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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <item>
          <title>É só você</title>
          <pubDate>02/03/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/26822-e-so-voce</link>
          <description><h4>É só você</h4><p><![CDATA[Eu procurei todos estes dias<br />Uma raz&atilde;o para enfrentar<br />A neblina que cobre o amor<br />Dos nossos olhos distra&iacute;dos.<br />&nbsp;<br />Eu tentei tantas l&aacute;grimas do&iacute;das<br />Segurar<br />com o que ainda resta<br />da sua presen&ccedil;a nas lembran&ccedil;as<br />felizes que formam nossa hist&oacute;ria.<br />&nbsp;<br />Porque meus olhos j&aacute; n&atilde;o<br />Buscam o seu em meio as trevas?<br />Perdi algo no meio do caminho<br />E ainda n&atilde;o tenho for&ccedil;as<br />Para buscar a cura das feridas.<br />&nbsp;<br />Estou cansado de jogar<br />Cartas de um baralho marcado<br />pelas tolices de nosso ego&iacute;smo<br />Encravado nas algemas<br />De um namoro est&aacute;tico.<br />&nbsp;<br />Chorei tantas l&aacute;grimas<br />De um vazio deixado pelas tuas<br />M&atilde;os ausentes,<br />Postas sobre meus l&aacute;bios queixosos.<br />&nbsp;<br />Mas...<br />Hoje, percebi algo<br />Que me fez parar<br />Para ouvir, ao menos<br />por essa vez,<br />O grito de minha alma.<br />&nbsp;<br />Descobri hoje,<br />Que s&oacute; o que tenho &eacute; voc&ecirc;.<br />&Eacute; voc&ecirc; quem tem caminhado<br />Comigo h&aacute; mais de um ano.<br />&nbsp;<br />&Eacute; s&oacute; voc&ecirc; que faz o mar<br />Se acalmar,<br />Quando j&aacute; n&atilde;o posso<br />Mais velejar sozinho.<br />&nbsp;<br />Como posso cuspir sobre<br />As alin&ccedil;as deixadas<br />Pelos dedos divinos de Deus?<br />&nbsp;<br />Eu procurei todos estes dias<br />Uma raz&atilde;o para enfrentar<br />A neblina que cobre o amor<br />Dos nossos olhos distra&iacute;dos.<br />&nbsp;<br />E encontrei em voc&ecirc;<br />Tudo que preciso para seguir<br />lutando por nosso amor.<br />&nbsp;<br />Encontrei na perfei&ccedil;&atilde;o<br />Que voc&ecirc; &eacute; na minha vida,<br />O sentido para enfrentar,<br />feliz, a tempestade.<br />&nbsp;<br />Eu te amo sobre tudo<br />O mais que preenche meu ser.<br />Deus sabe que abaixo dele<br />Voc&ecirc; vai reinar<br />Para sempre em meu peito.<br />&nbsp;<br />E nada,<br />Nem ningu&eacute;m mais,<br />Vai ter for&ccedil;as para<br />Enfraquecer todo amor<br />Que sinto por voc&ecirc;.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />02/03/2008</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vôo JJ 3054 em chamas</title>
          <pubDate>24/07/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/21272-voo-jj-3054-em-chamas</link>
          <description><h4>Vôo JJ 3054 em chamas</h4><p><![CDATA[De repente, l&aacute;grimas se viram<br />Prisioneiras de uma ave<br />Que n&atilde;o assentou suas patas<br />No piso escorregadio da vida.</p><p>Muito choro, muito gemido,<br />Logo calados pelo estouro<br />Que entronizou suas chamas,<br />Acesas num filme de terror.</p><p>S&atilde;o pessoas que inesperadamente<br />Deixaram de cantar sorrisos<br />Pelas estradas da vida,<br />Deixaram apenas seus passados<br />Nos cora&ccedil;&otilde;es de quem os ama.</p><p>Um avi&atilde;o que n&atilde;o pode pousar,<br />E nem pode conter o horror<br />Brotado nos cora&ccedil;&otilde;es inocentes<br />De familiares das v&iacute;timas fatais.</p><p>Muitas vidas foram apagadas<br />Sem o devido adeus familiar,<br />Sem ao menos poder<br />Lutar contra a morte.</p><p>Gritos foram com a fuma&ccedil;a<br />Que saltou suja e escura<br />Num retrato fiel da alma<br />Que completa o corpo a&eacute;reo.</p><p>Um clar&atilde;o pontilhou o c&eacute;u<br />Em chamas que umedeceram de sangue<br />Os fios das barbas hostis<br />Da neglig&ecirc;ncia brasiliense.</p><p>Num cen&aacute;rio de fasc&iacute;nio esportivo,<br />V&atilde;o-se medalhas de um ouro<br />Lutado por m&atilde;os brasileiras.<br />Mas v&atilde;o se vidas brasileiras<br />Num minuto de pesadelo.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />24/07/2007</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Eu estive longe de Você</title>
          <pubDate>07/01/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/16443-eu-estive-longe-de-voce</link>
          <description><h4>Eu estive longe de Você</h4><p><![CDATA[Eu quiz me esconder quando precisei de Você<br />Eu fugia quando Você me encontrava cansado<br />Te deixei sozinho naquelas tardes vazias<br />Nem te chamei quando Você se sentia sozinho<br />E ainda te magoei quando precisou de mim.</p><p>Estive ausente naqueles dias escuros<br />Eu não quiz Você enquanto estava com meus amigos<br />Nem te dei atenção quando estava ocupado.</p><p>Procurei todo mundo naquela noite<br />Quando quem eu precisava era Você.<br />Chorei de solidão tantas vezes<br />Sem saber que ainda sim estava comigo.</p><p>Eu passei dias inteiros sem falar com Você<br />Corri tardes inteiras de muita preguiça<br />E nem fui até a Sua casa lhe visitar.</p><p>Você disse diversas vezes que sentia minha falta<br />Mas eu nem Lhe dei ouvidos<br />Quiz viver minha vida sozinho<br />Deixei você pelas minhas coisas.</p><p>Você chorou em todas aquelas tardes frias<br />Em que eu me encontrava ausente.<br />Você suplicou o meu amor<br />Mas o que eu Lhe dei foi ainda mais dor.</p><p>Passei semanas calado, sem falar com Você<br />Mas você sempre esteve aqui<br />Passou todas as noites a embalar meu sono.</p><p>Você sempre esteve aqui<br />Nunca cansou de guiar meus passos<br />Ainda que seu coração chorasse.</p><p>Você cuidou de mim todos esses dias.<br />Mesmo eu ignorando a Sua face<br />Mesmo eu dizendo todas aquelas coisas.<br />Você continuava me amando.</p><p>Naquele dia você correu pra me abraçar<br />E eu desvei o caminho<br />Corri para o outro lado buscando conforto.</p><p>Mas ainda assim você me amava<br />Ainda assim você tentava me conquistar.<br />Você fazia barulho todas as tardes<br />Buscou com todas as Suas forças<br />Chamar-me a atenção.</p><p>Você me chamou durante noites inteiras<br />E eu nem se quer dei atenção<br />Seu coração sangrava toda vez em que me via<br />Passar por Você sem olhar seus olhos.</p><p>E agora ainda diz que nada mais importa<br />Como Você pode me aceitar de volta?<br />Se tantas lágrimas fiz Você derramar.</p><p>Como pude estar tão longe de Você<br />Você é o único que me compreende<br />E entende toda vez que volto arrependido<br />Sem perguntar nada<br />Pra me amar com todo o amor possível.</p><p>Obrigado]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />07/01/2007</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Plcas de uma vida</title>
          <pubDate>06/01/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/16425-plcas-de-uma-vida</link>
          <description><h4>Plcas de uma vida</h4><p><![CDATA["Siga em frente"<br />- As suas ordens.</p><p>"Mão à esquerda"<br />- Desculpa sou destro.</p><p>"Não pise na grama"<br />- Como se eu,<br />tivesse meus pés no chão.</p><p>"Vire à direita"<br />- E se desta vez<br />eu tentar ir reto.</p><p>"CUIDADO! CÃO BRAVO"<br />- Bom, de bravo<br />já chega me bolso.</p><p>"Não jogue lixo"<br />- Vish, <br />agora já foi!!</p><p>"Lombada<br />500 m"<br />- Como se uma simples placa,<br />pudesse prever os obstáculos da vida".</p><p>"Reduza a velocidade"<br />- Se eu reduzir ainda mais,<br />vou acabar parando.</p><p>"Pare"<br />- De novo?<br />Agora não.</p><p>"Cuidado, pessoas na pista"<br />- Espero que ao menos essas<br />não passem por cima de mim.</p><p>"Não entre"<br />- Aih. Desculpa. <br />Que vergonha.</p><p>"Apenas convidados"<br />- Opah, o que estou fazendo aqui!</p><p>"Não fume"<br />- Ei cara,<br />você não sabe ler?</p><p>"Cemitério à esquerda"<br />- Já já chego aí.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />06/01/2007</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Quem tem ouvidos, ouça</title>
