que s&oacute; h&aacute; essa realidade!</p><p>&nbsp;</p><p>As pessoas v&atilde;o sabendo</p><p>E de novo v&atilde;o nascendo</p><p>O tempo est&aacute; na contram&atilde;o</p><p>Pois a verdade est&aacute; nas obras</p><p>Mas n&atilde;o duvidem, &eacute; um dom que h&aacute;</p><p>Reunir&aacute;, restaurar&aacute;</p><p>E nada al&eacute;m restar&aacute;</p><p>E at&eacute; l&aacute; bem sei que ainda vou lembrar</p><p>&nbsp;</p><p>O que eu descobri&nbsp;</p><p>O porqu&ecirc; de todo mundo vir</p><p>Pra daqui a pouco sumir</p><p>N&atilde;o foi s&oacute; eu quem descobriu</p><p>Mas o porqu&ecirc; nem todo mundo viu</p><p>S&oacute; que daqui v&atilde;o todos sumir</p><p>Porque tem mais...</p><p>Porque tem muito mais</p><p>Pelo amor de Deus!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />27/01/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Poeminhas Curtos V</title>
          <pubDate>23/01/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/67138-poeminhas-curtos-v</link>
          <description><h4>Poeminhas Curtos V</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><strong>Determina&ccedil;&atilde;o</strong></p><p>Por que s&oacute; o de quatro folhas?</p><p>Fosse o de tr&ecirc;s e estariam</p><p>Um pouco mais animados sempre...</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Conto de Fato</strong></p><p>Era um s&oacute; Rei</p><p>E todos os sapos, sapos,</p><p>Enquanto O aguardavam</p><p>Sendo felizes para sempre</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Primeiras Pedras</strong></p><p>Se fanatismo &eacute; cegueira</p><p>Ningu&eacute;m se enxerga.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Auscutando</strong></p><p>Bem aventurados os professores</p><p>Que n&atilde;o dizem aprender com as crian&ccedil;as</p><p>Pois est&atilde;o calados, escutando-as.</p><p>&nbsp;</p><p><span style="text-decoration: line-through; "><strong>Inclus&atilde;o</strong></span><strong> Inclusive</strong></p><p>Quem n&atilde;o &eacute; deficiente levanta a m&atilde;o</p><p>Enquanto os sinceros abaixam a cabe&ccedil;a.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />23/01/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sobras de mim</title>
          <pubDate>11/01/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/66600-sobras-de-mim</link>
          <description><h4>Sobras de mim</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Tudo o que sobra de mim, sem Deus, </span><br />N&atilde;o &eacute; agrad&aacute;vel n&atilde;o...</span><br />N&atilde;o &eacute; alegria alguma.</span><br />N&atilde;o h&aacute; paz nem pra ter paix&atilde;o</span><br />&nbsp;</span><br />Tudo o que sobra de mim, sem Deus,</span><br />N&atilde;o &eacute; boa op&ccedil;&atilde;o,</span><br />N&atilde;o h&aacute; nem por que optar</span><br />N&atilde;o h&aacute; nas luzes clar&atilde;o</span><br />&nbsp;</span><br />Tudo o que sobra de mim, sem Deus,</span><br />S&atilde;o obras das minhas m&atilde;os</span><br />S&atilde;o sobras do que ainda sou</span><br />S&atilde;o sombras da solid&atilde;o</span><br />&nbsp;<br />Tudo o que sobra de mim, sem Deus,</span><br />S&atilde;o v&ocirc;mitos de inten&ccedil;&atilde;o</span><br />S&atilde;o trapos&nbsp;</span>de carne viva</span><br />S&atilde;o rasgos, s&atilde;o gritos...</span><br /><span style="color: rgb(255, 255, 255); ">____________________.</span></span>De N&Atilde;O!</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />11/01/2011</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Uma questão de vista ou sorte</title>
          <pubDate>21/12/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/65796-uma-questao-de-vista-ou-sorte</link>
          <description><h4>Uma questão de vista ou sorte</h4><p><![CDATA[Ser&aacute; que existe, num mundo imut&aacute;vel<br />Uns olhos de encanto pra eu me encantar?</span><br />Ser&aacute; que &eacute; poss&iacute;vel a coincid&ecirc;ncia</span><br />De incidir dupla paix&atilde;o pra abra&ccedil;ar?</span><br />&nbsp;<br />Ser&aacute; que algum dia eu vou me dar conta<br />De uma entrega pra me entregar?</span><br />Ser&aacute; que perdura, ser&aacute; que desmonta,<br />Ser&aacute; que desponta, espanta o esperar?<br />&nbsp;<br />Ser&aacute; que ser&aacute; de inspira&ccedil;&atilde;o</span><br />Pra nova can&ccedil;&atilde;o de novo cantar?</span><br />Ser&aacute; que vir&aacute; pra ser verdadeiro</span><br />No ar de primeiro que deixa no ar?</span><br />&nbsp;<br />Ser&aacute; que trar&aacute; calor pra calar<br />O mar de marasmo e mero esmerar?<br />Ser&aacute; que amarei? Ser&aacute; que estarei </span><br />Num entusiasmo com causa, sem mais&nbsp;</span><br />&nbsp;<br />Des-casos meus? S&oacute; por Deus...<br />S&oacute; por Deus!</span><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />21/12/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Caçando Exílio</title>
