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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <title>Poema para uma deusa de Samotrácia</title>
          <pubDate>30/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29342-poema-para-uma-deusa-de-samotracia</link>
          <description><h4>Poema para uma deusa de Samotrácia</h4><p><![CDATA[Caia sobre mim, o z&ecirc;nite do crep&uacute;sculo<br />Como um fervoroso desejo<br />Em ritmo latente, transl&uacute;cido<br />Paire no ar como uma suave bruma<br />Elevando-me suavemente<br />Ao v&eacute;u da lua</p><p>Chegue-me em leves passos<br />Como uma chama que se revela<br />Queimando lentamente<br />Acendendo a luz da vela<br />Que iluminada<br />Sorri radiante, atrav&eacute;s de uma janela</p><p>Venha com sua voz l&iacute;rica<br />Encantar os meus ouvidos<br />Fazer sentir os meus sentidos<br />Oh! Deusa sensitiva<br />De todas as deusas do Egeu<br />Tu &eacute;s a mais linda</p><p>Desejo-te em fogo brando<br />Como uma brasa incandescida<br />Que suspende-se ao ar com suave leveza<br />Desejo-te infinitamente<br />Oh! Rainha da beleza<br />Meus olhos te fitam, iluminados de clareza</p><p>&nbsp;<br />&nbsp; </p><p>&nbsp;<br />&nbsp; <br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />30/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
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          <title>Dois corpos</title>
          <pubDate>30/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29340-dois-corpos</link>
          <description><h4>Dois corpos</h4><p><![CDATA[Estava eu ali<br />estasiado com a beleza<br />que na luz do fogo ardia<br />mesmo sendo noite<br />parecia que era dia</p><p>Um perfume dela exalava<br />entre suas coxas macias<br />despertando em mim<br />o dem&ocirc;nio<br />que ali a possu&iacute;a</p><p>As lingu&aacute;s passeavam<br />dentro de bocas<br />enfurecidas<br />onde os beijos molhados<br />desaguavam salivas</p><p>O ch&atilde;o vermelho estremecia<br />como uma f&uacute;ria<br />resplandecida<br />onde dois corpos grudados<br />entregavam-se a fantasia</p><p>A lua nos olhava<br />iluminada de magia<br />e dos c&eacute;us<br />caiam luzes<br />cravejadas de alegria</p><p>Der repente<br />um sorriso se fez no ventre<br />que iluminado e quente<br />alegremente<br />sorria</p><p>E assim se fez o amor<br />onde o suor de dois corpos<br />ungia<br />destilando o desejo<br />que ali se consumia</p><p><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />30/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
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          <title>Carne de Vênus</title>
          <pubDate>30/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29338-carne-de-venus</link>
          <description><h4>Carne de Vênus</h4><p><![CDATA[V&ecirc;m a ti meus olhos negros<br />Atormentados por tua carne<br />Indecente<br />No corpo que te veste perfeito<br />Me deixa faminto e decadente<br />Na pele nua que te prende c&aacute;lida e suave</p><p>Desprenda minhas v&eacute;rtebras<br />Me fa&ccedil;a sonhar<br />Num sonho bom<br />Um dom de amar<br />Um fogo brando<br />Que faz queimar</p><p>Em ti<br />Tenho<br />A tenta&ccedil;&atilde;o despertada<br />Por um forte desejo<br />Que faz<br />libertar]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />30/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
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          <title>A valsa das rosas</title>
          <pubDate>30/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29337-a-valsa-das-rosas</link>
          <description><h4>A valsa das rosas</h4><p><![CDATA[Lembra quando dan&ccedil;&aacute;vamos a luz do luar, meu amor?<br />E as rosas giravam, iluminadas, no jardim das pet&uacute;nias<br />Ali nossos corpos rodeavam, deslizando ao som dos violinos<br />Que al&ccedil;ava-nos a urbe da luz, nos iluminado de azul <br />&nbsp;<br />Dan&ccedil;&aacute;vamos ao som do Dan&uacute;bio, seguido por outra valsa<br />E mais uma, assim se fazia, sem pensar na hora, mas que hora?<br />Se n&atilde;o existia, era s&oacute; n&oacute;s dois<br />Dan&ccedil;ando a luz da lua <br />&nbsp;<br />At&eacute; nas noites frias, mas que frias?<br />Se o calor nos aquecia<br />Em cada dan&ccedil;a, ali se fazia<br />Um passo de magia<br />&nbsp;<br />E nos bailes de m&aacute;scaras? Lembra?<br />Sempre um cavalheiro roubava-te dos meus bra&ccedil;os<br />E mesmo distantes, nossos olhos<br />Estendiam-se na mesma v&eacute;rtice que nos unia<br />&nbsp;<br />&Eacute;ramos um do outro, meu amor <br />Que ador&aacute;vel companhia<br />T&ecirc;-la ao meu lado, assim<br />Todos os dias<br />&nbsp;<br />Agora, uma p&uacute;gil agonia<br />Em meu peito se afia <br />Ao lembrar-me destes momentos<br />Oh! Que tristeza! Em meu cora&ccedil;&atilde;o se alogia <br />&nbsp;<br />Desde que partiu<br />Vivo esta tormenta<br />A dor me castiga, em infinita senten&ccedil;a <br />Porque meu amor, me deixaste?<br />&nbsp;<br />Meu pensamento viaja, tentando encontrar <br />A substancia que esvaiu do teu corpo, ao&nbsp;postemar-se <br />Vejo teu sorriso em cada estrela, mas n&atilde;o consigo alcan&ccedil;ar-te <br />Porque meu amor, me deixaste?<br />&nbsp;<br />As vezes sou capaz de ver-te, dan&ccedil;ando no v&eacute;u da noite<br />Iluminada, me sorri, sorri, mas n&atilde;o diz nada<br />E ao alcan&ccedil;ar-te em desespero, desapareces<br />Como nevoeiro,dispersando-se por inteiro<br />&nbsp;<br />Oh! Espirito iluminado<br />Porque n&atilde;o me levas contigo?<br />Quero ficar ao teu lado<br />Dan&ccedil;ando eternamente no luar encantado <br />&nbsp;<br />Hoje mais um dia, sonho acordado<br />E ao olhar as pet&uacute;nias mortas no jardim<br />Lembro-me de como &eacute;ramos felizes<br />Tamb&eacute;m hoje, mais uma vez, venho trocar as rosas de teu jazigo<br />&nbsp;<br />E ao sentir tua l&aacute;pide fria em meus p&eacute;s <br />Mais uma l&aacute;grima surgi em meu rosto sofrido<br />Digo-te, meu amor, como sempre digo <br />Hoje as pet&uacute;nias est&atilde;o mortas, mas as rosas girar&atilde;o, iluminadas pelo teu sorriso.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />30/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sol negro</title>
          <pubDate>30/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29336-sol-negro</link>
          <description><h4>Sol negro</h4><p><![CDATA[Fitei meus olhos no horizonte<br />Onde um sol negro despertava<br />Em minha mem&oacute;ria veio a lembran&ccedil;a <br />Dos tempos de outrora<br />Onde a luz existia <br />Repleta de gl&oacute;ria</p><p>Lembrei-me das aves que cruzavam os c&eacute;us<br />Passeando na plenitude, pairando como algod&otilde;es<br />Na leveza das nuvens</p><p>Lembrei-me do mar que banhava as praias com seu manto<br />Beijando com espumas de prata <br />&Aacute;guas salgadas de pranto</p><p>E as arvores? Ah! Que saudade das arvores<br />Que verdejavam as florestas e os campos<br />E agora o que resta? Al&eacute;m de brasas e cinzas dispersas</p><p>Lembrei-me das pessoas<br />Os humanos antes tinham pele e cabelo<br />E tamb&eacute;m n&atilde;o eram t&atilde;o tristes quanto hoje</p><p>A melancolia me atinge<br />E do meu rosto uma l&aacute;grima se lan&ccedil;a ao desespero<br />Meus olhos sem c&iacute;lios choram em sil&ecirc;ncio. </p><p>Ao ver de longe, o astro onipotente<br />Que antes era rei <br />E agora &eacute; apenas, uma estrela carente</span><br />&nbsp;<br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />30/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>O GÓTICO</title>
