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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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        <link>https://sitedepoesias.com.br/</link>
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          <title>Eu gosto de pensar</title>
          <pubDate>30/08/2023</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/123685-eu-gosto-de-pensar</link>
          <description><h4>Eu gosto de pensar</h4><p><![CDATA[Eu gosto de pensar que tu sente falta de minhas poesias.</p><p>Eu gosto de pensar que meus versos te fazem sonhar.</p><p>Eu gosto de pensar que ri e chora ao&nbsp; ler&nbsp; minhas rimas.</p><p>Eu gosto de pensar que voc&ecirc; se v&ecirc; em cada versejar.</p><p>Se v&ecirc; no poema antigo que escrevi pensando em voc&ecirc; mas</p><p>Que nunca disse que foi por medo que pudesse se afastar.</p><p>Quando escrevo as poesias as declamo em voz alta</p><p>Como se voc&ecirc; estivesse perto ouvindo atentamente.</p><p>O que resta a um velho poeta sen&atilde;o imaginar?</p><p>Mas tu sabes que sempre ser&aacute;s minha musa</p><p>A fonte das letras que emergem da alma aflita</p><p>De um amor que teima em ser teu eternamente.</p><p>Eu gosto de pensar que sente falta de minhas poesias.</p><p>S&oacute; assim minhas noites se tornam menos frias.</p><p>S&oacute; assim minhas linhas ficam menos vazias.</p><p>Ent&atilde;o continuo escrevendo o amor que sempre quis.</p><p>Enquanto tenho a solid&atilde;o como amiga importuna.</p><p>Esperando que voc&ecirc; me chame para ser feliz.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />30/08/2023</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>DESCOBERTA</title>
          <pubDate>14/12/2022</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/122465-descoberta</link>
          <description><h4>DESCOBERTA</h4><p><![CDATA[<strong>DESCOBERTA</strong></p><p>As Vezes pensamos que j&aacute; vimos tantas coisas e que nada mais nos surpreende at&eacute;&nbsp; que surge algu&eacute;m que meche profundamente com a gente por dentro. E acorda desejos adormecidos e ou escondidos. Que nos coloca sobre nuvens depois de tempos rastejando. Ent&atilde;o nos damos conta que queremos dizer e fazer coisas que aos olhos dos outros pode parecer loucura, mas na verdade &eacute; apenas express&atilde;o, &eacute; apenas emo&ccedil;&atilde;o querendo sair se mostrar. Assim aconteceu. Voc&ecirc; veio com esta beleza estonteante com este ar de menina em corpo de mulher pujante. O extraordin&aacute;rio vivo dentro de voc&ecirc; fez explodir meu ser e me espalhar como sementes ao vento. Estonteado que fiquei quase n&atilde;o consegui me conter em dizer coisas represadas em um cora&ccedil;&atilde;o po&eacute;tico. Houve esta descoberta, houve este mapa que veio em minha m&atilde;o para que eu pudesse decifrar o caminho para a ilha do tesouro. Ent&atilde;o aonde outros falharam eu soube que n&atilde;o falharia, pois isto tamb&eacute;m significava o caminho que te levaria a mares nunca dates navegados, a sentidos nunca dantes experimentados. N&atilde;o &eacute; culpa sua querida minha que tais sentimentos nunca lhe foram apresentados, apenas os navegantes erraram as dire&ccedil;&otilde;es, e foram insens&iacute;veis, insensatos e sem cora&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o irei jamais errar o caminho, pois esta descoberta n&atilde;o &eacute; minha t&atilde;o somente tamb&eacute;m &eacute; sua e principalmente sua. N&atilde;o ir&aacute;s se perder na jornada, irei contigo, te conduzirei pelos mist&eacute;rios da vida,&nbsp; n&oacute;s dois encontraremos os tesouros que merecemos e que est&atilde;o bem guardados no interior de nossos mais profundos sonhos. N&atilde;o quero que se perca na jornada, vou ser escravo fiel e isto me basta.</p><p>Percorrerei cada pedacinho deste mapa, serei atento aos detalhes, estarei pronto para reajustar o leme, ficarei atento aos sinais da b&uacute;ssola que se chama amor. N&atilde;o se preocupe querida, n&atilde;o deixarei que ventos de maldade te guiem a oceanos bravios, de jeito nenhum. As corredeiras n&atilde;o far&atilde;o o barco naufragar, n&atilde;o ser&aacute;s jogada ao caos da tempestade, apenas venha, deixe-me guia-la. Feche os seus olhos, eu a carregarei em meus bra&ccedil;os, eu a protegerei das maiores ondas e dos monstros marinhos.</p><p>E quando chegarmos no destino prometo que ir&aacute;s sorrir como jamais e ir&aacute;s dan&ccedil;ar como jamais dan&ccedil;ou, e ir&aacute;s cantar de alegria como jamais cantou. Descobrir&aacute;s ao meu lado que sonhos se realizam quando sonhados juntos, que h&aacute; verdade nas trilhas da esperan&ccedil;a quando quem est&aacute; ao lado busca o mesmo objetivo. Voc&ecirc; me deu o mapa e eu te revelo a dire&ccedil;&atilde;o. Confias-te a mim seus segredos mais preciosos e eu n&atilde;o ire te decepcionar. Procuras-te algu&eacute;m para poder curar as dores que sempre te acompanharam e achas-te mais que o rem&eacute;dio, achas-te um navegante que reconhece a todo seu valor, um navegante que quer tirar toda a sua dor, um navegante que sempre vai te deixar segura. Que ir&aacute; te ajudar a passar por tudo sem medo de um dia simplesmente ouvir: ADEUS!!!</p><p>(Escrito no inverno de 2022)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />14/12/2022</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>A Coragem de seguir em frente</title>
          <pubDate>14/12/2022</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/122463-a-coragem-de-seguir-em-frente</link>
          <description><h4>A Coragem de seguir em frente</h4><p><![CDATA[&Eacute; preciso ter coragem para seguir em frente.</p><p>Para vivermos tudo o que Deus tem para n&oacute;s</p><p>n&atilde;o podemos ter medo dos desafios.</p><p>Precisamos aprender a avan&ccedil;ar al&eacute;m das nossas limita&ccedil;&otilde;es.</p><p>Deus tem um c&oacute;digo infal&iacute;vel que ele nos concede&nbsp; para vivermos esta novidade de vida&nbsp; e este c&oacute;digo se chama <strong>F&Eacute;</strong>.</p><p>Ent&atilde;o tenha f&eacute; e nada ir&aacute; te fazer parar, voc&ecirc; conseguir&aacute; realizar seus sonhos.</p><p>Atrav&eacute;s da F&eacute; sua coragem ser&aacute; maximizada e seus medos n&atilde;o ir&atilde;o travar seu crescimento.</p><p>Voc&ecirc; nasceu para ser feliz.</p><p>Siga em frente!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />14/12/2022</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>O QUE OS OUTROS PENSAM</title>
          <pubDate>14/10/2014</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/103839-o-que-os-outros-pensam</link>
          <description><h4>O QUE OS OUTROS PENSAM</h4><p><![CDATA[O QUE OS OUTROS PENSAM</span><br /><i>De: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;</span><br />Mas desde quando e que o que os outros pensam sobre mim &eacute; problema meu?</span><br />Nunca foi, </span><br />N&atilde;o &eacute;, </span><br />E jamais ser&aacute;!</span><br />&nbsp;</span><br />O problema &eacute; de quem pensa.</span><br />Ou ser&aacute; que pensa?</span><br />Ou ser&aacute; que importa?</span><br />Ou ser&aacute; que ama?</span><br />Ou ser&aacute;?</span><br />&nbsp;</span><br />E sen&atilde;o pensa... N&atilde;o tem moral para julgar.</span><br />E se n&atilde;o importa... n&atilde;o tem moral para falar.</span><br />E se n&atilde;o ama. N&atilde;o tem moral para nada.</span><br />Ou ser&aacute;... Que a minha vida incomoda?</span><br />&nbsp;</span><br />Incomoda o meu modo de falar?</span><br />Incomoda o meu modo de agir?</span><br />Incomoda o meu modo de pensar?</span><br />&nbsp;</span><br />Ent&atilde;o se muda incomodado.</span><br />Procure seus pares nos</span><br />Charcos da insignific&acirc;ncia.</span><br />&nbsp;</span><br />Tenho mais o que fazer.</span><br />Tenho mais a conquistar.</span><br />Tenho outros que amam,</span><br />Pensam e se importam.</span><br />&nbsp;</span><br />O que voc&ecirc; pensa de mim</span><br />&Eacute; um problema s&oacute; seu</span><br />Ent&atilde;o n&atilde;o se incomode </span><br />Em me contar. &nbsp;</span><br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />14/10/2014</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>AMOR DE MÃE</title>
          <pubDate>29/04/2014</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/101062-amor-de-mae</link>
          <description><h4>AMOR DE MÃE</h4><p><![CDATA[<span><span style="font-size: larger;"><span style="color: rgb(255, 0, 0);"><b>AMOR DE M&Atilde;E</b></span></span></span><b></span></b><br />De: William Vicente Borges</span><br />&nbsp;<br />Amor de m&atilde;e &eacute; incompar&aacute;vel<br />Mas mesmo assim atrevo-me a dizer<br />&Eacute; a luz de um belo amanhecer.<br />&nbsp;<br />Amor de m&atilde;e &eacute; insond&aacute;vel<br />Mas ainda assim posso afirmar<br />&Eacute; o que nos faz despertar.<br />&nbsp;<br />Amor de m&atilde;e &eacute; incompreens&iacute;vel<br />Mas examinando direitinho<br />Est&aacute; exposto em cada carinho.<br />&nbsp;<br />Amor de m&atilde;e &eacute; incans&aacute;vel<br />Mas analisando de forma incontida<br />Amor de m&atilde;e &eacute; o que sustenta vida.<br />&nbsp;<br />...<br />&nbsp;<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />29/04/2014</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>DE NOVO AO PRIMEIRO AMOR</title>
          <pubDate>30/10/2013</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/97718-de-novo-ao-primeiro-amor</link>
          <description><h4>DE NOVO AO PRIMEIRO AMOR</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />DE NOVO AO PRIMEIRO AMOR</span><br /></span><br />De: William Vicente Borges</span><br />&nbsp;</span><br />Demorei a confessar</span><br />Que te abandonei Senhor.</span><br />Pois para mim se tornou f&aacute;cil</span><br />Achar racionaliza&ccedil;&otilde;es para</span><br />O consumo da minha carne.</span><br />&nbsp;</span><br />N&atilde;o sei quando tudo se transformou </span><br />Na ritualiza&ccedil;&atilde;o de uma alma vazia.</span><br />N&atilde;o sei quando entrei no</span><br />&nbsp;</span>&ldquo;piloto autom&aacute;tico&rdquo; das falas, dos cantos.</span><br />Dos ritualismos, dos sorrisos sem gra&ccedil;a.</span><br />&nbsp;</span><br />Simplesmente o tempo passou e eu nem percebi</span><br />Que mesmo dentro estava fora.</span><br />Que mesmo vendo estrelas estava na escurid&atilde;o.</span><br />Que mesmo vestido estava nu.</span><br />Que mesmo presente estava ausente.</span><br />Que mesmo por dentro estava fora de mim.</span><br />E o que &eacute; pior fora de ti.</span><br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />Demorei a confessar</span><br />Que te abandonei Senhor.</span><br />Mas ent&atilde;o interviste por miseric&oacute;rdia.</span><br />Colocou teu espelho justo na minha frente</span><br />E eu vi.</span><br />Vi meu estado.</span><br />Vi minha arrog&acirc;ncia.</span><br />Vi minha alma p&uacute;trida</span><br />Com ares de santa.</span><br />Entendi. Chorei!</span><br />&nbsp;</span></span><br />Fui at&eacute; onde ca&iacute;</span><br />Confessei. Deixei.</span><br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde tudo &eacute; mais simples.</span><br />Aonde cada can&ccedil;&atilde;o agrada a ti </span><br />E n&atilde;o &eacute; entretenimento para meu cora&ccedil;&atilde;o.</span><br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde tudo &eacute; mais abundante e a felicidade</span><br />Est&aacute; presente em cada respirar.</span><br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde cada gesto tem significado eterno</span><br />Que nos faz repousar em tuas &aacute;guas tranquilas.</span><br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde compreender meu irm&atilde;o n&atilde;o &eacute; mais dif&iacute;cil.</span></p><p>&nbsp;<br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde eu voltei a ser a ess&ecirc;ncia da tua gra&ccedil;a</span><br />Que com gra&ccedil;a me colocou no caminho certo.</span><br />Voltei ao primeiro amor</span><br />Aonde redescobri&nbsp; </span>minha voca&ccedil;&atilde;o verdadeira.</span><br />A de servo in&uacute;til e pronto para continuar a servir.</span><br />&nbsp;</span><br />Demorei a confessar</span><br />Que te abandonei Senhor.</span><br />Mas voltei ao primeiro amor</span><br />Ao inicio de tudo</span><br />Voltei para ficar.</span><br />&nbsp;</span><br />.....</span><br />&nbsp;</span><br />Primavera de 2013</span></p><p>&nbsp;<br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />30/10/2013</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>O VENTRE DE NOSSA MÃE</title>