          <pubDate>06/01/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/16422-quem-tem-ouvidos-ouca</link>
          <description><h4>Quem tem ouvidos, ouça</h4><p><![CDATA[Eu ouvi gritos na noite passada<br />Gritos de um calar soluçante<br />Nas gargantas dos pobres diabos<br />Que perambulam pelo toque de Israel.</p><p>Foram três dias de pura escuridão<br />Três dias necessários pra purificação<br />De um povo preso ao mal intumescido<br />Repreendido no olhar de um criaça.</p><p>Milhões de corpos jogados<br />Ao vento da terra santa<br />Que já não encanta nem as pedras<br />Que caem do céu nebuloso.</p><p>Foram anos de bombas salgadas,<br />Séculos de um orgulho estendido<br />Sobre a areia seca manchada<br />Pelo sangue da humilhação.</p><p>Mas foram apenas bombas salgadas<br />Que tiraram gritos daqueles<br />Que já estavam mortos<br />De espírito e alma.</p><p>Eu quiz ver os olhos daquele que pousou<br />Enfiado na coleira de um dragão.<br />Mas ele os manteve seguros<br />Enquanto me contava do oriente.</p><p>Foram guerras civis aquelas<br />Em que alguém perdeu a dignidade<br />E nem buscou mas paz pra humanidade<br />Pois coisas assim surgem<br />De almas desesperadas. </p><p>Mas eu ouvi gemidos numa casa vazia<br />Foram os de uma mulher<br />Morta pelas mãos de um soldado.<br />Tentei toca-la<br />Mas ela é fruto de algo que desconheço.</p><p>Foram ainda três dias aqueles<br />Em que as estrelas cairam do céu<br />E cessaram as bombas dos céculos<br />Pra incendiar momentos de terror,<br />Por momentos de dor.</p><p>Muitos não puseram a cara pra fora<br />Muitos nem tiraram seus corpos dos túmulos<br />Pra ver que o dia já era noite<br />Nos três dias em que o homem pagou<br />Séculos de ignorância.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />06/01/2007</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
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          <title>Foram lírios e rosas</title>
          <pubDate>06/01/2007</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/16417-foram-lirios-e-rosas</link>
          <description><h4>Foram lírios e rosas</h4><p><![CDATA[Nos dias em que<br />aprendi amar o teu olhar<br />Nos lírios em que<br />começei amar os teus lábios<br />Foram petálas de amor<br />No vermelho da paixão.</p><p>Foi qaundo meu coração bateu<br />Por ti<br />Na porta do paraíso<br />Em busca dos teus<br />únicos e delirantes<br />beijos.</p><p>Foram soluços<br />vários<br />Quando me peguei livre<br />Entre seus lábios vermelhos.</p><p>A mesma cor<br />A mesma intensidade<br />Da rosa saltada sobre tua canção<br />Quando me destes teu terno coração.</p><p>Não foram folhas ao vento<br />Foram flores de um casamento<br />Que ainda não foram.<br />Mas já afloraram os sentimentos.</p><p>Sentimentos perdidos<br />Vendidos<br />Para que eu compre<br />Toda vez em que me vejo perdido<br />Entre tuas carícias<br />De um amar sem malícias.</p><p>Surgiu na tarde<br />Em que verde era o mar<br />Em que a pétala sonhava<br />Com lírios de um amor maior.</p><p>Mas foi quando abri meus lábios<br />Pela primeira vez junto aos teus<br />Que sonhei com rosas<br />Que me vi entre lírios<br />Flores de um amor eterno<br />Coros de um amar divino.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />06/01/2007</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Maestra do Amor</title>
          <pubDate>27/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/13220-maestra-do-amor</link>
          <description><h4>Maestra do Amor</h4><p><![CDATA[O céu abraçou a vida<br />Com os braços da perfeição<br />Gerada pelo amor do teu amar.<br />Mulher que acalma as ondas<br />Quando a tempestade chora<br />as lágrimas <br />da escuridão atrevida.<br />Logo rompida pela luz do teu olhar.</p><p>As águas puras do amor sincero<br />Desceram as correntezas da vida<br />Pra te entregar as vestes da ternura<br />Que enriquecem tua alma<br />De uma doce e rara formosura.</p><p>O orvalho molha os lírios<br />Aveludados da plenitude lírica<br />Encontrada no meu amor por ti.<br />O orvalho cai em gotas lentas<br />E entra em meu mais profundo ser<br />De rouca voz retida pela tua canção.</p><p>Assim meu violão corajoso<br />Leva teu canto harmonioso<br />Aos ouvidos de um sentimento dengoso<br />Gostoso que levou-me a ti com as mãos<br />E envadiu de alegria o meu coração. </p><p>As aves voaram o vôo da eternidade<br />Presente nos teus olhos castanhos.<br />São as aves que soprei para ti<br />Pra te presentearem com o canto<br />Do amor que ecoa nas batidas de meu coração<br />Já percebidas pelas estrelas<br />Que se apagaram na escurião.<br />Pois agora quem brilha és tu.</p><p>Linda maestra da alegria,<br />Obriga os dentes da solidão<br />Baterem,<br />Ludibriadros com tua beleza.<br />Realeza do amor sem vão.</p><p>Vão os gritos do vento<br />No relento da morbidade expandida.<br />Perdem-se enquanto teu cantar solene<br />Rouba da Lua todo o momento<br />E o intento de encantar os corações<br />Divinos do nosso lindo amor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />27/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sombra de uma separação</title>
          <pubDate>24/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/13149-sombra-de-uma-separacao</link>
          <description><h4>Sombra de uma separação</h4><p><![CDATA[Abri meu armário<br />Para que o Sol entrasse<br />Em minha vida durante a manhã<br />Não pude manter a mente sã.</p><p>As mesmas dores esquecidas<br />A mesma escuridão.<br />É a mesma sombra<br />Que ainda cai no meu telhado.</p><p>Acordei com 19 anos<br />Abri o meu baú<br />Pra que a luz entrasse<br />Em minha família um dia desses.</p><p>Mas ela não entrou<br />Um amor apagado, congelado <br />Pelo ciclo do inexistente<br />Carinho de mãos que não se tocam.</p><p>Pensei em Deus.<br />Mas eles já amam Ele<br />Só não se amam.<br />Ao menos, não nas brigas.<br />AO menos, não na vida.</p><p>DIvidida está toda família<br />Familiariedade com um passado sombrio<br />De minha infância apagada<br />Nas fotos amareladas da dor.</p><p>Não quero ver o que eu já vi<br />Intumescidas as cascas do passado<br />Se quebram<br />Já que o passado não passou.<br />Não no casamento de meus pais.</p><p>Os gritos aindam me calam<br />De quando encolhido<br />Escondia-me no armário.<br />Ilário.<br />Mas eu o abri<br />Só pra ver<br />Se ali <br />Deus podia entrar.<br />Um dia desses.<br />Ao menos<br />Pra me ver chorar.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />24/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Mas eu levantei</title>
          <pubDate>19/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/13034-mas-eu-levantei</link>
          <description><h4>Mas eu levantei</h4><p><![CDATA[Quando minha alma cantou<br />Uma estrela do céu pulou<br />A me encontrar<br />De lágrimas sobre o mar.</p><p>Um profeta jogado nas luvas<br />De Tróia a correr sobre as chuvas<br />Na profecia dos reinos perdidos<br />Enriquecidos.<br />Mas tão empobrecidos.</p><p>As lágrimas cairam dos olhos atentos<br />De uma peste arcaica da liberdade<br />Lúgubre sentimento da vaidade.<br />Somos os postes que cairam ao vento.</p><p>Me rendo. Me prostro.<br />Ao poder indiscutível do rei<br />Eterno Deus da linguagem sincera<br />Que pondera os males que a mim causei.</p><p>Mas eu levantei.<br />Não relutei aos desejos divinos<br />Carrego nos olhos a luz de um amor<br />No peito, um canto feminino<br />E o encanto da face de uma flor.</p><p>As armas da perdição efêmera<br />Agora ecoam o canto<br />Da união de dois músicos,<br />Sob um eterno manto<br />Azul, da proteçao divina.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />19/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Flor amada</title>