          <pubDate>06/12/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/65233-cacando-exilio</link>
          <description><h4>Caçando Exílio</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Bem sei, sabes viajar</p><p>Assim como de igual sabes</p><p>Saudades iguais deixar</p><p>&nbsp;</p><p>Pois bem, bem parte daqui</p><p>E em parte, quem parte fica</p><p>Em ponte, quem finca vai</p><p>&nbsp;</p><p>Aos c&eacute;us, quando em v&ocirc;o voltares,</p><p>Dar&aacute;s tua gratid&atilde;o</p><p>Vontades vir&atilde;o bem-vindas</p><p>Dan&ccedil;ando te forrar&atilde;o</p><p>&nbsp;</p><p>E aos seus, quando ent&atilde;o voltares,</p><p>Ainda ser&aacute; ver&atilde;o</p><p>E todos ver&atilde;o qu&atilde;o linda</p><p>Noite em que haver&aacute; can&ccedil;&atilde;o!</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />06/12/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Carne Viva</title>
          <pubDate>21/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64697-carne-viva</link>
          <description><h4>Carne Viva</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>O Livro est&aacute; para a Terra</p><p>Assim como a Terra n&atilde;o t&aacute; pra ningu&eacute;m</p><p>Ningu&eacute;m &eacute; bom: se n&atilde;o erra</p><p>&Agrave; vista, j&aacute; est&aacute; mais al&eacute;m</p><p>E a Terra est&aacute; bem [&agrave; vista</p><p>Todos compram e pagam pra ver *</p><p>D&aacute; demais pra n&atilde;o entender</p><p>A vida ainda &eacute;.</p><p>&nbsp;</p><p>A maldade est&aacute; sobre a Terra,</p><p>As montanhas tamb&eacute;m sobre a Terra</p><p>Corpos sendo deixados sobre</p><p>Seres deixando os corpos sob [a Terra</p><p>E a vida &eacute;.</p><p>&nbsp;</p><p>E as crian&ccedil;as, chegando &agrave; Terra</p><p>Amam a Terra. Aprendem a Terra</p><p>At&eacute; a surpresa rotar terror</p><p>E o terror remexe na Terra&nbsp;</p><p>A sa&iacute;da: entrada no amor</p><p>E saem mais outras crian&ccedil;as</p><p>Mas as crian&ccedil;as s&atilde;o outras</p><p>E a vida &eacute;.</p><p>&nbsp;</p><p>Nuns pontos da Terra amam</p><p>Muito a tudo isso</p><p>Noutros pontos ningu&eacute;m assiste</p><p>Pouco se assiste, muitos existem</p><p>Tantos que a Terra vinga</p><p>E pra quem vem ainda</p><p>A vida &eacute;.</p><p>&nbsp;</p><p>&Aacute;gua, carbono, oxig&ecirc;nio, c&aacute;lcio...</p><p>P&eacute;s descal&ccedil;os, cabelos tingidos</p><p>Coroa em seua cabe&ccedil;a. O dinheiro &eacute; louvado.</p><p>V&ocirc;mito ao seu redor.&nbsp;</p><p>Perfume no pulso e na testa</p><p>E o que o trapo n&atilde;o tampa</p><p>Est&aacute; &agrave; vista, desponta... Em carne viva.</p><p>&nbsp;</p><p>Eis a Terra, estirada, com vida</p><p>Eis os vermes, bem vivos, vivendo</p><p>Uns comendo e uns outros famintos</p><p>Instinto... Est&atilde;o todos morrendo.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />21/11/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Poeminhas Curtos IV</title>
          <pubDate>16/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64553-poeminhas-curtos-iv</link>
          <description><h4>Poeminhas Curtos IV</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><strong>Haicai dos Perdedores</strong></p><p>Pediam-se.<br />Ah se tivessem dito o que est&aacute; nas entrelinhas...&nbsp;<br />Perdiam-se.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Endo</strong></p><p>Remo<br />Remoendo...<br />Remorrendo.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Queira</strong></p><p>Se escolhe n&atilde;o viver, n&atilde;o tenha nada,<br />Fam&iacute;lia, amigos, seus, pessoa amada<br />Mas como &eacute; improv&aacute;vel nada ter<br />N&atilde;o &eacute; quest&atilde;o de escolha o seu viver</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Chovendo na Dan&ccedil;a</strong></p><p>Chuviscandando, dou-me com a&ccedil;&otilde;es<br />Guardachuvando, doem-me ora&ccedil;&otilde;es<br />Chuvaguardando, dormem cora&ccedil;&otilde;es</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />16/11/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Quae sera tamen</title>
          <pubDate>15/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64503-quae-sera-tamen</link>
          <description><h4>Quae sera tamen</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Faz que estou morta.</p><p>Como te sentes?</p><p>Pense sem medo, com teu segredo</p><p>De v&atilde;os futuros do pret&eacute;rito.</p><p>Terias dito? Terias vindo? Terias m&eacute;rito?</p><p>A mim terias?</p><p>Pois com tuas mesmas certezas tardias,</p><p>V&ecirc;: estou viva!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />15/11/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Do velho, o novo</title>
