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<title>Site de Poesias - Adilson Costa</title>
<link>http://sitedepoesias.com.br/</link>
<description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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<title>Site de Poesias</title>
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<link>http://sitedepoesias.com.br/</link>
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  <item>
  <title><![CDATA[Eu e o Riacho]]></title>
  <pubDate>21/10/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/34113</link>
  <description><![CDATA[<h4>Eu e o Riacho</h4>
	<p>
		<span style="font-size: small; font-family: verdana,geneva;">Nasce a &aacute;gua da terra, limpa cristalina<br />Nasce no topo da serra, pura e alcalina<br />Desce sua ladeira<br />Vai crescendo<br />Arrastando<br />Quebrando<br />N&atilde;o teme os obst&aacute;culos e vai<br />Passa sobre tudo e cresce<br />Fica grande, n&atilde;o tem medo<br />Esquece o topo da serra<br />Aquela que tinha gosto de terra<br />Terra pura, terra limpa em meio ao arvoredo.<br />Aumenta a velocidade, corre e vai descendo<br />Agora tens gosto de lixo, sujo e contaminado<br />Tu &eacute;s grande, percebemos ao te olhar.<br />Achas que pode, mas n&atilde;o pode!<br />Outro maior vai te derrotar</p><p>Somos como essa nascente<br />Nascemos com uma miss&atilde;o<br />Crescemos e misturamos &agrave; tanta gente<br />Gente boa e tamb&eacute;m sem cora&ccedil;&atilde;o.</p><p>Tantos dejetos,<br />Tantos venenos,<br />Tantos desafetos,<br />N&atilde;o crescemos,<br />N&oacute;s inchamos,<br />E somos ainda mais pequenos.</p><p>Gostaria de ainda estar na serra,<br />sentindo o gosto da terra,<br />sem me preocupar com meus ais<br />Hoje s&oacute; vejo guerra,<br />A gente muito mais erra,<br />Ao tentar encontrar a Paz.</p><p>O riacho vai encontrar o que merece<br />Quando a ladeira terminar,<br />Aos poucos ele desaparece.<br />Ser&aacute; engolido pelo Mar.</p><p></span>	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		21/10/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Viver e Morrer em Maringá]]></title>
  <pubDate>17/10/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/33970</link>
  <description><![CDATA[<h4>Viver e Morrer em Maringá</h4>
	<p>
		Vim do barro para c&aacute;,<br />em um apelo sublime do destino<br />deparei-me com voc&ecirc; Maring&aacute;<br />e deixei de ser menino.</p><p>Contigo as palavras revelam poesia<br />as rimas se encaixam com exatid&atilde;o,<br />um tempo aqui &eacute; uma antalgesia,<br />e por ti sinto gratid&atilde;o.</p><p>Viajei para outros recantos,<br />fui obrigado te confesso,<br />afastei-me de ti fui aos prantos,<br />foi inevit&aacute;vel meu regresso.</p><p>Aqui o pulso entoa no ponto,<br />o teu cheiro revigora,<br />tu conheces nosso acuponto,<br />nossa amada genitora.</p><p>N&atilde;o saireis mais da tua sombra<br />espalharei mais o teu nome<br />irei ainda mais te sementar,<br />o mundo deve saber,<br />onde fica o para&iacute;so,<br />recheado de sorrisos,<br />de um povo de muitas cores,<br />onde a cabocla do Ing&aacute;,<br />deu o nome para ti,<br />e assim se perpetuar.</p><p>Escreverei mais versos,<br />Por amor a ti te confesso,<br />que quero em ti falecer,<br />n&atilde;o quero nenhum pranto,<br />sua terra ser&aacute; meu manto<br />obrigado por nessa terra viver.</p><p>&nbsp;	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		17/10/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[O Segredo da Vida]]></title>
  <pubDate>14/10/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/33840</link>
  <description><![CDATA[<h4>O Segredo da Vida</h4>
	<p>
		<span style="font-size: small; font-family: verdana,geneva;">A vida &eacute; um sopro esculpido na alma.<br />&Eacute; um tortuoso caminho a percorrer.<br />Vit&oacute;rias e derrotas, erros e acertos<br />N&atilde;o envelhecemos com as rugas<br />envelhecemos por desacreditar,<br />por abandonar a n&oacute;s mesmos, ainda n&atilde;o li<br />um manual completo que ensinasse a viver.<br />Ou que ensinasse a n&atilde;o morrer.<br />A morte assim como a vida &eacute; complexa<br />muitos tentam explicar, com contos,<br />piadas, est&oacute;rias, mas nada me convenceu.<br />Creio que somos a mat&eacute;ria prima do universo.<br />Temos mais que obriga&ccedil;&otilde;es, temos mais<br />que simples sonhos, temos mais que desejos,<br />temos muito, mas muito mais para receber do<br />que j&aacute; temos hoje.