          <pubDate>17/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/12976-flor-amada</link>
          <description><h4>Flor amada</h4><p><![CDATA[A voz suave da flor<br />Rompeu o silêncio do jardim.<br />Saqueou os olhares dos anjos<br />Bem como de todos os arcanjos.</p><p>Miguel afiou a espada<br />Celou o cavalo da luz divina<br />Agora proteje a flor amada.<br />Admirada pelos ventos terrestres<br />Tomada pela brisa do amor celeste.</p><p>Rafael, saudoso arcanjo da cura,<br />Tomou o amor nas mãos<br />Com elas segurou o coração <br />Da flor singela.<br />Braços seguros de um anjo amoroso<br />Seguram a bela flor todas noites<br />A embalar um sono harmonioso.</p><p>São Gabriel soprou a trobeta<br />Aos quatro cantos do mundo<br />Quando ouviu a voz da flor soar<br />Nos ares da prosperidade<br />Nos ares do amor.<br />Do meu amor pela flor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />17/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>De repente amor</title>
          <pubDate>15/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/12933-de-repente-amor</link>
          <description><h4>De repente amor</h4><p><![CDATA[De repente o vento sopra mais forte<br />O Sol agora se p&otilde;e ao norte?<br />De repente a Lua cantou pra mim<br />Nunca vi uma flor olhar assim.</p><p>Uns dizem que &eacute; o amor<br />N&atilde;o te cura nem dor<br />Quando a dor &eacute; o amor.</p><p>Um sentimento novo?<br />N&atilde;o sei. &Eacute; novo.<br />Sempre novo.<br />Arrepia meu corpo...<br />Torto...<br />Algo est&aacute; errado<br />Parece que ontem mesmo Elvis estava morto<br />Meu Deus! Sinto-me amado...</p><p>Algu&eacute;m! Chame o quarteto fant&aacute;stico!<br />Sarc&aacute;stico!<br />Uma rosa sorriu pra mim<br />De repente me vi beijando-a<br />Bem no meio de um jardim<br />Sem bairro, nem rua<br />Em nenhum lugar<br />Em qualquer lugar<br />De repente me vi no mar.<br />No ar.<br />Seja onde for.<br />Seja pra onde a flor for.<br />For a flor.<br />Sem dor.<br />Flor sem for.<br />De repente<br />Amor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />15/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Brotou o divino</title>
          <pubDate>05/07/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/12781-brotou-o-divino</link>
          <description><h4>Brotou o divino</h4><p><![CDATA[Quando os velhos da noite procuraram a sombra<br />Não mais a encontraram<br />Nem mais sentiram escuridão alguma.<br />Pois uma rosa brotou no jadim da esperança.<br />E o anjo pôs-se a jogar a lança<br />Que atravessou dois corações<br />Em prantos suaves do amor divino.<br />Divinamente enraizado na floresta da vida.</p><p>Mesmo sob o olhar de um dragão<br />Sob a fumaça do aquilão<br />Saltaram em meus os olhos o pranto do amor<br />O amor em minha alma<br />O amor que acalma<br />Salva<br />Vá!</p><p>Ordeno que vá!<br />Serpente das quatro línguas.<br />Serpente lúgubre da depressão.<br />Vá pelo impor e sobrepor de minhas mãos.<br />POis uma rosa brotou em meu coração.<br />É o amor.<br />Aquele do príncipio<br />Aquele do fim.<br />Aquele que ensina,<br />Venha o que vier,<br />Aquele que une<br />O homem a mulher.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />05/07/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sombra da madrugada</title>
          <pubDate>10/03/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/10355-sombra-da-madrugada</link>
          <description><h4>Sombra da madrugada</h4><p><![CDATA[As rosas não abrem-se mais<br />Não mais sorriem ao meio-dia<br />Mas deitam-se toda noite<br />E cantam ao calar da madrugada.<br />Os intrépidos raios buscam o nada<br />Procuram o inexistente da vida.<br />E as rosas não sorriem mais<br />Mas falam ao calar da meia-noite<br />Soluçam frases de um vento galopante<br />Nas asas de um disco voador.<br />É o sonho dos vampiros românticos<br />Mistuado a fumaça da folha verde.<br />O sangue que corre nas veias do unicórnio <br />Não correu nas varises da esperança.<br />As rosas não abrem-se mais<br />Mas sorriem ao fumacear da meia-noite.<br />A solidão então deita-se em paz<br />Descansa os fuzis engatilhados.<br />O céu azul mergulhado no bom vinho<br />Tinto e suave das memórias sombrias.<br />O último cigarro da erva morimbunda.<br />Um aquilão saltou soberbo<br />Das profundezas da sombra projetada<br />Um horizonte ao fim da janela.<br />Um mundo nas placas de uma tela.<br />Qem não soltou os cães ferozes<br />Pelos labirintos dos ouvidos atentos.<br />O silêncio dos sábios mortos.<br />Flasa sabedoria de um ansião fardado<br />Fardado de preto no caixão da vida.<br />As rosas não abriram-se mais<br />Enquanto os olhos tristes da vida<br />Refletirem a sombra brilhante da morte.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />10/03/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>O vento do amor</title>
          <pubDate>05/02/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9790-o-vento-do-amor</link>
          <description><h4>O vento do amor</h4><p><![CDATA[Tremeram os campos das rosas solitárias<br />Tiritaram as matas das árvores caladas<br />Pois o vento do amor inabalável<br />Crusou os ares na elagância imprevista.</p><p>Os mares da vaidade não mais se enchem<br />E os lares da crueldade inflamada<br />Queimaram com o fogo da ignorância<br />Pois o vento viril voltou a ciadade.</p><p>O vento que soprava do norte<br />Agora sopra de todos os lados<br />Pois é o vento do amor irredutível<br />O único sentimento digno de honra<br />Uníca louvável pedra no caminho da morte.</p><p>O leão da dor rugiu noites em claro<br />E as folhas guerreiras da depressão<br />Curadas,<br />Aplaudem o vento sublime que crusou o céu.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />05/02/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Alguem tentou matar o amor</title>
          <pubDate>22/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9535-alguem-tentou-matar-o-amor</link>
          <description><h4>Alguem tentou matar o amor</h4><p><![CDATA[Quem ousou jogar sentimento de tamanha plenitude fora?<br />O vulto que correu os corações escarnecidos<br />E zombou mentes desfalecidas,<br />Transformou o mais belo e sublime sentir<br />Em pedras dilaceradas da opacidade.<br />Mas quem é esta fera destemida?<br />Soltou seu grito lamentoso das almas perdidas<br />No vale das chamas engrandecidas.<br />Tem rompido e apagado o fogo das cansadas velas<br />Que flamejaram séculos acesas<br />Que iluminaram anos repletos de magia<br />Hoje invadidos por tamanha hipocrisia.<br />Quem tentou entrar no santuário sagrado?<br />E nem percebeu que queimava as suas vestes.<br />És Alexandre, Judas, Manson ou Hitler?</p><p>Um raio inquietou o imenso céu<br />Se desfez na grandeza de três brilhos<br />Mas que comungavam o mesmo corpo.<br />A terceira luz contou sua profecia.<br />A fera sangrenta de coração em pedra<br />É a ruína da vida e a morte do amor.<br />E o sentimento desprezado por Deus<br />É Maldade e a rebeldia em pesados aquilhões.</p><p>Alguém ousou em despresar o o amor<br />Alguém ousou em ignorar a luz<br />E nem percebeu que suas vestes queimam<br />E se desfazem em fogo sagrado.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />22/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>O maestro das sombras</title>
          <pubDate>19/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9494-o-maestro-das-sombras</link>
