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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <title>Plebeus</title>
          <pubDate>07/03/2025</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/124777-plebeus</link>
          <description><h4>Plebeus</h4><p><![CDATA[Em ultima inst&acirc;ncia<br />Em pouca const&acirc;ncia... <br />Eu</p><p>Aos poucos, o sumi&ccedil;o, <br />Virou compromisso... <br />Seu.</p><p>Letrei di&aacute;rio, fiz mem&oacute;ria <br />Refiz em hist&oacute;rias <br />Meus...</p><p>Contos de partida <br />Parecem agora <br />Plebeus</p><p>Se v&atilde;o na escolta <br />Ida sem volta. <br />J&aacute; deu.</p><p>Me lan&ccedil;o em ru&iacute;do <br />Sob espa&ccedil;o partido <br />Teu</p><p>Peca em partes <br />Peka na prosa <br />Do adeus.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />07/03/2025</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Não leia!</title>
          <pubDate>27/12/2021</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/120805-nao-leia</link>
          <description><h4>Não leia!</h4><p><![CDATA[Eu avisei... N&atilde;o leia!<br />N&atilde;o h&aacute; nada que possa&nbsp;<br />Encontrar por aqui.</p><p>Pois, meu verso vagueia,&nbsp;<br />Cai na lama e empo&ccedil;a<br />Na rima a surgir</p><p>S&oacute; me passe o pano,<br />Enxugo esta sujeira.<br />N&atilde;o tem problema!</p><p>Pois, ainda este ano<br />Ter&aacute; mais lamaceira<br />Neste pa&iacute;s profano...</p><p>E no ano que vem,<br />Sabe-se l&aacute; o que tem!?<br />Toma! Pegue o rodo.</p><p>Me ajude, ou se abst&eacute;m.<br />S&oacute; n&atilde;o me venha ref&eacute;m<br />Das rimas no lodo.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />27/12/2021</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Meia-flor </title>
          <pubDate>24/12/2021</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/120789-meia-flor</link>
          <description><h4>Meia-flor </h4><p><![CDATA[Eu estava em um jardim com mil flores</p><p>&Agrave; esmo eu vagava, e junto ao meu andar</p><p>O vento floreava meus amores e dores</p><p>N&atilde;o sabendo onde ir e sem saber parar.</p><p><br />E o som deu lugar &agrave; um s&uacute;bito sil&ecirc;ncio</p><p>Em uma intensidade, era t&atilde;o incomum</p><p>Eu abracei abaixo este terreno imenso</p><p>Vazio de p&eacute;talas, de um jardim em jejum.</p><p><br />Minha vida t&atilde;o otimista, agora sem brilho</p><p>Lastima sua dor transvertida de inoc&ecirc;ncia</p><p>Meu sorriso pedante, hoje &eacute; o que mais humilho</p><p>Ao deitar neste solo em constante fal&ecirc;ncia.</p><p><br />&Eacute; triste olhar para tamanha tristeza</p><p>Onde o jardim dessas flores desalmadas</p><p>S&oacute; me fez notar, como afrouxei a firmeza</p><p>De um homem com rumo, e agora com nadas.</p><p><br />E que novas flores cres&ccedil;am , assim eu quisera</p><p>Meus medos s&atilde;o menos do que p&eacute;talas mil</p><p>Que brotem da terra em qualquer primavera</p><p>Pois, o inverno que vivo come&ccedil;ou em abril</p><p><br />E quem sabe depois, em um novo ornato</p><p>Eu seja um jardineiro um pouco mais alegre</p><p>Na tentativa e erro de um novo formato</p><p>Eu come&ccedil;o do zero. " Regue, regue e regue..."</p><p><br />Eis que, de nada adianta. O que acontece?</p><p>N&atilde;o consigo entender, o inverno j&aacute; acabou!</p><p>Ser&aacute; que este solo me roubou as preces?</p><p>Infectou-se de mim, e adubou a minha dor?</p><p><br />Sem chuvas, sem Sol, sem &aacute;gua e sem ar</p><p>S&oacute; o azar de um clima, cujo o &uacute;mido secou</p><p>Simbiose at&iacute;pica? O jardim me chamou</p><p>E agora n&atilde;o sou mais o homem a vagar</p><p><br />S&oacute; o auge da primavera foi capaz de mostrar</p><p>Tamanha penit&ecirc;ncia &eacute; a do homem sem amor</p><p>Pois, quando olhei a terra que estava a regar,</p><p>Outrora macio, noutra hora meu devorador</p><p><br />Vida dupla, vida uma, sou o primeiro a chegar</p><p>&Uacute;nico e tamb&eacute;m &uacute;ltimo, este homem floricultor</p><p>Me enterrando e cavando, pra sempre sem parar</p><p>Na labuta infinda de fazer brotar meia-flor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />24/12/2021</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Liberdade? - (Trova)</title>
          <pubDate>18/12/2021</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/120771-liberdade-trova</link>
          <description><h4>Liberdade? - (Trova)</h4><p><![CDATA[O teu passarinho voou por aqui,<br />E trouxe as rimas d'um leitor disperso.<br />Sussurrou-me pouco antes de partir:<br />"Tranquei meu dono em quatro versos".]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />18/12/2021</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Não leia!</title>
          <pubDate>15/12/2021</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/120760-nao-leia</link>
          <description><h4>Não leia!</h4><p><![CDATA[Eu avisei... N&atilde;o leia<br />N&atilde;o h&aacute; nada que possa&nbsp;<br />Encontrar por aqui.</p><p>Pois, meu verso vagueia&nbsp;<br />Cai na lama e empo&ccedil;a<br />Na rima &agrave; surgir</p><p>S&oacute; me passe o pano<br />Enxugo esta sujeira<br />N&atilde;o tem problema</p><p>Pois, ainda este ano<br />Ter&aacute; mais lamaceira<br />Neste pa&iacute;s profano</p><p>E no ano que vem<br />Sabe-se l&aacute; o que tem<br />Toma, pegue o rodo</p><p>Me ajude, ou se abst&eacute;m<br />S&oacute; n&atilde;o me venha sem<br />O rodo sem panos.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />15/12/2021</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Janela</title>
          <pubDate>14/12/2021</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/120754-janela</link>
          <description><h4>Janela</h4><p><![CDATA[Sonhos escapam<br />Janela afora</p><p>Ai se eles pegam...<br />Ela agora!</p><p>Que passa na rua<br />Bem nesta hora</p><p>Vestida de Lua<br />Ela vai-se embora</p><p>O Sol vem com sua<br />Mania de aurora</p><p>E o sonho da Lua<br />Com o Sol se evapora!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />14/12/2021</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>O amor mais bonito</title>
          <pubDate>13/02/2019</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/116662-o-amor-mais-bonito</link>
          <description><h4>O amor mais bonito</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te rala o a&ccedil;oite e este chicote&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Cujo as costas &eacute; capaz de dividir</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te rasga a espada cega e sem corte</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Com brasa na ponta, tu podes sentir&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">&nbsp;Padres e ap&oacute;stolos te juram de morte</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Orando ao contr&aacute;rio em agonia</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">&nbsp;S&aacute;bios viram tolos, e tolos fortes</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">E mau educados exibem cortesia&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te furtam o tato e o dedo adormece&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Cujo tal ato &eacute; capaz de ruir</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te surtam, &eacute; fato, o corpo estremece</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">E com essa tontura, est&aacute;s a cair</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Reis e rainhas te arrancam a sorte</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Se j&aacute; eras pobre, agora &eacute;s mixaria</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te deixam escorado em qualquer poste</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">S&atilde;o os mau amados te dando asia</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Ainda assim, seu sorriso aparece&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Sem dignidade, sem nada, s&oacute; dores</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Levanta a cabe&ccedil;a. O que acontece?&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Perguntam-se os seus torturadores&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">E mesmo com os olhos arrancados</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">V&iacute;tima sublime, tua aura irradia&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Te fez mirar al&eacute;m da pontaria&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Onde olhos nenhum h&atilde;o alcan&ccedil;ado&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Com asas invis&iacute;veis voar&aacute; o rapaz&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Pois deuses s&oacute; presenteiam mortais</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Cujo o nome se escreve no infinito</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;"><br /></span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Cintilante, feito len&ccedil;&oacute;is em varais&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Se vai ele a voar junto aos imortais</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia, palatino;">Movido de amor, o amor mais bonito.&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />13/02/2019</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Lembranças de chuva</title>
          <pubDate>07/02/2019</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/116632-lembrancas-de-chuva</link>