<br />Aceite a vida como ela &eacute;, aceite a si mesmo<br />como voc&ecirc; &eacute;!<br />N&atilde;o ter&aacute;s nada a perder, somente grandes<br />chances de ganhar mais do que achas que tem hoje.</span></p><p>Leio h&aacute; anos, estudei, pesquisei, ouvi opini&otilde;es.<br />Coisas absurdas sobre o sentido da vida, cada qual<br />com sua cren&ccedil;a, sua igreja ou sua conta banc&aacute;ria.<br />Mas a verdade &eacute; que comecei a acreditar em algo,<br />Comecei a acreditar que eu posso mais do que<br />imaginava poder, e comecei a sentir a energia, comecei<br />a sentir uma for&ccedil;a que eu tinha, mas nunca havia usado,<br />ela estava inerte, estava emperrada.<br />Hoje consigo entender melhor o porqu&ecirc; nascemos,<br />para que nascemos.<br />Somos fruto de imagina&ccedil;&otilde;es f&eacute;rteis.<br />Somos o sopro vindo do vento, que<br />apesar dos lamentos, somos todos ligados.<br />Existe uma conectividade entre mim e voc&ecirc;.<br />Essa jun&ccedil;&atilde;o &eacute; muito maior do que a ci&ecirc;ncia &eacute; maior<br />que tudo j&aacute; presenciado, pois esse &eacute; o Segredo da Vida.<br />Que se chama <span style="color: #ff0000;"><strong>Felicidade</strong></span>.</span></p><p>Seja feliz com voc&ecirc; mesmo,<br />aprenda a se admirar<br />sorria para o espelho.<br />Chore de alegria.<br />Aprenda coisas novas<br />Desenrole as amarras da sua alma.<br />Limpe o espa&ccedil;o de seu cora&ccedil;&atilde;o.<br />E tenhas a certeza que melhores ventos vir&atilde;o.<br />Ser&atilde;o sopros de paz, sopros de sucesso.<br />E voc&ecirc; come&ccedil;ara a juntar as pe&ccedil;as desse quebra<br />cabe&ccedil;a chamado <strong>Ser Humano</strong>, e aprender&aacute;s que tudo<br />que n&oacute;s buscamos &eacute; a <span style="color: #ff0000;"><strong>Felicidade</strong></span>.</span></p><p><span style="font-size: small; font-family: verdana,geneva;">Viva feliz a cada dia, pois sua alma nunca ficar&aacute; velha.</span>	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		14/10/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Minha Mãe]]></title>
  <pubDate>04/06/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/29474</link>
  <description><![CDATA[<h4>Minha Mãe</h4>
	<p>
		<span style="FONT-SIZE: 9pt"><br /> Como &eacute; bom recordar.<br /> Como &eacute; triste n&atilde;o te ver.<br /> Como &eacute; bom saber que existiu.<br /> Uma mulher assim.<br /> Suas palavras a entoar.<br /> Conselhos de como viver.<br /> E na tempestade n&atilde;o desistiu.<br /> Dando um rumo para mim.<br /> <br /> Minha M&atilde;e tu foste para n&atilde;o voltar.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Se eu pudesse fazer seu cora&ccedil;&atilde;o bater.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Daria o meu a ti sem pensar.</span><br />&nbsp;<br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Mulher firme, corajosa e decidida.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Viveu para criar seus filhos</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Penso que foi o prazer da sua vida</span><br />&nbsp;<br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Choro ao lembrar de ti Minha M&atilde;e.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Sorrio ao lembrar de ti Mam&atilde;e.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Como aprendi contigo.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Fui mais que filho.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Fui seu amigo.</span><br />&nbsp;<br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Hoje anos se foram desde sua partida.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Sinto viva sua presen&ccedil;a.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Sinto n&iacute;tida sua voz.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Tu &eacute;s um espelho em minha vida.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Pois tu sorrias mesmo na dor.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Fazia isso para que o filho n&atilde;o a visse chorar.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Isso &eacute; a maior prova de Amor.</span><br />&nbsp;<br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Obrigado Minha M&atilde;e por tu ter existido.