          <pubDate>10/05/2013</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/93471-o-ventre-de-nossa-mae</link>
          <description><h4>O VENTRE DE NOSSA MÃE</h4><p><![CDATA[&nbsp;<b>O VENTRE DE NOSSA M&Atilde;E</span></b><br /><i>De: William Vicente Borges</i><br />&nbsp;<br />O ventre da nossa m&atilde;e<br />Incubadora dos milagres de Deus.<br />&nbsp;<br />&Eacute; no&nbsp; ventre da nossa m&atilde;e&nbsp; que Deus nos forma.<br />Desde o ventre da nossa m&atilde;e&nbsp; Deus nos observa.<br />&Eacute; no&nbsp; ventre da nossa m&atilde;e&nbsp; que Deus nos escolhe.<br />&nbsp;<br />O ventre da nossa m&atilde;e<br />Incubadora dos milagres de Deus.<br />&nbsp;<br />Benditos somos m&atilde;e,<br />Frutos de teu ventre.<br />&nbsp;<br />&Eacute; No ventre da nossa m&atilde;e<br />Que nosso prop&oacute;sito &eacute; tra&ccedil;ado<br />E se sa&iacute;mos do caminho<br />&Eacute; por que abra&ccedil;amos o pecado.<br />&nbsp;<br />O ventre da nossa m&atilde;e<br />Incubadora dos milagres de Deus.<br />&nbsp;<br />Nele estremecemos ainda informes<br />com o pulsar Do Esp&iacute;rito de Deus<br />que nela habita e nos recobre.<br />&nbsp;<br />Bendita seja nossa m&atilde;e.<br />A minha e a tua.<br />Aquela que embalou nosso ber&ccedil;o<br />Com a for&ccedil;a do cora&ccedil;&atilde;o.<br />&nbsp;<br />O ventre da nossa m&atilde;e<br />Incubadora dos milagres de Deus.<br />&nbsp;<br />O ventre da nossa m&atilde;e<br />Da onde Deus nos chamou.<br />&nbsp;<br />...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />10/05/2013</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>O SENTIDO DA VIDA</title>
          <pubDate>06/03/2013</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/91800-o-sentido-da-vida</link>
          <description><h4>O SENTIDO DA VIDA</h4><p><![CDATA[&nbsp;O SENTIDO DA VIDA</span></b><br /><i>De: William Vicente Borges</i><br />&nbsp;<br />At&eacute; quando, N&atilde;o.</span><br />At&eacute; quando, Por qu&ecirc;? </span><br />At&eacute; quando, Chorar.</span><br />At&eacute; quando, Viver.</span><br />&nbsp;</span><br />At&eacute; quando pensar, nisso.</span><br />At&eacute; quando pensar, naquilo.</span><br />At&eacute; quando se achar, impr&oacute;prio?</span><br />Por qu&ecirc;?</span><br />&nbsp;</span><br />Vou para de falar o que penso?</span><br />Vou para de viver o que acho?</span><br />Vou parar de rir o tempo todo?</span><br />Vou ter que ser capacho?</span><br />&nbsp;</span><br />De quem n&atilde;o cr&ecirc;?</span><br />De quem n&atilde;o quer?</span><br />De quem nada espera?</span><br />De quem nada tem?</span><br />&nbsp;</span><br />Desculpe se minha alegria te faz mal.</span><br />Perdoe minha maneira de ser e sentir.</span><br />Perdoe-me Poe existir constante. </span><br />Sou eu letra de Deus nesta m&uacute;sica</span><br />Chamada vida abundante.</span><br />&nbsp;</span><br />Deus d&aacute; o tom e eu canto.</span><br />Deus d&aacute; o ritmo e eu dan&ccedil;o.</span><br />Deus d&aacute; a tinta e eu pinto.</span><br />Deus d&aacute; a pedra e eu esculpo.</span><br />&nbsp;</span><br />E canto alegre.</span><br />E dan&ccedil;o como louco.</span><br />E pinto com muitas cores.</span><br />E esculpo com vida. E DIGO: Fala! </span><br />&nbsp;</span><br />Portanto n&atilde;o chorarei em cantos.</span><br />N&atilde;o sofrerei pelos pensamentos alheios.</span><br />Serei eu, mensageiro do amor de Deus.</span><br />S&oacute; assim a vida faz algum sentido.</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />06/03/2013</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>AVENIDA DA SAUDADE</title>
          <pubDate>01/02/2013</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/91003-avenida-da-saudade</link>
          <description><h4>AVENIDA DA SAUDADE</h4><p><![CDATA[&nbsp;AVENIDA DA SAUDADE<br />De: William Vicente Borges<br />&nbsp;<br />Pirotecnizando a avenida da saudade<br />Que de t&atilde;o atroz &eacute; t&atilde;o saudade<br />Que de t&atilde;o infinita,Nunca acaba.<br />Avenida com ladeiras &iacute;ngremes onde<br />Cada passo revela mais do que esconde.<br />Apercebo-me que vou definhando como<br />Lenha na fogueira das festas medievas.<br />&nbsp;<br />Como n&atilde;o me dei conta dos contos<br />Que n&atilde;o escrevi no cora&ccedil;&atilde;o<br />Mas que foram impressos pela prensa<br />Dos momentos que achei bem vividos<br />Mas que na verdade eram mal entendidos<br />E quem me dera poder n&atilde;o me arrepender agora.<br />&nbsp;<br />&nbsp;Esta avenida me arrepia a cada passo<br />N&atilde;o quero que me sigam pensamentos<br />Que a muito foram banidos de uma alma<br />Ferida e que agora vejo mal curada.<br />O presente passa por mim e parece<br />N&atilde;o me acompanhar, anda em descompasso.<br />Mas n&atilde;o vou me atrasar para vida,<br />De jeito nenhum.<br />&nbsp;<br />E neste show de vis&otilde;es e revela&ccedil;&otilde;es<br />Da mente s&atilde; e do cora&ccedil;&atilde;o teimoso<br />Caminho, sem correr. Agora n&atilde;o posso mais.<br />E os que andam ao meu lado parecem<br />Ver-me em c&acirc;mera lenta. Mas n&atilde;o.<br />Sou Apenas caminhante pensante seguindo<br />Em frente sem querer chorar mais. E n&atilde;o vou.<br />&nbsp;<br />A avenida tem fim sim. Agora vejo. N&atilde;o a saudade.<br />Ela cresce com o revoar do p&aacute;ssaro azul<br />Que acompanha a jornada sem cantar<br />Apenas observa aonde tudo vai parar.<br />Mas eu j&aacute; sei. Tudo est&aacute; escrito no livro.<br />Quem me deu o primeiro empurr&atilde;o<br />Na avenida sabe at&eacute; aonde ir&aacute; me levar.<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o saudade vem comigo. Sem problemas.<br />Sou eu que te fa&ccedil;o companhia. Sou eu que<br />Na verdade dito a passada e n&atilde;o voc&ecirc;.<br />Sou eu que domino sobre ti. Atribulada!<br />Meus sorrisos continuam, minha alegria<br />De caminhar &eacute; maior que seu desd&eacute;m.<br />Ent&atilde;o. Contente-se em me ver feliz.<br />&nbsp;<br />....]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />01/02/2013</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>Prossigo</title>
          <pubDate>13/08/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/86400-prossigo</link>
          <description><h4>Prossigo</h4><p><![CDATA[&nbsp;<b>Prossigo</span></b><br /><i>Por William Vicente Borges</i><br />&nbsp;<br />Prossigo<br />Subindo os montes<br />Atravessando vales<br />Nadando em rios<br />Vencendo mares.<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o algu&eacute;m chega<br />E&nbsp; me diz para<br />Ent&atilde;o algu&eacute;m chega<br />E me d&aacute; uma rasteira<br />Ent&atilde;o algu&eacute;m chega<br />E me machuca<br />De todas maneiras.<br />&nbsp;<br />Prossigo<br />Os dias s&atilde;o dif&iacute;ceis<br />Vejo muitos ficarem<br />A margem da estrada<br />Uns chorando<br />Uns morrendo<br />E outros rindo.<br />&nbsp;<br />N&atilde;o irei parar<br />N&atilde;o irei desistir<br />Quanto mais avan&ccedil;o<br />Mais pr&oacute;ximo fico<br />Vale a pena a caminhada<br />Estou prosseguindo.<br />&nbsp;<br />Prossigo...<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br /><b><i>&ldquo; Prossigo para o alvo, pelo pr&ecirc;mio da soberana voca&ccedil;&atilde;o de Deus em Cristo Jesus</span></i></b><i>.&rdquo; (Filipenses 3. 14)</span></i><br /><i>&nbsp;</span></i>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />13/08/2012</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CONVICÇÃO</title>
          <pubDate>17/05/2012</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/84146-conviccao</link>
          <description><h4>CONVICÇÃO</h4><p><![CDATA[&nbsp;<b>CONVIC&Ccedil;&Atilde;O</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges<br /></span></i><br /></span>Esta convic&ccedil;&atilde;o total<br />da meu estado<br />me leva a olhar para<br />o c&eacute;u e acreditar<br />que Deus est&aacute; l&aacute;.</p><p>Esta convic&ccedil;&atilde;o total<br />da minha posi&ccedil;&atilde;o<br />me leva a olhar ao <br />redor e acreditar<br />que Deus est&aacute; aqui</p><p>Sem justi&ccedil;as pr&oacute;prias<br />sem neoroses perversas<br />apenas seguindo crendo<br />sem auto- justifica&ccedil;&atilde;o</p><p>Vivendo no meio da opress&atilde;o<br />ouvindo da liberdade<br />que ningu&eacute;m tem de fato<br />presos a mecanismos psicol&oacute;gicos</p><p>Eu sigo pela rua estreita<br />entro pela porta estreita<br />apenas com os esfor&ccedil;o da f&eacute;<br />livre sim, do peso das culpas</p><p>Ent&atilde;o julgado por muitos, herege,<br />sou queimado no poste da maledic&ecirc;ncia<br />mas vendo a cada dia as asas que me<br />far&atilde;o voar crescerem mais e mais.</p><p>Porque a paz de Deus que excede <br />todo entendimento cobre meu cora&ccedil;&atilde;o<br />e quanto mais me aproximo <br />mais eu entendo o quanto preciso dele.</p><p>Ent&atilde;o me aceito totalmente<br />certo da minha reden&ccedil;&atilde;o<br />virando expectador da ironia<br />de tantos encurvados beligerantes</p><p>Desatormentado e seguro viro eu<br />feliz por ter sido acolhido pela Gra&ccedil;a <br />sem medo de ser feliz <br />contente com meu cora&ccedil;&atilde;o pacificado.<br /></span>................<br />Ver&atilde;o de 2010</span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />17/05/2012</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>AS DISTÂNCIAS QUE NÃO SEPARAM</title>
          <pubDate>18/08/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/75809-as-distancias-que-nao-separam</link>
          <description><h4>AS DISTÂNCIAS QUE NÃO SEPARAM</h4><p><![CDATA[&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<b><u>AS DIST&Acirc;NCIAS QUE N&Atilde;O SEPARAM</span></u></b><br /><i>Por William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;<br /><b>O que s&atilde;o as dist&acirc;ncias?</span></b><br /><b>Muralhas intranspon&iacute;veis?</span></b><br /><b>Abismos sem ponte?</span></b><br /><b>Mares inaveg&aacute;veis?</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>Talvez a dist&acirc;ncia que possa separar</span></b><br /><b>Seja a dist&acirc;ncia das milhas e dos quil&ocirc;metros.</span></b><br /><b>A vida separou, levou para p&oacute;los diferentes</span></b><br /><b>Mas que nunca exterminou o afeto</span></b><br /><b>Que jamais acabou com o cheiro</span></b><br /><b>E que se &eacute; o alimento da saudade</span></b><br /><b>Tamb&eacute;m &eacute; o alimento que</span></b><br /><b>Fortalece a felicidade do reencontro.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>Talvez a dist&acirc;ncia que possa separar</span></b><br /><b>Seja a dist&acirc;ncia do tempo</span></b><br /><b>Que se esvaiu entre os dedos</span></b><br /><b>Que amarelou as fotos </span></b><br /><b>Mas que deixou marcas t&atilde;o indel&eacute;veis</span></b><br /><b>Que a alma sorve cada lembran&ccedil;a</span></b><br /><b>Como beija-flores sugando o n&eacute;ctar</span></b><br /><b>De uma flor colorida e brilhante.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>Talvez a dist&acirc;ncia que possa separar</span></b><br /><b>Seja a dist&acirc;ncia do adeus</span></b><br /><b>Do amor que terminou no banquinho da vida</span></b><br /><b>Das l&aacute;grimas do cora&ccedil;&atilde;o partido</span></b><br /><b>Mas que nos deixou felizes por um pouco</span></b><br /><b>E mais fortes por toda a vida.</span></b><br /><b>E assim quando voltamos a amar</span></b><br /><b>O fazemos ainda melhor . </span></b><br /><b>&Eacute; como um p&aacute;ssaro aprendendo a voar.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>Talvez a dist&acirc;ncia que possa separar</span></b><br /><b>Seja a dist&acirc;ncia do agora. </span></b><br /><b>Deste agora que simplesmente n&atilde;o d&aacute;.</span></b><br /><b>Do agora que nos nega os direitos </span></b><br /><b>Que achamos que temos </span></b><br /><b>Mas que na verdade s&oacute; queremos.</span></b><br /><b>E assim sofremos o que n&atilde;o precisamos</span></b><br /><b>Diante de um anseio que &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>Talvez a dist&acirc;ncia que possa separar</span></b><br /><b>Seja a dist&acirc;ncia da morte.</span></b><br /><b>Muitos a julgam o t&eacute;rmino.</span></b><br /><b>Mas na verdade &eacute; s&oacute; mais uma fronteira.</span></b><br /><b>A morte &eacute; uma sombra que<span>&nbsp; </span>quando</span></b><br /><b>atropela o esperan&ccedil;oso, apenas o refresca.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>O que s&atilde;o as distancias?</span></b><br /><b>Muralhas intranspon&iacute;veis?</span></b><br /><b>Abismos sem ponte?</span></b><br /><b>Mares inaveg&aacute;veis?</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>A verdadeira dist&acirc;ncia</span></b><br /><b>Que realmente separa</span></b><br /><b>&Eacute; o &ldquo;esquecer&rdquo;.</span></b><br /><b>Mas ningu&eacute;m se esquece</span></b><br /><b>De quem o bem fez.</span></b><br /><b>Ent&atilde;o n&atilde;o h&aacute; dist&acirc;ncia</span></b><br /><b>Que me separe </span></b><br /><b>De voc&ecirc;.</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b><br /><b>.............................................</span></b><br /><b>Inverno de 2011</span></b><br /><b>&nbsp;</span></b>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />18/08/2011</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>O QUE ME RESTA</title>