          <description><h4>Lembranças de chuva</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">O frio afora</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Impera, embora</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela</span></p><p><span style="font-size: x-small;">O cora&ccedil;&atilde;o padece</span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">A janela agora</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Espelha, outrora</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Saudade aparece</span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">Um raio chocante</span></p><p><span style="font-size: x-small;">a toca, mem&oacute;ria!&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Est&aacute; inquietante</span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">Um fato distante</span></p><p><span style="font-size: x-small;">No escuro, hist&oacute;ria</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela</span></p><p><span style="font-size: x-small;">A revela vacilante</span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">O vento batendo&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Na porta, nem nota</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela</span></p><p><span style="font-size: x-small;">H&aacute; algo morrendo</span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;"><br /></span></p><p><span style="font-size: x-small;">E o peito ardendo</span></p><p><span style="font-size: x-small;">De dor, exposta</span></p><p><span style="font-size: x-small;">Dentro dela</span></p><p><span style="font-size: x-small;">H&aacute; dores vivendo</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />07/02/2019</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vaticano</title>
          <pubDate>24/08/2017</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/113957-vaticano</link>
          <description><h4>Vaticano</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Tem banco na pra&ccedil;a</p><p>Tem pra&ccedil;a no meio</p><p>Tem meio no centro</p><p>Da cidade de Roma</p><p>Com papas no sagu&atilde;o&nbsp;</p><p>Na l&iacute;ngua da massa</p><p>&nbsp;</p><p>Tem massa que assa</p><p>Tem assado de centeio</p><p>Tem centeio no evento</p><p>Preenchendo esta f&ocirc;rma&nbsp;</p><p>de meninos que vir&atilde;o&nbsp;</p><p>Assar esta massa</p><p>&nbsp;</p><p>Tem jovens sem cal&ccedil;a</p><p>Tem cal&ccedil;a a rodeio</p><p>Tem &agrave; rodo l&aacute; dentro</p><p>Onde um velho toma</p><p>Seu vinho crist&atilde;o&nbsp;</p><p>Sem trajes de al&ccedil;a</p><p>&nbsp;</p><p>Tem quem pano passa&nbsp;</p><p>Tem passas em cheio</p><p>Tem recheio no peito</p><p>Com panos na doma</p><p>Do mais doce algod&atilde;o&nbsp;</p><p>Do santo que la&ccedil;a</p><p>&nbsp;</p><p>Tem anjos sem ra&ccedil;a</p><p>Tem ra&ccedil;a que veio</p><p>Tem quem veio isento</p><p>De comer culpa da goma</p><p>Do jovem irm&atilde;o</p><p>Na receita que disfar&ccedil;a</p><p>&nbsp;</p><p>Tem poucos na pra&ccedil;a&nbsp;</p><p>Tem pra&ccedil;as ao meio</p><p>Tem meio sem centro</p><p>neste estado de Roma</p><p>E a massa no sagu&atilde;o&nbsp;</p><p>Ama lamber &nbsp;massa</p><p>&nbsp;</p><p>Tem caro alho que assa</p><p>Tem assado sem centeio</p><p>Tem s&oacute; alhos &nbsp;no evento</p><p>Abrindo a culpa na f&ocirc;rma&nbsp;</p><p>Para velhos que vir&atilde;o&nbsp;</p><p>Assar esta massa.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />24/08/2017</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vestes para minha alma</title>
          <pubDate>22/08/2017</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/113940-vestes-para-minha-alma</link>
          <description><h4>Vestes para minha alma</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: medium;">O qu&atilde;o para ti soo-te rom&acirc;ntico?&nbsp;<br />Se, outrora fostes a vergonha<br />Ah, vergonha! Silencioso c&acirc;ntico<br />a despertar este homem que sonha</span></span></p><p><span style="font-size: medium;">E eu sem jeito, sem peito, desfeito<br />Pude sentir, maravilhosa calma<br />O amparo a um homem imperfeito<br />Que sonha melodias para a alma</span></p><p><span style="font-size: medium;">E o amor, este que n&atilde;o poupa<br />Nem o mais hip&oacute;crita dos homens<br />Fez-me despir, sem o menor pudor</span></p><p><span style="font-size: medium;">Antes mesmo d'eu tirar a roupa<br />Vi-me desnudo at&eacute; de meus tr&ecirc;s nomes<br />Para cobrir-me daquela que me despertou</span><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />22/08/2017</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Do ateísmo (pensamento)</title>
          <pubDate>28/07/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85917-do-ateismo-pensamento</link>
          <description><h4>Do ateísmo (pensamento)</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o pode haver um soberano no universo</p><p>que existe unicamente para anular as cren&ccedil;as de outro soberano</p><p>Para dividir a f&eacute;, ao inv&eacute;s de multiplic&aacute;-la, posto que</p><p>no mundo h&aacute; muitas f&eacute;s que se diferem, mas ainda nos falta</p><p>uma f&eacute; que seja capaz de unir todos os povos.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />28/07/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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                </item>
          <item>
          <title>Ser não sendo...</title>
          <pubDate>19/07/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85692-ser-nao-sendo</link>
          <description><h4>Ser não sendo...</h4><p><![CDATA[<br />Quando eu tenho tudo pra falar e nada pra dizer</p><p>quando devo-me lembrar de n&atilde;o me esquecer</p><p>de aprender o que j&aacute; sei e de n&atilde;o mais reclamar&nbsp;</p><p>das coisas que antes eu reclamei.</p><p>E 'inda vou-me tresloucado</p><p>tentar de novo, novamente</p><p>Partir mais cedo e chegar atrasado</p><p>e ainda assim chegar de repente.</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o deixar de ser, posto que nada &eacute;s</p><p>&eacute; apenas o que quer no momento</p><p>morto &eacute; o presente a sucumbir</p><p>dizer ainda pra quem t&aacute; de p&eacute;</p><p>palavras que se foram faz tempo</p><p>Faz o futuro deixar-se partir.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />19/07/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Simples presença...</title>
          <pubDate>06/07/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85347-simples-presenca</link>
          <description><h4>Simples presença...</h4><p><![CDATA[Me segue, a mem&oacute;ria de voc&ecirc;</p><p>Em mim, a mem&oacute;ria te persegue</p><p>Em ti, h&aacute; mem&oacute;ria que carregue</p><p>O eu que n&atilde;o quer te esquecer?</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />06/07/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Do tempo...</title>
          <pubDate>30/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85220-do-tempo</link>
          <description><h4>Do tempo...</h4><p><![CDATA[Correndo e correndo...</p><p>Apresso-me, estou atrasado...</p><p>N&atilde;o tenho tempo, t&ocirc; desinspirado.</p><p>O tempo que corre, me matando,</p><p>me sufocando, me escondendo...</p><p>Me deixando inacabado</p><p>Sem arte final, sem ser</p><p>Ao menos arte. Sem</p><p>Antes come&ccedil;ar a ser.</p><p>Sem se quer,</p><p>come&ccedil;ar...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />30/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Co-coincidência</title>
          <pubDate>24/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/85079-co-coincidencia</link>
          <description><h4>Co-coincidência</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: small;"><span>Fui tocar gaita</span><br /><span>Estava desafinada</span><br /><span>assoprava, assoprava e nada!</span><br /><span>Vov&oacute; foi tentar tocar tamb&eacute;m</span><br /><span>A dentadura ficou presa</span><br /><span>Eis uma gaita dentada</span><br /><span>O gato aproveitou o momento</span><br /><span>Roubou a sobremesa</span><br /><span>O rato fugiu com o queijo</span><br /><span>A amante roubou um beijo</span><br />Ai se a patroa pega...<br />Ser&aacute; que ela viu?<br />Ser&aacute; que o rato fugiu?<br />Pois o gato sumiu!<br />A sobremesa tava toda lambusada<br />A vov&oacute; desdentada<br />E o mordomo gago que a tudo viu<br />Dava altas gargargagarlhadas</span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />24/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>SONETO DO EGO</title>
          <pubDate>16/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84861-soneto-do-ego</link>
          <description><h4>SONETO DO EGO</h4><p><![CDATA[<em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Fa&ccedil;a calar sua vaidade, pois</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Finda-se agora, substancial</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>O podre nesse teu lado imoral</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Que poder&aacute; te revelar, logo depois.</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>&nbsp;</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Posto que a s&oacute;s, dividi-se. Vira dois,</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Em forma singular te faz ser plural</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Limita-se a frequentar al&eacute;m do final</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>E passa a ser original como nunca foi.</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>&nbsp;</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>&Eacute; esquisito e at&eacute; anti-&eacute;tico</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Mas &eacute;s tu teu pr&oacute;prio assassino. Oh matador</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Tua fome &eacute; insaci&aacute;vel e visceral.</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>&nbsp;</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>H&aacute; ainda esse ser dial&eacute;tico</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></span></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Por baixo desse psic&oacute;logo amador</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em></p><p><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #414141; font-size: small;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #888888;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-size: small;"><span style="color: #543d1b; font-size: medium;"><strong>Que Anseia por liberdade libidinal?</strong></span></span></em></strong></span></strong></span></strong></span></em>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />16/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232518" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Poema morto</title>