          <description><h4>O maestro das sombras</h4><p><![CDATA[Uma sombra rompeu o portal da humanidade<br />E o horizonte se apagou no tempo<br />Um futuro morto pelo passado<br />Na voz do homem desordeiro.</p><p>As mãos de um servo queimarão um dia<br />A dor da inutilidade e da fraqueza<br />Refletida nos olhos do destino exasperado.</p><p>O homem conduz a sombra do desespero<br />A escuridão repleta da insanidade.<br />O homem caiu nas presas de um pesadelo<br />Fadado e julgado em fatos reais.</p><p>A homem caiu perante sua própria criação<br />A supremacia foi derrotada pela ingenuidade<br />De sanguinários e lúgubres sentimentos.</p><p>Um mundo preso a insensibilidade<br />Da horda que castiga os seus servos.<br />Um homem morto na calada da noite<br />Conduzindo suas sombras violentas.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />19/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Nossa amizade</title>
          <pubDate>19/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9491-nossa-amizade</link>
          <description><h4>Nossa amizade</h4><p><![CDATA[Um brilho saltou das lágrimas da distância<br />Sorridente se acendeu na inquieta janela<br />Que se abre a cada amanhecer do dia<br />Desde o dia em que te conheci.</p><p>Os sonhos que flamejaram noites escuras<br />Hoje vivem e sobrevivem a beleza<br />Do encanto da nossa bela amizade.<br />A amizade que soou do clarim divino<br />Tocou nossos ouvidos de um doce acalentar.</p><p>Bela és tu, princesa de realeza rara<br />A realeza de um sentimento eterno<br />Aquele que correu e recriou os campos<br />Celestes da lealdade e do amor supremo</p><p>Ninguem cegou os olhos da nossa amizade.<br />Pois a rosa que nasceu jamais morrerá<br />E os passáros que um diam cantaram<br />O soneto do amor cristalino<br />Ainda vivem e cantam a felicidade</p><p>Queimaram-se as vestes da escuridão<br />Nas cinzas em que todos os dias<br />A maravilha da nossa amizade renasce.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />19/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>I Carta a Deus Pai</title>
          <pubDate>13/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9399-i-carta-a-deus-pai</link>
          <description><h4>I Carta a Deus Pai</h4><p><![CDATA[Deus o Senhor me conhece<br />Sou aquele mero poeta<br />Aquele das palavras inquietas.<br />Hoje, sem usar muitas metáforas<br />Sem nenhuma mensagem oculta<br />Ou palavra de alto vocabulário,<br />Hoje, quero Lhe falar na simplcidade<br />Quero Lhe falar ao ouvido.</p><p>Deus...<br />Tem havido muito choro lá fora<br />A pobreza tem se alastrado a cada dia.<br />Enquanto algumas pessoas guardam suas riquezas<br />Outras morrem na pobreza.<br />O sonho de uma humanidade em paz morreu<br />Não se reconhece mais o ser humano<br />O homem está matando a ele próprio.<br />Não quero ser um projeto falido Senhor.</p><p>O mundo está em guerra<br />A guerra da ganância em busca da riqueza<br />"Enriquecer a cada dia", esse tem sido o lema.<br />Ë triste ver milhões de pessoas lutando contra a depressão<br />Quando deveriam estar amando e sendo feliz<br />Ë triste saber que uma criança morreu aqui do lado.<br />Onde está Senhor o homem feito a sua imagem?<br />Senhor nós estamos nos destruindo e destruindo a sua criação.<br />Sim pois o mundo físico também está caindo<br />A terra está abalada e  piorando a cada dia<br />Em guerras, terremotos, vulcões, tempestades....</p><p>Aprendi um dia que o Senhor nos deu o livre arbitrio<br />Mas Senhor isto está nos matando<br />Nos corroendo por fora e por dentro<br />Senhor interfira antes que seja tarde.<br />O homem não pode mais cuidar de si próprio<br />Ele está desorientado, desnorteado.<br />Ele tem sido chamado pelo demônio pelo próprio nome<br />E tem atendido com sinceros cumprimentos.<br />O homem tem sido enganado por aquele que Lhe odeia.<br />Meu Deus não permita, por favor.</p><p>Senhor...<br />O mundo está jogado na podridão,<br />Das ruas violentas e sanguinarias, <br />da prostituição infantil<br />Das crianças que nem se quer tem um lar.<br />Milhões morrem de fome<br />Por não ter nem se quer o necessário a sobrivência<br />Enquanto outros morrem de indigestão<br />Fartam até os seus cachorros<br />Enquanto um ser humano morre na porta da sua casa.</p><p><br />Senhor.... <br />Ouvi dizer que o mundo está perdido<br />Que os tempos estão ruins<br />Que as coisas não tem mais volta<br />Há muitas guerras e mortes.<br />Um homem disse na tv que é culpa sua,<br />Ou melhor: castigo Seu.<br />Mas eu não acredito...<br />Não creio nisso...<br />Não acredito que o Senhor nos castigaria<br />Nem mesmo creio que um dia nos abandonou<br />Pois um dia o Senhor me esnsinou<br />Que eu poderia chamar-lhe de Pai.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />13/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Eram olhos divinos</title>
          <pubDate>11/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9362-eram-olhos-divinos</link>
          <description><h4>Eram olhos divinos</h4><p><![CDATA[Sonhos angelicais retratavam a sua mente<br />Quando bricava com os ases da alegria<br />E os instrumentos da doçura permanente</p><p>Tinha olhos de uma luz indescritivel<br />Olhos de uma donzela divina<br />Olhos de um ser sem a malícia cretina<br />Sem nem saber onde mora o perigo.</p><p>Filha da miséria e da injustiça<br />Nasceu nas correntesas da humildade<br />Mas tinhas os olhos da ingenuidade<br />E as mãos pequenas da</p><p>Saltou cedo da cama da vida<br />E nem percebeu a maldade presente<br />Persistente nos olhos dos covardes.<br />Seus olhos tomou-se em noites vazias.</p><p>De uma alegria sempre saudável<br />Passou  a lançar lágrimas perdidas<br />Na voz gritava: "Venha a mim as criancinhas"<br />Derrepente calada pela crueldade da vida.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />11/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Um país as avessas</title>
          <pubDate>11/01/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9361-um-pais-as-avessas</link>
          <description><h4>Um país as avessas</h4><p><![CDATA[Deveria ter sido criado<br />Antes que o Sol se posse<br />E a nuvem negra voltasse.<br />A nuvem febril da tolice.</p><p>Estiveram sempre correndo<br />Como saudosas lesmas<br />Atrás daquilo que desconhecem<br />Seguindo sempre pelas mesmas.</p><p>São as mesmas estradas de um mesmo país.<br />Foram os mesmos ventos que sopraram<br />No longinquo bosque do saber exasperado<br />O bosque onde tudo se cria,<br />Em prol da democracia<br />Onde tudo se sabe,<br />Onde tudo se constrói,<br />As avessas.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />11/01/2006</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Doce Utopia</title>
          <pubDate>30/12/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9192-doce-utopia</link>
          <description><h4>Doce Utopia</h4><p><![CDATA[Um ano de justiça será criado<br />Um ano de amor a Deus<br />E aos direitos humanos.<br />Um ano de alegria será lançado<br />Das vestes de um mundo sanguinário.<br />Um ano ano diferente nascerá,<br />Cessaram os dias de morte<br />Cessaram os dias de inferno.<br />Vivemos até então um inferno<br />Um inferno implantado em nossos corações.<br />Mas agora será diferente.<br />Pois o sonho nascerá<br />E o amor resplandecerá.<br />A doce utopia dos velhos sábios.<br />A doce utopia dos profetas de ontem<br />O céu descerá em flores de doce canção.<br />As armas morreram com as guerras.<br />O ódio será preso ao mais ínfimo deserto.<br />Os dias nasceram em paz.<br />Os animais viverão em harmonia.<br />O mundo se encherá de alegrias.<br />A pobreza cessará<br />E o amor enfim renascerá<br />Como a Fenix renasce das cinzas<br />O amor voltará como uma chama<br />Uma chama que se alastra<br />Uma chama que não queima<br />O fogo da luz e paz eterna.<br />A doce utopia da vida.<br />É mais um ano que morre.<br />Mas não é mais um ano que nasce.<br />É o ano da vida<br />E da vida em plenitude.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />30/12/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>O poeta das armas intrépidas</title>