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Obrigado a DEUS por permitir algo assim</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Posso hoje n&atilde;o ser um exemplo de Ser Humano.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Cometo muitos enganos.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Tenho at&eacute; pensamentos insanos.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Mas minha M&atilde;e Tereza n&atilde;o teve um fim.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Ela est&aacute; em minha alma dia a dia.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Est&aacute; em meu cora&ccedil;&atilde;o a cada momento.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Algo que n&atilde;o se apaga com o tempo.</span><br /><span style="FONT-SIZE: 9pt">Isso &eacute; algo que DEUS deu para mim.</span>	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		04/06/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Desejos Adormecidos]]></title>
  <pubDate>03/06/2008</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/29451</link>
  <description><![CDATA[<h4>Desejos Adormecidos</h4>
	<p>
		No distante desejo<br />Existe a realiza&ccedil;&atilde;o<br />O medo n&atilde;o &eacute; empecilho<br />Somente sufoca a emo&ccedil;&atilde;o<br />Quebrar esse dogma<br />Esquecer as poss&iacute;veis l&aacute;grimas<br />Ferver de prazer<br />Era preciso dar vaz&atilde;o<br />&nbsp;<br />O adormecido desejo<br />De se realizar como mulher<br />Sentir calafrios<br />Subir ao inimagin&aacute;vel<br />&Eacute; o que a maioria quer<br />&nbsp;<br />Ter coragem<br />Usar como aprendizagem<br />Deixar de ser personagem<br />E assumir a pilotagem<br />Passando a ser protagonista<br />E dar sentido &agrave; sua vida<br />Sentir-se como alpinista<br />Ao conquistar a montanha<br />E dirigir na estrada<br />Que toda mulher sonha<br />&nbsp;<br />Tu &eacute;s privilegiada<br />Pois tev&ecirc;s a coragem de n&atilde;o ter medo<br />A vontade de ter segredo <br />E se destacar na multid&atilde;o<br />S&atilde;o poucas mulheres assim<br />Que assumem as r&eacute;deas<br />Que enfrentam as pedreiras<br />E soltam os desejos adormecidos<br />Enquanto muitas se enganam<br />Outras sorriem falsamente<br />Somente por apar&ecirc;ncia<br />Com vontade de ser &ldquo;gente&rdquo;<br />&nbsp;<br />Sou seu admirador ...<br />Sou seu amante ...<br />E poderia ser ate seu &ldquo;tutor&rdquo;<br />Mas sou somente entusiasta<br />Que te admira<br />E se emudece ao pensar<br />Nos momentos passados<br />E pelos que poder&atilde;o vir.<br />Momentos que jamais ser&atilde;o esquecidos<br />Pois despertastes em mim<br />Profundos &nbsp;&ldquo;DESEJOS ADORMECIDOS&rdquo;	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		03/06/2008	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[A espera de um Milagre]]></title>
  <pubDate>10/10/2007</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/23086</link>
  <description><![CDATA[<h4>A espera de um Milagre</h4>
	<p>
		De joelhos pedimos<br /> Coisas absurdas em v&atilde;o<br /> &Eacute; somente o que sentimos<br /> O ego&iacute;smo da raz&atilde;o<br /> Aguardamos algo acontecer<br /> Algo que nos ajude<br /> Pois &eacute; dif&iacute;cil reconhecer<br /> Depende de ti para que algo mude<br /> Levante n&atilde;o espere<br /> Acorde e crie coragem<br /> Ganhe da covardia e se supere<br /> O sol &eacute; democr&aacute;tico<br /> A vida n&atilde;o &eacute; bobagem<br /> Tens a heran&ccedil;a do Pai<br /> Assim como a semelhan&ccedil;a<br /> Crescemos, olhe para voc&ecirc;!!<br /> J&atilde; n&atilde;o mais sois crian&ccedil;a.<br /> Pegue a toalha de volta<br /> Levante-se e acredite<br /> Voc&ecirc; tem o Pai como escolta<br /> E um tempo para que medite<br /> Vamos mostrar essa coragem?<br /> Erguer a espada da perseveran&ccedil;a?<br /> Lute contra sua covardia<br /> E cuide do resto de esperan&ccedil;a<br /> O sol est&aacute; surgindo<br /> E com ele mais um dia<br /> Esque&ccedil;a o ontem, pois ele est&aacute; fugindo.<br /> O hoje lhe pede que sorria.<br /> O amanh&atilde; est&aacute; dormindo<br /> E se prepara para ser acordado<br /> Ele aguarda que fa&ccedil;a algo certo<br /> E que aprenda com o errado.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		10/10/2007	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Cheiro de Meretriz]]></title>
  <pubDate>27/09/2007</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/22828</link>