          <pubDate>11/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84710-poema-morto</link>
          <description><h4>Poema morto</h4><p><![CDATA[<span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Houve um acidente</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">A inspira&ccedil;&atilde;o em alta velocidade</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Chocou-se com a limita&ccedil;&atilde;o.</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Ela ficou sem dente</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">As palavras pela meta(...)</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">(...)os versos sem emo&ccedil;&atilde;o...</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">A caneta at&eacute; caiu</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Quebrou-se, se dividiu</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Vazou tinta pra todo lado...</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">O dedo lerdo consentiu</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Arrependeu-se, pois sentiu</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Ser o verdadeiro culpado.</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Mas a tinta escorria,</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">escorria e escorria loucamente</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">E pouco a pouco se alastrava.</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">E as s&iacute;labas da finada poesia</span></strong></em></span></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Eram pintadas lentamente</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">... a tinta da caneta as encharcava...</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401; font-size: x-small;"><strong><em><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">E houve um acidente...</span></strong></em></span></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">A caneta quebrada</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">ao jorrar tinta em palavras tortas</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';"><br /></span></strong></em></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Fez surgir, de repente,</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">Uma rima desengon&ccedil;ada</span></strong></em></span></em></strong></span></p><p><span style="color: #830301; font-size: small;"><strong><em><span style="font-family: 'book antiqua', palatino; color: #5a0401;"><em><strong><span style="font-family: 'arial black', 'avant garde';">dando vida a uma poesia morta.</span></strong></em></span></em></strong></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />11/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232518" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>O sonho dos meus sonhos</title>
          <pubDate>09/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84653-o-sonho-dos-meus-sonhos</link>
          <description><h4>O sonho dos meus sonhos</h4><p><![CDATA[Em qual vale mora a ast&uacute;cia</p><p>Dos sonhos que deixei passar?</p><p>Aqueles que construi com min&uacute;cia</p><p>Planos meus, dilu&iacute;dos no ar.</p><p>&nbsp;</p><p>Sorte grande seria a minha</p><p>Se ao menos pudesse rev&ecirc;-los</p><p>Sonho meu, por onde caminha?</p><p>O que fa&ccedil;o para novamente t&ecirc;-los?</p><p>&nbsp;</p><p>A cada canto olho aturdido</p><p>Meu cora&ccedil;&atilde;o se infla com esperan&ccedil;a</p><p>Logo, tudo estar&aacute; perdido</p><p>Pois a minha busca n&atilde;o mais avan&ccedil;a</p><p>&nbsp;</p><p>Existem sonhos que se realizam</p><p>E existem aqueles que s&atilde;o frustrados</p><p>Mas eu ainda nunca, jamais vi</p><p>Um sonho assim, escapar</p><p>&nbsp;</p><p>Existem invejosos que ironizam</p><p>Cora&ccedil;&otilde;es cujo sonhos s&atilde;o realizados</p><p>Mas quem me dera ser invejoso, e</p><p>Mais que sonhos pudesse sonhar.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />09/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Os boi da cidade grande</title>
          <pubDate>05/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84575-os-boi-da-cidade-grande</link>
          <description><h4>Os boi da cidade grande</h4><p><![CDATA[Aqui na metr&oacute;pole,</p><p>nessa grande cidade</p><p>Vejo gente com mente pequena</p><p>Esbanjando vaidade</p><p>&nbsp;</p><p>Esse povo esquisito,</p><p>correndo apressado</p><p>Corre demais at&eacute;</p><p>Quando&nbsp;&eacute; feriado.</p><p>&nbsp;</p><p>Fui criado e nasci aqui,</p><p>N&atilde;o deveria falar mal daqui,</p><p>da minha terra, do meu ber&ccedil;o</p><p>&nbsp;</p><p>Mas desde menino,</p><p>fui aprendendo co'minha m&atilde;ezinha</p><p>Que uma boa educa&ccedil;&atilde;o&nbsp;</p><p>&Eacute; sempre o melhor come&ccedil;o.</p><p>&nbsp;</p><p>Oh meu grande pai,</p><p>Me perdoe por favor.</p><p>Se cuspo no prato em que como.</p><p>Mas aqui em S&atilde;o Paulo</p><p>Tem mais bixo que no interior.</p><p>&nbsp;</p><p>Oh meu grande pai,</p><p>Me auxilie por favor</p><p>N&atilde;o sei se fico ou se abandono,</p><p>Esse povo que nada sabe</p><p>Sobre honra e amor.</p><p>&nbsp;</p><p>E quando eu saio pra trabai&aacute;</p><p>&eacute; que come&ccedil;a a correria</p><p>dessa boiada desenfreada...</p><p>Mal consigo andar de metr&ocirc;</p><p>&nbsp;</p><p>Essa cidade &eacute; muito grande</p><p>Mas o espa&ccedil;o t&aacute; pequeno&nbsp;</p><p>Pra tanta gente &nbsp;humilde&nbsp;</p><p>querendo banc&aacute; o dout&ocirc;.</p><p>&nbsp;</p><p>Desde menino pequenino</p><p>O meu pai j&aacute; me ensin&ocirc;,</p><p>Meu fio cidade grande n&atilde;o &eacute; selva</p><p>nem sert&atilde;o mas chove gente seca</p><p>sem respeito e sem amor.</p><p>&nbsp;</p><p>Oh meu grande pai,</p><p>N&atilde;o sou nenhum vagabundo</p><p>Os otro acha que s&oacute; porque toco viola</p><p>S&ocirc; um home sem estudo.</p><p>&nbsp;</p><p>Mas vem c&aacute;, pois eu&nbsp;v&ocirc; te cont&aacute;...</p><p>esses dias na rotina</p><p>Vi um cabra na car&ccedil;ada</p><p>Mandando bonito com sua viola</p><p>&nbsp;</p><p>E quando eu parei pra ver</p><p>o seu tamanho talento</p><p>o pobrezinho tava duro</p><p>&nbsp;</p><p>Ele tocava pra arrecadar</p><p>Dinheiro&nbsp;na sua cartola.</p><p>&nbsp;</p><p>Cheguei bem perto dele</p><p>Perguntei o seu nome,</p><p>Ent&atilde;o ele me respondeu:</p><p>&nbsp;</p><p>Ah meu fio, meu nome pouco importa</p><p>Aqui ningu&eacute;m nem sequer me nota</p><p>&nbsp;</p><p>S&oacute; toco mesmo porque tenho filho pra criar</p><p>Uma familia inteira pra alimentar</p><p>Minha esposa est&aacute; doente</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o vejo a hora de vortar&nbsp;</p><p>pra minha terrinha sagrada</p><p>e reencontrar a minha gente</p><p>&nbsp;</p><p>Sabe por que?</p><p>&nbsp;</p><p>Aqui na metr&oacute;pole,</p><p>nessa grande cidade</p><p>Vejo gente com mente pequena</p><p>Esbanjando vaidade</p><p>&nbsp;</p><p>Esse povo esquisito,</p><p>correndo apressado</p><p>Corre demais at&eacute;</p><p>Quando&nbsp;&eacute; feriado.</p><p>&nbsp;</p><p>N&atilde;o fui criado e nem nasci aqui,</p><p>N&atilde;o deveria falar mal daqui,</p><p>dessa terra que eu n&atilde;o conhe&ccedil;o</p><p>&nbsp;</p><p>Mas desde menino,</p><p>Eu aprendi com a minha m&atilde;ezinha</p><p>Que tocar viola para surdo</p><p>&eacute; como vender boi que n&atilde;o tem pre&ccedil;o</p><p>&nbsp;</p><p>E assim o homem falou</p><p>E eu me vi em sua fala&nbsp;</p><p>Me espelhei em suas palavras</p><p>E sua m&uacute;sica me conquistou</p><p>&nbsp;</p><p>Isso foi o que me bastava</p><p>Pra me expulsar este grito</p><p>Abafado no meu peito</p><p>Posso at&eacute; ser de S&atilde;o Paulo</p><p>Mas o meu esp&iacute;rito...</p><p>...est&aacute; no interior.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />05/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>imPerfeição</title>
          <pubDate>03/06/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84512-imperfeicao</link>
          <description><h4>imPerfeição</h4><p><![CDATA[Eu abro os meus bra&ccedil;os</p><p>Para abra&ccedil;ar o nada</p><p>S&oacute; para sentir o calor</p><p>Dessa noite gelada</p><p>&nbsp;</p><p>Converso com a fala pensada</p><p>Reflito sobre o futuro passado</p><p>Sobre a hist&oacute;ria n&atilde;o contada</p><p>De algu&eacute;m que ora calado</p><p>&nbsp;</p><p>Eu desato os la&ccedil;os</p><p>De um n&oacute; desatado</p><p>Na garganta a falar</p><p>Palavras sem significado</p><p>&nbsp;</p><p>Converso com vontade</p><p>Reflito sobre o passado futuro</p><p>Sobre incontadas verdades</p><p>Brilhando em meu lado obscuro</p><p>&nbsp;</p><p>E eu desfa&ccedil;o o que fa&ccedil;o</p><p>Refazendo os meus defeitos</p><p>Com meticulosidade imensur&aacute;vel</p><p>&nbsp;</p><p>Aperfei&ccedil;&ocirc;o a minha conversa&nbsp;</p><p>Sanando a minha insensatez</p><p>Equilibrando-me nessa emo&ccedil;&atilde;o inst&aacute;vel]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />03/06/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vendaval...</title>