          <pubDate>30/05/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/72781-o-que-me-resta</link>
          <description><h4>O QUE ME RESTA</h4><p><![CDATA[&nbsp;&nbsp;<br />O QUE ME RESTA</span></b><br />Por: William Vicente Borges<br />&nbsp;<br />Viver &eacute; arte?<br />Viver &eacute; desastre?<br />Viver faz parte.<br />&nbsp;<br />O que me resta?<br />Viver &eacute; claro.<br />Viver em abund&acirc;ncia<br />&nbsp;<br />E viver aqui<br />N&atilde;o na lua<br />Ou em marte<br />&nbsp;<br />Pois h&aacute; gente<br />Que n&atilde;o vive<br />Passa<br />&nbsp;<br />Tem gente<br />Que passa a vida<br />A diante<br />&nbsp;<br />Vive um impasse<br />Quase desastre<br />Quase alguma coisa<br />&nbsp;<br />Tem gente<br />Que deixa pra viver<br />Mais tarde<br />&nbsp;<br />E quando o<br />Mais tarde<br />N&atilde;o chega?<br />&nbsp;<br />Para mim o<br />Agora sempre<br />&Eacute; mais tarde<br />&nbsp;<br />N&atilde;o vou retardar<br />A vida<br />Isto &eacute; arte?<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o vivo a frente<br />De quem s&oacute;<br />Vive mais tarde<br />&nbsp;<br />Mas j&aacute; perdi<br />Da vida<br />Muita parte<br />&nbsp;<br />&nbsp;Viver &eacute; arte?<br />Viver &eacute; desastre?<br />Viver faz parte.<br />&nbsp;<br />E se a tristeza<br />Debulha-se<br />Em l&aacute;grimas<br />&nbsp;<br />E se a alegria<br />Esparrama-se<br />Em risos<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o &eacute; vida<br />em cada parte<br />que arde<br />&nbsp;<br />Pois h&aacute; gente<br />Que chora<br />Por toda a vida<br />&nbsp;<br />Mas n&atilde;o h&aacute;<br />Quem ria<br />A vida inteira<br />&nbsp;<br />O que me resta<br />&Eacute; viver abundantemente<br />A vida que ainda me resta<br />&nbsp;<br />N&atilde;o vou retardar<br />A vida<br />Isto &eacute; arte!<br />&nbsp;<br />........................................<br />Outono de 2011]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />30/05/2011</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ACRÉSCIMOS E DECRÉSCIMOS</title>
          <pubDate>06/05/2011</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/71688-acrescimos-e-decrescimos</link>
          <description><h4>ACRÉSCIMOS E DECRÉSCIMOS</h4><p><![CDATA[&nbsp;ACR&Eacute;SCIMOS E DECR&Eacute;SCIMOS</span></b><br />Por: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;</span></i><br />Acrescentamos pot&ecirc;ncia aos nossos carros<br />E perdemos vidas em ferragens contorcidas<br />Acrescentamos alturas aos nossos pr&eacute;dios<br />E amontoamos &nbsp;</span>escombros terroristas<br />Acrescentamos bits aos nossos computadores<br />E perdemos o calor das companhias<br />Acrescentamos lojas nos shoppings<br />E enfartamos com nossas d&iacute;vidas<br />Acrescentamos &ldquo;amigos&rdquo; em nossas redes sociais<br />E perdemos o tempo com fantasias<br />Acrescentamos sat&eacute;lites no espa&ccedil;o<br />E n&atilde;os nos reconhecemos mais no espelho<br />Acrescentamos &ldquo;botox&rdquo; em nossa face<br />E perdemos a vergonha na cara<br />Acrescentamos liberdades demais<br />Que nem nossos filhos nos querem mais<br />Acrescentamos celulares em nossas bolsas<br />E nos perdemos em conversa&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas<br />Acrescentamos em nossas &ldquo;TVs&rdquo; os canais<br />E perdemos as refei&ccedil;&otilde;es ao redor da mesa.<br />Acrescentamos um tom azul &agrave; virilidade<br />E perdemos os amores eternos da mocidade<br />Acrescentamos em tudo nosso imediatismo<br />Que a paci&ecirc;ncia se tornou &nbsp;</span>coisa feia<br />Acrescentamos nomes as nossas religi&otilde;es<br />E perdemos o verdadeiro cristianismo<br />Acrescentamos aos montes &ldquo;tuitadas&rdquo;<br />E perdemos a utilidade da prosas na pra&ccedil;a<br />Acrescentamos os &iacute;dolos do Erotismo<br />E perdemos a inoc&ecirc;ncia infantil<br />Acrescentamos senhas as nossas contas<br />E perdemos a f&eacute; na pessoa humana<br />Acrescentamos anos as nossas vidas<br />&nbsp;</span>E n&atilde;o vida aos nossos anos<br />Acrescentamos tantos prazeres &agrave; realidade<br />Que sonhar virou coisa de louco.<br />E nesta vil tarefa de acrescentar<br />Perdemos o amor pela conquista<br />Perdemos a alegria de compartilhar<br />Perdemos a vontade de ser<br />Pela inquietude do ter.<br />&nbsp;<br />...........................................<br />Outono de 2011<br />&nbsp;<br />&nbsp;</span><br />&nbsp;</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />06/05/2011</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>A TEMPESTADE</title>
          <pubDate>26/11/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/64899-a-tempestade</link>
          <description><h4>A TEMPESTADE</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>A TEMPESTADE</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges</i><br />&nbsp;<br />A tempestade cai<br />E eu da janela observo<br />Os rel&acirc;mpagos<br />A &aacute;gua do c&eacute;u<br />As&nbsp;nuvens cinzas<br />&nbsp;<br />Por quantas tempestades passei<br />A minha vida foi se prolongando<br />E eu nunca me dei conta<br />Dos dias de sol e felicidade<br />&nbsp;<br />A tempestade cai<br />A rua est&aacute; deserta<br />A mente sim, povoada<br />De lembran&ccedil;as<br />Gotas de tempos vividos<br />&nbsp;<br />Vividos como tempestade<br />Sem se dar conta<br />Dos&nbsp;momentos desequilibrados<br />Com jeito de certeza<br />Mas que certeza n&atilde;o era<br />Mesmo com bonan&ccedil;a<br />&nbsp;<br />A tempestade cai<br />O ch&aacute; na minha x&iacute;cara<br />Solta sua fuma&ccedil;a<br />O computador desligado<br />Com uma poesia inacabada<br />&nbsp;<br />A tempestade vai passando<br />A calma vai chegando<br />Sobra o barulho sereno da enxurrada<br />Carregando o que pode<br />Res&iacute;duos da chuva<br />&nbsp;<br />E eu aqui remoendo<br />Meus pr&oacute;prios res&iacute;duos<br />Que veio com a enxurrada<br />Das mem&oacute;rias doces e n&atilde;o<br />&nbsp;<br />A tempestade parou<br />As nuvens desaparecem<br />O sol sorri<br />E minha vida continua<br />Se prolongando,&nbsp;passando<br />Pelas tempestades<br />Sem se dar conta<br />Um caminhante aparece<br />Depois um c&atilde;o vira-latas<br />Crian&ccedil;as fazem pequenas &ldquo;represas&rdquo;<br />Suas m&atilde;es gritam reclamando<br />Os p&aacute;ssaros cantam nas &aacute;rvores<br />O &ldquo;arco&rdquo; aparece no c&eacute;u.<br />&nbsp;<br />Vou tomar meu ch&aacute;<br />Ligar o computador<br />Terminar a poesia<br />Melhor seria:<br />&nbsp;<br />Descer dessa caixa<br />E correr com os meninos<br />Fazendo &ldquo;represinhas&rdquo;<br />E se algu&eacute;m me chamasse de louco<br />Eu diria simplesmente:<br />&nbsp;<br />__ A tempestade passou!<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />...........................<br />Primavera de 2011<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />26/11/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ROSAS AMARELAS</title>
          <pubDate>01/10/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/62740-rosas-amarelas</link>
          <description><h4>ROSAS AMARELAS</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br />ROSAS AMARELAS<br />Por: William Vicente Borges<br />&nbsp;<br />As rosas amarelas que eu te dei<br />E que voc&ecirc; guardou no livro<br />S&atilde;o testemunhas do quanto te amei<br />Eu te amo, digo.<br />&nbsp;<br />Sei que o tempo passou<br />E tudo mudou demais<br />Estamos em outros bra&ccedil;os<br />Recebendo, e dando.<br />Outros abra&ccedil;os<br />&nbsp;<br />E ainda bem que n&atilde;o notam<br />Nossos sorrisos. tamb&eacute;m, amarelos<br />Nossa suposta felicidade, desbotada<br />E a cruel conviv&ecirc;ncia das lembran&ccedil;as<br />Que n&atilde;o podem ser anotadas<br />&nbsp;<br />As rosas amarelas que eu te dei<br />E que voc&ecirc; guardou no livro<br />S&atilde;o testemunhas do quanto te amei<br />Eu te amo, digo.<br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o segue a conclus&atilde;o<br />De que mesmo n&atilde;o nos vendo<br />Nunca mais.<br />Morrerei eu com a certeza<br />Que amor igual a este<br />N&atilde;o terei,&nbsp;jamais.<br />&nbsp;<br />......................................<br />Primavera de 2010<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />01/10/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ORAÇÃO PELO AMIGO</title>
          <pubDate>09/07/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/59431-oracao-pelo-amigo</link>
          <description><h4>ORAÇÃO PELO AMIGO</h4><p><![CDATA[<strong>ORA&Ccedil;&Atilde;O&nbsp;PELO AMIGO</strong><br />Por: William Vicente Borges<br />&nbsp;<br />Pai Celestial hoje humildemente<br />Venho lhe pedir pelo meu amigo<br />Algumas dores tem lhe incomodado<br />Alguns fardos t&ecirc;m sido muito pesados<br />&nbsp;<br />Eu estou tentando ajudar<br />O que &eacute; apenas retribui&ccedil;&atilde;o<br />Pois em tantas dores que eu passei<br />Ele sempre me estendeu a m&atilde;o.<br />&nbsp;<br />Pai Celestial, <span>&nbsp;</span>pe&ccedil;o a tua ajuda<br />Conceda-me a resposta, por favor,<br />Meu amigo est&aacute; chorando<br />E isto me causa muita dor<br />&nbsp;<br />O poss&iacute;vel por ele, <span>&nbsp;</span>tenho feito<br />Mas o imposs&iacute;vel &eacute; contigo<br />Por isto esta minha ora&ccedil;&atilde;o<br />A ti que tamb&eacute;m &eacute; amigo<br />&nbsp;<br />Pai Celestial de a ele consolo<br />Tira-o do po&ccedil;o da depress&atilde;o<br />Pois este meu amigo <br />&Eacute; muito mais que um irm&atilde;o.<br />&nbsp;<br />Ele nunca me disse n&atilde;o<br />Nunca esteve a me julgar<br />E mesmo quando eu errei<br />Ele soube me perdoar<br />&nbsp;<br />Quando come&ccedil;ou esta amizade<br />N&atilde;o consigo lembrar<br />S&oacute; sei que depois de tanto tempo<br />Como valeu o encontrar<br />&nbsp;<br />Por isso Pai Celestial<br />Ou&ccedil;a, <span>&nbsp;</span>receba meu pedido<br />E j&aacute; neste dia aben&ccedil;oa muito<br />este meu querido amigo.<br />&nbsp;<br />....................<br />Inverno de 2010</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />09/07/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>PUPILAS DILATADAS</title>
          <pubDate>16/06/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/58578-pupilas-dilatadas</link>