          <pubDate>30/12/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/9188-o-poeta-das-armas-intrepidas</link>
          <description><h4>O poeta das armas intrépidas</h4><p><![CDATA[Sou o poeta das madrugadas inexistentes<br />Das poesias jamais escritas<br />Dos sentimentos jamais sentidos.<br />Sou o poeta da guerra dos destinos<br />Com o que restou da minha alma.</p><p>Sou poeta dos batimentos descompassados<br />Aqueles que esperam a terra prometida<br />Onde moram as poesias de amor,<br />Onde cresci e virei ator.</p><p>Respiro o frio e trasmito o calor<br />Das minhas rimas de papel queimado<br />Nas chamas do amor sagrado<br />Na morte do rancor pelo amor.</p><p>Sou o soldado das palavras<br />O guerreiro das armas intrépidas<br />louváveis sombras do passado requentado.<br />Sou o poeta das palavras perdidas<br />Fardadas com um uniforme blindado.</p><p>Mais uma vez todos me ouviram<br />Ouviram-me no mais baixo dos subterrâneos<br />Das profundesas e chamas infernais.<br />Os mares rugidores e os astros voadores<br />Ouviram-me dos vulcões as tempestades vazias<br />O céu parou e os anjos cessaram o canto.<br />Pois mais uma vez na Terra<br />Um poeta escrevia uma poesia.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />30/12/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Alfa Ômega</title>
          <pubDate>07/12/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/8736-alfa-omega</link>
          <description><h4>Alfa Ômega</h4><p><![CDATA[Um garoto correu pelas ruas do palácio<br />O palácio da solidão atrevida<br />Retida nos olhos de um profeta<br />O profeta da vida<br />O profeta da morte.<br />Princípio e fim<br />Alfa Ômega.<br />Um garoto correu pelas alças da verdade<br />E nem olhou pra trás<br />Quando um uivo lamentoso perfurou sua alma.<br />Um anjo voou pelos corredores do apocalipse<br />E nem foi visto pelo garoto que era cego.<br />Os selos abrem-se na verdade restrita<br />Os cavaleiros chegaram então<br />Como sombras na névoa.<br />Mas Ele é Alfa Ômega.<br />Princípio e fim.<br />As lágrimas correrão em uma semana<br />Dos anos presos nas chamas do fim.<br />Caótico está o garoto.<br />Que continua correndo pelo palácio lúgubre.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />07/12/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Preso ao mal</title>
          <pubDate>07/12/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/8735-preso-ao-mal</link>
          <description><h4>Preso ao mal</h4><p><![CDATA[A flauta murimbunda já soprava a revolta<br />A revolta de um ser miserável<br />Preso na corrente inefável<br />De um monstro que correu pela solidão.<br />É os pés de um sentimento perdido<br />No labirinto das trevas solitárias<br />Um sentimento já fugaz e efêmero<br />Mas que insiste em persuadir a mente<br />De um ser inquieto e miserável<br />Preso pela algema instável.<br />És a mente de um ser malígno<br />Presa a mente de um ser indigno<br />A riqueza de um mal sórdido.<br />Onde tudo um dia mudou<br />Pra que continuasse sempre igual.<br />Um anjo caído pela espada do bem<br />Vencido pela espada santificada<br />Um anjo solitário preso nas chamas<br />Nas chamas de um coração miserável<br />Preso no vento inviável do mal.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />07/12/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Olhos fechados</title>
          <pubDate>03/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7283-olhos-fechados</link>
          <description><h4>Olhos fechados</h4><p><![CDATA[O medo acordou para o nunca mais<br />Lamentou-se inrrustido nas ruinas<br />Soprou seu clarim nas noites imortais.<br />Um soldado e sua morte repentina.</p><p>A sombra brilhou nos olhos da vida<br />Flamejou noites numa sorte cumprida<br />De um guerreiro de tantas glórias<br />Que compôs a sua própria história.</p><p>Olhos fechados para as flores de jasmim.<br />Olhos que um dia guardaram a luz<br />Amarga das lágrimas presas na cruz.<br />Um escritor que não pode escrever seu fim.</p><p>A vida que por ele um dia lutou<br />Hoje joga flores no túmulo seu.<br />Pobre homem que sua cova cavou<br />E nem se quer disse adeus.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />03/10/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Quem sou eu?</title>
          <pubDate>03/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7282-quem-sou-eu</link>
          <description><h4>Quem sou eu?</h4><p><![CDATA[No ranger de dentes da vida<br />Preso a um passado sombriu<br />De uma alma vendida<br />A quem você nunca viu.</p><p>Quem é você garoto?<br />Pisando nas pegadas de alguém<br />Caído nos braços de ninguém<br />Um olhar avistado no esgoto.</p><p>Você é quem eu sempre fui<br />E quem eu nunca pareci ser.<br />Do peito um grito lamentoso<br />Quem sou eu nesse mundo vaidoso?</p><p>No erro do seu acerto<br />Me escondo no escuro do tempo.<br />Não sei quem é você ao certo<br />Encolhido num canto ao vento.</p><p>Sou quem você nunca queis ser.<br />Crusou o lago da confusão<br />Me olhou e tomou pela mão.<br />Sou aquele que sempre fingi ser.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />03/10/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Liberdade</title>
          <pubDate>18/09/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7026-liberdade</link>
          <description><h4>Liberdade</h4><p><![CDATA[A liberdade crusou o céu<br />Em vão.<br />Então corri...<br />Corri...<br />E não encontrei<br />Uma forma se sair.<br />A liberdade crusou o mar<br />Ingenuidade.<br />Fiz o que deveria fazer<br />Sorrir sob as algemas<br />Sob aquele fuzil.<br />Sobre a Morte<br />Que crusou o céu<br />Venceu o mar<br />Mas parou...<br />Cansou.<br />Estacionou sob meus pés.<br />Então eu corri<br />Fugi de alguém<br />Sem sair do lugar.<br />Preso até o fim<br />O fim da liberdade.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />18/09/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>A solidão</title>
          <pubDate>17/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5685-a-solidao</link>
          <description><h4>A solidão</h4><p><![CDATA[Minha solidão de prazeres inefáveis<br />Tu és a leitura das folhas ao vento<br />Que toca a nefasta dos olhos intocáveis<br />Presos na escuridão que invade o momento.</p><p>Tu és um dos sentimentos desprezados<br />Mas eu te entendo como tu entendes a mim<br />Quando ecoa no grito de um vento cansado<br />Fadado de soprar a trsteza do fim.</p><p>Eu sei que tu correu pelas minhas veias<br />Quando a aranha teceu a perfeita teia<br />A tua teia de uma seda delicada<br />Apegada aos sonhos de uma alma calada.</p><p>Tu és a sombra cuidadosa da luz<br />Da inspiração do poeta que o conduz<br />Pelos braços de uma madrugada susceptível<br />Maestra de uma sinfonia inatingível.</p><p>O cantar da coruja no silêncio mergulha<br />Tu és a solidão e reinas em soberania.<br />Tu és a espera da inspiração na fagulha<br />Do vento que sopra numa alma em poesia.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />17/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Por que não sonhar?</title>
          <pubDate>17/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5684-por-que-nao-sonhar</link>
          <description><h4>Por que não sonhar?</h4><p><![CDATA[O que há de errado em sonhar?<br />Porque me julgam por ser um sonhador?<br />Eu sou um ingênuo poeta<br />Que insiste em acreditar<br />Que o amor um dia vencerá.</p><p>Há quem um dia jogou pedras<br />Nas pessoas que sonharam em voar<br />Nas pessoas que sonharam em criar<br />Formas novas de se viver uma vida.<br />Mas que também um dia foram compreedidas.</p><p>Houve um tempo que alguém que acreditou no homem<br />E sonhou que um dia ele curaria doenças<br />Ninguém acreditou...<br />Mas o dia chegou...</p><p>Não entendo por que não acreditar<br />Por que não sonhar?<br />Pois acredito e sonho que um dia:<br />A paz reinará<br />E o amor enfim vencerá.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />17/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Somos como o pássaro</title>