          <pubDate>24/03/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/82614-vendaval</link>
          <description><h4>Vendaval...</h4><p><![CDATA[<span>Vendaval, vem da mente. Vem</span></p><p><br /><span>Brisa fria, brisa quente&nbsp;</span></p><p><br /><span>Trovoadas a trovar quem</span></p><p><br /><span>estiver passando em frente.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />24/03/2012</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>A evolução do regresso avançado</title>
          <pubDate>17/08/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/75784-a-evolucao-do-regresso-avancado</link>
          <description><h4>A evolução do regresso avançado</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Pode o homem construir</p><p>e em sua constru&ccedil;&atilde;o viver?</p><p>Pois o percurso que corri</p><p>Trouxe-me de volta sem querer</p><p>&nbsp;</p><p>Andei em c&iacute;rculos, nem percebi</p><p>Achava que eu estava avan&ccedil;ando</p><p>Uma pena, pois eu me convenci</p><p>De que o tempo estava passando.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>E talvez o tempo avance&nbsp;</p><p>E talvez, eu &eacute; que n&atilde;o percebo</p><p>Afinal, em todo esse lance</p><p>&Eacute; na minha mem&oacute;ria que est&aacute; o sebo.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />17/08/2011</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>No Limiar da Luz</title>
          <pubDate>17/08/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/75775-no-limiar-da-luz</link>
          <description><h4>No Limiar da Luz</h4><p><![CDATA[<span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Canto,meio ao encanto</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Do encontro sublime</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">de minha profunda virtude</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">com meu pranto.</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;"><br /></span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">De beirar &agrave; margem da impossibilidade,</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">&agrave; mais perfeita felicidade</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Separada de mim somente</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">por um entretanto.</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;"><br /></span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Um v&atilde;o vago, sem dimens&atilde;o definida</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Um abismo et&eacute;rio, eis minha ferida</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">ardendo em minh'alma atingida</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;"><br /></span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Pela dor e pela alegria</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Por conquistar o inconquist&aacute;vel,</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">De amar o odi&aacute;vel...</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Consequ&ecirc;ncia involunt&aacute;ria, mania.</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;"><br /></span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Afugentado nessa liberdade amb&iacute;gua</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">De elaborar, consciente, o meu mundo</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">Mas, minhas falas, por&eacute;m, travam na l&iacute;ngua</span></p><p><span style="font-family: 'comic sans ms', sans-serif;">E o meu canto, ent&atilde;o, soa mudo.</span></p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />17/08/2011</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Verso do progresso...</title>
          <pubDate>30/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/65025-verso-do-progresso</link>
          <description><h4>Verso do progresso...</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>O verso do progresso &eacute; assim</p><p>Voc&ecirc; escreve o verso e faz rima</p><p>continua escrevendo, e enfim</p><p>termina a estrofe dando um clima.</p><p>&nbsp;</p><p>Continua, despreocupado e deixa rolar</p><p>&eacute; bem facinho, s&oacute; n&atilde;o pode parar</p><p>nem eu mesmo imaginei como come&ccedil;ar</p><p>o que &eacute; importa mesmo &eacute; terminar.</p><p>&nbsp;</p><p>Deixa o verso rolar, deixa</p><p>deixa o danado se descobrir</p><p>deixa a rima se desinibir</p><p>&nbsp;</p><p>Com a beleza de uma gueixa</p><p>com a sua arte de nos seduzir</p><p>e em pleno encanto... Sumir...</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />30/11/2010</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232510" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Da melancolia e solidão...</title>
          <pubDate>27/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64916-da-melancolia-e-solidao</link>
          <description><h4>Da melancolia e solidão...</h4><p><![CDATA[Sentir-me s&oacute; na multid&atilde;o</p><p>N&atilde;o &eacute; t&atilde;o mau nem t&atilde;o ruim</p><p>Pois tenho o privil&eacute;gio de sentir</p><p>A companhia do meu Eu.</p><p>&nbsp;</p><p>Lembrar de que a minha opini&atilde;o</p><p>Agora &eacute; N&atilde;o, apesar de dizerem Sim</p><p>Ao fitar o amanhecer depois do Sol partir</p><p>E dormir s&oacute; depois que o Sol nasceu.</p><p>&nbsp;</p><p>Ser redondo como o mundo</p><p>Numa comunidade empacotada</p><p>Viver no topo e tamb&eacute;m no fundo</p><p>Rindo s&eacute;rio das p&eacute;ssimas piadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Ser como todos antes de tudo</p><p>Mas, ser Eu antes de mais nada</p><p>Falar pros surdos que eu sou mudo</p><p>E que a sanidade est&aacute; retardada.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />27/11/2010</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Tempos...</title>
          <pubDate>28/03/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/55846-tempos</link>
          <description><h4>Tempos...</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>Tempos...</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Dei tempo pra que o tempo pudesse</p><p>Me dar tempo para me conduzir</p><p>Dei tempo para que caso eu quisesse</p><p>Me refazer ao inv&eacute;s do me reduzir.</p><p>&nbsp;</p><p>Gritei aos amores que eu estava despoetizado</p><p>Queria me sentir um pouco mais superficial</p><p>Como s&atilde;o as propagandas de um comercial</p><p>Alguns me olhavam e falavam: Irado! Irado!</p><p>&nbsp;</p><p>E por mais que eu n&atilde;o seja o melhor produto</p><p>Ainda sim joguei meus valores pro alto</p><p>Quem me via, n&atilde;o me achava t&atilde;o barato</p><p>Por&eacute;m realmente, eu n&atilde;o seja'sim t&atilde;o enxuto.</p><p>&nbsp;</p><p>Ora, de vez em quando um faz de conta</p><p>Na realidade, faz hist&oacute;rias t&atilde;o reais</p><p>Que a vida d&aacute; chances para certas mentiras</p><p>&nbsp;</p><p>Eu n&atilde;o sou feito com tecnologia de ponta</p><p>Mas sacrifico coisas para os meus ideais</p><p>A burocracia nunca se importou com minhas iras.</p><p>&nbsp;</p><p>Eu ainda tenho esse slogan freudiano pro mundo</p><p>Mas eu me vejo mais como um rel&oacute;gio que pensa</p><p>Estou sempre me atentando para a relatividade geral.</p><p>&nbsp;</p><p>Eu amo, e amor por mais que seja piegas e profundo</p><p>&Eacute; caracter&iacute;stica minha, inflam&aacute;vel e intensa</p><p>Eu tamb&eacute;m penso e ando hereto, mas amo, eu, divino animal.</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />28/03/2010</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232505" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Mais do que um mero poeta...</title>
          <pubDate>15/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48557-mais-do-que-um-mero-poeta</link>
          <description><h4>Mais do que um mero poeta...</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Um poeta, &eacute; mais que um poeta</p><p>&eacute; tra&ccedil;o e destra&ccedil;o, &eacute; tro&ccedil;o</p><p>&Eacute; jo&ccedil;a &eacute; rasgo, &eacute; literalmente atleta</p><p>&Eacute; coisa empalhada &eacute; mais um neg&oacute;cio.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Uma poeta &eacute; trinta, &eacute; quarenta</p><p>Versos e outros poemas, &eacute; centena</p><p>Quer que quer o que sempre quer</p><p>&nbsp;</p><p>Ai do dia em que o dia tenta</p><p>Esfragar na cara da noite plena</p><p>Que a escurid&atilde;o &eacute; parte do que vier.</p><p>&nbsp;</p><p>Quem me dera o que quero ter</p><p>Tivesse ainda as coisas tidas</p><p>que todos os outros tem e eu n&atilde;o</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Quem me dera ser o querer</p><p>Ter pra sempre sensa&ccedil;&atilde;o sentida</p><p>Apesar de nunca ter, o que outros ter&atilde;o.</p><p>&nbsp;</p><p>E apesar de tudo, e apesar de nada</p><p>Fa&ccedil;amos de conta que n&atilde;o fa&ccedil;a</p><p>Tentamos expressar com a fala calada</p><p>Reproduzir sentimentos em massa.</p><p>&nbsp;</p><p>Sublimes sentimentos aguniantes</p><p>Fortemente tocante ao ser</p><p>Trata doidos e amantes</p><p>Como &uacute;nicos quando a dor &eacute; de doer.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Cala a felicidade e emerge reflex&atilde;o,</p><p>depress&atilde;o, v&iacute;cio, surge suic&iacute;dio</p><p>Desespero se apodera do seu pobre cora&ccedil;&atilde;o</p><p>Dor e mais dor, porque n&atilde;o foste fict&iacute;cio?</p><p>&nbsp;</p><p>&Eacute; de doer, como toda verdade</p><p>Mas, dor faz lucidar neur&ocirc;nios</p><p>Tr&aacute;s uma sensa&ccedil;&atilde;o de realidade</p><p>&nbsp;</p><p>Amo muito minhas dores, s&atilde;o penetrantes</p><p>Sou mistura de cores, somos misturas misturadas</p><p>Sou poeta de uma inspira&ccedil;&atilde;o n&atilde;o instalada.</p><p>&nbsp;</p><p>Sou poeta de dores do&iacute;das, de felicidade sentida</p><p>Sou da alegria e da tristeza, mas com certeza</p><p>Sou alvo dos fuzileiros sociais na anti-natureza.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />15/09/2009</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amizade e amor me soam gritos de dor!</title>