          <description><h4>PUPILAS DILATADAS</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>PUPILAS DILATADAS</span></b><br />Por: William Vicente Borges<br />&nbsp;<br />Estou assim<br />Estatelado<br />Completamente<br />Enamorado<br />&nbsp;<br />Pupilas dilatadas<br />Inerte<br />Petrificado<br />&Eacute; a sua beleza<br />&nbsp;<br />Tudo parou em volta<br />Tua m&atilde;o segurando<br />Bem forte a minha<br />E eu feliz da vida<br />&nbsp;<br />Para sempre<br />Para sempre<br />E n&atilde;o quero<br />Nem piscar<br />&nbsp;<br />Com medo de<br />Neste abrir e fechar<br />De olhos<br />Eu n&atilde;o veja mais voc&ecirc;<br />A me amar<br />&nbsp;<br />E tudo &eacute; verdade<br />Sonho que se tornou real<br />E eu que nem pensava<br />Que existia algu&eacute;m assim<br />T&atilde;o especial.<br />&nbsp;<br />&nbsp;<br />..................<br />&nbsp;<br />Outono de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />16/06/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>A BENÇÃO DO ESQUECIMENTO</title>
          <pubDate>16/02/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/54346-a-bencao-do-esquecimento</link>
          <description><h4>A BENÇÃO DO ESQUECIMENTO</h4><p><![CDATA[A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO ESQUECIMENTO<br />Por: William Vicente Borges</p><p>N&atilde;o chore mais por mim<br />eu n&atilde;o mere&ccedil;o<br />comece a fabricar <br />novas lembran&ccedil;as<br />de novos sentimentos<br />de novos momentos<br />de novos rumos</p><p>A vida tem seus recome&ccedil;os<br />eu recomecei<br />recome&ccedil;e tamb&eacute;m<br />viva!<br />n&atilde;o lembre mais do ontem<br />ontem foi bom<br />foi bom e durou <br />e durou o que haveria de durar</p><p>N&atilde;o entre na paran&oacute;ia de pensar<br />em premedita&ccedil;&otilde;es<br />o que aconteceu aconteceu e pronto<br />eu sofri como voc&ecirc; sofreu<br />s&oacute; que eu esqueci<br />e voc&ecirc; n&atilde;o esqueceu<br />e enquanto n&atilde;o esquecemos<br />revivemos os bons momentos<br />que por n&atilde;o existirem mais<br />se tornam sofrimentos</p><p>N&atilde;o pense que s&oacute; voc&ecirc; se doou<br />eu me doei tamb&eacute;m<br />me doei de corpo, alma esp&iacute;rito<br />e poesia<br />por&eacute;m n&atilde;o fui forte o bastante <br />para pensar que voc&ecirc; suportaria<br />e ent&atilde;o tudo terminou como deveria</p><p>O esquecimento muitas vezes<br />&eacute; uma grande ben&ccedil;&atilde;o<br />nos permite olhar para fente<br />nos permite ter novos sonhos<br />nos permite amar de novo<br />E esquecer n&atilde;o significa s&oacute; n&atilde;o lembrar<br />significa acima de tudo <br />n&atilde;o sentir <br />nem amor e nem &oacute;dio<br />apenas n&atilde;o sentir<br />s&oacute; isso<br />Eis o segredo de quem<br />aprendeu a perdoar</p><p>N&atilde;o pense que n&atilde;o carrego a saudade<br />ela est&aacute; l&aacute; naquela caixinha de segredos<br />na &uacute;ltima gaveta do cora&ccedil;&atilde;o<br />junto com coisas especiais<br />e de vez enquando nos esbarramos nela<br />e a&iacute; sempre uma l&aacute;grima rola<br />por que afinal de contas<br />n&atilde;o d&aacute; pra esquecer <br />que o amor existiu e foi intenso<br />mas isto<br />s&oacute; de vez enquando</p><p><br />...................<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />16/02/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CONTA GOTAS</title>
          <pubDate>05/02/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/53976-conta-gotas</link>
          <description><h4>CONTA GOTAS</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>CONTA GOTAS<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Conta beijos<br />sem conta</p><p>Conta abra&ccedil;os<br />sem conta</p><p>Conta declara&ccedil;&otilde;es <br />sem conta</p><p>Conta gotas<br />de puro carinho</p><p>S&oacute; n&atilde;o me pedi<br />para contar<br />o quanto te amo</p><p>Pois de tanto <br />te amar sem conta<br />j&aacute; perdi a conta</p><p>................<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />05/02/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CONVICÇÃO</title>
          <pubDate>26/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/53589-conviccao</link>
          <description><h4>CONVICÇÃO</h4><p><![CDATA[CONVIC&Ccedil;&Atilde;O<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Esta convic&ccedil;&atilde;o total<br />da meu estado<br />me leva a olhar para<br />o c&eacute;u e acreditar<br />que Deus est&aacute; l&aacute;.</p><p>Esta convic&ccedil;&atilde;o total<br />da minha posi&ccedil;&atilde;o<br />me leva a olhar ao <br />redor e acreditar<br />que Deus est&aacute; aqui</p><p>Sem justi&ccedil;as pr&oacute;prias<br />sem neoroses perversas<br />apenas seguindo crendo<br />sem auto- justifica&ccedil;&atilde;o</p><p>Vivendo no meio da opress&atilde;o<br />ouvindo da liberdade<br />que ningu&eacute;m tem de fato<br />presos a mecanismos psicol&oacute;gicos</p><p>eu sigo pela rua estreita<br />entro pela porta estreita<br />apenas com os esforso da f&eacute;<br />livre sim, do peso das culpas</p><p>Ent&atilde;o julgado por muitos, herege,<br />sou queimado no poste da maledic&ecirc;ncia<br />mas vendo a cada dia as asas que me<br />far&atilde;o voar crescerem mais e mais.</p><p>Porque a paz de Deus que exede <br />todo entendimento cobre meu cora&ccedil;&atilde;o<br />e quanto mais me aproximo <br />mais eu entendo o quanto preciso dele.</p><p>Ent&atilde;o me aceito totalmente<br />certo da minha reden&ccedil;&atilde;o<br />virando expectador da ironia<br />de tantos encurvados beligerantes</p><p>Desatormentado e seguro viro eu<br />feliz por ter sido acolhido pela Gra&ccedil;a <br />sem medo de ser feliz <br />contente com meu cora&ccedil;&atilde;o pacificado.</p><p>................<br />Ver&atilde;o de 2010</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />26/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>OS AMANTES DO MAL</title>
          <pubDate>21/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/53417-os-amantes-do-mal</link>
          <description><h4>OS AMANTES DO MAL</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p><strong>OS AMANTES DO MAL</strong><br /><em>Por: William Vicente Borges</em><br />&nbsp;<br /><strong>Os amantes do mal costumam se esconder</strong><br /><strong>nos &aacute;trios da santidade mais santa</strong><br /><strong>se camuflam na mata verde da </strong><br /><strong>moral chamada religiosa</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Os amantes do mal costumam se mostrar</strong><br /><strong>em seus julgamentos vis</strong><br /><strong>onde tudo &eacute; maior que o outro</strong><br /><strong>seu ego&iacute;smo &eacute; farol no lugar alto</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Os amantes do mal costumam ser amados</strong><br /><strong>pois tem muito a oferecer a ignor&atilde;ncia</strong><br /><strong>e existem muitas vidas vazias no mundo</strong><br /><strong>que dar&atilde;o suas almas pela &quot;boa&quot; mentira.</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Os amantes do mal costumam vencer</strong><br /><strong>ser os her&oacute;is do cultura do nada</strong><br /><strong>onde os semblantes sorridentes</strong><br /><strong>escondem uma alma em peda&ccedil;os.</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Os amantes do mal costumam morrer</strong><br /><strong>mas parecem viver para sempre</strong><br /><strong>tamanha as feridas que causam</strong><br /><strong>e o pior &eacute; que as vezes passam por n&oacute;s.</strong><br />&nbsp;<br /><strong>....................</strong><br /><strong>Ver&atilde;o de 2010</strong>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />21/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>DEUS SABE A HORA</title>
          <pubDate>17/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/53244-deus-sabe-a-hora</link>
          <description><h4>DEUS SABE A HORA</h4><p><![CDATA[&nbsp;</p><p>&nbsp;<br /><strong>DEUS SABE A HORA</strong><br /><em>Por: William&nbsp; Vicente Borges</em><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer SIM</strong><br /><strong>e ent&atilde;o sentimos a brisa da sua compreens&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer N&Atilde;O</strong><br /><strong>e sentimos a fragr&acirc;nccia da sua sabedoria</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer BASTA</strong><br /><strong>e todas as nossas dores se v&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer AGORA</strong><br /><strong>e nossos joelhos se dobram em gratid&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer CALMA</strong><br /><strong>e nossos medos s&atilde;o jogados ao ch&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer MUDA</strong><br /><strong>e nossa alma segue outra dire&ccedil;&atilde;o</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer N&Atilde;O TEMAS</strong><br /><strong>e sentimos o poder de suas m&atilde;os</strong><br />&nbsp;<br /><strong>Deus sabe a hora de dizer EU TE AMO</strong><br /><strong>e se prestarmos a aten&ccedil;&atilde;o veremos</strong><br /><strong>que o diz a toda hora!</strong><br />&nbsp;<br /><strong>.........................</strong><br /><strong>Ver&atilde;o de 2010</strong>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />17/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>O TEMPO DE DEUS</title>
          <pubDate>07/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52889-o-tempo-de-deus</link>
          <description><h4>O TEMPO DE DEUS</h4><p><![CDATA[O&nbsp;TEMPO DE DEUS<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Deus n&atilde;o se atrasa nem se apressa<br />o tempo dele &eacute; perfeito<br />O tempo perfeito dele<br />&eacute; o perfeito tempo para n&oacute;s</p><p>H&aacute; quem tenha medo do tempo<br />como se o tempo tivesse poder em si<br />O tempo n&atilde;o faz mal<br />O mal est&aacute; em que o homem faz com o seu tempo</p><p>Deus Domina o tempo e o domina a nosso favor<br />mas comprender isso pode durar muito tempo<br />e assim o tempo pode passar<br />vendo muita gente perdendo tempo</p><p>N&atilde;o vivamos o medo do tempo<br />deixemos o tempo na m&atilde;o de Deus<br />e o tempo que tivermos vai nos servir<br />e assim teremos tempo de viver.</p><p>Deus n&atilde;o se atrasa nem se apressa<br />o tempo dele &eacute; perfeito<br />O tempo perfeito dele<br />&eacute; o perfeito tempo para n&oacute;s</p><p>..............<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />07/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>MELHOR DO QUE PENSAVA</title>
          <pubDate>05/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52795-melhor-do-que-pensava</link>
          <description><h4>MELHOR DO QUE PENSAVA</h4><p><![CDATA[MELHOR DO QUE PENSAVA<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Pense em mim como uma brisa<br />que veio refrescou sua vida<br />at&eacute; chegar a frescor da tarde</p><p>Pense em mim como a primavera<br />que lhe deu a vis&atilde;o das flores<br />at&eacute; a chegada do ver&atilde;o</p><p>Pensa em mim como um sonho<br />que embalou de paz a noite<br />trazendo o belo amanhecer</p><p>Pense no quanto foi bom<br />e que com isso tudo <br />acabei sendo melhor do que pensava</p><p>................<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />05/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>SEMPRE É TEMPO DE AMAR</title>
          <pubDate>04/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52751-sempre-e-tempo-de-amar</link>
          <description><h4>SEMPRE É TEMPO DE AMAR</h4><p><![CDATA[SEMPRE &Eacute; TEMPO DE AMAR<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Nos encontramos no corredor do tempo<br />fora de hora?<br />N&atilde;o!<br />Na hora.</p><p>Pois &eacute; sempre hora de ser feliz<br />de amar<br />e ser amado,e isso importa<br />os anos enrugam a pele<br />mas n&atilde;o o cora&ccedil;&atilde;o</p><p>N&atilde;o existe idade para amar<br />existe orgasmo at&eacute; num olhar<br />tomemos a p&iacute;rula azul da paix&atilde;o<br />e enganemos o tempo<br />que de alguma forma quis nos enganar</p><p>...............<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />04/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ÓRFÃOS DE DEUS</title>