  <description><![CDATA[<h4>Cheiro de Meretriz</h4>
	<p>
		<br /> Tua silhueta &agrave; mostra<br /> Sinto o cheiro do teu corpo<br /> Face de libertina<br /> Deixando-me louco<br /> <br /> Claro que resisto<br /> Mas por pouco tempo repito<br /> Esse cheiro me enlouquece<br /> E o teu nome eu grito<br /> <br /> Qual nome?<br /> N&atilde;o importa<br /> Encoste a Porta<br /> Entre quatro Paredes<br /> Saciarei minha fome<br /> Fome carnal e de desejo<br /> Como um animal no cio<br /> Pode ser at&eacute; sem beijo<br /> <br /> S&oacute; quero expelir a langonha<br /> Eu te passo a moeda<br /> J&aacute; n&atilde;o sinto tanta vergonha<br /> Podes me ver como coitado<br /> Um homem azafamado<br /> Que o sexo pode comprar<br /> Mas sou inflamado<br /> E me deixe aqui deitado<br /> E o seu dinheiro pode levar.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		27/09/2007	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Pesadelo]]></title>
  <pubDate>24/09/2007</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/22771</link>
  <description><![CDATA[<h4>Pesadelo</h4>
	<p>
		Deitado ou perdido<br /> Acordo sozinho<br /> <br /> Com fadiga<br /> Cora&ccedil;&atilde;o palpitante<br /> Lembran&ccedil;as estranhas<br /> Transpira&ccedil;&atilde;o<br /> Sentidos confusos<br /> Um pouco turgente<br /> Batimentos afoitos<br /> Coisas da mente<br /> <br /> N&atilde;o vejo sentido<br /> Onde estou?<br /> Perdido no breu<br /> &Eacute; tudo diferente<br /> Sou incr&eacute;u<br /> Coisas da mente<br /> <br /> Sinto espasmos<br /> Tremores ou algo assim<br /> Vejo uma luz forte<br /> Sinto um calor na face<br /> &Eacute; o Sol brilhar<br /> &Eacute; dia, foi um pesadelo<br /> Preciso levantar.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		24/09/2007	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Em Busca da Perfeição]]></title>
  <pubDate>20/09/2007</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/22670</link>
  <description><![CDATA[<h4>Em Busca da Perfeição</h4>
	<p>
		Essa Jornada Comecei<br /> Quando n&atilde;o tinha rugas<br /> Muitas lagrimas derramei<br /> E gastei minhas balugas.<br /> <br /> Era mo&ccedil;o ainda<br /> Quando comecei a procurar<br /> (A Mulher perfeita<br /> Que fosse direita<br /> Que n&atilde;o houvesse suspeita)<br /> Dura miss&atilde;o fui come&ccedil;ar.<br /> <br /> In&uacute;meras conheci<br /> De v&aacute;rias maneiras<br /> De v&aacute;rias cores<br /> De v&aacute;rias idades<br /> De v&aacute;rias id&eacute;ias<br /> De v&aacute;rios gostos<br /> De muitas besteiras<br /> De v&aacute;rios odores<br /> De muitas maldades<br /> Algumas loucas<br /> Algumas l&uacute;cidas<br /> Algumas safadas<br /> Algumas taradas<br /> Mesmo assim nada de completo<br /> Uma busca intermin&aacute;vel<br /> De energia sentia-me locupleto<br /> Pois sou incans&aacute;vel <br /> <br /> Anos e anos se passaram<br /> A mulher perfeita passou por mim<br /> Eu simplesmente n&atilde;o reconheci<br /> Pois minha mente me enganou...<br /> N&atilde;o existe perfei&ccedil;&atilde;o...<br /> Somos imperfeitos...<br /> N&atilde;o existe Amor eterno...<br /> Um de n&oacute;s vai morrer....<br /> Vivamos intensamente...<br /> L&aacute;grimas vamos chorar<br /> No riso vamos sorrir<br /> O importante &eacute; amar<br /> O importante &eacute; sentir<br /> <br /> Busquei a perfei&ccedil;&atilde;o<br /> Foi uma atitude imperfeita<br /> Encontrei a solid&atilde;o<br /> Aprendi com o calor da maleita<br /> <br /> Eu sou imperfeito<br /> Com o tempo e os tombos aprendi<br /> Dos tombos! Dei um jeito<br /> O tempo passou e morri<br /> <br /> N&atilde;o deixe o tempo passar voando<br /> Segure firme mesmo sendo imperfeito<br /> Ame por um dia, por uma hora ou ame chorando<br /> Poder&aacute; ser o melhor a ser feito<br /> <br /> Hoje s&oacute; tenho minha alma<br /> Tenho saudades das v&aacute;rias canetas<br /> Das linhas escritas com calma<br /> Pois somente elas foram perfeitas	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		20/09/2007	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Folhas ao Vento]]></title>
  <pubDate>10/10/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/14744</link>
  <description><![CDATA[<h4>Folhas ao Vento</h4>
	<p>