          <pubDate>16/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5683-somos-como-o-passaro</link>
          <description><h4>Somos como o pássaro</h4><p><![CDATA[Somos como o pássaro que não cantou<br />Que guardou o seu lindo canto<br />Escondeu o seu majestoso encanto<br />E a alegria de outros silênciou.</p><p>Nós somos aqueles a quem Deus confiou<br />As chaves de um mundo de esperanças.<br />Mas nós ainda somos crianças <br />E não sabemos nem cuidar de nós mesmos.</p><p>Somos como o pássaro que não voou<br />Que recolheu suas belas asas<br />Ficou sozinho em sua casa<br />E quanta felicidade decepcionou.</p><p>Nós somos os filhos do Deus do amor<br />Que a nós etregou a mais bela natureza.<br />Mas nós insistimos na pobreza<br />De fazer de tanta riqueza apenas dor.</p><p>Somos como o pássaro que não viveu<br />Que aos poucos esgotou o seu viver<br />Que após tantas omissões, adoeceu<br />E junto com o amor morreu.</p><p>Nós somos o plano do Deus amável<br />Mas devemos provar que não fomos vencidos<br />Que podemos ser como o pássaro confiável<br />E não somos um projeto falido.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />16/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Verdadeiro Herói</title>
          <pubDate>14/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5613-verdadeiro-heroi</link>
          <description><h4>Verdadeiro Herói</h4><p><![CDATA[Herói não é aquele de poderes fantásticos<br />Mulher maravilha, homem elástico<br />Ou aquele que possui uma força descomunal<br />Que luta contra contra um ilusório mal.</p><p>Herói é aquele que chega ao final do mês<br />Com o esforço de um trabalho honesto e digno<br />Recebendo a miséria num salário mínimo<br />E que amanhã nem sabe se terá pão outra vez.</p><p>Tem o que acaba com os inimigos mais maléficos.<br />Mas herói é aquele que vence a dor<br />A dor de ver seus filhos caquécticos<br />E ainda lutar pra sorrir e viver o amor.</p><p>Há quem diga que grande é o "homem de aço"<br />Mas na verdade o maior é aquele que endurece<br />Quando sem esperanças sua vida padece<br />Herói é aquele que toma o pobre em seus braços.</p><p>Dizem que herói é o grande guerreiro<br />Aquele que mergulha no mar mais profundo<br />Aquele que com suas mãos salva o mundo.<br />Mas na verdade herói é o brasileiro.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />14/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Você voltou</title>
          <pubDate>12/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5569-voce-voltou</link>
          <description><h4>Você voltou</h4><p><![CDATA[Vaziu!<br />A escuridão.<br />Ela nos seperou<br />Mas fui eu<br />Eu que a criei.<br />Tenho corrido sem direção<br />Buscado o inexistente.<br />Entre nós<br />Um negro véu<br />Que eu mesmo teci<br />Com essas mãos<br />Que um dia estiveram juntas<br />Juntas em harmonia.<br />Mas...<br />Você está aqui<br />Aqui em algum lugar<br />Você me tocou novamente.<br />Você voltou<br />Eu sinto em meu peito.<br />Brisa fresca.<br />Ousso seus passos.<br />Seu coração,<br />Meu coração.<br />Tomou meu sentir<br />Minha alma.<br />Minhas mãos em sangue<br />Em harmonia.<br />Onde você estava?<br />Senti sua falta.<br />Por um instante<br />Pensei que tinha lhe perdido.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />12/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Alguma lágrima caiu</title>
          <pubDate>12/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5567-alguma-lagrima-caiu</link>
          <description><h4>Alguma lágrima caiu</h4><p><![CDATA[Alguma lágrima caiu bem distante<br />É mais um pai que perde seu filho<br />Caido pelas mãos de um desconhecido.<br />Chove em todo mundo<br />A tempestade fere um mundo esquecido.<br />É mais um garoto que deixa de sorrir<br />Fraco atrás dos olhos ocultos<br />No remoto mar da fé<br />Que recua nas entranhas do mundo.<br />Em algum lugar alguém dorme<br />No turbilhão de uma vida sem lar.<br />Uma terra sem luz, alegria, nem paz<br />Sem socorro à dor, sem amor, sem vida.<br />Alguma mãe não terá mais a alegria<br />De ter seu filho em seu colo.<br />É a morte sem um paraíso<br />De quem foi roubado a alegria de viver.<br />Em algum lugar alguém gritou<br />E ninguém ouviu<br />No hálito do vento que segura<br />A tristeza saída do peito de um pai<br />Que junta suas mãos em oração.<br />Cheio de tristeza, confusão e ódio.<br />Pra quem agora pouco importa<br />Pouco importa morrer amanhã.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />12/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Chorando errado</title>
          <pubDate>12/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5566-chorando-errado</link>
          <description><h4>Chorando errado</h4><p><![CDATA[São milhões chorando no mundo<br />São pessoas num mar profundo<br />De indecisões e confusões<br />No mar dos erros esquecidos.<br />Quem somos nós nesses milhões?<br />Somos só mais um, só mais dois...<br />Chorando nas indecisões e confusões<br />Só mais um ser humano que nasce<br />Mais um que vive e morre na dor<br />Em meio as lágrimas de milhões<br />Somos todos só mais um<br />Mergulhados num mar profundo<br />De indecisões em meio ao rum<br />De confusões em meio ao mundo<br />Chorando errado em chão imundo.<br />Somos só mais um que ninguém conhece<br />Que ninguém soube que existiu<br />Mas que mesmo assim insistiu,<br />Chorando as gotas da ingenuidade<br />Viver num mundo de desigualdades<br />Mas de futuros iguais<br />Seres previsiveis e tão anormais<br />Fadados a morte em meio aos milhões<br />Chorando sozinho em meio as confusões<br />Morrendo em vão em meio as indecisões.<br />Quem vai notar somos só mais um<br />Buscando um espaço na fresta da porta.<br />Em terra de gigantes<br />Derramando uma lágrima entre os milhões.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />12/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>O amor enfim voltou</title>
          <pubDate>10/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5517-o-amor-enfim-voltou</link>
          <description><h4>O amor enfim voltou</h4><p><![CDATA[Um vento soprou do norte<br />Esta noite um vento soprou<br />Trouxe em seu hálito forte<br />O amor que um dia dispertou.</p><p>Soprou um vento do Egeu.<br />Voltou meu amor que contagia<br />Trazendo enfim a alegria<br />De seus olhos aos meus.</p><p>Musa dos cabelos cacheados<br />Veio sentada brisa suave<br />Sauve a princesa encantada<br />Pra meu coração ser de novo amado.</p><p>Ela voltou quando o vento soprou<br />E veio pra não mais ir embora<br />Embora os anos que passaram<br />O amor enfim voltou.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />10/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Procurei o amor</title>
          <pubDate>06/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5427-procurei-o-amor</link>
          <description><h4>Procurei o amor</h4><p><![CDATA[Procurei uma lágrima no mar<br />Encontrei a gota do amor<br />Perdida na voz de um cantor<br />Cantando a nossa musica.</p><p>Tu és a belaza das águas<br />Minha pura realidade da paz<br />Amor intrépido fiel e capaz<br />De afogar as gotas das magoas.</p><p>Procurei uma lágrima no olhar<br />Olhar singelo de violeta<br />Linda flor flutuando pelo mar<br />É o som anglical das trombetas.</p><p>Tu és majestade real<br />Reinando em meu coração<br />Tu és minha menina <br />Menina do olhar sem igual</p><p>Procurei uma lágrima no amor<br />Que nos une a um só<br />Levantando o resto do pó<br />Que sobrou da antiga dor.</p><p>Tu és a música nas gotas do altar<br />Em um amar sem medida<br />Nas belezas retidas<br />No seu límpido olhar.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />06/07/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Páginas da vida</title>