          <pubDate>09/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64258-do-velho-o-novo</link>
          <description><h4>Do velho, o novo</h4><p><![CDATA[Semente &eacute; comida guardada</p><p>Garantida pela esperan&ccedil;a</p><p>Semeada como quem dan&ccedil;a</p><p>Escondida de qualquer olhar.</p><p>Em terra move-se, avan&ccedil;a</p><p>Desenterra os aplausos da vida</p><p>Enterra a fome indevida</p><p>Pois l&aacute; vem o broto a brotar.</p><p>De novo o velho broto</p><p>Pois sim, depois dele... Outro!</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />09/11/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Maturidade</title>
          <pubDate>17/10/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/63347-maturidade</link>
          <description><h4>Maturidade</h4><p><![CDATA[J&aacute; n&atilde;o havia amoras</p><p>Nos galhos da amoreira.</p><p>Baixei os olhos e vi</p><p>No ch&atilde;o, deixando suas marcas,</p><p>Amoras j&aacute; na soleira,</p><p>Caminhos que colori!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />17/10/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Despaixão</title>
          <pubDate>06/10/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62962-despaixao</link>
          <description><h4>Despaixão</h4><p><![CDATA[Como um dia de inverno</p><p>Assusta um dia de ver&atilde;o</p><p>Em plena primavera... Amanheci.</p><p>&nbsp;</p><p>Como a chuva num impulso</p><p>Pega as roupas no varal</p><p>E encharca at&eacute; matar... Entardeci.</p><p>&nbsp;</p><p>Como uma rasteira interna</p><p>Leva o corpo expulso ao ch&atilde;o</p><p>E o sufoca pelo olhar... Anoiteci.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />06/10/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Como só...</title>
          <pubDate>27/09/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62555-como-so</link>
          <description><h4>Como só...</h4><p><![CDATA[Se eu pudesse ficar sempre assim</p><p>Vendo os dias como pedras raras</p><p>Os escalando, e n&atilde;o seguindo escalas,</p><p>Como s&oacute; um louco pode entender...</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse agraciar de sonho</p><p>A doce boca que me faz dizer</p><p>O que eu quero, o quanto eu quero,</p><p>Como s&oacute; em sonho eu posso querer...</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse viajar mais vezes</p><p>Nas redondezas pra sentir o tempo</p><p>E o tempo de vagar, como s&oacute; o &oacute;cio pode</p><p>Ser</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse prolongar o tempo</p><p>De sentir a vida dentro de mim,</p><p>Indo nascer, quase a partir...</p><p>Mas ainda aqui, vivendo...</p><p>Como s&oacute; o amor pode conceber</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse alimentar de sal</p><p>E &aacute;gua, como s&oacute; o mar pode fazer,</p><p>Meus pensamentos a respeito de</p><p>Existir...</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse desistir sem medo</p><p>E ent&atilde;o correr e socorrer a mim</p><p>Voltando aonde nunca fui assim,</p><p>Como s&oacute; em sono posso ir</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse possuir direito</p><p>De n&atilde;o ter posse, nem pose, nem piso,</p><p>Endireitando o que est&aacute; em gritos</p><p>Como s&oacute; o sil&ecirc;ncio pode me fazer</p><p>Dormir</p><p>&nbsp;</p><p>E se eu pudesse saciar a sede</p><p>De estar com Deus,</p><p>Como s&oacute; um milagre pode ser...</p><p>E se ent&atilde;o eu percebesse, de novo,&nbsp;</p><p>E de novo e de novo... Que &eacute; Ele e s&oacute; Ele...</p><p>&nbsp;</p><p>Ah... Eu choraria!</p><p>E eu choraria... E choraria...</p><p>Como s&oacute; um choro pode</p><p>Deixar-me ir...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />27/09/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Tanto corro que-rendo!</title>
          <pubDate>20/09/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62282-tanto-corro-que-rendo</link>