          <pubDate>30/04/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/42271-amizade-e-amor-me-soam-gritos-de-dor</link>
          <description><h4>Amizade e amor me soam gritos de dor!</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Na ambi&ccedil;&atilde;o por uma conversa que se esbarra</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Com a abertura subjetiva que se deseja</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Com o clamor em profus&atilde;o que se almeja</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Entrego minha alma aos solos de uma guitarra</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Sou criatura insatisfeita com o sono humano</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">E eternamente sono humano, que surreal!</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">N&atilde;o entendo pra qu&ecirc; o contar dos anos</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Pois anos sonhando, nos deixa imortal!</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">E que n&atilde;o se v&ecirc; que se sonha, </span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Pois &eacute; t&atilde;o v&iacute;vido como um pesadelo</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">No leito de uma m&atilde;e tristonha</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Curvou-se a trajet&oacute;ria de um modelo</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Meu peito est&aacute; em eternas labaredas</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Se eu dissesse a minha verdade sentimental</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Iriam ouvir o sino flamejante do meu centro.</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">E percebem? Eu choro, quero que voc&ecirc; entenda</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Em cunho incontest&aacute;vel jazem minhas l&aacute;grimas de sal</span><br /><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">E junto com eles vai o meu eterno grito, de dentro.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />30/04/2009</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Outros eus, e o eu que não se conhece.</title>
          <pubDate>11/03/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/39848-outros-eus-e-o-eu-que-nao-se-conhece</link>
          <description><h4>Outros eus, e o eu que não se conhece.</h4><p><![CDATA[Morro, morri e morrerei</p><p>Tempos atr&aacute;s e adiante</p><p>Movo-me pelas letras mirabolantes</p><p>Que fizeram de mim, o poeta que me tornarei.</p><p>&nbsp;</p><p>E do quanto eu j&aacute; morri</p><p>Pra outros quantos, me esqueceram</p><p>Outrora, poemas que li</p><p>Descrevem eus que j&aacute; morreram.</p><p>&nbsp;</p><p>Fantasma vivo eu seja?</p><p>Concep&ccedil;&atilde;o f&uacute;nebre e art&iacute;stica</p><p>Quem n&atilde;o me conhece, que me veja</p><p>E quem n&atilde;o me v&ecirc;, fica a escrita; m&iacute;stica!</p><p>&nbsp;</p><p>J&aacute;, pra quem me l&ecirc;</p><p>V&ecirc; segmentos de minha vida?</p><p>Ser&aacute; que este n&atilde;o sabe se</p><p>Eu planejei essa leitura doida varrida?</p><p>&nbsp;</p><p>Eu escrevo sentindo esse fluxo</p><p>E voc&ecirc; l&ecirc; em pleno luxo</p><p>Na verdade, n&atilde;o sabe onde estou...</p><p>&nbsp;</p><p>Agora, fico onde nem imaginas</p><p>Dan&ccedil;o por outras letras escrita por pontas finas</p><p>Nos poemas que voc&ecirc; ainda n&atilde;o moldou.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma corre&ccedil;&atilde;o &agrave; sua cr&iacute;tica elaborada</p><p>Estrago qualquer que seja sua idealiza&ccedil;&atilde;o</p><p>Poesia minha alguma &eacute; perfei&ccedil;&atilde;o.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma falha que deixo bem estampada</p><p>&Eacute;&nbsp;uma subjetividade mal-compreendida</p><p>De uma poesia n&atilde;o completamente entendida.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />11/03/2009</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Dance sua vida</title>
          <pubDate>14/02/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/38580-dance-sua-vida</link>
          <description><h4>Dance sua vida</h4><p><![CDATA[O acaso, sim, tira a esperan&ccedil;a<br />Quando queremos que no caso, haja caso<br />Mas, por mais que isso pare&ccedil;a descaso<br />&Eacute; s&oacute; um instante em que a vida dan&ccedil;a.</p><p>&nbsp;</p><p>E n&atilde;o te lan&ccedil;a a cren&ccedil;a da m&aacute;-sorte!<br />Torna-te teu dono e seja tua pr&oacute;pria f&eacute;<br />Tua mente te liberta, te faz forte<br />Quando olhar onde pisar com seus p&eacute;s.</p><p>&nbsp;</p><p>Tal fato parece imposs&iacute;vel feito<br />Mas quem aqui nunca precisou d'um leito?<br />E que tal leito teu, amor teu?<br />O mundo te torna o ser que &eacute; s&oacute; seu.</p><p>&nbsp;</p><p>Se&nbsp;vives da esperan&ccedil;a! Cuidado! A vida dan&ccedil;a<br />No mundo ao redor, h&aacute; muitas lan&ccedil;as...<br />Por isso, n&atilde;o sejas bal&atilde;o cheio de ar<br />Sua fragilidade torna-te alvo f&aacute;cil de perfurar.</p><p>Foges ao mundo sup&eacute;rfluo por ignorar o essencial<br />E o sup&eacute;rfluo acaba afundando a sua profundidade<br />Enfrente o simples de toda essa sua moral<br />Que &eacute; fruto de uma insaciavel e absurda&nbsp;vaidade.</p><p>&nbsp;</p><p>Ver&aacute;s que a felicidade est&aacute; em se aceitar<br />O mundo n&atilde;o &eacute; perfeito, n&atilde;o h&aacute; ar no mar<br />flores no inferno nem dores inesquec&iacute;veis<br />Mas h&aacute; toda a vida repleta de coisas belamente incr&iacute;veis.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />14/02/2009</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232458" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Paixão, rebeldia e Sucesso...</title>
          <pubDate>17/11/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/35330-paixao-rebeldia-e-sucesso</link>
          <description><h4>Paixão, rebeldia e Sucesso...</h4><p><![CDATA[Tenho velas que queimam dentro de mim<br />Que evitam a escurid&atilde;o de se apossar<br />Fa&ccedil;o cisma, incinero, e sem fim<br />Fica o clamor de um poder &agrave; dispertar.</p><p>Quero arder num inferno divino<br />Quero um dia poder escutar o hino<br />Que soa junto ao c&acirc;ntico mais er&oacute;tico<br />Do prazer mais puro, virtude de menino<br />Brinquedo de inf&acirc;ncia, lindo lindo...<br />Quero mesmo, &eacute; me tornar um homem ex&oacute;tico.</p><p>Atrave-mo a ser ousado, e ainda mais...<br />Vou adiante... Trago raz&otilde;es incontest&aacute;veis<br />Pois em mim h&aacute; muitas sedes insaci&aacute;veis<br />Fomentei em mim uma brasa que queima demais.</p><p>E agora sou um drag&atilde;o dormente <br />Pronto pra cuspir o fogo em boa dose<br />B&aacute;sico para curar aquela virose<br />Me desengasgar e beijar loucamente.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />17/11/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232456" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Feita de vento</title>
          <pubDate>09/10/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/33664-feita-de-vento</link>
          <description><h4>Feita de vento</h4><p><![CDATA[<strong><span style="font-size: x-small; font-family: comic sans ms,sans-serif;">Devagar ap&oacute;s os dias, vezes que faz-me te olhar<br />Por entre os tra&ccedil;os dos artistas e dos poemas que me tr&aacute;s<br />Vi em ti a obra que meu insconciente faz brilhar<br />Faz-me somar mem&oacute;rias boas, mem&oacute;rias de paz...</p><p>Sinto-te a falta quando ao c&eacute;u se junta<br />E com o vento vaga junto aos p&aacute;ssaros em seu ex&iacute;mio talento<br />Deixa restos de sua magia que em mim afunda<br />Enquanto voa nos c&eacute;us uma mulher feita de vento</p><p>Devagar ap&oacute;s os dias, vezes que faz-me ler teus cart&otilde;es postais<br />Por entre os tra&ccedil;os dos artistas e dos poemas, o teu soprar<br />Vejo neles o reflexo de sua alma calma e tenra<br />Faz-me somar os cart&otilde;es para de ti eu me lembrar.</span></strong>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />09/10/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="gif20260224232454" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>O Ciclo Único</title>
          <pubDate>18/09/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/32797-o-ciclo-unico</link>