          <pubDate>24/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/29183-o-gotico</link>
          <description><h4>O GÓTICO</h4><p><![CDATA[Eu sou o poeta da escurid&atilde;o<br />que semeia em frios jardins<br />flores mortas<br />com as p&aacute;lidas m&atilde;os</p><p>Sou o ser escuro<br />que vigia a noite<br />com o olhar de vampiro<br />buscando encontrar a beleza<br />que se esconde em cada sombra</p><p>Meus olhos pintados de preto<br />v&ecirc;em o que n&atilde;o pode<br />ser visto<br />pelos olhos mortais</p><p>Eu sou a bruma noturna<br />o ouvido dos<br />G&aacute;rgulas<br />nas catedrais</p><p>Eu vagueio nos c&eacute;us escuros<br />onde os olhos dos<br />corvos<br />brilham<br />no magico crep&uacute;sculo</p><p>Nas trevas<br />vejo a luz<br />que poucos ainda<br />produz<br />e na terra onde os seres<br />do dia<br />rastejam<br />plano suavemente com<br />minhas assas de<br />anjo negro</p><p>Minha solid&atilde;o<br />devora as horas<br />esperando o dia terminar<br />at&eacute; cair sobre mim<br />o manto da noite<br />onde sonho acordado<br />sem despertar<br />&nbsp;<br />Meus versos escritos<br />com sangue<br />deslizam como uma chuva t&eacute;pida<br />nos pr&eacute;dios abandonados<br />onde deixo o lamento de um mundo<br />doente<br />gravado</p><p>Doen&ccedil;as deixadas pelos seres<br />do dia<br />que destroem o mundo<br />com sua impia enfurecida<br />Quem s&atilde;o os estranhos?<br />Ou seriam os loucos?</p><p>Deixe-me s&oacute; com minha tristeza<br />pois o que resta &eacute; chorar<br />afinal, alguem precisa chorar<br />ent&atilde;o<br />que seja eu<br />o ser da escurid&atilde;o<br />o Nosferatu</p><p>Deixe-me acender minha fogueira<br />na terra das almas mortas<br />quero deitar-me sobre as lapides frias e tortas<br />deixadas pelos seres<br />de outrora</p><p>Deixe-me cantar<br />nas entranhas escuras<br />Close to me<br />o mundo est&aacute; doente<br />talvez n&atilde;o h&aacute; mais cura<br />alguem precisa chorar<br />ent&atilde;o que seja eu<br />o ser da noite escura</p><p><br />&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br />Sandro Kretus]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />24/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
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                </item>
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          <title>A última carta de amor (Fragmentos de uma revolução)</title>
          <pubDate>16/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28951-a-ultima-carta-de-amor-fragmentos-de-uma-revolucao</link>
          <description><h4>A última carta de amor (Fragmentos de uma revolução)</h4><p><![CDATA[Valmy 19 de setembro de 1792</p><p><br />Meu amor, hoje est&aacute; fazendo 2 meses que chequei ao fronte, e a saudade que sinto, atormenta meus sentidos, faz meu cora&ccedil;&atilde;o gritar incessantemente teu nome, Isabelle, calo-me com o silencio que produz meu pensamento, e ao mesmo tempo, clamo por tua presen&ccedil;a, sinto tua pela a minha, num desejo que devora por inteiro meu intimo, sinto falta da maciez de seus beijos, onde &nbsp;mergulhava meus l&aacute;bios lentamente, saboreando cada sensa&ccedil;&atilde;o, entregando-me ao del&iacute;rio do amor, Sinto falta de seus cabelos, que desciam sobre mim como um v&eacute;u exuberante, quando nos am&aacute;vamos intensamente, embriagados por nossa paix&atilde;o.<br />&nbsp;A dist&acirc;ncia me castiga de tal forma, que faz estes dias parecerem uma eternidade, n&atilde;o sei mais quem eu sou neste lugar in&oacute;spito, onde a morte se esconde em cada sombra, minha tropa est&aacute; desfalcada, j&aacute; estamos sem suprimentos, e a comida est&aacute; cada vez mais escassa, este &eacute; o ultimo frasco de nanquim que me resta, talvez esta seja a ultima carta que lhe escrevo.<br />Minha amada, todos os dias eu leio e releio a ultima carta que me enviastes, o perfume que deixastes nela, no qual o aroma se torna mais doce a cada linha, alimenta meu esp&iacute;rito, me faz relembrar dos momentos que passamos juntos, confesso-te, que muitas linhas j&aacute; est&atilde;o borradas, manchadas pelo pranto de minhas l&aacute;grimas, que brotam em meu rosto, me fazendo recordar de cada beijo e de cada abra&ccedil;o, das juras de amor que faz&iacute;amos, contemplando as estrelas de um c&eacute;u generoso, que sempre presenteava-nos com as estrelas mais brilhantes e fazia o sol despertar no horizonte, como uma gigantesca rosa flamejante, nas doces manh&atilde;s em que acord&aacute;vamos com nossos corpos entrela&ccedil;ados, transpirados de amor. S&atilde;o estes momentos, que me faz beijar estas linhas, devotamente, n&atilde;o sei mais por quanto tempo irei suportar esta dor, e saber que esta dor me mant&eacute;m vivo, me d&aacute; esperan&ccedil;as, o desejo de tocar-te novamente e t&ecirc;-la por inteira em meus bra&ccedil;os, &eacute; este desejo que me mant&eacute;m vivo neste inferno impetuoso, lembra quando l&iacute;amos o poema de Dante? E fic&aacute;vamos imaginando como seria o inferno, pois este &eacute; t&atilde;o inquietante quanto o descrito na divina com&eacute;dia, se pelo menos houvesse purgat&oacute;rio, o &uacute;nico som que se ouvi aqui, s&atilde;o os gemidos de dor e sofrimento, lamenta&ccedil;&otilde;es e desespero, todos est&atilde;o morrendo, os que n&atilde;o morrem nas trincheiras, morrem pelas pestes que se impregnam neste lama&ccedil;al, entre uma tempestade e outra, uma vida se apaga, junto com o colorido dos c&eacute;us, que desaparece subitamente, quando tomado pela f&uacute;ria das batalhas, onde o barulho estridente dos canh&otilde;es mistura-se com os brados dos trov&otilde;es, que ao relampearem nos c&eacute;us, refletem a silhueta da morte em todos os cantos, &aacute;s vezes eu tapo os ouvidos e fecho os olhos, neste s&uacute;bito instante, eu vejo-te, Isabelle, sou capaz de ouvir sua voz e sentir o toque de suas m&atilde;os, acariciando meu rosto, s&oacute; percebo que n&atilde;o &eacute; real, quando abro os olhos e volto para este limbo, onde a morte embala as almas em um ber&ccedil;o perp&eacute;tuo. Nos &uacute;ltimos dias tivemos um lampejo de esperan&ccedil;a, uma de nossas tropas vindas do norte, alojou-se aqui, apesar de famintos e cansados, cantam incessantemente o canto da revolu&ccedil;&atilde;o, aquela can&ccedil;&atilde;o que ouvimos em Paris, Lembra? Est&aacute;vamos em frente &aacute; Notre Dame, quando o exercito de &nbsp;Marsellha entrou na cidade, entoando-a bravamente, dizem que foi um oficial da unidade de Estrasburgo que a escreveu, ao menos alimentamos o esp&iacute;rito incans&aacute;vel, com este hino de esperan&ccedil;a. Em meus olhos h&aacute; uma cortina de sangue, estou cansado destes massacres, at&eacute; quando durar&aacute; esta luta? A cada dia chegam novos rostos, e os mesmos se v&atilde;o, em quest&atilde;o de dias, quantos mortos mais? Estou cansado de lutar, estou t&atilde;o cansado, meu amor, espero que o mensageiro consiga entregar-te esta carta, se n&atilde;o receber