          <description><h4>Tanto corro que-rendo!</h4><p><![CDATA[Ando querendo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span>e<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>s<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>t<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>i<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>c<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>a<span style="color: rgb(255, 255, 255);">__</span>r&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span><br />&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</span>o tempo<br />Corro querendo viver feliz<br />Com ele...<br />&nbsp;<br />Indo querendo<br /></span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</span><span style="text-decoration: line-through;">&nbsp;Eliminar</span><br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp; O tempo<br />Morro querendo viver feliz<br />Sem ele.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />20/09/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Por quê?</title>
          <pubDate>17/09/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62160-por-que</link>
          <description><h4>Por quê?</h4><p><![CDATA[Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />Vazio, vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio, vazio,&nbsp;vazio,&nbsp;vazio.<br />E ainda me pergunta por que SOU T&Atilde;O DESESPERADA POR DEUS?&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />17/09/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Coitados?</title>
          <pubDate>14/09/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62003-coitados</link>
          <description><h4>Coitados?</h4><p><![CDATA[Era uma escola muito engra&ccedil;ada</p><p>N&atilde;o tinha teto.</p><p>N&atilde;o tinha nada?</p><p>Todos podiam entrar nela sim!</p><p>Porque o entorno n&atilde;o tinha fim...</p><p>&nbsp;</p><p>_________________________</p><p>* Foto de Sebasti&atilde;o Salgado.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />14/09/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                      <media:content url="jpg20260224232508" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Diferença entre desigualdade e diferença</title>
          <pubDate>30/08/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/61415-diferenca-entre-desigualdade-e-diferenca</link>
          <description><h4>Diferença entre desigualdade e diferença</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />Desiguala-se<br />Quando a igualdade,<br />Previamente esperada,<br />&Eacute; constitucionalmente<br />Rasgada.</p><p>Diferencia-se<br />Quando a singularidade,<br />Livremente revelada,<br />&Eacute; primordialmente<br />Lembrada.</span><br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /></span></p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />30/08/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>À lei tua</title>
          <pubDate>10/08/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/60618-a-lei-tua</link>
          <description><h4>À lei tua</h4><p><![CDATA[A leitura &eacute; minha, &eacute; sua?<br />A leitura sua se&nbsp;</span><em>espremida</span></em></span><br />Enquanto soa se &nbsp;e x p r i m i d a,</span><br />Se experimentada...</span><br />&nbsp;</span><br />S&ecirc; tu a leitura.</span><br />S&ecirc; tu as letrinhas.</span><br />S&ecirc; tu o princ&iacute;pio, o meio, o fim</span><br />E as _entrelinhas_</span><br />Do ler infinito</span><br />De *e*s*t*r*e*l*i*n*h*a*s*</span><br />&nbsp;</span><br />E assim podes s&ecirc;-lo como seu presente</span><br />&iquest;Pois n&atilde;o? Podes s&ecirc;-lo como bem pressentes</span><br />Podes da leitura selo ser</span><br />Posto que &eacute; endere&ccedil;ada a ti e por ti</span><br />Tal como postal, para onde quiseres levar</span><br />Para quanto quiseres valer</span><br />E para que, quando quiseres, v&aacute; ler!</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />10/08/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Um passarinho só não faz canção</title>
          <pubDate>19/07/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/59796-um-passarinho-so-nao-faz-cancao</link>
          <description><h4>Um passarinho só não faz canção</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Ora, acorde meu viol&atilde;o!</p><p>Eu acordarei o sol</p><p>Nessa valsa n&atilde;o estou s&oacute;</p><p>Passarinhos cantar&atilde;o</p><p>&nbsp;</p><p>T&atilde;o saudosos do ver&atilde;o</p><p>Cantam como eu pro sol</p><p>Acordar noutra esta&ccedil;&atilde;o</p><p>Num calor que j&aacute; raiou</p><p>&nbsp;</p><p>Virei pra ver</p><p>A vida inteira e toda vinda que intervir</p><p>Pra ver nascer</p><p>O sol de todas as can&ccedil;&otilde;es que v&ecirc;m</p><p>Quando v&ocirc;o contemplando...</p><p>&nbsp;</p><p>Ora, acorde meu cora&ccedil;&atilde;o!</p><p>Eu acordarei o som</p><p>Nessa volta n&atilde;o estou s&oacute;</p><p>Canarinhos passar&atilde;o</p><p>&nbsp;</p><p>Ansiosos por can&ccedil;&atilde;o</p><p>Voltam como eu pro c&eacute;u</p><p>Enviar a outra esta&ccedil;&atilde;o</p><p>Que j&aacute; nos irradiou</p><p>&nbsp;</p><p>Virei pra ver</p><p>A vida inteira e toda vinda que intervir</p><p>Pra ver nascer</p><p>O sol de todas as can&ccedil;&otilde;es que v&ecirc;m</p><p>Quando v&ocirc;o contemplando...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />19/07/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Não está mais aqui quem falou...</title>