          <description><h4>O Ciclo Único</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Como esporte, a poesia surgida na sorte</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Num dia, naquela hora da inspira&ccedil;&atilde;o</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Vai-se aprimorando, e acaba como a morte</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Do atleta, do poeta, da obra e da a&ccedil;&atilde;o.</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Mais espont&acirc;nea, mais real, feita na hora</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Sem efeitos ou qualidade, a cara do Agora</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Imprescind&iacute;vel em sua expressividade</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Falta-lhe o capricho, mas n&atilde;o a espontaneidade.</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">E se percorre at&eacute; a &uacute;ltima palavra</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">N&atilde;o se encaixa certo na hora certa</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Elas v&ecirc;m, elas v&atilde;o, s&atilde;o escravas</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">De seus textos, de seus poetas...</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Fecha-se um ba&uacute;, guardada e vedada</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Palavra por palavra, agora suas asas</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Est&atilde;o presas pelo sil&ecirc;ncio, abafadas</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Pela mente emudecida, pela mente calada.</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Descanse em paz, o autor te mata agora</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Descansa agora, enquanto o Sol na aurora</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Descansa. O poema est&aacute; acabando</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">E junto ao Sol da aurora, eu disse a palavra do Agora</span></p><p><span style="font-size: x-small; font-family: georgia,palatino;">Disse &agrave; todos que o poema est&aacute; apenas terminando.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />18/09/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232454" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>...estrofes de alegria.</title>
          <pubDate>11/09/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/32524-estrofes-de-alegria</link>
          <description><h4>...estrofes de alegria.</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Se tor&ccedil;o e retor&ccedil;o um poema t&atilde;o honesto</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Palavras quentes e frias, eis um manifesto...</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Se &eacute; pelo &oacute;cio, se &eacute; meu car&aacute;ter, se &eacute;...</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Tenho uma palavra a dizer,&nbsp;mas n&atilde;o sei qual &eacute;!</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E ao grito da multid&atilde;o junto ao hino da vit&oacute;ria,</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Impactos me causam e chacoalham minha mem&oacute;ria</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Numa loucura fren&eacute;tica, minha mente locutora</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Narra o epis&oacute;dio do nascimento de minha'obra</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E com a esquerda m&atilde;o realizei minha manobra</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Escrevi... Devotos meus &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o motora!</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E se eu visse, quem j&aacute; me v&ecirc;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E me veria, como eu j&aacute; o vesse</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Teria eu, mais algum argumento desses?</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Por que inspirar, porque e pra qu&ecirc; ler?</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Uma hist&oacute;ria t&atilde;o profunda, &eacute; sup&eacute;rflua...</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Pois a comunica&ccedil;&atilde;o fica muito mais clara</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">J&aacute; passaram-se os dias de n&eacute;voa </span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Mas hoje, parece-me um dia que n&atilde;o passara.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E todo dia na rotina, novamente se repete...</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E mesmo assim, o acaso ainda se intromete</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Provando &agrave; exist&ecirc;ncia a sua pr&oacute;pria rebeldia</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Tal minha inspira&ccedil;&atilde;o feita ao acaso. Eis que&nbsp;dela fiz poesia.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Veja s&oacute;,&nbsp;meu cora&ccedil;&atilde;o at&eacute; sente d&oacute;</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Em minha despensa, um vazio &nbsp;para auto-confian&ccedil;a</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Mal estou conseguindo afinar minha voz em d&oacute; </span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Ainda tremo, desquilibrado, aqui nesta balan&ccedil;a.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&Eacute; de tentar explicar aquilo que &eacute; inexplic&aacute;vel</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Meu ref&uacute;gio nas amizades, at&eacute; deu-me sustento</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E, talvez, por isso teimo e ainda tento</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Quebrar paradigmas e realizar o irrealiz&aacute;vel.</span></p><p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Mas, chega... Basta desse "eu" t&atilde;o cansado</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Quero sentir-me muito mais ao meu lado</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Dar-me for&ccedil;as para um novo p&oacute;s-dia...</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Versos meus anseiam por estrofes de alegria.</span></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />11/09/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232453" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Tentar não ser tentado</title>
          <pubDate>03/08/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/31272-tentar-nao-ser-tentado</link>
          <description><h4>Tentar não ser tentado</h4><p><![CDATA[<span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Tentar n&atilde;o ser tentado</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Cogitando a tentativa, e tentar n&atilde;o ser tentado</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Fico preso no assento, que me tr&aacute;s filosofia</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Enquanto penso nos impulsos, eu, aqui sentado</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Estou dialogando com minha pr&oacute;pria euforia.</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E no cerne da quest&atilde;o, na carne do le&atilde;o</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E do rugido que se solta, s&atilde;o ditas minhas leis</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">T&atilde;o pregui&ccedil;oso na savana, me deito no ch&atilde;o</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E uns metros adiante. Posso ver os reis!</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">T&atilde;o ruim &eacute; estar emerso nesta fase ilus&oacute;ria</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E a nuvem que no horizonte, me faz sonhar</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Pois durante esta vida, um pesadelo &eacute; hist&oacute;ria</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Hist&oacute;ria que os meus sonhos evitam me contar.</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Pois o tempo que perco, enquanto fico perdido</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Na perdi&ccedil;&atilde;o eu trilho caminhos, ainda n&atilde;o tra&ccedil;ados</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E fa&ccedil;o novidade andando por esse desconhecido</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Jeito de conhecer os passos que j&aacute; foram dados.</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">&nbsp;</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Cedendo aos prazeres carnais, s&atilde;o meus v&iacute;cios...</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">E n&atilde;o quero apodrecer na virtude da beleza opaca</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Pois do prazer sem esfor&ccedil;os moram os malef&iacute;cios</span><br /><span style="font-size: small; font-family: georgia,palatino;">Que fazem a morte parecer forte e a vida fraca.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />03/08/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232452" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>O Guardião</title>
          <pubDate>15/07/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/30720-o-guardiao</link>
          <description><h4>O Guardião</h4><p><![CDATA[Dividir dentro de mim, que sou um só<br />Uma história que corrompe o que amo<br />Dói na culpa e ao mesmo tempo na dó<br />Que tenho de mim e que vim carregando...</p><p>Se mato minha culpa e conto um segredo<br />Ao amigo mais querido e mais amado<br />Serei eu, um ser fantástico e alado?<br />Ou ainda continuarei sentindo esse medo?</p><p>Mas que aventura é essa, tão sombria?<br />Transformei o tudo num nada que eu não queria<br />E agora o céu não tem forças pra se levantar.</p><p>Se a liberdade invejou a minha alegria<br />Se me fez prisioneiro ou guardião, eu diria<br />Que só o meu bom amigo pode me libertar!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />15/07/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Acordando com o Sol</title>