mais noticias minhas, n&atilde;o alimente esperan&ccedil;as, sejas forte, sei que ser&aacute; dif&iacute;cil aceitar este prop&oacute;sito, mas n&atilde;o irei iludir-te, Isabelle, juramos contar a verdade um para o outro, n&atilde;o importassem quais circunstancias fossem, h&aacute; tr&ecirc;s dias fui atingido no peito, com um tiro de mosquete, fui surpreendido quando voltava para o abrigo, um pequeno descuido que agora me custa a vida, a bala esta alojada perto do cora&ccedil;&atilde;o, os rem&eacute;dios est&atilde;o acabando e o medico teve de ir para o outro fronte, pois l&aacute; h&aacute; muito mais feridos que aqui, entre eles um general, que precisa urgentemente ser operado, havia conseguido estancar o sangue, mas esta manh&atilde; o ferimento voltou a sangrar, uma febre tomou meu corpo h&aacute; poucas horas, acho que n&atilde;o tenho muito tempo, por isso quero dedicar cada segundo escrevendo-lhe estas notas, quero que saibas, que a dor que sinto em meu peito, que feri-me como um punhal cruel, n&atilde;o se compara com a dor da distancia, a dor de n&atilde;o poder beijar teus l&aacute;bios, no meu ultimo suspiro, que para mim seria como mil sois, iluminando a escurid&atilde;o. &Eacute; com l&aacute;grimas nos olhos que me despe&ccedil;o, Isabelle, mas l&aacute;grimas de alegria, por saber que nosso amor atravessar&aacute; os s&eacute;culos, quando na ultima carta me disseste, que carregavas em teu ventre, o fruto do nosso amor, senti-me, eu, o ser mais completo do universo, pela primeira vez eu entendi o significado da vida, me proporcionasse o momento mais glorioso, que um homem pode ter.<br />Quero que diga a ele, ou a ela, que lutei e morri por nossa p&aacute;tria, e honrei-a, at&eacute; o fim, diga que n&atilde;o fui nenhum her&oacute;i, mas que tamb&eacute;m n&atilde;o fui covarde, que a felicidade que senti, ao saber que seria pai, foi o sentimento mais nobre que tive em toda minha vida.<br />Meu amor, que esta crian&ccedil;a, este fruto que agora habita tua ess&ecirc;ncia, de alguma forma, supra minha falta, e que todos os momentos que tiverem juntos, sejam de extrema felicidade e alegrias, obrigado, por agregar-me a tamanha virtude, s&oacute; lamento estar longe dos teus bra&ccedil;os e n&atilde;o sentir o ultimo afago do teu peito, saibas que neste momento, n&atilde;o sinto dor alguma, se pudesses ouvir, ouviria a can&ccedil;&atilde;o corajosa que agora ressoa em toda a plan&iacute;cie, como uma &aacute;guia, que corajosamente lan&ccedil;a-se ao c&eacute;u, iluminado de esperan&ccedil;a, os homens voltaram a cantar, sinto em meu &acirc;mago, que seremos vitoriosos, este &nbsp;sacrif&iacute;cio n&atilde;o ser&aacute; em v&atilde;o, quem luta pela liberdade, merece ser coroado com a vit&oacute;ria.<br />Despe&ccedil;o-me,minha amada, deixando nestas frases meu ultimo adeus, que esta ultima carta sobreviva, estendendo-se na cortina do tempo, gravando em suas eternas linhas, a prova real, da exist&ecirc;ncia do nosso amor.</p><p>Beijo-te com meu esp&iacute;rito, que agora se liberta, buscando encontrar a luz........</p><p><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />16/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                      <media:content url="jpg20260224232450" medium="image" />
                </item>
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          <title>Fúria</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28504-furia</link>
          <description><h4>Fúria</h4><p><![CDATA[Em teus olhos eu vejo a f&uacute;ria, a f&uacute;ria apaixonada de amar, amar um amor maior do que a pr&oacute;pria vida, poderia te chamar de Deusa mas prefiro chamar te de Amazona, onde o dom&iacute;nio do amor &eacute; dominado pelo teu olhar, olhar de f&uacute;ria, paix&atilde;o de fogo, onde teu cora&ccedil;&atilde;o arde infinitamente, onde tuas lagrimas n&atilde;o conseguem repousar o choro apaixonado, voc&ecirc; &eacute; mulher guerreira, paix&atilde;o que flameja como vulc&atilde;o, um &uacute;nico grito que explode dentro do teu peito, queimando teu rubro cora&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; &eacute; linda e n&atilde;o ilus&atilde;o, voc&ecirc; &eacute; abrigo nos dias de frio, voc&ecirc; &eacute; luz na escurid&atilde;o, voc&ecirc; &eacute; o brio de toda a coragem, voc&ecirc; &eacute; sangue e tamb&eacute;m a linhagem, voc&ecirc; &eacute; o amor existente na mais pura verdade, e eu sou apenas um poeta, um poeta que sonha na realidade.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Versos perdidos</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28503-versos-perdidos</link>
          <description><h4>Versos perdidos</h4><p><![CDATA[Por voc&ecirc; eu escreveria at&eacute; minha tinta acabar, onde o papel seria por completo selado com palavras de amor, uma inspira&ccedil;&atilde;o perfeitamente admir&aacute;vel, onde os componentes que a formam simplificam o desejo contido, sua beleza exuberante &eacute; devidamente iluminada pela luz do infinito, no qual voc&ecirc; &eacute; o ser mais radiante e mais bonito, onde no teu esp&iacute;rito, adormece o mais forte grito, o grito do amor incondicional, como uma flecha que atravessa um cora&ccedil;&atilde;o apaixonado. Se o que n&atilde;o nos mata nos fortalece, ent&atilde;o a flecha que atravessa meu peito &eacute; um sinal de que a paix&atilde;o &eacute; realmente a conquista do amor, talvez um dia na aurora do amanhecer, quando uma gota de orvalho vir a visitar a tua pele, tu ir&aacute;s perceber, que esta gota &eacute; apenas uma lagrima apaixonada, que chora de amor por voc&ecirc;, acredito que n&atilde;o conseguirei completar estes versos, pois minha tinta esta acabando, talvez consiga escrever s&oacute; mais uma frase, para o amor nada &eacute; imposs&iacute;vel, quando se ama de verdade.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amor perfeito</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28502-amor-perfeito</link>
          <description><h4>Amor perfeito</h4><p><![CDATA[Fazer amor contigo<br />&Eacute; como o quebrar das ondas do mar<br />Nas rochas douradas de luz solar</p><p>Fazer amor contigo<br />&Eacute; como prolongar o v&ocirc;o do condor<br />No c&eacute;u celeste</p><p><br />Fazer amor contigo<br />&Eacute; como germinar as flores<br />De um jardim esquecido</p><p>Fazer amor contigo<br />&Eacute; como o cair da chuva nas rosas<br />Juntando as p&eacute;talas perdidas no ch&atilde;o</p><p>Fazer amor contigo<br />&Eacute; como aflorar o rosto de Deus<br />Com o cora&ccedil;&atilde;o.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Flores de amor ( Jardim secreto )</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28501-flores-de-amor-jardim-secreto</link>