          <pubDate>04/07/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/59246-nao-esta-mais-aqui-quem-falou</link>
          <description><h4>Não está mais aqui quem falou...</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;<br />N&atilde;o est&aacute; mais aqui quem falou, </span><br />Quem sorriu, quem dan&ccedil;ou...</span><br />N&atilde;o est&aacute; mais aqui quem torcia por mim,</span><br />Quem torcia o nariz e&nbsp;</span>chegava feliz</span><br />Me abra&ccedil;ando e me censurando</span><br />&ldquo;T&ocirc; de mal... N&atilde;o foi mais na casa da v&oacute;...&rdquo;</span><br />Se eu seguisse essa l&oacute;gica viveria de mal tamb&eacute;m,</span><br />Porque nem na minha casa e nem</span><br />Sequer na sua... Voc&ecirc; n&atilde;o vem!</span><br />Mudou de casa, onde eu n&atilde;o posso te visitar</span><br />Cartas ou telefonemas j&aacute; n&atilde;o podem te alcan&ccedil;ar</span><br />&nbsp;</span><br />Alcan&ccedil;o ent&atilde;o suas coisas</span><br />Seu perfume sem calor e seu colar...</span><br />Vou colar sua vida nas minhas</span><br />Leituras de DNA, nas p&aacute;ginas de lembrar...</span><br />J&aacute; chorei na sua listinha</span><br />Por sobre o que ficou por comprar</span><br />E chorei s&oacute; de ver na estante</span><br />Seu leite condensado</span><br />Do pudim que ficou por fazer</span><br />(Mas n&atilde;o adianta chorar pelo leite condensado...)</span><br />Chorei por fim, e bastante,</span><br />Na toalhinha que eu te dei</span><br />Foi meu &uacute;ltimo presente</span><br />Que voc&ecirc; tinha gostado tanto!</span><br />E que nem deu tempo de usar...</span><br />Mas eu usei por voc&ecirc;, vov&oacute;,</span><br />S&oacute; que... Pra enxugar os olhos</span><br />&nbsp;</span><br />T&atilde;o doce quanto amargador</span><br />Foi comer sua fruta-do-conde</span><br />Que o v&ocirc; colheu pra te dar</span><br />T&atilde;o cedo quanto entardecida</span><br />Foi sua partida poente</span><br />Partida odiada... Por ser a sua</span><br />Mas, em parte, boa, por ser adiada</span><br />Por uns poucos dias</span><br />Pra ent&atilde;o depois</span><br />T&atilde;o plena quanto vazia</span><br />Voc&ecirc; me deixar, vov&oacute;</span><br />Voc&ecirc; me deixar...</span><br />Sob a lua de quando eu nasci</span><br />Lua que te fez repetir</span><br />A hist&oacute;ria que a gente tem</span><br />Lua que me far&aacute; tamb&eacute;m</span><br />Repartir a terna mem&oacute;ria </span><br />Sem a qual eu n&atilde;o viverei...</span><br />&nbsp;<br /></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />04/07/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Integridade</title>
          <pubDate>28/06/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/59045-integridade</link>
          <description><h4>Integridade</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>H&aacute; um lugar na ess&ecirc;ncia do homem</p><p>Onde muito e pouco pouco importa</p><p>Pois ou se &eacute; tudo, ou n&atilde;o h&aacute; nada.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />28/06/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Para parar</title>
          <pubDate>30/05/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/58031-para-parar</link>
          <description><h4>Para parar</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Vi de perto a vida:</p><p>Tudo pra mudar.</p><p>Nada pra mudar.</p><p>Eis-me emudecida</p><p>Tudo pra falar.</p><p>Nada pra falar.</p><p>Estou desfalecida</p><p>Tudo pra fazer.</p><p>Nada pra fazer.</p><p>Serei compreendida?</p><p>Tudo pra aprender.</p><p>Nada pra aprender.</p><p>Ver de perto a vida:</p><p>Todos para amar</p><p>E ningu&eacute;m p&aacute;ra.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />30/05/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Envai-descer</title>
          <pubDate>07/05/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/57248-envai-descer</link>