		Ou&ccedil;o o vento bater Os galhos em minha janela Traz consigo o perfume das flores E me faz lembrar o cheiro dela  T&atilde;o distante se encontras longe da minha m&atilde;o deixa-me triste S&oacute;, com a solid&atilde;o  Mas o vento veio Nesse momento me visitar Bate forte vento Faz-me tentar n&atilde;o chorar  Penso que se pudesse Pegava carona com o vento Ia at&eacute; voc&ecirc; Para diminuir meu lamento  Venha vento, venha Me leve contigo ou leve um recado Seja meu amigo  Digas que sofro Mas &eacute; um sofrer em v&atilde;o Pois essa destinat&aacute;ria Doou-se para outro cora&ccedil;&atilde;o  O que resta fazer? Uma coisa &eacute; certo que farei Apanharei antigas folhas trazidas pelo vento. Limparei os cantos da alma Deixarei minha "casa" limpa e cheirosa Acredito que um novo vento vir&aacute;. E consigo um novo perfume	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		10/10/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Uma doce Emoção]]></title>
  <pubDate>14/07/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/12931</link>
  <description><![CDATA[<h4>Uma doce Emoção</h4>
	<p>
		No certo duvidoso<br />Me embrenho sem temor<br />Com seu corpo saboroso<br />Me derreto de amor</p><p>No medo corajoso<br />Me coloco a pensar<br />Nesse riso estrondoso<br />Na hora do gozar</p><p>Gozemos de prazer<br />Sem medo do errar<br />Que o tempo possa ser<br />Um amigo a espreitar</p><p>Não tenhas medo<br />Aproveite seu momento<br />Guarde esse segredo<br />Pois quem sabe é só o vento</p><p>Esse é o segredo de paixão<br />Que marcará nossa vida<br />Seja o segredo do coração<br />E só por nós será vivida</p><p>É como uma magia<br />É melhor sua lembrança<br />Esse sentimento me contagia<br />E volto a ser criança.</p><p>Adilson Costa<br />14/07/2006	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		14/07/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Verdade ou Mentira]]></title>
  <pubDate>19/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11777</link>
  <description><![CDATA[<h4>Verdade ou Mentira</h4>
	<p>
		&Eacute; verdade? <br />Claro que &eacute; mentira! <br />A verdade nos inspira a mentir <br />A mentira nos imp&otilde;e o sorrir  <br />&Eacute; mentira? <br />Claro que &eacute; verdade! <br />O sentido n&atilde;o faz sentido. <br />Nascer sem ter morrido.  <br />&Eacute; verdade? <br />Claro que &eacute; mentira! <br />Acordar sem ter dormido. <br />E falar sem ser ouvido.  <br />&Eacute; mentira? <br />Claro que &eacute; verdade! <br />Andar desprotegido Sem ter receio do bandido.<br /> &Eacute; verdade? <br />Claro que &eacute; mentira! Correr livre do pecado. <br />Fazer o certo sendo errado.  <br />&Eacute; mentira? <br />Claro que &eacute; verdade! <br />Voc&ecirc; &eacute; capaz de tudo. <br />Mas, creia eu te iludo.  <br />Se &eacute; verdade ou mentira <br />Pouco nos importa <br />A verdade &eacute; falsa <br />Quando a mentira &eacute; verdadeira <br />A mentira &eacute; verdade <br />Quando a verdade &eacute; besteira   </p><p>Adilson Costa	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		19/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Fazer sexo ou fazer Amor?]]></title>
  <pubDate>14/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11671</link>
  <description><![CDATA[<h4>Fazer sexo ou fazer Amor?</h4>
	<p>
		No distante sonho do desejo<br />Fomos apanhados pela vergonha<br />Como cães na caça com seu farejo<br />Cuja meta é expelir a langonha</p><p>Flores e um som com romantismo<br />Foram castrados e prostrados por terra<br />É triste divisar um agigantado abismo<br />E que o “Fazer Amor” quase se encerra.</p><p>Com a carne úmida de tesão<br />Os animais à caça ficam a planear<br />Onde a postura é algo vão<br />E a única meta é ejacular</p><p>A arte de conquistar está em decadência<br />Poucos admitem e dizem ser ilusório<br />Compram livros para ter experiência<br />Isso pouco existe meritório</p><p>Uma hora, custa tanto....!!<br />O que dizer dessa falência?<br />Compra do amor seu encanto<br />Salgando sua doce essência</p><p>Sou antigo ou antiquado<br />“Do tipo que ainda manda flores”<br />Sou um Homem apaixonado<br />Como os antigos Sonhadores</p><p>“Qual a forma de justificar o amor?<br />que estou a Fazer Amor ao invés de sexo?”<br />Isso é inexplicável meu leitor<br />Pois o Amor é complexo</p><p>A arte de Fazer Amor não se explica<br />A de Fazer Sexo é comprada<br />O Amor muitas vezes te suplica<br />Não deixe a magia estancada!!</p><p>Como se o fazer Amor fosse réprobo<br />E ser esquecido fosse seu fadário<br />Digo dessa arte e seu probo<br />Jamais serei um falsário</p><p>Façamos Amor em demasia<br />Trema, gema até expelir o prazer.