          <description><h4>Flores de amor ( Jardim secreto )</h4><p><![CDATA[Ningu&eacute;m pode ver-te<br />Ningu&eacute;m pode sentir voc&ecirc; como eu sinto<br />Ningu&eacute;m pode sentir o toque de suas m&atilde;o, porque agora entre n&oacute;s s&oacute; existe a chuva<br />Ningu&eacute;m pode tirar-te de mim, pois meu amor &eacute; forte e profundo<br />Mesmo que ceguem meus olhos, poderei ver-te<br />Mesmo que silenciem meus ouvidos, ouvirei tua voz, porque sei que Deus mandou-me um anjo, e mesmo sem assas, voaremos juntos no c&eacute;u<br />Veja aquelas flores que nascem, cada uma delas guarda um segredo, e nas p&eacute;talas de cada uma, est&aacute; escrito o teu nome<br />Ou&ccedil;a o vento que suspira por voc&ecirc;, em cada sopro meu cora&ccedil;&atilde;o se eleva junto com as folhas perdidas e esquecidas de amor<br />Agora sinta o meu amor, e veja que sou as flores que est&atilde;o em suas m&atilde;os<br />Veja que sou o vento que suspira em teu corpo<br />Veja que sou o homem que espera por voc&ecirc;, sem mesmo saber se um dia ir&aacute; chegar.</p><p><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Noite</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28500-noite</link>
          <description><h4>Noite</h4><p><![CDATA[Cai a noite sem fim, manto negro estrelado<br />sem pressa, o que despreza, lugar in&oacute;cuo e gelado<br />A sombra por traz da morte, se faz viva na terra escura, e os olhos, o que v&ecirc;em?<br />Al&eacute;m de trevas sangrentas, tempestades violentas, pesadelos pesados, e como seguir adiante?<br />Cegar o c&eacute;u sem fim? Buscando as estrelas brilhantes? E como seguir? Se o fardo acusa a corcunda dos imperfeitos.<br />Vem noite, sopra o vento mais frio, escurece e gela o que j&aacute; se foi, e se nada restou, escurece ainda mais, sem pressa, o que despreza, sem luz, o que n&atilde;o produz, sereneis lentamente, vagueis pelas encruzilhadas, vigia com teus olhos noturnos, a madrugada.<br />Segue noite, a escurid&atilde;o, com patas de um cavalo flamejante, de um fogo azul constante.<br />Corre noite, com as folhas mortas no ch&atilde;o, galopando junto ao vento, eleva-as ao crep&uacute;sculo<br />Segue o brilho sem brilho, segue o instinto indom&aacute;vel, carrega em tua &acirc;nsia, a alma dos desolados, vai noite, segue o azul-marinho, ofusca com teus olhos negros, os diamantes cravejados, de um c&eacute;u estrelado, porem incompleto, e quem sabe tu possas, completar a escurid&atilde;o?<br />Vem noite negra, rasga o tempo sem pressa, alimenta os famintos, sugere tuas fases aos desacordados, que clamam por escurid&atilde;o com os olhos encharcados, venha desejar, assim que o sol se por, ap&oacute;s beijar o mar, venha noite, fazer o cora&ccedil;&atilde;o despertar, sem pressa de se apressar, sem olhos para ver, sem boca para falar, traga consigo o sil&ecirc;ncio absoluto, faz da terra teu luto, fa&ccedil;a suspender o ar noturno, involuntariamente, jogue no abismo, os cora&ccedil;&otilde;es doentes<br />Seja noite escura, como asas de um anjo negro, rasgando os c&eacute;us como uma espada furiosa<br />A&ccedil;o, pedra e fogo, consola a alma dos inquietos<br />Noite de infinito azul, transcende o &acirc;mbar dos corpos nus, rasteje entre as entranhas de toda a carne quente e tr&ecirc;mula, lance seus anz&oacute;is al&eacute;m da escurid&atilde;o, fa&ccedil;a cegar a vista sem perder a raz&atilde;o<br />Queime noite negra, a alma dos vigilantes, sonhadores constantes, impregnados de paix&atilde;o<br />Sejas tu noite, a flecha lan&ccedil;ada pelo arco, antes de ires embora, faz do sol, sombra, ofuscando a aurora, semeia com teus tent&aacute;culos, em terra branda, o grito de outrora<br />Vai noite, alucina os alucinados, destila teu veneno no sangue dos coitados, seja mortal para quem n&atilde;o se importa, julgue os culpados, faz esperar, quem tem pressa, apaga a luz dos iluminados<br />Mergulhe noite, como uma suave chuva, que corta as ruas como laminas de gelo, alimentando os anf&iacute;bios, congelando os casulos dos enfermos<br />Titubeia noite, vasculhando cada canto, saboreando as perversas notas, mostra a linguagem noturna para as almas mortas, ensina-os a sonhar, sem dormir<br />Cante noite, a can&ccedil;&atilde;o proibida no ouvido dos surdos, fa&ccedil;a cantar os mudos, e os cegos, fa&ccedil;a-os dan&ccedil;ar no teu ch&atilde;o, a dan&ccedil;a das luas<br />Visite noite, as almas atormentadas, castigadas pela solid&atilde;o, estenda a eles, tua m&atilde;o, caia sobre o tempo como uma cortina aveludada, com teus cen&aacute;rios sombrios e tuas mascar&aacute;s encantadas<br />Suspire noite, uma suave neblina, suspendendo no ar um aroma c&iacute;trico, embalando em teu ber&ccedil;o os amantes, enamorados pela tua a&eacute;rea negra<br />Rasteje noite, onde a luz se torna remanescente, deixe cair tuas estrelas cadentes, como l&aacute;grimas luminosas, beijando teu rosto carente<br />Veja noite, o olhar febril dos indigentes, que nas ruas perambulam, embriagados, tristes sonhos despeda&ccedil;ados, mon&oacute;logos inacabados, d&aacute; a eles a esperan&ccedil;a, de serem adotados<br />Corre noite, entre as arvores e os arbustos, refrigera a alma dos lobos, alimenta o vampiros, desperte a consci&ecirc;ncia dos loucos, seja noite, o fio na navalha dos culpados, corta-lhes a cara, mostre a verdade al&eacute;m do c&eacute;u estrelado, seja noite preta, mas n&atilde;o te calas perante os malvados<br />Fa&ccedil;a noite, adormecer os dem&ocirc;nios, vista teu cavaleiro prateado, com armas de ouro e manto sagrado, fa&ccedil;a despertar os alecrins, fa&ccedil;a lacrimejar os telhados<br />Vai noite, alimenta o drag&atilde;o faminto, segue escurecendo, crescendo, al&eacute;m do infinito.....]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Fortaleza</title>
          <pubDate>02/05/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28499-fortaleza</link>
          <description><h4>Fortaleza</h4><p><![CDATA[&Eacute; assim que te vejo, fria<br />Como a lua entristecida<br />E de mim, o que sobra?<br />Se n&atilde;o a falsa alegria<br />Mas n&atilde;o quero mais, assim viver<br />Tamanha solid&atilde;o em meu querer<br />O que antes se dominava, agora se domina<br />E n&atilde;o mais o amor semeia<br />Com folhas ressequidas<br />E se p&otilde;em a chorar<br />Al&eacute;m da despedida<br />O sonho &eacute; sempre um sonhar<br />E n&atilde;o sara a ferida</p><p>&Eacute; assim que te vejo, bela<br />Como a rosa radiosa<br />Que chora com o orvalho<br />Tal como a aurora<br />De n&atilde;o mais amar<br />O que n&atilde;o se ata<br />De n&atilde;o mais transladar<br />O que n&atilde;o transmuta<br />E depois de tanta luta<br />N&atilde;o mais lutar<br />O que se ganha em se perder?<br />O que se perde em se ganhar?</p><p>&Eacute; assim que te vejo, crua<br />Sem direito a pergunta, sem sonho a sonhar<br />Um sonho denso, sem len&ccedil;o, sem f&uacute;ria<br />E o que s&atilde;o l&aacute;grimas derramadas?<br />Al&eacute;m de &aacute;guas salgadas<br />l&aacute;grimas cristalizadas de um mar revolto<br />Um lamento de um cora&ccedil;&atilde;o a deriva, engolido pela tempestade<br />E a temperan&ccedil;a? Talvez sem esperan&ccedil;a<br />Lan&ccedil;a-se sozinha como uma crian&ccedil;a<br />Que cega, n&atilde;o se importa com o perigo<br />N&atilde;o teme o castigo<br />Mas se p&otilde;em a chorar, um pranto sofrido</p><p>Transfere a busca, ao esp&iacute;rito<br />De um sonho bom, e n&atilde;o dormido<br />Na seiva de um peito adormecido, e o amor nele<br />Jaz sofrido, de n&atilde;o mais amar o referido<br />Sem cura, o que n&atilde;o se trata<br />Sem busca, o que n&atilde;o se procura<br />Transcende a luz ao crep&uacute;sculo<br />Quem dera fosse verdade<br />O amor encarnado, semeado na altura<br />Al&eacute;m do c&eacute;u, a claridade<br />Al&eacute;m da duvida, a certeza<br />O amor nada mais &eacute;, do que uma doce pergunta<br />Com resposta talvez, ao cora&ccedil;&atilde;o dos amantes<br />Que ama infinitamente, sem esperar nada em troca<br />E carentes, protegem-se, em uma fr&aacute;gil fortaleza.........</p><p><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />02/05/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Princesa japonesa</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28059-princesa-japonesa</link>