          <description><h4>Envai-descer</h4><p><![CDATA[A vaidade &eacute; uma poltrona aconchegante.</p><p>Podemos at&eacute; estar situados no lugar certo</p><p>Mas escolhemos estar ali sentados ou de p&eacute;</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .</p><p>Se o que eu fa&ccedil;o me torna importante</p><p>Do bom car&aacute;ter posso estar bem perto</p><p>Mas bom mesmo, assim ningu&eacute;m &eacute;</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .</p><p>E se eu fizer coisa boa o bastante</p><p>Para estar de raz&atilde;o coberto</p><p>Importante &eacute; o que eu fizer...</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>E n&atilde;o eu!</p><p>Isso tudo s&oacute; entendo se fico de p&eacute;.</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />07/05/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Já.</title>
          <pubDate>06/05/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/57236-ja</link>
          <description><h4>Já.</h4><p><![CDATA[Pensando bem j&aacute; n&atilde;o h&aacute; casulo.</p><p>E a borboleta n&atilde;o precisa ser admirada</p><p>O que ela precisa mesmo &eacute; voar.</p><p>E pode muito bem voar sem nunca ser notada</p><p>Os olhos dos outros n&atilde;o mudam em nada suas asas</p><p>A borboleta est&aacute; perfeitamente pronta para voar todos os dias.</p><p>Hoje pode voar num lugar, amanh&atilde; n'outro...</p><p>Seja onde for, o sonho vai acontecendo nas asas.</p><p>E assim, como ela, voemos.</p><p>Temos que voar hoje, porque o tempo voa e n&oacute;s com ele.</p><p>Sei de tudo isso porque tenho certeza de uma coisa:</p><p>N&atilde;o h&aacute; espera para as coisas verdadeiramente importantes.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />06/05/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>...Ainda</title>
          <pubDate>29/04/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/57063-ainda</link>
          <description><h4>...Ainda</h4><p><![CDATA[Sugiro-me num casulo</p><p>Por tempo indeterminado</p><p>Reposta a cada dia</p><p>At&eacute; o dia da resposta</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>Levo numa boa&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[ espera</p><p>Aquele leve mist&eacute;rio</p><p>Que a livre borboleta louva</p><p>De ter sido sempre borboleta</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;[ Nas entranhas</p><p>Ent&atilde;o ignoro se me ignoras</p><p>Ignoro se me estranhas,</p><p>Estranho se me v&ecirc;s&nbsp;</p><p>Pois n&atilde;o &eacute; vez, nem hora</p><p>&Eacute;, pois n&atilde;o, breve demora...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />29/04/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Senso de Justiça</title>
          <pubDate>22/04/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/56789-senso-de-justica</link>
          <description><h4>Senso de Justiça</h4><p><![CDATA[Olhos e dentes</p><p>A unhas e dentes</p><p>Olho por olho</p><p>Dente por dente.</p><p>Dente por tente...</p><p>Tente por tente:</p><p>Olho... Por enxergar</p><p>Dente... Por explicar</p><p>Olho por l&aacute;grima</p><p>Dente por riso</p><p>Olhos e dentes por consertar</p><p>Olhos e dentes por conversar</p><p>Olhos e dentes por conservar!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />22/04/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vivendo Está</title>
          <pubDate>19/04/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/56691-vivendo-esta</link>
          <description><h4>Vivendo Está</h4><p><![CDATA[A luz da estrela que agora brilhou</p><p>Milh&otilde;es de anos atr&aacute;s se apagou</p><p>Se Deus prepara, &oacute;h estrela, o seu fim</p><p>Quanto mais o fim de um filho aguardou!</p><p>.</p><p>Antes do tempo e de ser tudo assim</p><p>Fez do fim come&ccedil;o, que j&aacute; come&ccedil;ou</p><p>Meu Deus conhe&ccedil;o, ent&atilde;o posso confiar</p><p>Que &eacute; bem verdade que existe um lugar</p><p>.</p><p>Lugar de festa e de reencontrar</p><p>Quem eu verei que eu nunca perdi</p><p>Vejo que n&atilde;o perco por esperar</p><p>Espero e perco a saudade daqui</p><p>.</p><p>Sei que amanh&atilde; ainda posso chorar</p><p>Por falta de vida do lado de c&aacute;</p><p>Mas quem na Terra parou de morrer</p><p>Este &eacute; que ent&atilde;o foi de fato viver!</p><p>.</p><p>Vivendo est&aacute;... Na dimens&atilde;o que n&atilde;o posso entender</p><p>Vivendo est&aacute;... Em nenhum tempo, prestes a me ver</p><p>Vivendo est&aacute;... Pois na hist&oacute;ria parou de morrer</p><p>Vivendo est&aacute;... Onde algum dia eu tamb&eacute;m vou viver</p><p>Vivendo est&aacute;!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />19/04/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Poeminhas Curtos III</title>
          <pubDate>08/04/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/56257-poeminhas-curtos-iii</link>
