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        <title>Site de Poesias</title>
        <link>https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura</link>
        <description>O Site de Poesias é um centro de poemas, de alguma forma, significativos; seja pelo conteúdo, pela métrica, pelas rimas... Mas principalmente pelos sentimentos que a boa poesia evoca na alma: tristeza, alegria, saudade, felicidade, amor, Deus. Porque escrever é uma arte: é traduzir o intraduzível!</description>
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        <title>Site de Poesias</title>
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          <title>Desmontado</title>
          <pubDate>11/10/2008</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/33750-desmontado</link>
          <description><h4>Desmontado</h4><p><![CDATA[Eu me resumo simplesmente<br />A uma hist&oacute;ria deprimente<br />De v&atilde;s tentativas de fuga.</p><p>Tentei desviar meu caminho<br />E longe de ti fui sozinho,<br />Me cercar de pessoas nulas ...</p><p>"Para qu&ecirc; ter profundidade?<br />Para qu&ecirc; as conversas &iacute;mpares?"</p><p>Ouvi uma id&eacute;ia bem simples:<br />- Remonta tua felicidade!<br />(Outra tolice sem certeza)</p><p>E por mais que o mundo n&atilde;o ache,<br />Em mim s&oacute; falta teu encaixe:<br />Solu&ccedil;&atilde;o do quebra-cabe&ccedil;a ...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />11/10/2008</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Nossa Guerra</title>
          <pubDate>26/12/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/16257-nossa-guerra</link>
          <description><h4>Nossa Guerra</h4><p><![CDATA[Te vi de longe, e logo prometi<br /> Completamente s&eacute;rio e decidido,<br /> Que se viesse me abra&ccedil;ar aqui<br /> Seria frio e at&eacute; incompreensivo.<br /> <br /> <br />Jamais darei o bra&ccedil;o a torcer!<br /> Demonstrarei meu lado defensivo.<br /> E ao deixar amor transparecer,<br />"Problema seu &ndash; que tenho eu com isso?!"<br /> <br /> <br /> Apesar disso, voc&ecirc; veio a mim<br /> Com aquele sorriso sincero e bonito,<br /> (E os cabelos soltos ao vento.)<br /> <br /> <br /> Jamais vivi alegria assim,<br /> O muro caiu e &agrave; defesa deu fim:<br /> - A sua for&ccedil;a &eacute; o meu consentimento...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />26/12/2006</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Carta</title>
          <pubDate>09/11/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/15394-carta</link>
          <description><h4>Carta</h4><p><![CDATA[Na fluência de nossas linguagens,<br />Terminantemente proibidos,<br />Nossos beijos, lá na paisagem<br />Hoje se afastam, reprimidos...</p><p>Portanto, tenho de ir com ele.<br />(A minha metade de nosso desejo.)<br />Mas ao lhe deixar, e eu junto dele,<br />Não pode existir, deixou de ser beijo...</p><p>E agora?! A distância é uma dor!<br />A dor que é real se o choro é sozinho,<br />A dor que é fria, a dor que não sente...</p><p>Por isso, entreguei uma “carta de amor”,<br />Desfiz a saudade, colei-lhe um “selinho”!<br />- Até esqueci de informar “remetente”...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />09/11/2006</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Anseio</title>
          <pubDate>04/10/2006</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/14626-anseio</link>
          <description><h4>Anseio</h4><p><![CDATA[Ousado, obscuro, anormal,<br />Il&oacute;gico, inconseq&uuml;ente.<br />Repentino e frugal,<br /> Indeciso e reticente... </p><p>Louco e emocional. <br />Impulsivo, adolescente! <br />Excitante...hormonal, <br />Musical e envolvente.</p><p> Em bilhetes, an&eacute;is e flores,<br />P&atilde;es de mel e seus sabores, <br />Chocolate e TV.</p><p> L&aacute;grimas, gritos e murros, <br />Cartas, beijos...sussuros<br /> E um pouquinho de voc&ecirc;...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />04/10/2006</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Queda d'água</title>
          <pubDate>25/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7730-queda-d-agua</link>