          <description><h4>Princesa japonesa</h4><p><![CDATA[Se eu pudesse alcan&ccedil;ar o sol nascente com minhas m&atilde;os de amor carente, eu chegaria at&eacute; seu cora&ccedil;&atilde;o, na clareza da tua alma que diz que voc&ecirc; &eacute; o sol iluminado do oriente, acredito minha princesa, que assim como o Deus Ebiso, voc&ecirc; n&atilde;o se entrega t&atilde;o f&aacute;cil ao amor, mas ensina a amar, &nbsp;eu seria capaz antes mesmo da cerim&ocirc;nia do Joya no kane, de tocar o sino cento e oito vezes todos os dias, at&eacute; minha voz ser levada at&eacute; sua ess&ecirc;ncia, eu seria capaz de dan&ccedil;ar at&eacute; o sol nascer , meu Odori apaixonado, pois assim como o Budismo iluminou o Jap&atilde;o, iluminarei seu dia, minha princesa, assim como a filosofia de Conf&uacute;cio que quando chegou, filosofou para as estrelas japonesas, declamarei mil poemas de amor, e deixarei meu Tanka, gravado em seu cora&ccedil;&atilde;o. Minha bela, eu n&atilde;o sou um samurai, talvez eu seja um simples Ronin, apaixonado de amor sem fim, que vive para te proteger com sua Katana, na qual e usada somente para cortar as flores mais belas, para &nbsp;seu Ikebana, &nbsp;sei que &nbsp;teus olhos negros escondem duas perolas do amor, na qual um dia irei encontrar, &nbsp;lutarei &nbsp;e vencerei &nbsp;para chegar at&eacute; voc&ecirc;, e te conquistar, te entregarei meu amor com a mais pura certeza, &nbsp;que voc&ecirc; &eacute; minha amada, minha princesa japonesa.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>O som das nuvens</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28058-o-som-das-nuvens</link>
          <description><h4>O som das nuvens</h4><p><![CDATA[Quando voc&ecirc; sorri, eu consigo enxergar um anjo perto de voc&ecirc;, quando eu seguro suas m&atilde;os suaves, eu posso sentir seu cora&ccedil;&atilde;o bater, quando eu beijo voc&ecirc;, eu sinto como se todo o mundo estivesse congelado num sil&ecirc;ncio m&aacute;gico, aonde o &uacute;nico som vem das m&atilde;os de Deus, aplaudindo nosso amor.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>A mosca e a mortalha</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28057-a-mosca-e-a-mortalha</link>
          <description><h4>A mosca e a mortalha</h4><p><![CDATA[Em puro m&aacute;rmore deitou-se suavemente<br />colocando suas m&atilde;o p&aacute;lidas por entre a mortalha<br />se fez um radioso brilho exuberante em volta da rosa<br />luminosa e delicada, que escondida, brilhava mais<br />que a luz debaixo das rendas bordadas<br />o sil&ecirc;ncio veio ao encontro da mosca<br />que o tempo todo a rodeava, e naquela intensa e clara luz<br />flutuava, porem lentamente se apagava<br />ao apagar-se inteiramente, o radioso brilho ali presente<br />despediu-se, e a mosca com a vis&atilde;o ofuscada, adentrou<br />por debaixo das rendas bordadas, pousando na rosa desabrochada<br />desesperada, tentava encontrar aquela luz, que subtamente se dispersara<br />convencida de assim te-la perdido, se p&ocirc;s a chorar<br />deixando cair uma l&aacute;grima quadriculada<br />e na sinfonia p&oacute;stuma que ali se anunciava, a pequena mosca<br />ent&atilde;o sorriu, ao ver as chamas das velas enfileiradas<br />e assim, deitada ao perfume da bela rosa<br />ambas adormeceram iluminadas.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Carta aos cavalheiros ( uma leve influencia do Conde de Rochester)</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28055-carta-aos-cavalheiros-uma-leve-influencia-do-conde-de-rochester</link>
          <description><h4>Carta aos cavalheiros ( uma leve influencia do Conde de Rochester)</h4><p><![CDATA[Sinto muito cavalheiros, mas n&atilde;o poderei ajud&aacute;-los, pois minha espada &eacute; feita de um a&ccedil;o muito nobre, jamais usei minha espada em um confronto com outra, e sinceramente, n&atilde;o pretendo usa-la, para mim, n&atilde;o existe melhor lugar para se guardar uma espada do que dentro uma bainha bem quente e umedecida, e disto eu entendo muit&iacute;ssimo bem, por tanto cavalheiros, tirem suas mascaras, sinto muito em decepciona-los, mas eu n&atilde;o exer&ccedil;o este oficio, sei que muitos dos cavalheiros aqui presente, sem contar estes, que j&aacute; est&atilde;o de sa&iacute;da, sentir&atilde;o inveja ao me verem em a&ccedil;&atilde;o, pois sintam, a inveja nada mais &eacute; do que o reflexo de suas incapacidades, por n&atilde;o conseguirem extrair o verdadeiro nectar de uma mulher, sinto muito cavalheiros, mas para tal destreza &eacute; preciso muito dom&iacute;nio, algo que jamais ter&atilde;o, pois s&atilde;o t&atilde;o esdr&uacute;xulos quanto seus membros, que ap&oacute;s um extasie instant&acirc;neo, adormecem, deixando suas damas desoladas, encharcando os len&ccedil;&oacute;is de seda, portanto posso afirmar, jamais conseguir&atilde;o fazer uma dama chorar de prazer, pois far&atilde;o apenas sexo, um sexo vazio e mundano, jamais conseguir&atilde;o extrair este nectar precioso, sinto muito cavalheiros, mas para tal magia n&atilde;o existe ensinamento, e mesmo se existisse, jamais aprenderiam, pois s&atilde;o t&atilde;o limitados quanto suas acrobacias grotescas, mesmo se usassem os mais fortes alucin&oacute;genos, a unica coisa que conseguiriam, al&eacute;m de anestesiados, tornarem-se super macacos, pois s&atilde;o exatamente o que s&atilde;o, primatas vestidos, n&atilde;o cavalheiros, n&atilde;o se ofendam, at&eacute; que n&atilde;o estou sendo veemente, pois se fosse, duvido que chegariam at&eacute; o final desta nota, estou sendo o mais ameno poss&iacute;vel, estou usando palavras simples para que entendam, sei que &eacute; dif&iacute;cil acompanhar tal racioc&iacute;nio, mas que culpa tem este humilde Conde? Se al&eacute;m de toscos, seus c&eacute;rebros s&atilde;o atrofiados e inerentes ao seus test&iacute;culos, vai ver que &eacute; por isso que ejaculam pr&eacute;cosimente, por terem em suas mentes, pensamentos t&atilde;o vagos e t&atilde;o pequenos, capazes de caberem em uma ervilha, desculpem minha franqueza, mas minha superioridade em rela&ccedil;&atilde;o a este assunto, comparada com tal ignor&acirc;ncia, os deixam em desvantagem, sei que muitos sentir&atilde;o raiva, pois sintam, a raiva nada mais &eacute; do que esta ignor&acirc;ncia latejando em suas mentes, mas n&atilde;o se preocupem, a raiva &eacute; compreensiva, pois at&eacute; os c&atilde;es a tem, j&aacute; o &oacute;dio, este &eacute; um sentimento med&iacute;ocre, ent&atilde;o se sentirem &oacute;dio, &eacute; porque est&atilde;o em uma escala muito mais baixa do eu que imaginava, se v&atilde;o gostar ou n&atilde;o de mim, n&atilde;o importa, mas sei que ir&atilde;o lembrar, principalmente na hora em que estiverem espavoridos em cima de uma dama, tentando faze-la chegar ao orgasmo, at&eacute; mesmo os ilusionistas se lembrar&atilde;o de mim, e tamb&eacute;m os ditos super homens, quando acreditarem terem extraido o verdadeiro nectar de uma mulher, sinto muito cavalheiros, mas jamais conseguir&atilde;o fazer o sorriso de uma mulher se abrir como uma borboleta, e falando nisso senhores, preciso ir agora, tem uma dama esperando ansiosamente por mim, louca para sentir o toque do desejo e mergulhar numa fantasia interessante, onde as rosas extremessem com um simples sopro, onde o c&eacute;u ao inv&eacute;s de azul, tornasse rubro, impregnado de paix&atilde;o e vol&uacute;pia, e o sil&ecirc;ncio produz um unico som, o som das l&aacute;grimas que choram de prazer.</p><p><br />&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Luminosidade</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28054-luminosidade</link>