          <description><h4>Poeminhas Curtos III</h4><p><![CDATA[<strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Tempo de falta<strong>&nbsp;</strong></span></strong><br />As &aacute;guas de mar&ccedil;o j&aacute; fecharam o ver&atilde;o</span><br />Abril-se um frio de repente!</span><br />Rompeu-se o vento, ventou-se o tempo</span><br />Estou vendo que vamos buscar alento...</span><br />&nbsp;</span><br /><strong>Moda &agrave; meu modo</span></strong></span><br />N&atilde;o quero nem saber o que vestir!</span><br />Quero mesmo &eacute; me vestir de saber</span><br />Saber n&atilde;o pra subir, mas pra descer</span><br />E elevar o esquecido deca&iacute;do</span><br />Que quer viver!</span><br />&nbsp;</span><br /><strong>Compor do sol</span></strong></span><br />A m&uacute;sica nunca &eacute; minha</span><br />Ela &eacute; de todos n&oacute;s</span><br />Fui s&oacute; a primeira a ouvi-la</span><br />De um canto do p&ocirc;r-do-sol</span><br />&nbsp;</span><br /><strong>Impor Tanto</span></strong></span><br />Sabe aquelas coisas que imputamos por importantes,</span><br /></span>Que nos encheram os dias e os anos passantes</span><br />Que nos tornaram imponentes, impotentes, imparciais, impacientes?</span><br />N&atilde;o importam.</span><br />&nbsp;</span><br /><strong>Declara&ccedil;&atilde;o de Amor</span></strong></span><br />Deus, eu Te amo, Tu &eacute;s meu resgatador, &eacute;s tudo em tudo!</span><br />E se isso n&atilde;o for poesia pro mundo,&nbsp; </span></span><br />N&atilde;o importa, &eacute; poesia pra mim!</span><br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />08/04/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Manhãs, luas e boas Novas</title>
          <pubDate>01/04/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/55998-manhas-luas-e-boas-novas</link>
          <description><h4>Manhãs, luas e boas Novas</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .</p><p>N&atilde;o se joga uma vida fora</p><p>Pra depois tentar reciclar</p><p>Os segundos vazios, imundos</p><p>Que se perdem sem perdurar</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>N&atilde;o se joga uma vida fora</p><p>Pois depois n&atilde;o existem mais</p><p>Os segundos presos no tempo</p><p>Tempo que correu linear</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>Se uma ponte a lua faz</p><p>Entre o tempo e o divagar</p><p>Devagar, pontilhadamente,</p><p>Pararei para o c&eacute;u contar</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .</p><p>Pararei pra contar ao c&eacute;u</p><p>Que eu joguei minha vida fora</p><p>Que eu perdi meus segundos, feiras</p><p>Ordenadas em carrossel</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>Pararei pra sentar-me &agrave; ponte</p><p>E apontando os erros meus</p><p>Sem que eu possa voltar no tempo</p><p>Voltarei a falar com Deus</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>Deus, aqui estou eu de novo</p><p>Divagando nesse Seu c&eacute;u</p><p>Foi a mim que desapontei</p><p>Foi a ti que desponderei</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>N&atilde;o se joga conversa fora</p><p>Quando agora o segundo &eacute; Seu</p><p>E eu, segundo &agrave; Sua ponte,</p><p>Quero muito voltar ao c&eacute;u</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>O Seu filho foi ponte em tempo</p><p>De tirar-me da dimens&atilde;o</p><p>Desse tempo que eu joguei fora</p><p>Mas que agora j&aacute; n&atilde;o &eacute; v&atilde;o</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>Sei que muito me destru&iacute;</p><p>Eu n&atilde;o minto, e n&atilde;o desisti</p><p>Eu n&atilde;o quero mais permitir</p><p>Que eu te perca e morra assim</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .</p><p>Tudo ainda &eacute; escurid&atilde;o</p><p>Mas a lua me aponta a Ponte,</p><p>Ilumina o cruzeiro sul:</p><p>C&eacute;u ainda ser&aacute; azul...</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.</p><p>E eu... Eu n&atilde;o sou digna do amanhecer!</p><p>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />01/04/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Ex-pelho, ex-pelho meu!</title>
          <pubDate>25/02/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/54687-ex-pelho-ex-pelho-meu</link>