          <pubDate>03/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52718-orfaos-de-deus</link>
          <description><h4>ÓRFÃOS DE DEUS</h4><p><![CDATA[&Oacute;RF&Atilde;OS DE DEUS<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Mas diga-me, quem s&atilde;o eles, esses errantes?<br />Esses que est&atilde;o perdidos em suas desesperan&ccedil;as?<br />Que de suas bocas n&atilde;o saem palavras doces<br />S&atilde;o os &Oacute;rf&atilde;os de Deus. </p><p>Mas diga-me, quem s&atilde;o eles, esses beligerantes?<br />Esses que nunca dep&otilde;em suas armas<br />Que nunca pensam em paz<br />S&atilde;o os &Oacute;rf&atilde;os de Deus.</p><p>Mas diga-me, quem s&atilde;o eles, esses cambaleantes?<br />Cuja alma &eacute; dobre, cuja motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; o &oacute;dio?<br />Que jamais estendem a m&atilde;o ao aflito<br />S&atilde;o os &Oacute;rf&atilde;os de Deus.</p><p>Mas diga-me, quem s&atilde;o eles, esses desconcertantes?<br />Esses semeadores de contendas, mexeriqueiros?<br />Que tem o prazer na desgra&ccedil;a alheia<br />S&atilde;o os &Oacute;rf&atilde;os de Deus.</p><p>Mas h&aacute; nos bra&ccedil;os do Pai o abrigo seguro<br />Para aqueles que n&atilde;o querem ser &oacute;rf&atilde;os<br />Pois a ningu&eacute;m que o busca ele assim deixa<br />Pois ama, acolhe, transforma, e jamais abandona.</p><p>.........................<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />03/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>NÃO HÁ PEGADAS NO CHÃO</title>
          <pubDate>01/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52666-nao-ha-pegadas-no-chao</link>
          <description><h4>NÃO HÁ PEGADAS NO CHÃO</h4><p><![CDATA[N&Atilde;O H&Aacute; PEGADAS NO CH&Atilde;O<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Flutuo bem acima<br />n&atilde;o sei como<br />mas flutuo bem acima<br />bem acima das dores</p><p>Ou&ccedil;o barulho de asas batendo<br />mas n&atilde;o vejo nada<br />sou como crian&ccedil;a inocente<br />que apenas acredita</p><p>Esta inoc&ecirc;ncia &eacute; calma<br />como &eacute; bom esta seguran&ccedil;a<br />esta f&eacute; que me coloca acima<br />n&atilde;o h&aacute; pegadas no ch&atilde;o</p><p>As l&aacute;grimas cecaram todas<br />meu rosto brilha como o sol<br />o medo n&atilde;o existe agora<br />um estado de felicidade</p><p>Flutuo bem acima<br />n&atilde;o sei como<br />mas flutuo bem acima<br />n&atilde;o h&aacute; pegadas no ch&atilde;o</p><p>.................<br />Ver&atilde;o de 2010]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />01/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>PARA ELA COM BEIJOS E MUITO AMOR</title>
          <pubDate>01/01/2010</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52652-para-ela-com-beijos-e-muito-amor</link>
          <description><h4>PARA ELA COM BEIJOS E MUITO AMOR</h4><p><![CDATA[PARA ELA COM BEIJOS E MUITO AMOR<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Ser&aacute; que podemos realmente traduzir sentimentos em palavras? <br />Ou ser&aacute; que as palavras s&atilde;o, por mais fortes que sejam, apenas a sombra destes mesmos sentimentos?<br />seja como for, o fato &eacute; que as palavras s&atilde;o instrumentos importantes nesta tradu&ccedil;&atilde;o. Alguns traduzem sentimentos atrav&eacute;s da constru&ccedil;&atilde;o de castelos, outros pela pintura de belos quadros outros esculpem ou fazem loucuras aqui intraduz&iacute;veis, tudo para demonstrarem qu&atilde;o grande sentimento que se tem pelo outro. Mas que outro &eacute; este que merece tanto labutar, tanto carinho, tanta aten&ccedil;&atilde;o? Pois bem, o poeta tem as letras, as rimas, a constru&ccedil;&atilde;o das id&eacute;ias, e isto n&atilde;o nasce s&oacute; dentro dele. Nasce no amor doado a este outro que &eacute; ao mesmo tempo raz&atilde;o e emo&ccedil;&atilde;o, fato e inspira&ccedil;&atilde;o, sonho e realidade.<br />ser&aacute; que podemos realmente traduzir sentimentos em palavras? Ou seria esta uma tentativa v&atilde;? Ou quem sabe ainda um disfarce, uma ardil dissimula&ccedil;&atilde;o do pensamento para cobrir um desejo latente de compreens&atilde;o.Mas nunca &eacute; v&atilde; esta tentativa, pois ela &eacute; fruto co cora&ccedil;&atilde;o, da alma apaixonada, completamente entregue ao exerc&iacute;cio da paix&atilde;o. O amor precisa ser traduzido, demonstrado, para que ele, de alguma forma, precise ser tamb&eacute;m abra&ccedil;ado e compreendido como isto fosse realmente poss&iacute;vel. Precisamos ver nossos sentimentos caminhando sobre tijolos de ouro at&eacute; encontrar a alma aberta a eles, e enfim serem embalados pela aceita&ccedil;&atilde;o. Do outro que amamos. E estes mesmos sentimentos n&atilde;o precisam ser traduzidos necessariamente por muitas palavras, por uma ode triunfal, n&atilde;o!<br />As vezes apenas um risco e um ponto nunca final, podem dizer tudo. Quem ouve mensura, quem ouve entende, e ent&atilde;o chora, e ent&atilde;o ri, e ent&atilde;o corre para o lar. E a&iacute; a vida come&ccedil;a a ter sentido. Quero ent&atilde;o fazer esta declara&ccedil;&atilde;o de amor dizer mais que palavras, quero que tudo o que diga beije a aquela quem eu amo e que ela sinta o tamanho do meu amor.<br />Ser&aacute; que podemos realmente traduzir sentimentos em palavras? </p><p>...............<br />Ver&atilde;o de 2010<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />01/01/2010</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ANIVERSARIANTE ESQUECIDO</title>
          <pubDate>22/12/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52379-aniversariante-esquecido</link>
          <description><h4>ANIVERSARIANTE ESQUECIDO</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b><span style="font-size: 18pt; color: red;">ANIVERSARIANTE ESQUECIDO</span></b><br /><i><span style="font-size: 9pt; color: blue;">Por: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Um olhar observa <span>&nbsp;</span>natal</span></b><br /><b><span style="color: purple;">atento n&atilde;o quer nada perder</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Seu olhar doce e celestial</span></b><br /><b><span style="color: purple;">a tudo quer ver<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">&nbsp;</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Um homem vestido de vermelho</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Que nem sequer nunca existiu</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Recebendo de todos o carinho</span></b><br /><b><span style="color: purple;">que Ele , mesmo por tudo, nunca exigiu</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Gente agitada e irritada<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">correm como estouro de gado<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">para dinheiro ganhar e gastar</span></b><br /><b><span style="color: purple;">sem mesmo olharem para o lado</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">De seu Trono fica estupefato</span></b><br /><b><span style="color: purple;">ao ver tanta propaganda</span></b><br /><b><span style="color: purple;">que falam de tudo, menos dEle</span></b><br /><b><span style="color: purple;">isto tudo o espanta</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Sente-se muito entristecido</span></b><br /><b><span style="color: purple;">ao ver dos filmes a lota&ccedil;&atilde;o<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">mostrarem &quot;elfos&quot;, &quot;luzes&quot;. &quot;estrelas&quot;<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">e Ele nem aparece na figura&ccedil;&atilde;o<br /></span></b></p><p><b><span style="color: purple;">O mundo comemora seu anivers&aacute;rio</span></b><br /><b><span style="color: purple;">mas fica estarrecido<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">em milh&otilde;es de lares<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">para a Ceia, Ele nem &eacute; recebido</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Algu&eacute;m faz uma ora&ccedil;&atilde;o <br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">e Ele ouve muito aflito<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">pois&nbsp; &eacute; para um tal &quot;Noel&quot; <br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">que &eacute; feito o</span></b><b><span style="color: purple;"> pedido</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Mas por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a <br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">por algum momento <br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">algu&eacute;m ainda se lembra<br /></span></b><br /><b><span style="color: purple;">que &eacute; o dia &eacute; de nascimento</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">Os anjos at&ocirc;nitos notaram</span></b><br /><b><span style="color: purple;">as l&aacute;grimas se Seu cora&ccedil;&atilde;o ferido</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Por que neste natal do mundo</span></b><br /><b><span style="color: purple;">Jesus &eacute; o aniversariante esquecido</span></b><br />&nbsp;<br /><b><span style="color: purple;">...........................</span></b></p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />22/12/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>A CONFRARIA DOS DESILUDIDOS</title>
          <pubDate>21/12/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52336-a-confraria-dos-desiludidos</link>
          <description><h4>A CONFRARIA DOS DESILUDIDOS</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>A CONFRARIA DOS DESILUDIDOS</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;<br /><b>Tem gente cheia de &oacute;dio</span></b><br /><b>Vivendo de gambiarras emocionais</span></b><br /><b>Onde sua vida &eacute; um grande auto-engano</span></b><br /><b>Seus pensamentos s&atilde;o uma elucubra&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><b>De atos que de t&atilde;o conscientes s&atilde;o loucos</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Sua exist&ecirc;ncia prov&eacute;m dos pingos</span></b><br /><b>Irritantes de uma hist&oacute;ria de invejas</span></b><br /><b>Onde causar a infelicidade &eacute; o grande prazer</span></b><br /><b>Estes jamais viram a Deus, mesmo</span></b><br /><b>Que entusiasticamente dizem que cr&ecirc;em</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Est&atilde;o sempre trilhando o caminho da antipatia</span></b><br /><b>E paz &eacute; uma palavra que os mesmos desconhecem</span></b><br /><b>Porque nunca viveram a paz que alenta</span></b><br /><b>S&atilde;o como tigres prontos a estra&ccedil;alhar</span></b><br /><b>Suas v&iacute;timas. Mesmo que tenha seu DNA</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Eles formam a confraria dos desiludidos</span></b><br /><b>Que nunca viveram, n&atilde;o vivem e nem viver&atilde;o</span></b><br /><b>Pois se acham normais e todos os demais s&atilde;o loucos</span></b><br /><b>Como porcos cujo natural &eacute; a lama</span></b><br /><b>E todos os demais limpos, est&atilde;o errados.</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>S&atilde;o almas nojentas vivendo em estado de &oacute;dio</span></b><br /><b>Cuja mente &eacute; inspirada pelo inferno</span></b><br /><b>Uma exist&ecirc;ncia triste e amarga</span></b><br /><b>E por mais que d&ecirc;em presentes no natal</span></b><br /><b>Continuar&atilde;o sendo sempre o que s&atilde;o: baratas.</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>.....................</span></b><br /><b>Ver&atilde;o de 2009 (dezembro)</span></b>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />21/12/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>TEMPO DE SIMPLICIDADE</title>
          <pubDate>21/12/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/52335-tempo-de-simplicidade</link>