          <description><h4>Luminosidade</h4><p><![CDATA[Mergulhei meus olhos em uma intensa escurid&atilde;o, e a profundidade de tal obscuridade, congelou meu cora&ccedil;&atilde;o, fazendo meus olhos pesarem, e apesar de todos aqueles pesares, continuei mergulhando naquele lago escuro e profundo, que aos poucos ia se estreitando, e conforme meu corpo passava pelas algas gelatinosas, m&atilde;os limpas iam me limpando, tirando crostas grossas de mim, naquele momento, senti uma leveza, que h&aacute; muito n&atilde;o sentia, e como que por encanto, meus olhos abriram naquela escurid&atilde;o, suspirei, ao ver a clara luz que vinha em minha dire&ccedil;&atilde;o, e dos meus olhos brotaram gotas de sal, ao sentir esvair de mim, a solid&atilde;o, segurei-me ent&atilde;o ao brilho da forte luz, que gentilmente me conduzia, apresentando-me a um estado interessante, e ao sair daquela obscuridade, pude ver a luz que brilhava naquela intensa claridade, era teu sorriso, que depois de tanto tempo, tinha voltado a sorrir, na luminosidade.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Segredos</title>
          <pubDate>17/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/28053-segredos</link>
          <description><h4>Segredos</h4><p><![CDATA[Assim como Hiram Abiff desvendou toda matem&aacute;tica c&oacute;smica existente no universo, deixando nos templos de Salom&atilde;o todo o segredo da arquitetura e geometria criada por Deus, tamb&eacute;m desvendarei os teus segredos mais ocultos.<br />Assim como Jesus Cristo em sua cerim&ocirc;nia nupcial &nbsp;ungiu os p&eacute;s de Maria Madalena selando o amor em seu casamento sagrado ,tamb&eacute;m selarei voc&ecirc; com um beijo &uacute;nico e &nbsp;verdadeiro.<br />Assim como Saladino conquistou &nbsp;Jerusal&eacute;m com honra &nbsp;e justi&ccedil;a , vencerei todos meus inimigos, e toda e qualquer barreira que possa &nbsp;impedir de chegar ate voc&ecirc;.<br />Assim como Colombo foi guiado atrav&eacute;s dos mapas feitos pelos templ&aacute;rios e protegidos pelos ma&ccedil;ons, serei guiado ate seu cora&ccedil;&atilde;o.<br />Assim como Davinci e outros mestres revelaram e esconderam em suas obras, a exist&ecirc;ncia da Deusa m&atilde;e, tamb&eacute;m protegerei voc&ecirc; com meu brio de fogo.<br />Assim como Shekspare escreveu suas historias de amor, deixando nas linhas do tempo infinitos poemas apaixonados, tamb&eacute;m escreverei a poesia mais bela e mais profunda em seu intimo.<br />Assim como um alquimista busca constantemente sabedoria e perfei&ccedil;&atilde;o, transformando todo seu conhecimento em luz, tamb&eacute;m serei o seu guia e irei segurar sua m&atilde;o, seja no clar&atilde;o do sol ou na escurid&atilde;o.<br />Assim como um eterno apaixonado que sonha em encontrar seu verdadeiro e &uacute;nico amor, fazendo com que a paix&atilde;o de ambos esteja presente em todas as vidas que se encontrarem, tamb&eacute;m serei a sua outra metade.<br />Assim como todo o conhecimento existe em cada part&iacute;cula do universo, serei existente em sua vida, onde passado e futuro ser&atilde;o eternos momentos do presente, e voltando ao inicio de tudo seria como Akhenaton, que com sua serpente da igualdade e da justi&ccedil;a libertou os filhos do Sol, pois assim como o povo de Israel foi libertado e guiado pelas m&atilde;os do Senhor , tamb&eacute;m serei seu divisor de &aacute;guas ,esteja voc&ecirc; onde estiver , aonde for....]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />17/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Lírio branco</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27839-lirio-branco</link>
          <description><h4>Lírio branco</h4><p><![CDATA[Acredito que seu cora&ccedil;&atilde;o como de toda mulher, &eacute; um oceano de desejos escondidos, onde as inspira&ccedil;&otilde;es e as id&eacute;ias est&atilde;o guardadas em um tesouro submerso na liturgia de sua ess&ecirc;ncia feminina, sou um cavaleiro em seu cavalo branco atravessando o deserto dos temores, onde uma espada abrange meu punho, na qual &eacute; usada para atingir a intoler&acirc;ncia e irracionalidade dos homens maus de esp&iacute;rito, que n&atilde;o admitem que as mulheres sejam reverenciadas como rainhas e contempladas como Deusas, parece imposs&iacute;vel, mas as indiferen&ccedil;as ainda existem, apesar da independ&ecirc;ncia, modernidade e intelig&ecirc;ncia das mulheres mostrando que realmente s&atilde;o as m&atilde;es do mundo, ainda &eacute; nitidamente explicito o descaso de alguns homens que n&atilde;o aceitam as igualdades, fragmentos mal interpretados, que distorce completamente a historia das mulheres e sua import&acirc;ncia neste universo, desde o principio dos tempos a mulher foi sucumbida pelo homem, na lenda de Lilith, a mulher que foi expulsa do suposto para&iacute;so por n&atilde;o querer ser submissa ao homem, e sim ter os mesmos direitos que ele, e at&eacute; hoje e vista como um dem&ocirc;nio, no antigo Egito quando raramente ap&oacute;s contemplar o Deus Amon, a mulher tinha o direito, na falta de seu marido e &nbsp;incompatibilidade dos pequenos primog&ecirc;nitos, tornasse fara&oacute;, e mesmo assim suas escrituras e templos eram profanados e enterrados pelos seus sucessores machistas, inclusive por seus filhos, podemos ir mais al&eacute;m, onde esta o evangelho de Maria Madalena? Porque Joana Dark foi queimada viva ap&oacute;s salvar a Fran&ccedil;a? Porque uma mulher ap&oacute;s ser enclausurada por sua pr&oacute;pria vontade e f&eacute;, n&atilde;o pode ter o direito de celebrar uma missa, ou at&eacute; mesmo de chegar ao papado? e as demais hero&iacute;nas, artistas, escritoras, revolucionarias, pol&iacute;ticas, cientistas, porque os livros s&oacute; as relatam como minoria, por quanto tempo as mulheres ainda ficaram na sombra da hipocrisia masculina? Mal sabem eles que n&oacute;s homens diante de uma mulher, somos apenas a chama de uma vela diante do sol um sol iluminado assim como voc&ecirc;, talvez um dia as verdades omitidas se revelar&atilde;o, e concluir&atilde;o em fim porque realmente a mulher &eacute; a sementeira da vida, at&eacute; l&aacute; continuarei aqui com meus poemas e romances, talvez um dia nossas historias se entrelacem, e nosso encontro acontecer&aacute;, estou surgindo, assim como um l&iacute;rio branco que nasce no meio de um roseiral, que com toda sua for&ccedil;a proteger&aacute; e amar&aacute; suas rosas, eu sempre estarei aqui como um testemunho de tua historia e em cada mulher deixarei minha inspira&ccedil;&atilde;o, em cada palavra reverenciada as mulheres deixarei a verdade, em cada frase contemplando as mulheres deixarei a esperan&ccedil;a, e em cada poema inspirado nelas, deixarei o amor.</p><p><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Eclipse</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27838-eclipse</link>