          <description><h4>Ex-pelho, ex-pelho meu!</h4><p><![CDATA[Houve o tempo em que eu me firmava  </span><br />Nas coisas que eu era e fazia</span></span></span><br />Mas o que eu em verdade espelhava</span></span></span><br />Era uma alma insincera e vazia.</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />Insincera pois tudo era orgulho, </span></span></span><br />Vazia pois tudo era algema</span></span></span><br />Orgulhosa... E tudo era entulho!</span></span></span><br />Algemada... E tudo um problema!</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />Entulhada, pois tudo era um peso</span></span></span><br />Problem&aacute;tica, tudo um sufoco!</span></span></span><br />Pesada... De f&ocirc;lego preso</span></span></span><br />Sufocada... De cora&ccedil;&atilde;o oco</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />Houve um tempo em que eu me importava</span></span></span><br />Em me exportar com gl&oacute;ria n&atilde;o pouca</span></span></span><br />Mas o que eu em verdade buscava</span></span></span><br />Era j&aacute; n&atilde;o ser presa nem oca.</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />Louca! Gritei a mim!</span></span></span><br />&Eacute;s louca de ser assim!</span></span></span><br />N&atilde;o sabes que n&atilde;o tem fim?</span></span></span><br />Nunca estar&aacute;s satisfeita!</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />Feita essa exorta&ccedil;&atilde;o</span></span></span><br />Quis sinceridade perfeita</span></span></span><br />Ocorre-me desde ent&atilde;o</span></span></span><br />Que a alma n&atilde;o mais se enfeita</span></span></span><br />&nbsp;</span></span></span><br />N&atilde;o quero mais rimas na minha vida.</span></span></span><br />Como explicar meu novo ritmo de viver?</span></span></span><br />Talvez s&oacute; devesse exclamar em sil&ecirc;ncio:</span></span></span><br />Estou vivendo na casquinha da sinceridade...</span></span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />25/02/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Dor e Força</title>
          <pubDate>02/02/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/53864-dor-e-forca</link>
          <description><h4>Dor e Força</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Aprendi a achar do&ccedil;ura</p><p>Sendo quase nada amada</p><p>Aprendi a achar ternura</p><p>Mesmo que desabra&ccedil;ada</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o pensei ser t&atilde;o intenso</p><p>O amor... Mas quanto amor!</p><p>Vai al&eacute;m do meu pretenso amor</p><p>&nbsp;</p><p>Numa for&ccedil;a que me d&oacute;i,</p><p>Numa dor que me d&aacute; for&ccedil;a</p><p>&nbsp;</p><p>For&ccedil;a pra contar um dia</p><p>E dor... Pra que voc&ecirc; sorria]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />02/02/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Nada se tira, tudo se deforma</title>
          <pubDate>07/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52906-nada-se-tira-tudo-se-deforma</link>
          <description><h4>Nada se tira, tudo se deforma</h4><p><![CDATA[S&oacute; e lentamente<br />Um jovem desliza num muro...</span><br />Podre e arrebentado</span><br />Tenta tragar o que pode </span><br />De um resto de baseado</span><br />E a droga &eacute; t&atilde;o louca, e a vida t&atilde;o pouca</span><br />Que j&aacute; n&atilde;o tem for&ccedil;a nem </span><br />Pra alcan&ccedil;ar </span><br />A boca</span><br />Destruiu-se, e n&atilde;o sabe voltar...</span><br />&nbsp;</span><br />E eu me destruo um pouco</span><br />Porque n&atilde;o volto l&aacute; sen&atilde;o em mente</span><br />E eu me destruo junto</span><br />Porque estou viciado em ser indiferente</span><br />&nbsp;</span><br />E eu... Eu morro um pouco, </span><br />Quando vejo algu&eacute;m morrer assim</span><br />E eu... Eu morro junto</span><br />Quando NADA tiro de mim.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />07/01/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
                </item>
          <item>
          <title>Fome de Gritar</title>
          <pubDate>05/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52821-fome-de-gritar</link>
          <description><h4>Fome de Gritar</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Arroz e feij&atilde;o espalhados no ch&atilde;o.</p><p>Vorazmente uma m&atilde;o</p><p>Toma as poucas migalhas</p><p>Pra ter refei&ccedil;&atilde;o!</p><p>&nbsp;</p><p>Sim, pra comer do ch&atilde;o</p><p>Era um homem, um cidad&atilde;o</p><p>Abaixou-se, eu vi</p><p>E o que eu vi... Que n&atilde;o seja v&atilde;o!</p><p>&nbsp;</p><p>Se migalhas no ch&atilde;o n&atilde;o sobraram</p><p>Que n&atilde;o sobre tamb&eacute;m a falta</p><p>De fatal considera&ccedil;&atilde;o.</p><p>&nbsp;</p><p>Que venha o nojo... Da sociedade</p><p>Que venha a dor... Disso ser verdade</p><p>Que venha a vontade de gritar N&Atilde;O!!!</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Marina_Seneda' title='Biografia do Poeta: Marina Seneda'><b>Marina Seneda</b></a><br />05/01/2010</p></description>
          <author>Marina Seneda</author>
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