          <description><h4>TEMPO DE SIMPLICIDADE</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>TEMPO DE SIMPLICIDADE</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;<br /><b>O tempo de n&atilde;o fazer mal</span></b><br /><b>O tempo de n&atilde;o eleger</span></b><br /><b>A quem se deve odiar</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>O tempo de escrever</span></b><br /><b>Uma nova hist&oacute;ria</span></b><br /><b>Onde o amor &eacute; maior</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>O tempo do benef&iacute;cio ao outro</span></b><br /><b>Da restitui&ccedil;&atilde;o dos afetos</span></b><br /><b>Sem canastrice religiosa</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>O tempo de simplificar o cora&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><b>De dar a m&atilde;o sem medo</span></b><br /><b>E pura e simplesmente perdoar</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Entender finalmente o significado</span></b><br /><b>Do que &eacute; ser luz</span></b><br /><b>Refletindo os anseios de Jesus</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>O tempo de achar na verdade</span></b><br /><b>De mergulhar na alegria</span></b><br /><b>Espiritualmente aperfei&ccedil;oado.</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Amor sempre corresponde a luz</span></b><br /><b>O &oacute;dio sempre as trevas</span></b><br /><b>E n&atilde;o h&aacute; meio termo.</span></b><br /><b>.....................</span></b><br /><b>Primeiro Poema do Ver&atilde;o de 2009 (dezembro)</span></b>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />21/12/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ENTRE QUATRO PAREDES</title>
          <pubDate>11/12/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51966-entre-quatro-paredes</link>
          <description><h4>ENTRE QUATRO PAREDES</h4><p><![CDATA[<strong>ENTRE QUATRO PAREDES<br /><em>Por: William Vicente Borges</em></p><p></strong><strong>Jamais serei opologista <br />da triste separa&ccedil;&atilde;o <br />o amor nunca deveria acabar<br />ao ponto da ruptura</p><p>Sempre deveria ter um jeito<br />mas quando um n&atilde;o quer<br />dois n&atilde;o reatam<br />e a vida as vezes &eacute; assim</p><p>&Eacute; quando de um lado se perde o repeito<br />e do outro n&atilde;o existe mais paix&atilde;o<br />quando apaga-se de vez o tes&atilde;o<br />e o adeus com dores &eacute; inevit&aacute;vel</p><p>Neste momento todos s&atilde;o vitimas<br />e n&atilde;o adianta racionalizar<br />e pensamos nestas v&iacute;timas<br />infelizes de lares desfeitos</p><p>Mas diga-me o que &eacute; pior<br />n&atilde;o seria as v&iacute;timas <br />dos lares intactos, sem paz<br />sem vi&ccedil;o, sem verdor?</p><p>Quando estar junto &eacute; um jugo<br />uma tortura di&aacute;ria e massacrante<br />onde as portas das fugas<br />s&atilde;o abertas a todo instante</p><p>O que acontece entre quatro paredes<br />nunca fica entre quatro paredes<br />escapa, &eacute; extravasado de muitas formas<br />onde cada um se suicida a sua maneira</p><p>....................<br />Primavera de 2009</strong><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />11/12/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>PERSISTÊNCIA</title>
          <pubDate>01/12/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51597-persistencia</link>
          <description><h4>PERSISTÊNCIA</h4><p><![CDATA[PERSIST&Ecirc;NCIA</span></span><br /><span><em>Por: William Vicente Borges</em></span></span></p><p><strong>N&atilde;o d&aacute; para ir embora<br />n&atilde;o agora<br />n&atilde;o amanh&atilde;<br />nunca</p><p>N&atilde;o irei parar de nadar<br />as ondas brigam<br />e eu rolo com elas<br />chegarei</p><p>Ficarei at&eacute; escrever<br />o &uacute;ltimo verso<br />at&eacute; eu sentir que <br />n&atilde;o preciso mais rimar</p><p>N&atilde;o d&aacute; para ser meio<br />n&atilde;o pra mim<br />tem de ser inteiro<br />&uacute;ltima gota&nbsp; do tinteiro</p><p>Se esta &eacute; a prova<br />eu passarei por ela<br />eu tenho tempo<br />eu fa&ccedil;o o tempo</p><p>Frente a frente com os medos<br />Frente a frente com tudo<br />na fraqueza encontro for&ccedil;a<br />a cruz n&atilde;o &eacute; o fim, &eacute; s&oacute; o meio</p><p>...................<br />Primavera de 2009</span></strong><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />01/12/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CORAÇÃO ARDENTE</title>
          <pubDate>30/11/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51555-coracao-ardente</link>
          <description><h4>CORAÇÃO ARDENTE</h4><p><![CDATA[CORA&Ccedil;&Atilde;O ARDENTE<br />Por: William Vicnte Borges</p><p>N&atilde;o h&aacute; limites<br />estou no meio<br />no com&ccedil;o e no fim<br />estou al&eacute;m</p><p>Meu cora&ccedil;&atilde;o arde<br />com palavras boas<br />com aquelas que <br />ressoam do c&eacute;u</p><p>Ecos da verdade absoluta<br />todos est&atilde;o mortos<br />mas a vida pulsa<br />em suas palavras</p><p>E meu cora&ccedil;&atilde;o queima<br />eu entendo seu amor<br />cada gota de sangue na cruz<br />grito alto</p><p>Por isso quando fala<br />eu viro adrenalina<br />palavras de fogo<br />tudo em mim pega fogo</p><p>JESUS!JESUS!JESUS!<br />palavras que queimam <br />meu cora&ccedil;&atilde;o pecador!<br />Tiram a confus&atilde;o</p><p>N&atilde;o h&aacute; outro lugar<br />para onde ir<br />a n&atilde;o ser continuar<br />em teus bra&ccedil;os</p><p>...............<br />Primavera de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />30/11/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CAMINHADA</title>
          <pubDate>26/11/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51399-caminhada</link>
          <description><h4>CAMINHADA</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>CAMINHADA</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges</span></i><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Na minha frente o caminho</span></b><br /><b>Cheio de pedras</span></b><br /><b>Depois da primeira curva</span></b><br /><b>Espinhos de roseira</span></b><br /><b>Na primeira encruzilhada</span></b><br /><b>Sonhos que se perderam</span></b><br /><b>De um lado e do outro abismo</span></b><br /><b>E nos acompanhando</span></b><br /><b>Segredos que &nbsp;s&oacute; n&oacute;s conhecemos</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>A jornada parece mais vazia a cada passo</span></b><br /><b>&Eacute; preciso buscar algo para confiar</span></b><br /><b>Os rostos s&atilde;o estranhos</span></b><br /><b>As inten&ccedil;&otilde;es bastante temer&aacute;rias</span></b><br /><b>Tomo f&ocirc;lego, corro, mas n&atilde;o avan&ccedil;o muito</span></b><br /><b>H&aacute; portas que n&atilde;o entro</span></b><br /><b>H&aacute; vis&otilde;es que n&atilde;o acredito</span></b><br /><b>Sigo a esquizofrenia da fantasia do ser</span></b><br /><b>Passam por mim cobras e lagartos</span></b><br /><b>N&atilde;o como, n&atilde;o bebo, tudo d&oacute;i</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>O final da caminhada</span></b><br /><b>N&atilde;o vejo, n&atilde;o enxergo</span></b><br /><b>Mas ela sempre parece breve</span></b><br /><b>Sempre parece que o fim est&aacute;</span></b><br /><b>bem ali me esperando</span></b><br /><b>as vezes ligo, as vezes n&atilde;o</span></b><br /><b>caminho</span></b><br /><b>uma mo&ccedil;a com blusa de bolinhas</span></b><br /><b>me faz sinal para parar</span></b><br /><b>mas n&atilde;o estou afim</span></b><br /><b>a muito tempo n&atilde;o estou afim</span></b><br /><b>de nada</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Para todo mundo tudo &eacute; t&atilde;o simples</span></b><br /><b>Parece que s&oacute; eu n&atilde;o pego atalhos</span></b><br /><b>Eu n&atilde;o sei pegar</span></b><br /><b>Sou p&eacute;ssimo em ler os &nbsp;mapas da vida</span></b><br /><b>No entanto sigo, prossigo,</span></b><br /><b>Sozinho ao lado de tantos</span></b><br /><b>Tantos que n&atilde;o me compreendem</span></b><br /><b>Tantos que julgam</span></b><br /><b>Tantos </span></b><br /><b>Com ou sem eles l&aacute; vou eu</span></b><br /><b>Caminhando</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Dizem que quem n&atilde;o sabe para aonde est&aacute; indo</span></b><br /><b>N&atilde;o chega a lugar nenhum</span></b><br /><b>Mas depois de tantas coisas tiradas</span></b><br /><b>De tantas perdas </span></b><br /><b>Onde tudo vai dar</span></b><br /><b>N&atilde;o &eacute; mais relevante</span></b><br /><b>J&aacute; vivi o sonho de tanta gente</span></b><br /><b>Esqueci at&eacute; que tinha os meus pr&oacute;prios</span></b><br /><b>Ningu&eacute;m sonhou para mim</span></b><br /><b>Ningu&eacute;m</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Ningu&eacute;m liga se o peito d&oacute;i</span></b><br /><b>Se as l&aacute;grimas descem</span></b><br /><b>Nem ando chorando mais</span></b><br /><b>Minhas l&aacute;grimas secaram todas</span></b><br /><b>Acho que minha alma tamb&eacute;m secou</span></b><br /><b>S&oacute; a poesia ainda insiste</span></b><br /><b>Quando eu me afundei, ningu&eacute;m ligou</span></b><br /><b>Tudo bem, sem rancores</span></b><br /><b>Nada de pesos</span></b><br /><b>Meu cora&ccedil;&atilde;o segue leve.</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Na minha frente o caminho</span></b><br /><b>Cheio de pedras</span></b><br /><b>J&aacute; n&atilde;o ligo, sempre foi assim</span></b><br /><b>No caminho de quem ama &eacute; sempre assim</span></b><br /><b>Nunca &eacute; f&aacute;cil</span></b><br /><b>Sempre &eacute; solit&aacute;rio</span></b><br /><b>Sempre &eacute; incompreendido e incompreens&iacute;vel</span></b><br /><b>Mais uma curva</span></b><br /><b>Depois dela um morro</span></b><br /><b>Estou cansado mas vou subir</span></b><br /><b>N&atilde;o sou de voltar atr&aacute;s.</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>.........................</span></b><br /><b>Primavera de 2009</span></b>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />26/11/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS</title>
          <pubDate>22/11/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51246-antes-que-venham-os-maus-dias</link>
          <description><h4>ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS</h4><p><![CDATA[ANTES QUE VENHAM OS MAUS DIAS<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Antes que venham os maus dias<br />ame intensamente<br />e seja fiel na mesma propor&ccedil;&atilde;o</p><p>Antes que venham os maus dias<br />d&ecirc; muitos abra&ccedil;os amigos <br />em todos os amigos</p><p>Antes que venham os maus dias<br />ria e fa&ccedil;a outros rirem<br />com um bom humor inusitado</p><p>Antes que venham os maus dias<br />escreva as mais belas poesias<br />para os cora&ccedil;&otilde;es sentirem</p><p>Antes que venham os maus dias<br />fa&ccedil;a tudo da melhor maneira<br />como se fosse a &uacute;ltima vez</p><p>Antes que venham os maus dias<br />dedique os dons que Deus lhe deu<br />a ajudar ao pr&oacute;ximo, irm&atilde;o seu</p><p>Antes que venham os maus dias<br />acorde dando bom dia vida<br />e seja grato por cada gr&atilde;o</p><p>Antes que venham os maus dias<br />seja benigno e bom<br />e n&atilde;o negue o seu perd&atilde;o</p><p>Antes que venham os maus dias<br />fa&ccedil;a com que a sua vida<br />tenha valido a pena.</p><p>tudo isto<br />Antes que venham os maus dias</p><p>.............<br />Primavera de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />22/11/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>FAÇA UMA ORAÇÃO POR MIM HOJE</title>
          <pubDate>20/11/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/51149-faca-uma-oracao-por-mim-hoje</link>