          <description><h4>Eclipse</h4><p><![CDATA[A lua vive na solid&atilde;o, sem amor, sem ilus&atilde;o, e guarda no pensamento a lembran&ccedil;a da paix&atilde;o, que tenta esquecer, e sem raz&atilde;o de dizer que ainda ama, continua a sonhar com o sol.<br />O sol porem, alem de n&atilde;o a conhecer, tamb&eacute;m espera por ela em algum alvorecer, e quando este encontro for encontrado, o c&eacute;u ficar&aacute; m&iacute;stico, m&aacute;gico, iluminado, e no cosmos infinito, mais um planeta com amor a ser gerado.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sonho</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27837-sonho</link>
          <description><h4>Sonho</h4><p><![CDATA[Quando olho voc&ecirc; eu vejo a beleza perfeitamente desenhada por Deus, e no teu sorriso, at&eacute; onde &eacute; me permitido enxergar, eu vejo um sonho, onde tudo &eacute; poss&iacute;vel sonhar, tenho certeza que o sol se esconde dentro do teu cora&ccedil;&atilde;o quando adormece, pois tua beleza e&acute; radiante, como um lindo por do sol. Na sutileza dos teus olhos, tenho certeza que o amor brinca de enamorar, quem me dera um dia suas m&atilde;os eu poder beijar, e em cada poro da tua pele, apresentar meu cora&ccedil;&atilde;o apaixonado, louco para amar, ou simplesmente ser notado por voc&ecirc;, talvez um dia em algum anoitecer, quando as estrelas virem a brincar com a lua, voc&ecirc; notara minha presen&ccedil;a, e assim como o horizonte encontra o mar, beijarei seu cora&ccedil;&atilde;o, talvez eu seja um simples sonhador, sonhando um dia encontrar o teu sorriso, e sentir o perfume dos seus cabelos, assim como o vento senti o perfume das mais belas flores do campo, talvez um dia quando o teu sorriso sorrir para mim, ent&atilde;o ficarei acordado, para n&atilde;o mais sonhar, e simplesmente despertado do sonho apaixonado, amar.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Além do infinito</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27836-alem-do-infinito</link>
          <description><h4>Além do infinito</h4><p><![CDATA[Se existisse uma escada para chegar at&eacute; o c&eacute;u, e voc&ecirc; estivesse l&aacute; em cima, eu seria capaz de subi-l&aacute; incessantemente, assim como uma chama que nunca se apaga, renovando o esp&iacute;rito, quem sabe eu te encontraria alem das estrelas, iluminando alguma constela&ccedil;&atilde;o, ou at&eacute; mesmo dan&ccedil;ando nos an&eacute;is de saturno, uma doce can&ccedil;&atilde;o que viria da voz do universo, contemplando tua beleza.<br />Se eu conseguisse chegar at&eacute; o sol, eu venceria as labaredas de fogo, e te traria a rosa dourada do amor, onde em cada p&eacute;tala gravada em ouro revelaria o teu nome, e junto a ele uma frase que diria bonito, por voc&ecirc; eu seria capaz de buscar o amor al&eacute;m do infinito.<br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amor secreto</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27835-amor-secreto</link>
          <description><h4>Amor secreto</h4><p><![CDATA[Te desejo mais do que a espera da lua pelo sol, te quero mais do que a espera das estrelas pelo crep&uacute;sculo, se n&atilde;o falo, &eacute; porque n&atilde;o sei como falar, se n&atilde;o digo, &eacute; porque o sil&ecirc;ncio descansa dentro de mim.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Rainha</title>
          <pubDate>11/04/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/27834-rainha</link>
          <description><h4>Rainha</h4><p><![CDATA[VIDREI EM TEU OLHOS<br />NA TUA PELE CLARA DESLIZEI NO TEU PERFUME<br />NOS TEUS LONGOS CABELOS NEGROS FIZ AMOR DENTRO DE TI<br />NA TUA BOCA FEITA DE CARNE DESEJADA FOI ONDE MORRI<br />RENASCI NAS TUAS COXAS MACIAS DE CETIM<br />TUAS PERNAS ME ENVOLVERAM, SENTI O FOGO DO TEU VENTRE SOBRE MIM<br />TUA LEVEZA INSUSTENTAVEL ME FEZ PASSARO E AGORA VOO ALTO NO CEU<br />TE AMEI COMO UMA RAINHA, DENTRO DE TI DEIXEI O MEL.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />11/04/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Prisma</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25469-prisma</link>
          <description><h4>Prisma</h4><p><![CDATA[No meu expressionismo talvez encontre um meio de chegar at&eacute; voc&ecirc;, seria capaz de tudo para te surpreender, faria como Cezanne entre seus cones e esferas, na forma imposs&iacute;vel da realidade, te construiria o castelo de medan em sua mais pura veracidade, e na minha solid&atilde;o de Van Gogh, tomaria meu caf&eacute; a noite, apaixonado pelas intensas cores do teu cora&ccedil;&atilde;o de pura arte, e se mesmo assim n&atilde;o conseguir chamar sua aten&ccedil;&atilde;o, gritarei o grito contorcido de Munch, contido dentro da minha emo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o minha querida eu n&atilde;o sou t&atilde;o bom assim, tamb&eacute;m tenho meus dem&ocirc;nios surrealistas assim como Klee.<br />E voc&ecirc;, ser&aacute; que posso permitir-me a dizer o que representas para mim? Voc&ecirc; &nbsp;&eacute; a mulher sagrada na ultima ceia de Da vinci, voc&ecirc; e o nascimento de V&ecirc;nus &eacute; a adora&ccedil;&atilde;o dos magos de Botticelle, voc&ecirc; &eacute; uma paisagem perfeita de Calixto, voc&ecirc; &eacute; como Rodin, em sua idade do bronze, na do&ccedil;ura e brancura do m&aacute;rmore, e ser&aacute; que foi env&atilde;o o sacrif&iacute;cio dos cidad&otilde;es de calais? N&atilde;o linda artista, n&atilde;o quero te impressionar, mas assim como Monet, sou capaz de romper a luz para fazer um prisma em seu l&iacute;rios d &aacute;gua, talvez eu n&atilde;o seja t&atilde;o moderno como Camille Claudel, que em seu amor da perdi&ccedil;&atilde;o, sofreu sua dor do abandono, talvez eu n&atilde;o tenha os olhos tristes de Frida Kahlo, que n&atilde;o pintava sonhos e sim realidade, que mesmo assim partiu sorrindo, para nunca mais voltar. Tenho certeza que Athena habita tua alma, a &uacute;nica diferen&ccedil;a entre voc&ecirc; e esta Deusa, e que toda Deusa tem o seu Crep&uacute;sculo, e voc&ecirc; tem lu de &nbsp;luz, e &nbsp;arte, com A mai&uacute;sculo.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>A canção das almas apaixonadas</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25468-a-cancao-das-almas-apaixonadas</link>