          <pubDate>04/02/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/26000-acordando-com-o-sol</link>
          <description><h4>Acordando com o Sol</h4><p><![CDATA[Junto ao olhar lan&ccedil;ado, segue rumo ao vento<br />E que se inebria, calamidades, &eacute; hist&oacute;ria passageira<br />E o sol est&aacute;s a surgir, no c&eacute;u que reflete o seu talento<br />Faz da manh&atilde;, lindamente, uma eternidade inteira.<br />E do sorriso de um dia que se ergue sobre n&oacute;s<br />Ainda mantemos a solid&atilde;o do brio pr&eacute;-matinal conosco<br />As virtudes, pouco a pouco, devagar, p&oacute;s e ap&oacute;s<br />V&atilde;o vigorando, nos tornando muito menos poucos...<br />Me dispe&ccedil;o normalmente, na rotina do Adeus<br />Desse mil&eacute;simo sonho que estou recordando<br />E de todos esse sonhos, sonhos estes que s&atilde;o meus...<br />Gosto mais daquele em que vi o sol acordando...<br />&nbsp;</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />04/02/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232448" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Valores da vida</title>
          <pubDate>23/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25663-valores-da-vida</link>
          <description><h4>Valores da vida</h4><p><![CDATA[Estou num fervor atroz, delirante, &agrave; procura...<br /> Nem sei o que devo encontrar, mas esta paz<br /> Que, me atinge, me enlouquece, me fissura,<br /> Faz-me pensar nas coisas que a vida traz...<br /> <br /> Nem sou perfeito, nem t&atilde;o imperfeito, sou s&oacute; algo<br /> E devo pertencer a algum lugar nessa hist&oacute;ria<br /> &lsquo;Inda hei de achar o sujeito que foi devidamente pago<br /> Para desvirtuar o modelo dos planos para a minha gl&oacute;ria.<br /> <br /> E quando pensei que eu fosse meu maior inimigo<br /> Escondi de mim mesmo num poema d&rsquo;outro autor<br /> Pois, os meus versos come&ccedil;aram a me trair, tamb&eacute;m.<br /> <br /> Fluir feito vento, pelo ar no espa&ccedil;o, num poema amigo<br /> Declamado sem hesita&ccedil;&otilde;es, sem medo, sem pavor...<br /> Fez-me repensar sobre os valores que a vida tem.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />23/01/2008</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Soneto do refúgio</title>
          <pubDate>30/11/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/24273-soneto-do-refugio</link>
          <description><h4>Soneto do refúgio</h4><p><![CDATA[Em dias de penumbra, eu me escondo<br />No primeiro verso da &uacute;ltima estrofe<br />E os meus escritos, de homem que sofre<br />Revelam-se aut&ecirc;nticos poemas de assombro.</p><p>E na frieza deste azar, eu apenas me lan&ccedil;o<br />Ao caldeir&atilde;o borbulhante da sorte requentada<br />Pois a sorte mais fresca sempre est&aacute; guardada<br />No sal&atilde;o dos felizardos onde eu sempre dan&ccedil;o.</p><p>Mas n&atilde;o me entriste&ccedil;o mais. N&atilde;o quero!<br />Vou me revelar aut&ecirc;ntico re-criador<br />Deixe que os versos me alimentem...</p><p>Estou aqui, dentro de mim, e n&atilde;o espero<br />Sair pra lugar algum, pois meu maior temor<br />&Eacute; o de deixar que os outros me reinventem...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />30/11/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Filhos da Palavra</title>
          <pubDate>05/11/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/23694-filhos-da-palavra</link>
          <description><h4>Filhos da Palavra</h4><p><![CDATA[<br />Express&atilde;o nefasta nesta sua linha<br />Cheia de artigos definidos. Incertos!<br />Esper&aacute;vamos que n&atilde;o fosse o que vinha<br />A ser, n&atilde;o fosse um sentimento desperto.<br />&nbsp;<br />Sa&uacute;da. Sa&uacute;de &agrave; barb&aacute;rie escancarada<br />Que haja sintonia pra harmonizar contextos,<br />Escrevemos textos com certos intentos<br />Que deixam os leitores muito horrorizados.<br />&nbsp;<br />A nossa ora&ccedil;&atilde;o &eacute; unicamente c&oacute;smica<br />Despejamos a alma num limbo l&iacute;rico <br />E dentre os passeios nesta noite g&oacute;tica<br />Sugamos da lua, um inspirar n&atilde;o rico!<br />&nbsp;<br />Resiste ao tempo, e ainda se destr&oacute;i<br />Toda vez &eacute; assim, suprema const&acirc;ncia<br />E a n&oacute;s, cabe apenas a &uacute;ltima inst&acirc;ncia&nbsp;<br />Que &eacute; morar na poesia que o verso constr&oacute;i.<br />&nbsp;<br />Vomitei palavras que pertencem &agrave; raz&atilde;o<br />Tenho ainda, esta vaidade intelectual<br />Pra toda f&eacute; e cren&ccedil;a, h&aacute; a sua ora&ccedil;&atilde;o<br />E pra minha cerim&ocirc;nia, este &eacute; o ritual.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />05/11/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232446" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Ela é uma mulher diferente!</title>
          <pubDate>19/10/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/23273-ela-e-uma-mulher-diferente</link>
          <description><h4>Ela é uma mulher diferente!</h4><p><![CDATA[Ela me atrai. Antes de despertar qualquer sentimento<br />Pois a atra&ccedil;&atilde;o &eacute; for&ccedil;a magn&eacute;tica constante<br />Independe de qualquer que seja o momento<br />O clima pintar&aacute;, bordar&aacute;, tra&ccedil;ar&aacute; a resultante.</p><p>Eu tinha algumas s&iacute;labas sim&eacute;tricas pra ela<br />Mas a poesia&nbsp;em minhas palavras gaguejou<br />Meu est&ocirc;mago ruim ansiava pelo amor dela<br />Quando a poesia, no meu comportamento regurgitou.&nbsp;</p><p>Eu era bagun&ccedil;a, era desjeitoso, estava jogado<br />Era uma bola de boliche vislumbrando o pino central<br />Eu era a pe&ccedil;a de xadrez esperando que um viciado&nbsp;<br />Em coca&iacute;na me movesse em uma jogada ilegal.<br />___________________________________________<br />&nbsp;</p><p>Mas a paix&atilde;o que desespera meio aos sorrisos<br />Apressa-se, j&aacute; que ela me d&aacute; bola toda vez<br />Eu sou o protagonista na piada de portugu&ecirc;s<br />N&atilde;o escuto os dizeres dos melhores avisos.&nbsp;</p><p>Ela me atrai. E agora j&aacute; me faz despertar...<br />Perto de sua pessoa, sou outra criatura<br />N&atilde;o tenho medo de arriscar em nova loucura<br />Com ela, n&atilde;o tenho mais o medo de errar.</p><p>&Eacute; surreal, &eacute; assombroso, por&eacute;m &eacute; tudo muito divino<br />Sinto-me a pr&oacute;pria Sinfonia n&ordm; 9 de Beethoven<br />Com todos os sentimentos que me comovem<br />Ela parece uma Deusa, e irei lhe compor um hino.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />19/10/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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                </item>
          <item>
          <title>Soneto do consolo</title>
          <pubDate>11/10/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/23117-soneto-do-consolo</link>
          <description><h4>Soneto do consolo</h4><p><![CDATA[N&atilde;o pretendo entregar-me ao desprazer<br />E tampouco calar-me em consentimento<br />Eu vou dizer, pois agora &eacute; o momento:<br />-Sozinho, eu irei tentar me refazer!</p><p>Mal posso me sentir, ando muito torpe<br />E comigo mesmo eu devo concordar<br />Passeio nos sonhos que n&atilde;o posso sonhar<br />Na rodovia da ilus&atilde;o que me entope.</p><p>Quisera eu, antes tentar me afogar<br />E no suic&iacute;dio de um poeta incerto<br />Deita comigo, a ess&ecirc;ncia dos mart&iacute;rios.</p><p>O agora me refaz, j&aacute; sinto o ar<br />O mundo floresceu num vago deserto<br />Pois colhi meus versos na &aacute;rvore dos l&iacute;rios.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />11/10/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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                </item>
          <item>
          <title>Um ser chamado poeta! - Poema a quatro mãos (Charlyane Mirielle & Rodrigo Ferreira Santos)</title>
          <pubDate>02/10/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22951-um-ser-chamado-poeta-poema-a-quatro-maos-charlyane-mirielle-rodrigo-ferreira-santos</link>
          <description><h4>Um ser chamado poeta! - Poema a quatro mãos (Charlyane Mirielle & Rodrigo Ferreira Santos)</h4><p><![CDATA[<strong><em>Um ser chamado poeta</em></strong></p><p>Se me cato num canto escrevendo um poema<br />De certo, &eacute; que estou deliberando energias<br />E escrevendo solto a voz que declama os problemas<br />Em busca de solu&ccedil;&otilde;es nas minhas vorazes poesias.</p><p>Molho a ponta da caneta em nanquim<br />Moldo as palavras que viram poema<br />E crescem os versos num vago jardim<br />Que a espera j&aacute; estavam de qualquer tema.</p><p>As coisas acontecem, &eacute; assim, &eacute; a vida<br />Saio correndo, e brindo ao mesmo tempo <br />J&aacute; que sou a &aacute;rvore desgalhada e esquecida<br />Brindo com quem me acompanha. O vento!</p><p>Entre os versos ilus&oacute;rios que eu carrego em minha cara<br />Ratifico as tristezas, sublinhando a esperan&ccedil;a<br />Pego rima imperfeita e fa&ccedil;o dela, j&oacute;ia rara<br />J&aacute; que dentro de um poema, sou poeta, sou crian&ccedil;a</p><p>No ressurgir de uma estrela, um sorriso cristalino<br />Vem trazer a inspira&ccedil;&atilde;o revestida em sentimento<br />Nos caminhos desta escrita, sou o rei e sou menino<br />Cavaleiro em desatino, vendo a vida em movimento</p><p>Se numa folha em branco, um arco-&iacute;ris nascer<br />Desenhando as palavras coloridas de um profeta<br />&Eacute;&nbsp;o amor, que entre linhas, o sonho faz renascer<br />Na loucura mais bonita de um ser chamado Poeta]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />02/10/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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                </item>