          <description><h4>FAÇA UMA ORAÇÃO POR MIM HOJE</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>FA&Ccedil;A UMA ORA&Ccedil;&Atilde;O POR MIM HOJE</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges </span></i><br />&nbsp;<br /><b>Eu sei que h&aacute; tanto o que fazer</span></b><br /><b>Talvez voc&ecirc; esteja com muitas ocupa&ccedil;&otilde;es</span></b><br /><b>Mas preciso que pare um minuto</span></b><br /><b>Agem assim bons cora&ccedil;&otilde;es </span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Pe&ccedil;o com humildade e contri&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><b>Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o por mim hoje</span></b><br /><b>a maior ora&ccedil;&atilde;o &eacute; o amar</span></b><br /><b>e provar&aacute; seu amor ao orar</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Estou aflito e necessitado</span></b><br /><b>Preciso tanto que Deus envie seus anjos</span></b><br /><b>Com as respostas que preciso</span></b><br /><b>Ent&atilde;o por favor,&nbsp;ore por mim</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Um minutinho que seja</span></b><br /><b>As ora&ccedil;&otilde;es dos justos valem tanto</span></b><br /><b>Eu sei, Deus atende, sempre</span></b><br /><b>E sei que atende a voc&ecirc;</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Amanh&atilde; ser&aacute; um dia melhor</span></b><br /><b>Obrigado pela aten&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><b>O bom Senhor te recompense</span></b><br /><b>Por me mencionar em ora&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><b>&nbsp;</b><br /><b>Oraste por mim, e n&atilde;o sei teu nome</span></b><br /><b>Mas o Deus que te ouviu</span></b><br /><b>N&atilde;o esquecer&aacute; jamais</span></b><br /><b>Que voc&ecirc; fez uma ora&ccedil;&atilde;o por mim hoje.</span></b><br /><b>.............................</span></b><br /><b>Primavera de 2009</span></b>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />20/11/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>QUEBRA-CABEÇA DE DEUS</title>
          <pubDate>18/10/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/49884-quebra-cabeca-de-deus</link>
          <description><h4>QUEBRA-CABEÇA DE DEUS</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>QUEBRA-CABE&Ccedil;A DE DEUS</span></b><br /><b>Por: William Vicente Borges</span></b><br />&nbsp;<br />Outro dia eu estava desiludido, chorando</span><br />E queixando de mim mesmo, ent&atilde;o</span><br />Virei para Deus e desabafei</span><br />&nbsp;<br />___ Pai Celestial, com certeza eu sou a pe&ccedil;a</span><br />Mais insignificante do seu quebra-cabe&ccedil;a</span><br />&nbsp;<br />Ao passo que ele amorosamente respondeu</span><br />&nbsp;<br />__ Filho no meu Quebra-Cabe&ccedil;a todas as pe&ccedil;as</span><br />s&atilde;o muito importantes, se voc&ecirc; faltar ele jamais se completa</span><br />&nbsp;<br />Ent&atilde;o minha alma fr&aacute;gil e quebrantada</span><br />Voltou a sorrir.</span><br />&nbsp;<br />...............................</span><br />Primavera de 2009</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />18/10/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ELO PERFEITO</title>
          <pubDate>16/10/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/49817-elo-perfeito</link>
          <description><h4>ELO PERFEITO</h4><p><![CDATA[&nbsp;<br /><b>ELO PERFEITO</span></b><br /><i>Por: William Vicente Borges</span></i><br />&nbsp;<br />A minha vida vem amanhecendo aos poucos</span><br />Os raios da esperan&ccedil;a v&atilde;o abrindo portas</span><br />Ent&atilde;o surgem portas onde n&atilde;o haviam portas</span><br />Acabando de vez com meus dias de escurid&atilde;o</span><br />&nbsp;<br />J&aacute; tenho tempo para contemplar belezas</span><br />Muitos nem perceberam minha agonia</span><br />Mas s&oacute; eu sei o quanto chorei</span><br />Ser&aacute; que voc&ecirc; &eacute; capaz de entender isso?</span><br />&nbsp;<br />O amor em o elo perfeito que conserta tudo</span><br />Havia muito a ser consertado no cora&ccedil;&atilde;o</span><br />Mas ent&atilde;o Deus resolveu intervir</span><br />E foi no tempo que eu pensei que morreria</span><br />&nbsp;<br />Essa tremenda interven&ccedil;&atilde;o do alto</span><br />Colocou-me novamente no caminho</span><br />Eu n&atilde;o penso que estou forte o bastante</span><br />Aprendi em n&atilde;o confiar muito em mim</span><br />&nbsp;<br />Ainda em alguns momentos me assalta o medo</span><br />E eu me escondo atr&aacute;s dEle</span><br />Deus com carinho me recebe e acolhe</span><br />E assim descanso e se vai o desespero</span><br />&nbsp;<br />A minha vida vem amanhecendo aos poucos</span><br />Sinto que precisa ser assim</span><br />Tenho muito o que aprender e reaprender</span><br />&Eacute; um exerc&iacute;cio di&aacute;rio de f&eacute;</span><br />&nbsp;<br />Certamente as li&ccedil;&otilde;es foram duras para mim</span><br />Mas n&atilde;o posso reclamar, minha vida, minha d&aacute;diva</span><br />Meus dias todos est&atilde;o contados </span><br />E sei que sou guardado, protegido e amado</span><br />&nbsp;<br />Perdi muitas coisas pelo caminho</span><br />Mas achei outras e outras me acharam</span><br />Quando Deus me chamou pelo nome em voz alta</span><br />Irresistivelmente subi a escadaria para v&ecirc;-lo</span><br />&nbsp;<br />As pessoas sempre nos julgam por baixo</span><br />N&atilde;o posso entender isso, pois eu a ningu&eacute;m julgo</span><br />Mas &eacute; duo ser abandonado aos le&otilde;es</span><br />Mas ainda bem que Ele fecha a boca deles</span><br />Muitos me viram como derrotado</span><br />Mas o que &eacute; o sucesso afinal?</span><br />Aprendi que ser cuidado por Deus</span><br />&Eacute; ser mais que vencedor. Sempre fui.</span><br />&nbsp;<br />A minha vida vem amanhecendo aos poucos</span><br />E j&aacute; n&atilde;o me lembro mais da escurid&atilde;o</span><br />Ando altaneiramente, de bra&ccedil;os abertos</span><br />Pronto para abra&ccedil;ar quem ainda n&atilde;o pode ver a luz. </span><br />&nbsp;<br />..........................</span><br />Primavera de 2009</span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />16/10/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>QUEM AMA O FEIO ...</title>
          <pubDate>04/10/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/49413-quem-ama-o-feio</link>
          <description><h4>QUEM AMA O FEIO ...</h4><p><![CDATA[QUEM AMA O FEIO ...</p><p>Por: William Vicente Borges</p><p>&quot;Quem ama o feio<br />bonito lhe parece&quot;.<br />&Eacute; que o olhar direito<br />o apaixonado se esquece&quot;</p><p>O outro fica sem defeito.<br />At&eacute; a on&ccedil;a vira gatinha.<br />Nem se liga se &eacute; ca&iacute;do o peito<br />somem todos os &quot;p&eacute;s de galinha&quot;.</p><p>O cabelo sempre &eacute; lindo v&eacute;u.<br />A pele nunca &eacute; enrrugada.<br />O olhos tem cor de mel<br />e a voz &eacute; sempre aveludada.</p><p>&quot;Quem ama o feio<br />bonito lhe parece&quot;.<br />n&atilde;o existe o termo meio<br />e assim a alma padece.</p><p>Mas quando o amor acaba<br />nasce logo o ciso,<br />e ent&atilde;o vem a fala emcabulada<br />__ Como eu pude beijar isso!</p><p>Sendo assim, que ent&atilde;o o amor dure<br />e que seja para sempre at&eacute;o infinito.<br />S&oacute; assim, alegre-se o feio.<br />Ele permanecer&aacute; para sempre, bonito!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />04/10/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>CLAMOR AO NOSSO HERÓI</title>
          <pubDate>22/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48892-clamor-ao-nosso-heroi</link>
          <description><h4>CLAMOR AO NOSSO HERÓI</h4><p><![CDATA[CLAMOR AO NOSSO HER&Oacute;I<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Cinge a espada no teu flanco, her&oacute;i.<br />Precisamos de voc&ecirc; forte<br />Precisamos de voc&ecirc;, valente.<br />O amor &eacute; mais forte que a morte<br />Os drag&otilde;es cospem fogo e todos fogem<br />Levante a cabe&ccedil;a, pegue o escudo e v&aacute;.</p><p>As mulheres choram seus maridos mortos<br />As crian&ccedil;as n&atilde;o mais brincam na pra&ccedil;a<br />Os poetas n&atilde;o comp&otilde;em seus versos<br />Os instrumentos musicais est&atilde;o mudos<br />Os sonhos n&atilde;o est&atilde;o mais sendo sonhados<br />Contamos com sua coragem her&oacute;i</p><p>Sabemos que a sua dor tamb&eacute;m &eacute; grande<br />Sabemos que tudo lhe foi tirado<br />Entendemos o seu sofrimento atroz<br />Mas isto lhe tornou mais forte<br />Mais forte que todos n&oacute;s<br />Mas forte que os drag&otilde;es alados</p><p>Cinge a espada no teu flanco, her&oacute;i.<br />N&atilde;o h&aacute; mais tempo a perder<br />Essa luta foi predestinada a voc&ecirc;<br />N&atilde;o mais quem queira fazer o bem<br />Os valentes se escondem nas cavernas<br />Pavor e vergonha se escondem com eles</p><p>Olhe o horizonte manchado de sangue<br />Ou&ccedil;a o grito dos fantasmas desesperados<br />H&aacute; tanta fuma&ccedil;a espalhada no ar<br />Ningu&eacute;m consegue respirar tanta dor<br />N&atilde;o pense que n&atilde;o vencer&aacute;<br />Tuas feridas j&aacute; est&atilde;o curadas</p><p>Precisamos da tua destra implac&aacute;vel<br />Tua coragem j&aacute; foi provada antes<br />Tome novamente o elixir do vigor<br />H&aacute;s de ser o que sempre foi<br />O seu Deus te escolheu e voc&ecirc; sabe<br />N&atilde;o seja omisso &agrave; tua miss&atilde;o</p><p>Cinge a espada no teu flanco, her&oacute;i.<br />O pagamento que receber&aacute;s ser&aacute; a gratid&atilde;o<br />Ver&aacute;s o sorriso daqueles choravam<br />Ouvir&aacute; can&ccedil;&otilde;es de j&uacute;bilo e alegria<br />Poetas declamar&atilde;o suas fa&ccedil;anhas<br />M&atilde;es dar&atilde;o teu nome a seus rebentos</p><p>A morte nos espera ao anoitecer<br />A n&atilde;o ser que v&aacute; e lute por n&oacute;s<br />Nossa esperan&ccedil;a tem teu selo<br />Muitos todos os dias morrem por nada,<br />Tantos s&atilde;o os sacrif&iacute;cios de tolos<br />Mas lutar&aacute;s na maior das causas</p><p>Lutar por aqueles que padecem<br />Oprimidos pela maldade cruel<br />Batalhar pelos abandonados a sorte<br />Ser o alento &uacute;nico de quem sofre<br />Em ti confiamos nossas vidas<br />Em teus ombros nosso continuar</p><p>Cinge a espada no teu flanco, her&oacute;i.<br />Sabemos que ir&aacute;s voltar vitorioso<br />Esperaremos teu retorno com banquetes<br />Dias e dias de festa em tua honra<br />Daremos-lhe terras e a mais bela virgem<br />Faremos de ti rei desta na&ccedil;&atilde;o</p><p>Nossas ora&ccedil;&otilde;es viajaram contigo ida e volta<br />A tua entrada e a tua sa&iacute;da ser&atilde;o guardadas<br />Os inimigos ver&atilde;o a tua face e temer&atilde;o<br />De dia o solos cegar&aacute; com seu brilho<br />De noite a escurid&atilde;o os confundir&aacute;<br />Um a um ser&atilde;o feridos por tua espada</p><p>Os drag&otilde;es n&atilde;o voltar&atilde;o mais, nunca mais.<br />Por que negaste teu medo her&oacute;i<br />Sab&iacute;amos que escutaria nosso clamor<br />Com certeza n&atilde;o iria nos decepcionar<br />Segurou na m&atilde;o do seu Deus e venceu<br />E agora descansa, chega de guerrear.</p><p><br />...............................<br />Primavera de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />22/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>SEMPRE PRIMAVERA</title>
          <pubDate>22/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48891-sempre-primavera</link>
          <description><h4>SEMPRE PRIMAVERA</h4><p><![CDATA[SEMPRE PRIMAVERA<br />Por: William Vicente Borges</p><p>Arracaram as flores do meu jardim<br />mas n&atilde;o puderam destruir a primavera<br />esqueceram que para poetas como eu<br />uma NOVA primavera nasce a cada manh&atilde;</p><p>Negaram-me o perfume num momento<br />mas trago na alma um segredo<br />meu cora&ccedil;&atilde;o guarda um estoque de unguento<br />que cura qualquer tormento</p><p>A primavera jamais ser&aacute; preta e branca<br />O perfume n&atilde;o perder&aacute; sua ess&ecirc;ncia<br />assim como o sol que brilha a noite<br />em algum lugar desta circunfer&ecirc;ncia</p><p>Portanto &oacute; portadores de males<br />voc&ecirc;s passar&atilde;o, como a erva murchar&atilde;o<br />e eu seguirei em paz, sorrindo<br />voando nos versos da emo&ccedil;&atilde;o.</p><p>POIS PARA POETAS COMO EU <br />UMA NOVA PRIMAVERA NASCE A CADA MANH&Atilde;</p><p>................<br />Primavera de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />22/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>O QUE EU DESEJO</title>