          <description><h4>A canção das almas apaixonadas</h4><p><![CDATA[O sentimento &eacute; mesmo algo inexplic&aacute;vel, o amor nos torna livres, ou prisioneiros?<br />E o que s&atilde;o as palavras, sinceras ou decoradas?<br />Porque quando perdemos, ou nos perdem, o amor sufoca, e ao mesmo tempo al&iacute;via, ser&aacute; que o abra&ccedil;o &eacute; verdadeiro?E o beijo? &Eacute; realmente a can&ccedil;&atilde;o das almas apaixonadas?<br />Ser&aacute; que o aparente &eacute; realmente o desejo contido de um cora&ccedil;&atilde;o sempre carente, que sempre pergunta e n&atilde;o encontra sua resposta, o que vale mais? Palavras vindas de um portal incondicional de intelig&ecirc;ncia e sabedoria, ou um texto narrado de pura fantasia, ser&aacute; que o desejo contido se tornara realmente permitido? Admirar ou amar?<br />As vezes, encontramos algo de olhos fechados, que nunca encontramos antes, com os olhos abertos,n&atilde;o estamos sozinhos,mas tamb&eacute;m n&atilde;o estamos completos,e o que vale mais? O amor no sil&ecirc;ncio, ou o amor incompleto?E o tempo, o que far&aacute;? Perpertuar&aacute; em uma busca sem fim, ou simplesmente morrer&aacute; assim, a felicidade existe, &eacute; &uacute;nica, o premio de todo o ser bom,uma virtude de Deus,ent&atilde;o sejamos felizes,que a felicidade paire sobre todos aqueles que buscam o amor,aqueles que sofrem por amarem demais,aqueles que tem o cora&ccedil;&atilde;o bom,at&eacute; mesmo aqueles que tem o cora&ccedil;&atilde;o de pedra, que o amor sempre fa&ccedil;a renascer a vida, pois a vida &eacute; renascimento.</p><p><br />]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Ardente coração</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25467-ardente-coracao</link>
          <description><h4>Ardente coração</h4><p><![CDATA[<br />No s&eacute;culo XVII, na Fran&ccedil;a, um jovem cavaleiro, j&aacute; cansado de suas intensas batalhas e de suas longas caminhadas pelo mundo, declarou em simples palavras seu amor por ela, que havia despertado nele, o mais voraz e puro desejo.<br />&nbsp;Chegar&aacute; um dia em que eu irei naufragar em teus olhos e nunca mais subirei a superf&iacute;cie.<br />Chegar&aacute; um dia em que eu sentirei com o toque dos meus l&aacute;bios o doce e delicioso sabor da tua boca.<br />Chegar&aacute; um dia em que eu descobrirei o teu corpo e farei com que o fogo que existe em mim queime delicadamente o seu intimo, tocarei voc&ecirc; como se fosse uma d&aacute;diva de Deus, e farei isso com tanto amor, que nenhum outro jamais fez, e nunca far&aacute;.<br />Chegar&aacute; um dia em que tu estar&aacute;s em meus bra&ccedil;os, eu irei acariciar-te como se tu fosses a mais bela e delicada flor, e farei com que todas tuas m&aacute;goas e teus temores sejam esquecidos com um simples e quente beijo, irei proteg&ecirc;-la de suas sombras e expulsarei teus dem&ocirc;nios, para que tu possas ser livre e comigo poder voar.<br />A paix&atilde;o que arde em meu peito, fulmina minha alma, e desperta em mim, o mais feroz e faminto animal, que um dia ir&aacute; lhe possuir, por traz desta imagem forte e misteriosa de mulher, se esconde a mais sens&iacute;vel e fr&aacute;gil menina, na qual um dia irei descobrir.<br />N&atilde;o pode ser pecado o meu desejo, pois em varias batalhas muitas glorias eu conquistei, n&atilde;o pode ser pecado o meu amor, pois em outras vidas muitas mulheres eu j&aacute; amei.<br />Ningu&eacute;m pode condenar minha paix&atilde;o, pois s&oacute; voc&ecirc; minha bela, depois de muito tempo, tocou com tanta leveza meu cora&ccedil;&atilde;o.<br />Espero ansiosamente por este dia, j&aacute; estou cansado destes combates med&iacute;ocres e sem l&oacute;gica, n&atilde;o luto pela minha p&aacute;tria, nem por minha gl&oacute;ria, mas sim pelo meu instinto, at&eacute; l&aacute;, quando todas as batalhas estiverem terminadas, irei ao teu encontro, e por mais longe que estejas, eu encontrarei voc&ecirc;.</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Julieta</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25466-julieta</link>
          <description><h4>Julieta</h4><p><![CDATA[Se eu estivesse neste momento em algum lugar do passado, contido nas linhas do tempo, encontraria voc&ecirc;, e o que seria mais surpreendente e interessante, &eacute; que tu estarias iluminado o palco de um lindo teatro, decorado de poesia e arte, onde voc&ecirc; seria a Julieta de Shakespeare, bela e iluminada, onde o amor seria imortalizado pela tua interpreta&ccedil;&atilde;o &uacute;nica e sublime, e eu, um poeta apaixonado, estaria l&aacute; parado, admirado com tua perfei&ccedil;&atilde;o, te desenharia em versos e prosas meu cora&ccedil;&atilde;o, e ao fechar as cortinas, ap&oacute;s o beijo envenenado, correia para teus bra&ccedil;os, para sim comprovar que realmente tudo era encenado, e assim alucinado, te daria um beijo de amor.<br />Talvez encontre voc&ecirc;, em algum lugar deste passado, que n&atilde;o sei por que raz&atilde;o invade meu pensamento, ao ver teu rosto suavemente rosado, e ler teu nome perfeitamente alinhado, senti um acr&eacute;scimo de mim mesmo, como se abrisse uma janela, que a muito n&atilde;o se abria, quem &eacute; capaz de entender o sentimento? Quando nos habita aqui dentro, como um p&aacute;ssaro que esta prestes a voar, rasgando o c&eacute;u da paix&atilde;o, talvez um &uacute;nico olhar por todo este momento perpertuar&aacute;, talvez um beijo em suas m&atilde;os, um suspiro em seus cabelos, adorada Julieta, quem sabe o tempo venha se entregar para este encontro, ent&atilde;o saberemos de fato, que n&atilde;o seriamos apenas dois no mesmo retrato, mas sim as m&atilde;os de Deus entrela&ccedil;adas, abrindo as portas deste lindo teatro.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Metáforas colhidas</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25465-metaforas-colhidas</link>
          <description><h4>Metáforas colhidas</h4><p><![CDATA[Talvez meus versos deslizem como uma lagrima, beijando as linhas devotamente, sei que pensamos e logo existimos, mas tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel que possamos ir mais al&eacute;m, onde as met&aacute;foras sejam colhidas como flores em um jardim infinito, que habita nosso sentimento, onde os desejos contidos revelam o amor.<br />Nesta flor transmutada em palavras, que a ti ofere&ccedil;o-te, &eacute; apenas um singelo gesto de minha admira&ccedil;&atilde;o por tua beleza, beleza esta que &eacute; capaz de transparecer teu esp&iacute;rito puro e iluminado, como uma linda flor a luz do sol, e na transpar&ecirc;ncia dos teus olhos, onde habita tuas esperan&ccedil;as, no horizonte da tua &iacute;ris, sou capaz de enxergar o amor, como uma lagrima que surge antes de uma tempestade apaixonada, onde o b&aacute;lsamo do desejo nos envolve completamente, como o c&eacute;u grudado as estrelas, se pensar &eacute; existir, ent&atilde;o n&atilde;o adianta fugir, o fato de sermos existentes, tamb&eacute;m nos tornam carentes, revelando quem realmente somos, sentimos, logo amamos.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
          <item>
          <title>Um dia breve</title>
          <pubDate>18/01/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/25464-um-dia-breve</link>
          <description><h4>Um dia breve</h4><p><![CDATA[Venho a ti doce amada, dizer-te entre versos e compassos l&uacute;dicos, de amores l&uacute;cidos, meu breve recado.<br />A aus&ecirc;ncia de tua presen&ccedil;a constante, faz com que meu &aacute;lveo cora&ccedil;&atilde;o seja elevado, na mais pura raz&atilde;o do ser amado, no meu desejo que almeja voc&ecirc;, na sutileza do teu sorriso, no mist&eacute;rio dos teus olhos, na insustent&aacute;vel leveza do teu ser, almejo minha amada, um dia breve, estar com voc&ecirc;]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/kretus' title='Biografia do Poeta: Sandro Kretus'><b>Sandro Kretus</b></a><br />18/01/2008</p></description>
          <author>Sandro Kretus</author>
                </item>
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