          <description><h4>Queda d'água</h4><p><![CDATA[Amor, estás muito distante<br />De nosso caloroso abraço:<br />- Por mais que eu tente, num instante<br />Reconquistar-te, indo avante,<br />Também preciso dos teus passos!</p><p>E, entre olhares fascinados<br />(Margens de águas indiscretas.)<br />Correrão rios emocionados,<br />De um chorar descompassado,<br />Derramando as lágrimas certas!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />25/10/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Vale a Pena Esperar</title>
          <pubDate>09/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7381-vale-a-pena-esperar</link>
          <description><h4>Vale a Pena Esperar</h4><p><![CDATA[Quando a vida se "desfaz"<br />E só resta o amargo pranto<br />Desistimos, perdemos toda a paz,<br />Construímos um muro em nosso canto...</p><p>Mas é tempo de esperar.<br />(O silêncio está acabando...)<br />E Quem ama irá se revelar:<br />Vem trazendo nas mãos um grande plano!</p><p>É preciso esperar e crer no encanto<br />Que o calor de Deus traz pra secar o pranto, enfim...<br />(Seu amor é assim...)</p><p>Hoje o muro se desfaz,<br />Libertando todo o canto!<br />Nós sorrimos (tristezas nunca mais!)<br />Concluímos: compensa esperar tanto,</p><p>Pois é tempo de cantar.<br />(O milagre está voltando...)<br />E quem ama irá se revelar<br />Instrumento nas mãos do grande plano!</p><p>(E a vida se refaz, enfim...!)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />09/10/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Das Ambições</title>
          <pubDate>09/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7378-das-ambicoes</link>
          <description><h4>Das Ambições</h4><p><![CDATA[Se houve algo de puro e mais belo<br />Que meus dois olhos já tivessem visto,<br />Não foi porquê grandiosidade anelo,<br />(Sou um coitado! Poucas coisas quero.)<br />Mas foi por tê-la um dia conhecido...</p><p>Pensando bem - eu sou ambicioso!<br />O mais sagaz dos seres persistentes,<br />Que tendo tudo e desejando pouco<br />Viu no "restante" o dom mais precioso:<br />Tê-la em meus olhos. (E eternamente...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />09/10/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Amor em Perfeição...</title>
          <pubDate>05/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7321-amor-em-perfeicao</link>
          <description><h4>Amor em Perfeição...</h4><p><![CDATA[O florescer na primavera,<br />O pôr-do-sol de cada dia,<br />E outras tantas coisas belas:<br />Algo mais as superaria?</p><p>Descobri! (E além das cores.)<br />O mistério da natureza:</p><p>- A brisa, o orvalho e as flores<br />São rascunhos da tua beleza!!!</p><p>...E agora que vi, tocarei<br />O cerne de tua aparência:</p><p>- A perfeição, em mim recriada,<br />Formando beleza do nada<br />Co'a forca da tua influência!!!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />05/10/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Soneto em Fá Maior</title>
          <pubDate>04/10/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7308-soneto-em-fa-maior</link>
          <description><h4>Soneto em Fá Maior</h4><p><![CDATA[Encontrei teu olhar,<br />Encontrei teu sorriso aberto<br />E a vontade de ter por perto<br />Alguém que possa me iluminar...</p><p>Consegui me encontrar:<br />- Avistei meu sorriso incerto,<br />No chorar inundando o teto<br />De um coração que esqueceu de pulsar.</p><p>Teu olhar então<br />Me deu inspiração:<br />Trouxe-me alegria,</p><p>Pois ele me diz<br />Que posso ser feliz,<br />E recriar um novo dia!!!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />04/10/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Ilusão de Ótica</title>
          <pubDate>27/09/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7188-ilusao-de-otica</link>
          <description><h4>Ilusão de Ótica</h4><p><![CDATA[Por um instante vi o céu! <br />De tanto o amor, senti pulsar: <br />Em direção aos braços meus <br />Senti calor que vem dos teus. </p><p>(Mas era apenas teu olhar...) </p><p>- Ah, por favor, me olha mais, <br />Com esse olhar introvertido! </p><p>Verás então o que eu vejo: <br />Em nosso olhar, um lindo beijo, <br />Recíproco. E refletido...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />27/09/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
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          <title>Trilha...</title>
          <pubDate>25/09/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/7137-trilha</link>