          <pubDate>15/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48573-o-que-eu-desejo</link>
          <description><h4>O QUE EU DESEJO</h4><p><![CDATA[O QUE EU DESEJO</p><p>Por: William Vicente Borges</p><p>Que na sua vida...<br />Tudo tenha a beleza das flores,<br />Que n&atilde;o falte a luz do luar,<br />Que os amigo sejam todos sinceros,<br />Que o mar nunca se agite, mas se agitar que o barco nunca afunde.<br />Que os beijas-flores visitem <br />todos os dias o seu jardim,<br />Que os passarinhos cantem em sua janela,<br />Que os sorrisos se multipliquem<br />em sua face.<br />Que a inspira&ccedil;&atilde;o renas&ccedil;a<br />a cada manh&atilde;.<br />Que teus&nbsp; sonhos sejam realizados,<br />Que seus dias de semana, sejam como o domingo.<br />Que o mal n&atilde;o chegue a porta da casa.<br />Que a tua dispensa esteja sempre abarrotada.<br />Que teus olhos s&oacute; contemplem bondade,<br />Que cada passo teu seja iluminado por Deus.<br />Que todas as manh&atilde;s te recebam com um sorriso.</p><p>&Eacute; O QUE EU DESEJO</p><p>&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />15/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>PALAVRAS NÃO IRÃO ME DERRUBAR MAIS</title>
          <pubDate>10/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48339-palavras-nao-irao-me-derrubar-mais</link>
          <description><h4>PALAVRAS NÃO IRÃO ME DERRUBAR MAIS</h4><p><![CDATA[<strong>PALAVRAS N&Atilde;O IR&Atilde;O ME DERRUBAR MAIS</strong></span><br />Por: William Vicente Borges</p><p><strong>A vida costumava ser menos cruel<br />as pessoas costumavam ser mais doces<br />os sonhos costumavam ser mais reais<br />os amigos pareciam ser mais sinceros</p><p>Os anjos sempre estavam por perto<br />as flores desbrochavam com mais vi&ccedil;o<br />os p&aacute;ss&aacute;ros eram mais sinf&ocirc;nicos<br />e eu costumava sorrir bem mais</p><p>Mas quantas palavras ditas com &oacute;dio<br />quantas raz&otilde;es est&uacute;pidas criadas<br />palavras que apunhalam a alma<br />elas jogam no ch&atilde;o e machucam</p><p>N&atilde;o se ouvem os sussurrros do perd&atilde;o<br />antes, os gritos do rancor<br />N&atilde;o se amparam mais os feridos<br />a eles a inje&ccedil;&atilde;o fatal do &quot;dane-se&quot;</p><p>Palavras que fazem l&aacute;grimas jorrarem<br />que alimentam a sensa&ccedil;&atilde;o total de fracasso<br />que destr&oacute;em a chance de retorno<br />que maximizam o sentido da ang&uacute;stia</p><p>Mas decidi que eu continuo de p&eacute;<br />palavras n&atilde;o ir&atilde;o me derrubar mais<br />os est&uacute;pidos continuar&atilde;o sua cantiga<br />e eu voarei com as asas do vento</p><p>A vida costumava ser menos cruel<br />as pessoas costumavam ser mais doces<br />os sonhos cuostumavam ser mais reais<br />os amigos pareciam estar mais perto</p><p>Mas ainda bem que os poetas est&atilde;o vivos<br />e a do&ccedil;ura pode sobreviver em versos<br />fruto de cora&ccedil;&otilde;es puros e imcompreendidos<br />Sen&atilde;o que sentido teria a vida?</p><p>Palavras n&atilde;o ir&atilde;o me derrubar mais<br />longe estarei dos que carregam maldi&ccedil;&otilde;es<br />cujo prazer &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o <br />cujo motivo de vida &eacute; destruir</p><p>Estou prometendo isso a mim mesmo<br />j&aacute; chorei demais, preciso aprender<br />serei o oposto dos &oacute;dios incontidos<br />serei a voz do amor, mensageiro do amar.</p><p>................<br />Inverno de 2009<br /></strong></span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />10/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>ESCALADA</title>
          <pubDate>08/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48229-escalada</link>
          <description><h4>ESCALADA</h4><p><![CDATA[<strong>ESCALADA<br /><em>Por:William Vicente Borges</em></p><p>Esta montanha s&oacute; eu devo subir<br />tenho que fazer isso<br />quero curar este cora&ccedil;&atilde;o<br />que vive t&atilde;o ferido</p><p>Cada passo que dou acima<br />vai me deixando longe do tudo<br />deixei no p&eacute; da montanha<br />o que me aflige e d&oacute;i</p><p>Um vento impetuoso toca meu corpo<br />as vezes penso que posso voar<br />o pico ainda est&aacute; longe <br />mas &eacute; l&aacute; que quero chegar</p><p>N&atilde;o estou perdido<br />sei o que estou fazendo<br />s&oacute; preciso de um tempo s&oacute;<br />para refletir e persistir</p><p>Estou passando por entre nuvens<br />n&atilde;o tenho medo, estou em paz<br />estou acima da tempestade<br />acima dos meus receios</p><p>Esta montanha s&oacute; eu devo subir<br />quando alcan&ccedil;ar o pico<br />pensarei em tudo que sou<br />mas prometo, eu volto pra voc&ecirc;.</p><p><br />.............<br />Inverno de 2009</p><p>..............................................................................................................</p><p>&quot;As pessoas v&ecirc;em estrelas de maneira diferente. Para aqueles que viajam, as estrelas s&atilde;o guias. Para outros, elas n&atilde;o passam de pequenas luzes. Para os s&aacute;bios, elas s&atilde;o problemas. Para o empres&aacute;rio, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu, por&eacute;m, ter&aacute;s estrelas como ningu&eacute;m nunca as teve (...) Quando olhares o c&eacute;u de noite, eu estarei habitando uma delas, e de l&aacute; estarei rindo; ent&atilde;o ser&aacute;, para ti, como se todas as estrelas rissem! Desta forma, tu, e somente tu, ter&aacute;s estrelas que sabem rir!&quot; (Antoine de Saint Exup&eacute;ry)</strong><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />08/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>NÃO PERCA A FÉ</title>
          <pubDate>07/09/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/48186-nao-perca-a-fe</link>
          <description><h4>NÃO PERCA A FÉ</h4><p><![CDATA[N&Atilde;O PERCA A F&Eacute;<br /> Por: William Vicente Borges</p><p>N&atilde;o perca a f&eacute;<br /> eu n&atilde;o queria ter perdido<br /> mas um dia num momento<br /> de loucura<br /> perdi.</p><p>Decepcionei-me tanto com tantos<br /> que acabei colocando a culpa<br /> em quem n&atilde;o merecia<br /> Na verdade Deus n&atilde;o decepciona<br /> Pessoas sim</p><p> N&atilde;o perca a f&eacute;<br /> n&atilde;o solte o &quot;pit bul&quot;<br /> n&atilde;o tranque a porta<br /> n&atilde;o tome aquele gole<br /> n&atilde;o se degole</p><p> Eu sei que t&aacute; doendo agora<br /> em mim doeu a bessa<br /> sei que a desmotiva&ccedil;&atilde;o &eacute; tamanha<br /> que nem d&aacute; para mensurar<br /> Deus continua ao lado<br /> pode acreditar</p><p> N&atilde;o perca a f&eacute;<br /> N&atilde;o tente fugir<br /> como eu um dia quis fazer<br /> e acabei caindo mais ainda<br /> Assim como o mundo d&aacute; voltas<br /> tudo vai virar</p><p> Cerque-se de bons amigos<br /> eles est&atilde;o por a&iacute;<br /> Cerque-se de coisas que ama<br /> e que te fa&ccedil;am bem<br /> Cerque-se do amor do c&eacute;u<br /> que como o ar est&aacute; por toda parte</p><p> N&atilde;o perca a f&eacute;<br /> quando pedi a f&eacute;<br /> pedi tamb&eacute;m a raz&atilde;o<br /> Mas agora estou curado<br /> a f&eacute; me conduziu ao amor<br /> e me fez v&ecirc;r novamente</p><p> Voc&ecirc; &eacute; especial<br /> tudo pode estar de cabe&ccedil;a<br /> para baixo neste segundo<br /> mas a f&eacute; vai te levantar<br /> posso garantir assim como<br /> brilham os olhos teus<br /> Sem f&eacute; &eacute; imposs&iacute;vel agradar a Deus</p><p> N&atilde;o perca a f&eacute;...<br /> ...Ela vai te ajudar</p><p> ............<br /> Inverno de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />07/09/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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          <title>COMO PODERIA FICAR MELHOR?</title>
          <pubDate>26/08/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/47647-como-poderia-ficar-melhor</link>
          <description><h4>COMO PODERIA FICAR MELHOR?</h4><p><![CDATA[<strong>COMO PODERIA FICAR MELHOR?</strong><br />Por: William Vicente Borges</p><p>Estar ao teu lado &eacute; brincar<br />de ser feliz o tempo todo<br />voc&ecirc; &eacute; minha c&uacute;mplice<br />voc&ecirc; &eacute; minha alegria<br />voc&ecirc; &eacute; meu tudo</p><p>Sentindo a maciez de sua pele<br />na ponta de meus dedos<br />na ponta da minha l&iacute;ngua</p><p>Sentindo a paz que vem do teu cora&ccedil;&atilde;o<br />que emana toda a beleza de uma alma<br />apaixonantemente boa</p><p>Sentindo o amor que me doas sem reservas<br />sem o medo das loucuras doces da paix&atilde;o<br />sabendo que eu amo tanto quanto</p><p>Como poderia ficar melhor?</p><p><br />.............<br />Inverno de 2009<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />26/08/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>COMEÇAR TUDO DE NOVO</title>
          <pubDate>25/08/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/47594-comecar-tudo-de-novo</link>
          <description><h4>COMEÇAR TUDO DE NOVO</h4><p><![CDATA[<strong>COME&Ccedil;AR TUDO DE NOVO</strong></span></span><br />Por: William Vicente Borges</p><p>Vamos come&ccedil;ar tudo de novo<br />O primerio passo de novo<br />O primeiro beijo de novo<br />O primeiro abra&ccedil;o de novo<br />O primeiro tudo de novo</p><p>Vamos come&ccedil;ar tudo de novo<br />at&eacute; mesmo com os primeiros erros<br />que nos levaram a tantos acertos<br />que nos deixaram mais apaixonados<br />que nos deram um para outro</p><p>Vamos come&ccedil;ar tudo de novo<br />mas sem o medo de ser feliz<br />mas sem o receio se ser aprendiz<br />e assim eu sendo o teu amor <br />e o voc&ecirc; o que sempre quis</p><p>Vamos come&ccedil;ar tudo de novo<br />vivendo mais intensamente<br />numa fus&atilde;o de carne e sangue<br />duas almas numa unidade<br />sacrificando a pr&oacute;pria sanidade</p><p>..............<br />Inverno de 2009]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />25/08/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
          <item>
          <title>AINDA ESTÁ CHOVENDO</title>
          <pubDate>24/08/2009</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/47529-ainda-esta-chovendo</link>
          <description><h4>AINDA ESTÁ CHOVENDO</h4><p><![CDATA[<strong>AINDA EST&Aacute; CHOVENDO</strong></span></span></span></span></span></span></span><strong>Por: William Vicente Borges</p><p></strong><strong>Ainda est&aacute; chovendo<br />mas n&atilde;o abaixarei minha cabe&ccedil;a<br />mesmo molhado<br />continuarei a caminhar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />e quase n&atilde;o consigo enxergar<br />&eacute; um aguaceiro sem d&oacute;<br />que se misturam ao meu chorar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />Os trov&otilde;es s&atilde;o de assustar<br />elevo os meu olhos<br />quem ir&aacute; me amparar?</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />molhando meu p&atilde;o<br />tirando-me a dire&ccedil;&atilde;o<br />querendo me desanimar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />mas sei que ela h&aacute; de parar<br />pois a chuva tem sua raz&atilde;o<br />e eu sei esperar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />chuvas de intensa prova&ccedil;&atilde;o<br />que fazem doer o cora&ccedil;&atilde;o<br />n&atilde;o h&aacute; como me abrigar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />e eu levanto as m&atilde;os<br />n&atilde;o ser&aacute; esta chuva toda<br />que me impedir&aacute; de adorar</p><p>Ainda est&aacute; chovendo<br />mas Deus acalma tempestades<br />confio, as nuvens ir&atilde;o embora<br />o sol, novamente, ir&aacute; brilhar</p><p>...................<br />Inverno de 2009 </strong></span></span></span>]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/WilliamVicenteBorges' title='Biografia do Poeta: WILLIAM VICENTE BORGES'><b>WILLIAM VICENTE BORGES</b></a><br />24/08/2009</p></description>
          <author>WILLIAM VICENTE BORGES</author>
                </item>
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