          <pubDate>15/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/4901-paginas-da-vida</link>
          <description><h4>Páginas da vida</h4><p><![CDATA[Folhei as páginas de um passado sombrio<br />Páginas que não produzem sombra<br />Palavras intrépidas que ao nada conduz<br />Uma estrela que não produz luz<br />Ainda que no céu a margem de um rio.<br />A ti procuro em meio a escuridão<br />Tu és a Lua e as estrelas a iluminar<br />As páginas soberbas que insisto em folhear<br />Um rio a me guiar as batidas do teu coração.<br />Angústia em meio os dedos intumescidos<br />Procurando a ti amor de minha vida.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />15/06/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Tempestade</title>
          <pubDate>15/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/4900-tempestade</link>
          <description><h4>Tempestade</h4><p><![CDATA[A chuva cai em lágrimas secas<br />As tropas do vento chegaram enfim<br />Em gotas salgadas do nada<br />É a ausência que chora assim.</p><p>As pedras que tropeçam nas nuvens<br />Voam com as asas da saudade<br />Em rios de amargo pranto<br />Dos gritos do vento, um canto.</p><p>Uma manto, suave da cor do mar<br />Em soluços dos erros esquecidos<br />As águas que trovejam no ar<br />Gotejam nas feridas enfurecidas.</p><p>As nuvens escrevem na escuridão<br />O medo das estrelas escondidas<br />Inexistentes relâmpagos a recriar<br />As águas ausentes da solidão.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />15/06/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Pesadelo</title>
          <pubDate>05/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/4714-pesadelo</link>
          <description><h4>Pesadelo</h4><p><![CDATA[Oferece uma oração<br />Se o preço é morrer<br />Sem amor pra viver<br />Busca batidas no coração.</p><p>- Mayday! Mayday!<br />As vozes do vento<br />Um coração isento<br />Das lãgrimas que matei.</p><p>Sonhe sem acordar <br />Sobre soluços no mar<br />Frases que falei<br />São sonhos que sonhei.</p><p>Morre no ar<br />Foge ao voar<br />No coração que calei<br />- Mayday! Mayday!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />05/06/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Um poeta</title>
          <pubDate>26/03/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/3704-um-poeta</link>
          <description><h4>Um poeta</h4><p><![CDATA[Um grito de socorro<br />É o que me resta<br />Nesta altura do morro<br />Nada de festa.<br />Sou apenas um poeta!</p><p>De um alto precipício<br />A luz se projeta<br />Infecta!<br />Os olhos de um poeta.</p><p>É o início<br />No colo do pai<br />A lepra!<br />É meu corpo que cai.<br />O grito de um poeta.</p><p>Sem minhas pernas<br />Corro!<br />Morro!<br />Nas linhas eternas<br />De um poeta!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />26/03/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Pessoas que passam</title>
          <pubDate>26/03/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/3703-pessoas-que-passam</link>
          <description><h4>Pessoas que passam</h4><p><![CDATA[Todas as pessoas que passam<br />Todos os amigos que surgem<br />Nem sempre os ouvimos<br />Nem sempre os enxergamos<br />Façam eles o que façam<br />Só pensamos em nosso tempo que urge.</p><p>As vezes nem se quer lembramos<br />Que pessoas não são números<br />Que como todos nós<br />São imperfeitos seres humanos.</p><p>São tantas as falhas que cometemos<br />Abraços que não cedemos,<br />Pessoas que não comprimentamos,<br />Sorrisos que deixamos de dar,<br />Sem saber que amamos<br />Sem se quer saber amar.</p><p>Se nosso estivesse na veia<br />Das pessoas que deixamos para tráz<br />Que nem um bom dia de boca cheia<br />Nos atrevemos em nosso egoísmo ofertar.<br />Talvez aprendessemos na dor<br />Às amizades dar valor.</p><p>Mas quando enfim percebemos<br />Quantos amigos magoamos,<br />Dias destruímos,<br />Sonhos encerramos<br />E pessoas matamos,<br />Tornamo-nos covardes<br />Tudo torna-se tão tarde.</p><p>E quando longe tivermos frente ao mar<br />Poderemos apenas lembrar<br />As vezes relembrar<br />E muitas vezes lamentar,<br />Quantas pessoas deixamos passar.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />26/03/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vil Pecador</title>
          <pubDate>05/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2599-vil-pecador</link>
          <description><h4>Vil Pecador</h4><p><![CDATA[Ainda lembro daqueles dias<br />De quando cuspi insultos no Senhor<br />Vil pecador em atos de covardia.<br />Mas, de suas feridas sangrava apenas amor.</p><p>Soberbo, eu estava cego a vóz da razão<br />À vossa Divindade, fui ignorante e profano<br />Sádico cheio de atos medonhos e insanos.<br />O Senhor porém, só distribuiu o perdão.</p><p>Mesmo após as curas que realizastes em mim<br />Fui capaz de ser cruel ainda assim<br />A um Homem que só sabia amar<br />E ainda sim fui capaz de lhe matar.</p><p>Dois mil anos se passaram de cristianismo<br />E eu ainda lembro daquele dia em especial<br />Que ressequido de amor causei-lhe mal.<br />Eu estava repleto de um estúpido racismo.</p><p>Mesmo que tenhas levantado dentre os mortos<br />Ainda lembro de todo o mal que Lhe causei<br />Merecia ser rebaixado classe dos porcos.<br />Mas não, fui erguido como filho do Rei.</p><p>Quando aqueles pregos enormes martelei<br />E todo aquele sangue chorrou de suas mãos.<br />E aquela espada em teu peito enfim coloquei.<br />Percebi que em mim não tinha nenhum coração.</p><p>O que eu não entendo e talvez nunca entenderei<br />Porque ainda perdoou este vil pecador<br />Que covarde Lhe causou tanta dor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />05/02/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Fecho a janela</title>
          <pubDate>04/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2555-fecho-a-janela</link>
          <description><h4>Fecho a janela</h4><p><![CDATA[Da janela eu vejo o mundo<br />Desde os altos prédios<br />Até o mar mais profundo.<br />Mas um mundo de sacrilégios.</p><p>Fecho a janela todos dias<br />Dias de loucura, insanidade<br />De pessoas frias e vazias<br />Sem amor, sem piedade.</p><p>Fecho a janela à comtaminação<br />Vestes brancas não existem mais<br />Fecho a janela como meu último ais<br />Fujo da triste deterioração.</p><p>Mas não fecho a janela por medo<br />Nem mesmo sinto algum desprezo<br />Mas a fecho por total ignomínia<br />De um mundo de razão mínima.</p><p>Sinto vergonha até de mim<br />Pois também convivo sem compaixão<br />Com pessoas que sofrem o fim<br />E nem mesmo lhes estendo a mão.</p><p>Facho a janela para não chorar<br />O choro de almas perdidas<br />Lágrimas de pessoas caídas<br />E das que insistem em apenas matar. </p><p>Estamos repletos de hipocrisia<br />Somos compositores na oligarquia<br />Déspotas, criadores do mal<br />Compondo nosso própio funeral.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />04/02/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Depressão</title>
          <pubDate>29/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2405-depressao</link>