          <description><h4>Trilha...</h4><p><![CDATA[Trilha I</p><p>Nos bons tempos fui confuso<br />Em distinguir algum nuance:<br />Amor, amizade, romance<br />Ou qualquer sentimento intruso.</p><p>E ontem? Fui mais que perdido!<br />Poeta de rima cansada,<br />Garoto de sonho iludido<br />(Poesia inacabada...)</p><p>Trilha II</p><p>...Até o dia em que te vi,<br />Caminhando pela estrada<br />Que eu criei pra andar sozinho.</p><p>E te disse - Não tem nada!<br />Então caminhei contigo,<br />Meu pedaço de bom caminho!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />25/09/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Não é mais cedo demais</title>
          <pubDate>25/08/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/6561-nao-e-mais-cedo-demais</link>
          <description><h4>Não é mais cedo demais</h4><p><![CDATA[É chegada a plenitude do tempo!<br />Os velhos poemas criaram vida:<br />No doce instante de um triste soneto<br />Minha missão está quase comprida...</p><p>Mas meu poema é a fruta madura<br />Da flor da incongruência originada;<br />Sinopse clara, promove e censura:<br />- Vai! Desabrocha! Mas fica calada!</p><p>E a estrofe silente, em troca, dá tudo:<br />Já deu poesia, e agora dá fruto...<br />Já trouxe alegria, e trará algo mais...</p><p>Pois no contratempo se revelou,<br />E no pôr-do-sol, em nós dois brilhou:<br />- Agora não é mais cedo demais!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />25/08/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
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          <title>Jardim Secreto</title>
          <pubDate>23/08/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/6518-jardim-secreto</link>
          <description><h4>Jardim Secreto</h4><p><![CDATA[Aquele olhar que diz, mas se defende,<br />Buscando em eufemismos um sinônimo,<br />Justificando em tudo o amor que sente<br />Ao fim de cada gota de um hormônio</p><p>É amor medroso! É amor que mente!<br />É negação covarde de um fenômeno,<br />Dizendo não ter sido aquela mente <br />Por trás da flor estregue pelo anônimo...	</p><p>Devia retirar o que não disse<br />Na manifestação de sua ausência,<br />Para poder entrar no amor imenso<br />Trazido na beleza de outra essência!</p><p>Assim, o seu jardim (não mais secreto)<br />Começaria, pois, a chegar perto<br />Da mão que esfaqueou a desavença.</p><p>E lá, no seu desabrochar incerto,<br />Desafiando toda e qualquer crença,<br />Floresceria bem mais indiscreto...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />23/08/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Serenata</title>
          <pubDate>26/09/2003</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/6440-serenata</link>
          <description><h4>Serenata</h4><p><![CDATA[Se queres ouvir o amor, escuta pois a minha alma,<br />Que canta com os olhos chorosos e com sua expressão bem calma.<br />Pra que ninguém possa notar, pois este é o nosso momento,<br /> <br />(Só nós precisamos saber que tua vida é nosso centro.)<br />Pois veremos com olhos humanos o que só o divino revela!<br /> <br />  - Já podes ouvir meus sonhos passearem pela janela?<br />  (Se quiseres abrir a porta, eu os recolho e depois entro!)<br /> <br />Se queres ouvir o amor, escuta pois a poesia<br />Que se esconde por debaixo da mais linda melodia.</p><p>(Pra que ninguém possa notar, pois esse é meu sentimento...),<br />Pois pra entrar por esta porta eu viveria toda espera,</p><p>E pra morar em teu coração suportaria qualquer tormento!<br />  - Já podes ouvir meus sonhos passarem pela janela?</p><p>  - Já podes sentir meus sonhos baterem no vidro dela?<br />Aqui fora é muito frio, e não há lugar mais escuro,<br />A lua de mim fugiu e as ruas nem são de cimento,<br />Por isso peguei meus sonhos e escalei teu alto muro,</p><p>Mas a porta só abrirei com o teu consentimento!<br />(Eu espero o quanto for pra viver algo tão puro,<br />Então pego meus sonhos no colo, agradeço a Deus e entro!)</p><p>Mas se quero sentir o amor, e um dia estar mais seguro<br />E não ser mais poeta errante, que canta e estremece ao vento,<br />Tenho sempre que compor serenatas com aquela:</p><p>Do tipo que nascem aqui fora, mas terminam aí dentro!<br />  - Já podes sentir meus sonhos pousarem pela janela?<br />  - Se queres ouvir melhor, te debruça sobre ela...</p><p>  (Teu olhar será meu teto. Teu amor, o alimento...)<br />  - Acolhe o poeta pedinte que te ama sem argumento!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />26/09/2003</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Reflexões...</title>