<br />Realize no Fazer Amor sua fantasia<br />Terá mais sorriso em seu viver</p><p><br />O amor proibido deixa-me pasmo<br />O corpo treme sem parar<br />Dois são um no orgasmo<br />Delicioso, ocultamente amar <br /> </p><p>No Amor sem preconceitos<br />Avistamos paraísos esquecidos<br />O frio na barriga e seus trejeitos<br />É o legitimo prazer dos escolhidos</p><p>Com essas palavras descritas acima<br />Realmente a pretensão era explicitar<br />Como o Fazer Amor nos anima<br />Nos transportando ao sonhar</p><p>Nesse desfecho venho a licitar<br />Ame outro mesmo sem nexo<br />(Ache) outrem para gozar<br />Goze por Amor e não só por sexo.   </p><p><br />Adilson Costa 14/05/2006 11:37	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		14/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[O Homem do Caminho]]></title>
  <pubDate>13/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11640</link>
  <description><![CDATA[<h4>O Homem do Caminho</h4>
	<p>
		Distante ou perto Esqueci onde estava Mas recordo-me ao certo O que o referido Homem falava  Perguntou a mim &ldquo;O que fazes neste local?&rdquo;. Eu respondo tremendo assim &ldquo;Estou perdido, o que &eacute; isso um tabocal?&rdquo;.   A resposta foi firme &ldquo;N&atilde;o, mas &eacute; algo a considerar&rdquo;. &ldquo;S&atilde;o pessoas esperando que eu confirme&rdquo;. &ldquo;Se poder&atilde;o &agrave; terra um dia retornar&rdquo;.  Estavam lado a lado Juntas creio para se aquecer Todos pareciam estar muito galeados. Aguardando talvez, a hora certa de morrer.  Ent&atilde;o percebi Que local estranho onde estou Ser&aacute; o c&eacute;u ou o inferno isso aqui? Mas, aquele receio muito me abastou.  Este homem Olhava-me com olhos serenos E dizia em tom firme e alto &ldquo;N&atilde;o se lastimem&rdquo;. Voc&ecirc;s ainda s&atilde;o meus queridos pequenos  Essa voz me acalmou Quando mais perto ela ficava No meu ouvido baixinho ele assim falou Volte filho, continue a poesia de onde voc&ecirc; estava.  Adilson Costa 12/05/2006 11:56	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		13/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Alma de Poeta]]></title>
  <pubDate>12/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11639</link>
  <description><![CDATA[<h4>Alma de Poeta</h4>
	<p>
		For&ccedil;a imensa nos conduz<br />Risca o papel a rimar<br />Mesmo inexistindo a luz<br />Nosso poema ir&aacute; brotar</p><p>Com for&ccedil;a de vontade<br />Mesmo n&atilde;o sendo verdade<br />Quero aqui desabafar<br />Estou longe da realidade<br />Preso pela falsidade<br />Mas, essa alma vou libertar.</p><p>Liberdade!! Grita essa alma<br />Associado aos gritos eu escuto<br />Pe&ccedil;o que tenha calma<br />Mesmo na hora do luto<br />Prometo te libertar</p><p>Socorro!! Grita essa alma<br />Digo &ldquo;Aguarde um minuto&rdquo;<br />Tenha mais calma<br />Eu ent&atilde;o te recruto<br />Para comigo trabalhar</p><p>Mas ela continua sua labuta<br />Gritando em minha mente<br />Embriaga-me como catuta.<br />Creio querer me ver contente<br />Se o poema terminar</p><p>Essa alma que grita<br />Essa alma que chora<br />Essa alma que irrita<br />&Eacute; alma que abicora.<br />&Eacute; alma abaetada<br />&Eacute; alma muito ou pouco amada<br />&Eacute; alma inquieta<br />Essa alma<br />&Eacute; &ldquo;Alma de Poeta&rdquo;</p><p>Adilson Costa<br />12/05/2006 23:28	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		12/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Como ser um Poeta?]]></title>
  <pubDate>12/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11625</link>
  <description><![CDATA[<h4>Como ser um Poeta?</h4>
	<p>
		Lembranças de outro tempo<br />Quando não havia tanta maldade<br />Quando saudável era o vento<br />E tínhamos identidade</p><p>Essa fase não havia de acabar<br />E então novo tempo apareceu<br />É nossa sina o papel rabiscar<br />Não deixando de esquecer quem morreu</p><p>Os poetas que se foram<br />Nos deixaram doces lembranças<br />Obras que muitos ignoram<br />Mas ainda nos dão esperanças</p><p>Assis, Azevedo, Drummond e outros.<br />Fizeram sua parte há algum tempo<br />É chegada a hora dos reencontros.<br />Escrevamos com a alma<br />Basta ter calma<br />Sem dispor de muito tempo<br />Quer saber?<br />Não precisa de talento</p><p>Escreva, escreva e escreva.