          <description><h4>Depressão</h4><p><![CDATA[Me sinto em um gueto perdido<br />Tenho caminhado e só me iludido<br />Enquanto algemado ao  jugo mundano<br />De tantos gritos por debaixo dos panos.</p><p>Tenho monopolizado minhas lágrimas<br />Expandindo meu mundinho insano<br />Depredado e banido minhas máximas.<br />É o total exílio do ser humano.</p><p>Sou observado por uma insensível horda<br />O descaso alheio me faz indefeso<br />Coração valente mas não ileso,<br />Ao mal que a noite me acorda.</p><p>A penumbra que me toma lentamente<br />Faz do meu corpo núbil e de minha mente<br />Encravados em uma solidão imódica<br />Que carrego nas costas numa vida gótica.</p><p>Ainda que imaculado em fatos fadados<br />Luto como intrépido guerreiro armado<br />Contra o mal túmido e medonho<br />Que morimbundo afasta meus sonhos.</p><p>Mas nada há de fantasia ou cabalístico<br />O que me ataca é uma depressão impune<br />Que ataca minha mente não imune.<br />Antes houvesse algo de místico.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />29/01/2005</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Vida morna</title>
          <pubDate>25/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1664-vida-morna</link>
          <description><h4>Vida morna</h4><p><![CDATA[Estou sentado sobre as mãos<br />Ainda que anos me restam<br />Deixo me levar pelas alças do fim.<br />Tenho falado sem nada dizer<br />Tenho chorado sem minhas lágrimas<br />Tenho fugido sem minhas pernas<br />Meu pobre coração bate<br />sem nem mesmo poder viver.<br />Ando sofrendo a morte da vida<br />Ainda que nada a sentir<br />A morte de uma alma nua<br />Escura e vaz em um raio-X<br />Surda a voz da humanidade<br />Alheia ao vulgo curioso e insano.<br />Carrego em meu peito a genética<br />De gerações de intrépidos guerreiros<br />Ainda que covarde e pouco glorioso<br />Fujo de um fantasma que eu mesmo criei<br />O fantasma de uma vida morna<br />Morna de um sino que ainda não soou<br />De um servo que ainda não serviu<br />Ainda que não pretendo ser jogado<br />Expelido da boca do Rei.<br />Não tenho vivido nem mesmo sentido<br />Espero não cumprir a saga do apocalipse.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />25/12/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Ainda resta uma esperança</title>
          <pubDate>11/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1392-ainda-resta-uma-esperanca</link>
          <description><h4>Ainda resta uma esperança</h4><p><![CDATA[Ainda resta uma esperança,<br />De que ao final dessa longa tempestade,<br />Dessa ventania e dessa chuva forte,<br />O céu se abrirá... e o Sol soberano nascerá.<br />Espero que essas águas que rolam,<br />Não sejam águas transparentes na escuridão,<br />Mas que sejam sangue e suor na luz.<br />Na esperança de que a tempestade aos poucos se acalma,<br />Que ao cair da tarde, Um arco íris surgirá<br />Com sua beleza o céu custurara<br />selando a promessa de Deus com seu povo.<br />E que ao final desse arco possa-se encontrar<br />O famoso pote, que os duendes esconderam,<br />Tornando o que era mito apenas, em realidade.<br />Mas que nele não haja ouro, que ele traga esperanças e certezas.<br />Esperança de que o inverno já luta sem forças,<br />De que a primavera, vagarosa, já acorda de seu longo sono.<br />Certeza de que há uma luz ao final dessa escuridão,<br />Luz qual é emitida por uma poderosa vela,<br />Uma vela que não se apaga, chama incandescente,<br />Luz forte, de uma vela imortal.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />11/12/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Esta Noite</title>
          <pubDate>10/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1391-esta-noite</link>
          <description><h4>Esta Noite</h4><p><![CDATA[Esta noite eu me deitei:<br />Condenado às vozes do vento<br />Das trevas do momento<br />Do triste despertar do tormento.</p><p>Esta noite eu me deitei:<br />Na calmaria da tempestade.<br />Sentido preso a liberdade<br />A ruína de toda santidade.</p><p>Esta noite eu me calei:<br />Deitado a sombra do presente.<br />Ao falar de uma serpente<br />Aliada a perda de minha mente.</p><p>Esta noite eu me calei:<br />Frente o mal que anda comigo<br />Mesmo sem nenhum amigo<br />Fiz no ermo seu jazigo.</p><p>Esta noite eu me acordei:<br />Suado das sangrias do coração<br />Mar vermelho da libertação<br />Refletindo toda depressão.</p><p>Esta noite eu me acordei:<br />Aos berros de uma alma nua<br />Deixando estática a Lua.<br />Sonhos de Quimera crua.</p><p>Esta noite eu não dormi:<br />Apenas mais uma madrugada<br />De uma insônia calada<br />Vagando como zumbi.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />10/09/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amanhã será diferente</title>
          <pubDate>11/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1389-amanha-sera-diferente</link>
          <description><h4>Amanhã será diferente</h4><p><![CDATA[Amanhã tudo vai ser diferente:<br />O mundo vai saber finalmente<br />O que eu tenho em mente.<br />Tenho estado meio ausente.<br />Mas amanhã vai ser diferente,<br />Eu estarei feliz e saliente<br />E esse mundo que tanto mente<br />Terá ainda bem a sua frente,<br />Um rapaz bonito e contente.<br />Já tirei o óculos e a lente,<br />Sorrir é uma ideia excelente,<br />Alegrar esse coração carente<br />Com essa coragem serei valente.<br />Mostrarei ao mundo deprimente,<br />A todo esse povo descrente<br />Que com meu sorriso emitente<br />Tenho ainda uma vida eminente.<br />Amanhã! Sim amanhã será diferente.<br />Pena que isso já está em minha mente<br />Desde 2003 e seus finalmentes.<br />Mas amanhã tem de ser diferente!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />11/12/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
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          <title>O homem sem o amor</title>
          <pubDate>11/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1388-o-homem-sem-o-amor</link>
          <description><h4>O homem sem o amor</h4><p><![CDATA[O homem sem o amor....<br />É o pássaro sem seu ninho<br />É condenado a viver na dor<br />E a morrer sozinho.</p><p>Sem o amor o homem não é nada<br />É Lancelot sem sua espada<br />Conto de fadas sem final feliz<br />É levar na alma uma dura cicatriz.</p><p>É estrada cheio de pedra sem asfauto<br />Levar a vida direto ao holocausto<br />Levar um peito em completa hipocrisia<br />É poeta bem longe da poesia.</p><p>Sem o amor é escurecer o dia<br />Tirar do João a Maria<br />É o dilúvio sem ter existido Noé<br />É como viver sem a fé.</p><p>O homem sem o amor...<br />É levar uma vida sem alegria<br />É cenário sem ator<br />Carregar consigo uma alma toda vazia.</p><p>É fazer do coração apenas músculo<br />O nascer do Sol sem o crepúsculo.<br />É converter a vida em noites frias<br />É ter o corpo cheio de alergias.</p><p>Viver sem o amor não é viver<br />É os olhos cegar<br />É os ouvidos ensurdecer<br />É a vida toda esvaziar.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />11/12/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
                </item>
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          <title>Começo de uma história</title>
          <pubDate>08/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1376-comeco-de-uma-historia</link>
          <description><h4>Começo de uma história</h4><p><![CDATA[Não me lembro muito bem<br />Nem mesmo o dia me vem<br />Minha alma andava vazia<br />E eu ainda não a conhecia<br />Não me lembro quem estava lá<br />Mas lembro de você a me encontrar.</p><p>Era tarde de um lindo dia<br />– Irônico mas tudo começou num olá<br />Lembro-me de você a caminhar<br />E desses olhos eu por fim olhar<br />E meus olhos não mais desviar<br />Sentia nos lábios meu coração a pulsar.</p><p>Correndo riscos de entrar em paranóia<br />Abri meus lábios a lhe comprimentar<br />E o escritor o livro então a começar<br />Escrever a nossa linda história.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/Thiago+Rodrigues' title='Biografia do Poeta: Thiago Rodrigues dos Santos'><b>Thiago Rodrigues dos Santos</b></a><br />08/12/2004</p></description>
          <author>Thiago Rodrigues dos Santos</author>
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