          <item>
          <title>O big bang do verso</title>
          <pubDate>25/09/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22821-o-big-bang-do-verso</link>
          <description><h4>O big bang do verso</h4><p><![CDATA[De repente, num espaço atemporal<br />Repleto de nada, num vácuo absoluto<br />Desceu um jato de tinta, ríspido, bruto<br />Lançando a órbita da temática inicial.</p><p>Entitulou-se o poema da Existência<br />E a primeira gigante estrofe, arcaica<br />Até o último dos versos, ela ainda marca<br />Pontos que indicam toda a transcedência.</p><p>E os observadores curiosos, em simpatia<br />Estudam as características da linguística<br />Como quem elaborasse um projeto de nanorobótica</p><p>E como quem visita Marte, lê a poesia<br />Viaja em imaginação, refaz toda sua política<br />Defronte uma artística regurgitação cósmica.<br /> <br /> ]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />25/09/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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                </item>
          <item>
          <title>A lei da atração</title>
          <pubDate>19/09/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22676-a-lei-da-atracao</link>
          <description><h4>A lei da atração</h4><p><![CDATA[Alguns fen&ocirc;menos que ocorrem no universo<br />Como a pr&oacute;pria vida, tem o seu prop&oacute;sito. <br />A&nbsp;pouca resist&ecirc;ncia na estrutura do gesso<br />O cheque sem fundo, na hora do dep&oacute;sito. </p><p>E da atra&ccedil;&atilde;o final que ocorre, na mesma esp&eacute;cie<br />Dentre dois seres, a disputar uma conquista conjugal<br />Os p&oacute;los anti-repelentes atraem-se em ritmo sobe-e-desce,<br />Em ritmo s&oacute;cio-neuro-pseudo-vibracional-sexual.</p><p>E quando se adquire a infelicidade, vezes que iminente<br />N&atilde;o se pensa n'outra coisa neste estado de introspec&ccedil;&atilde;o<br />A n&atilde;o ser nos caminhos que levam a gente<br />A realizar os atos que nos intitulam de irrealiza&ccedil;&atilde;o.</p><p>As virtudes s&atilde;o como as de adolescentes,<br />Uma vez que rebeldia com o pr&oacute;prio ego<br />Gera uma suposta ilus&atilde;o de que cego<br />Estaremos pra sempre nesta situa&ccedil;&atilde;o decadente.</p><p>Mas, que a lei da atra&ccedil;&atilde;o nunca falha, &eacute; verdade<br />Pois quem cego permaneceu perdeu-se no perigo<br />Que vira prioridade, j&aacute; que acha que consigo<br />N&atilde;o haver&aacute; outros amores que lhe complete a ausente metade.</p><p>E quem d&aacute;-se conta de que tudo continua<br />E que a lei da atra&ccedil;&atilde;o, sempre t&atilde;o infal&iacute;vel<br />Ter&aacute; sua hora oportuna para trazer a&nbsp;sua<br />Parte, que lhe far&aacute; dizer. - &quot;Meu amor &eacute; insubstitu&iacute;vel&quot;.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />19/09/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Fiz de mim, um poeta.</title>
          <pubDate>13/09/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22516-fiz-de-mim-um-poeta</link>
          <description><h4>Fiz de mim, um poeta.</h4><p><![CDATA[Tragado na ilusão das desilusões<br />E no complexo do paradoxo metafórico<br />Caí nas margens do gelo super calórico<br />Onde o ódio é alimento de corações.</p><p>E na minha mente confusa<br />Eu me perdia com os desgostos<br />que me serviam, e eu aqui posto<br />Me delimitava em pensar na musa.</p><p>Surgiu de mim um ímpeto singular<br />Como que fosse feito de loucura<br />O prazer supérfluo da luxúria<br />Também começava a me tragar.</p><p>E eu me entorpeci, pois dormente<br />Fiquei tempos diversos, de versos...<br />Estou agora, muito carente</p><p>Sem contrariar meu ego indigente<br />sou o acúmulo do frio submerso<br />no calor deste inferno estridente.</p><p>E fiz de mim um poeta, desde então<br />Tento me curar dos males da alma<br />Procurando obter pouco mais de carinho.</p><p>Talvez eu só aprenda esta lição<br />Quando nos meus versos pairar a calma<br />Que fizeram de mim, um poeta sozinho.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />13/09/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Morte aos mortos...</title>
          <pubDate>04/09/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22297-morte-aos-mortos</link>
          <description><h4>Morte aos mortos...</h4><p><![CDATA[Que descansem em paz, senhoras e senhores.<br />Meninos e meninas, enfim, este passado humano<br />Que jubilou acertando, errando, durante os anos<br />Permane&ccedil;a somente na melodia dos &uacute;ltimos louvores.<br />&nbsp;<br />Melhores dias vir&atilde;o, mas esta sorte n&atilde;o lhes pertence.<br />Pertence a quem ir&aacute; dizer que ser&atilde;o os piores dias<br />Jazendo na mem&oacute;ria dos que vivem na euforia<br />Das incessantes disputas, onde s&oacute; um vence!<br />&nbsp;<br />E na espreita do potencial da multiplica&ccedil;&atilde;o<br />Pode-se notar do humano, seu exponencial.<br />&Eacute; um infinito incontrol&aacute;vel aos limites naturais...<br />&nbsp;<br />Morte aos mortos, j&aacute; que os vivos habitar&atilde;o.<br />No v&aacute;cuo do n&atilde;o-espa&ccedil;o sem oxig&ecirc;nio natural<br />Disputando a sobreviv&ecirc;ncia como quase animais.<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />04/09/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232446" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>Máquina substancial</title>
          <pubDate>28/08/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22149-maquina-substancial</link>
          <description><h4>Máquina substancial</h4><p><![CDATA[Bufa, bufa com o seu f&ocirc;lego<br />Apazigua a tua calma e aclima<br />Raiva e des&acirc;nimo pra cima...<br />E adquire teu &oacute;dio de homem s&ocirc;frego.<br />&nbsp;<br />Os condenados ent&atilde;o trouxeram <br />A tenta&ccedil;&atilde;o pra ti, t&atilde;o infernal.<br />Humano, mera m&aacute;quina substancial.<br />Anti-versos numa anti-poesia lhe fizeram...<br />&nbsp;<br />E te reclusas a rejeitar <br />Oh! Sublime for&ccedil;a de vontade a sua.<br />Seu &acirc;nimo po&eacute;tico recai com a lua,<br />Pois o romance tende a te enjoar!<br />&nbsp;<br />Vinga ent&atilde;o essa sua euforia<br />O inferno dos versos &agrave;s inversas<br />Consome-lhe, e, submersas<br />Est&atilde;o suas infernais poesias<br />&nbsp;<br />Gagueja em sua pr&oacute;pria dic&ccedil;&atilde;o<br />Ao tentar ditar sua arte erradicada<br />Poesia chata de um poeta de nada<br />Que se inspirou com a desinspira&ccedil;&atilde;o.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />28/08/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                </item>
          <item>
          <title>Soneto do desconsolo</title>
          <pubDate>24/08/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/22062-soneto-do-desconsolo</link>
          <description><h4>Soneto do desconsolo</h4><p><![CDATA[N&atilde;o domino essa arte louca<br />E tampouco domino a l&iacute;ngua<br />Essa, que falaria mais ainda<br />Se nela houvesse um'outra boca.</p><p>Mas h&aacute; a minha multi-consci&ecirc;ncia<br />E com ela posso infinitamente dialogar<br />Posso pensar, falar, mas poetar...<br />N&atilde;o! Pra isso eu n&atilde;o tenho excel&ecirc;ncia.<br />&nbsp;<br />Quisera eu, antes tentar escrever.<br />E expor aos sopros que vinham<br />Das musas que surgiram dos mart&iacute;rios...<br />&nbsp;<br />O dom de conseguir fazer<br />O meu desencanto tocar os que liam<br />Palavras cheirando a f&eacute;tidos l&iacute;rios...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />24/08/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
                      <media:content url="jpg20260224232445" medium="image" />
                </item>
          <item>
          <title>O explorador de rimas</title>
          <pubDate>19/08/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/21929-o-explorador-de-rimas</link>
          <description><h4>O explorador de rimas</h4><p><![CDATA[&nbsp; <br />Acha-me infindo<br />Quando a s&oacute;s comigo<br />Estou vagando</p><p>Me acha no limbo<br />Aquele meu velho amigo<br />que por aqui est&aacute;s passando. </p><p>E me encontra na luz<br />De pouca incandesc&ecirc;ncia<br />Brilhando sem muita energia</p><p>Vem pra me&nbsp;tirar da cruz<br />aos meus pedidos de clem&ecirc;ncia<br />No ardor pela poesia!</p><p>E me trouxe amizade<br />Ao inv&eacute;s de poemas<br />&Agrave;&nbsp;mim declamar</p><p>E o amigo na realidade<br />Explorador de dilemas<br />N&atilde;o soube me salvar!</p><p>Pois se fechou infindo<br />A s&oacute;s contigo <br />Ficou vagando</p><p>Perdido em teu limbo<br />Aquele meu velho amigo<br />Me deixou chorando.&nbsp;</p><p>Perdeu-me na luz<br />De pouca incandesc&ecirc;ncia<br />Brilhando sem muita energia</p><p>Se colocou na cruz<br />E sem perceber sua dem&ecirc;ncia<br />Ele matou a nossa poesia.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/RodrigoFs31' title='Biografia do Poeta: Rodrigo Ferreira Magalhães'><b>Rodrigo Ferreira Magalhães</b></a><br />19/08/2007</p></description>
          <author>Rodrigo Ferreira Magalhães</author>
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