<br />Não precisa de rima<br />Basta escrever<br />Olhe para cima<br />Ou melhor, para dentro de ti.<br />Encontrará um poeta escondido<br />Pode estar sorrindo ou ferido<br />Que algo poderá escrever.<br />Escreva o que consta em sua alma<br />O que diz seu interior<br />Fale de coisas absurdas<br />Ou simplesmente do amor.</p><p>Não queira ser um Drummont.<br />Admira-lo é o bastante posso dizer<br />Pense como Azevedo<br />Seja um viciado em ler<br />Leia o passado<br />Serás capaz de escrever o futuro<br />Quando escrever algo e chorar<br />Digo-te, tu és um poeta, lhe juro.</p><p>Adilson Costa<br />12/05/2006	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		12/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[O Tudo e o Nada]]></title>
  <pubDate>10/07/1991</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11624</link>
  <description><![CDATA[<h4>O Tudo e o Nada</h4>
	<p>
		O tudo que tenho<br /> O nada que quero<br /> Nada consigo<br /> De tudo que espero<br /> <br /> Nada acontece<br /> Tudo se esconde<br /> Nada de prece<br /> Tudo escurece<br /> Nada &eacute; verdade<br /> Tudo empobrece<br /> Nada enriquece<br /> Tudo &eacute; maldade<br /> <br /> Nada &eacute; pouco<br /> Quando o tudo &eacute; louco<br /> Nada se embaralha<br /> Se o tudo &eacute; navalha<br /> <br /> Corta de tudo um pouco<br /> Nada evade<br /> Tudo &eacute; mentira<br /> Quando nada &eacute; verdade<br /> <br /> Se tudo acontece<br /> Nada eis de fazer<br /> Tudo emudece<br /> E nada eis de querer<br /> <br /> Tudo &eacute; confuso<br /> Quando nada compreendo<br /> Tudo vira abuso<br /> Quando o nada est&aacute; nascendo<br /> <br /> Eis que o tudo apareceu<br /> E o nada ai vem<br /> Digo que o tudo sou eu.<br /> E o nada tamb&eacute;m<br /> <br /> Adilson Costa<br /> <br /> 10/07/1991	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		10/07/1991	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[O Poder do Povo]]></title>
  <pubDate>12/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11610</link>
  <description><![CDATA[<h4>O Poder do Povo</h4>
	<p>
		Voc&ecirc; &eacute; poderoso senhor pol&iacute;tico<br />Com a m&aacute;quina a seu dispor?<br />E cada dia mais rico<br />Deixando a maioria com menos valor</p><p>Mentiste para nos conquistar<br />Disseste o que ia fazer<br />At&eacute; ent&atilde;o nada a mostrar<br />Mas conosco tu vir&aacute;s a ter</p><p>Precisar&aacute; de n&oacute;s com certeza<br />Pois, temos a chave da porta.<br />Basta desta pobreza<br />Nada mais nos importa</p><p>N&atilde;o queremos um salvador<br />Somente algu&eacute;m honesto<br />Que a pol&iacute;tica seja por amor<br />E esque&ccedil;a do resto</p><p>Fa&ccedil;a um pouco pela maioria<br />Algo que possa ser lembrado<br />Chega de tanta &ldquo;putaria&rdquo;<br />Eu mesmo j&aacute; estou cansado</p><p>Estas palavras s&atilde;o um lembrete<br />De algu&eacute;m que te ajudou<br />Fa&ccedil;a um balancete<br />Diga porque se abandidou?</p><p>E por fim quero frisar:<br />Quem tem o poder &eacute; o povo<br />Do poder vamos lhe tirar<br />Nem que seja com tomate e ovo.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		12/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Seu Corpo]]></title>
  <pubDate>30/09/2005</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11603</link>
  <description><![CDATA[<h4>Seu Corpo</h4>
	<p>
		Esse corpo desnudo descoberto pela vergonha me deixa mudo ao sentir seu calor  Quero o teu tudo at&eacute; o que voc&ecirc; sonha deixe que eu me iludo ao sentir seu amor  Perfume de flor cheiro de corpo suado me perco nesse odor ao tentar te tocar  Lhe tomo esse valor o teu corpo adequado n&atilde;o deixo tu sentir dor O que quero &eacute; s&oacute; te amar.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		30/09/2005	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Resto]]></title>
  <pubDate>01/08/2005</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11602</link>
  <description><![CDATA[<h4>Resto</h4>
	<p>
		Do resto que fica A sombra que assola O resto que enrrica O muito da esmola  O resto &eacute; bastante Do pouco que sobra Basta um instante O pouco se dobra.  O resto que vai Jogado ao vento Como p&oacute; na terra cai Junto da fome e do lamento  O resto &eacute; quase tudo Quando resta esperan&ccedil;a Quando chega ao fundo E tem fome uma crian&ccedil;a  Joga fora o resto Esta &eacute; a humanidade Uma esmola lhe pe&ccedil;o Quando ao lado a fome invade  Analise bem esse resto Resto de Amor da humanidade Que o Pai n&atilde;o diga "contesto!" Pois a sua furia vir&aacute; de verdade.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		01/08/2005	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[O Tempo]]></title>
  <pubDate>02/12/2004</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11601</link>
  <description><![CDATA[<h4>O Tempo</h4>
	<p>
		O tempo pode correr<br />Sem chance para voltar<br />tempo sorri e faz sofrer<br />Tempo não me faça chorar</p><p>O tempo pode mentir<br />Sem tempo para perder<br />A verdade há de surgir<br />Não havendo tempo de correr</p><p>O tempo pode fazer<br />Sem sonho a conquistar<br />A chance é de perder<br />Sonhando ei de ganhar</p><p>O tempo pode quebrar<br />Sem tempo de refazer<br />Num só tempo pode estar<br />Sorrindo ou a sofrer</p><p>O tempo pode reviver<br />Sem tempo para derrotas<br />A vida nas mãos a tremer<br />A face se desbota</p><p>O tempo pode matar<br />Sem meios de desfazer<br />As lágrimas a derramar<br />É hora de vencer</p><p>Não temas o tempo<br />Para não ser um Lamento<br />Não temas as marcas na face<br />Para que não seja um desfarce<br />Não temas viver<br />Para que não vejas o sofrer</p><p>Viva hoje, amanhã e depois<br />Que a vida é feita de momentos<br />Seja a sós ou a dois<br />Viva e pare de lamentos.</p><p><br />Adilson Costa <br />02/12/2004	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		02/12/2004	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[A Pedra e a Vidraça]]></title>
  <pubDate>06/12/2004</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11600</link>
  <description><![CDATA[<h4>A Pedra e a Vidraça</h4>
	<p>
		Atire a pedra na vidra&ccedil;a<br /> Quebre meu entusiasmo<br /> Esvazie minha ta&ccedil;a<br /> Jogue-me ao marasmo<br /> <br /> Sendo essa sua felicidade<br /> Deixo quebrar meu encanto<br /> Abandono &agrave; realidade<br /> Para viver de pranto<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil resistir<br /> &Aacute;s pedras atiradas<br /> Ainda ter que sorrir<br /> Depois de tantas pedradas<br /> <br /> Mas, continuo a fingir<br /> Sem muito temor <br /> &Eacute; mais f&aacute;cil sorrir<br /> Que demonstrar a dor<br /> <br /> Atire todas com vontade<br /> Para excluir minha energia<br /> Essa &eacute; a realidade<br /> Enquanto eu chorava, voc&ecirc; sorria<br /> <br /> &Eacute; f&aacute;cil ser ca&ccedil;ador<br /> Atirar sem pensar<br /> Abater e apanhar seu valor<br /> E deixar de amar<br /> <br /> &Eacute; f&aacute;cil ser carrasco<br /> O dif&iacute;cil &eacute; ser ta&ccedil;a<br /> &Eacute; f&aacute;cil ser pedra<br /> O dif&iacute;cil &eacute; ser vidra&ccedil;a.	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		06/12/2004	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
  <item>
  <title><![CDATA[Sua Poesia]]></title>
  <pubDate>11/05/2006</pubDate>
  <link>http://sitedepoesias.com.br/poesias/11591</link>
  <description><![CDATA[<h4>Sua Poesia</h4>
	<p>
		Segredo da solid&atilde;o Um Grande tes&atilde;o Loucuras da Paix&atilde;o Coisas da Raz&atilde;o  S&atilde;o palavras somente Mas com grande significado Deixando-me contente E &agrave;s vezes doente Ao querer ficar do seu lado  Coisas que acontecem Tenho certeza n&atilde;o ser errado Pois os outros nos esquecem E &agrave;s vezes emudecem Mesmo do nosso lado  Creio em mais de uma verdade Mesmo n&atilde;o havendo raz&atilde;o Digo com sinceridade Quero voc&ecirc; beldade E te dar o meu tes&atilde;o  Teu cheiro ir&aacute; me embriagar Pois falastes do teu perfume Quero ele no meu corpo a espalhar Ao nosso suor se misturar e gritarei em alto volume  Deixe seu receio de lado N&atilde;o tenha medo de gritar Goze e me deixe encabulado Ficarei mais amado Se contigo eu gozar  S&atilde;o palavras fortes minha querida? N&atilde;o do ponto que quis passar. Pois &eacute; muito curta essa vida De se arrepender sem dar a partida. Isso &eacute; deixar de sonhar.  N&atilde;o quero que se iluda Que tenha sonhos de utopia Mas que a vida te sacuda Pois ela te sa&uacute;da Com essa "sua" Poesia.  Adilson Costa 11/05/2006 18:03	</p>
	<p>
				<a href="http://sitedepoesias.com.br/poetas/fator37" title="Biografia do Poeta: Adilson Costa"><b>Adilson Costa</b></a>

			
		11/05/2006	</p>
  ]]></description>
  <author><![CDATA[Adilson Costa]]></author>
  </item>
</rdf:RDF>