          <pubDate>16/08/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/6392-reflexoes</link>
          <description><h4>Reflexões...</h4><p><![CDATA[Hoje eu parei. E só para pensar,<br />Naquele olhar e no primeiro "oi",<br />Em cada instante a nos relembrar<br />Que temos muito mais do que se foi!</p><p>Hoje eu sonhei. E o sonho fez pensar,<br />Na realidade de não merecer...</p><p>- Mas é chegada a hora de acordar,<br />Pensando bem, não quero mais pensar.<br />Parei com isso, quero ter você!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />16/08/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Carpe Dizem</title>
          <pubDate>11/08/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/6318-carpe-dizem</link>
          <description><h4>Carpe Dizem</h4><p><![CDATA[Enquanto o sol desliza pela aurora,<br />Num céu de linhos finos e rosados,<br />Com seus detalhes de astros bordados<br />Vem me dizer - Já é chegada a hora!</p><p>Na alegria ouço alguém que chora.<br />Nas flores, sons de um canto decorado<br />Das estações, em côros ensaiados,<br />Anunciando o ressurgir das formas...</p><p>E vem o dia, o fim da inspiração,<br />Levando as franjas do lençol bordado<br />Que me encobria num esconde-esconde.</p><p>Já me disseram - Aproveite o dia!<br /> - Mas o poeta tem na noite fria<br />A ampliação do próprio horizonte...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />11/08/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Palavra: Sinônimo de Tudo...</title>
          <pubDate>24/07/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5858-palavra-sinonimo-de-tudo</link>
          <description><h4>Palavra: Sinônimo de Tudo...</h4><p><![CDATA[Recriais verso dentro de gritos,<br />A declarar rebelião!<br />Sois voz, prisioneiros aflitos,<br />Não cárcere de inibição!</p><p>- Constantemente reprimido<br />No apogeu da exclamação,<br />Me conheceis, e fui vencido:<br />Um ex-poeta hoje restrito<br />Aos grilhões da introspecção...</p><p>Mas meu falar foi tão profundo<br />Que trouxe segredos pra fora.<br />E como alguém sem mais assunto<br />Se despediu. Depois foi embora...</p><p>Então tombei. Mas a voz levanta(,)<br />Um falar que vive no ouvido que morre.<br />E mesmo preso na garganta<br />O som se ouve e a vós encanta,<br />Pois meu poema vos percorre!</p><p>(Mas como presa na garganta,<br />Os satisfeitos viram janta,<br />E a poesia nos engole...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />24/07/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>De Novo...</title>
          <pubDate>28/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5214-de-novo</link>
          <description><h4>De Novo...</h4><p><![CDATA[Enquanto o tempo foi passando<br />Te deixei para depois...<br />Mas acabaste me encontrando,<br />E de novo me tornei<br />Um pedaço de nós dois:<br /> <br />Pior parte de toda a obra,<br />A mais triste e inacabada<br />Esperando estar completo,<br /> <br />Então vi a vontade própria:<br />- Como alguém que não quer nada<br />Vem nos dar um rumo certo!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />28/06/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Último Suspiro</title>
          <pubDate>20/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/5026-ultimo-suspiro</link>
          <description><h4>Último Suspiro</h4><p><![CDATA[Hoje, no meu trono,<br />Esse banco de pracinha,<br />Ganho a perda do mundo,<br />Herança que me restou!</p><p>- Há muito já não sou dono,<br />(E ser seu dono me definha,<br />Deixa amargo dissabor...)</p><p>E pra você, que eu amava,<br />(Alvo do meu sorriso!)<br />Sobraram meus versinhos<br />Nalgum canto do seu armário:</p><p>" - Era o ar que eu respirava,<br />Mas agora eu me sufoco<br />Num abraço solitário!"]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />20/06/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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          <title>Escombro</title>
          <pubDate>02/06/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/4654-escombro</link>
          <description><h4>Escombro</h4><p><![CDATA[O hoje é só o começo do futuro<br />Das páginas que antes descreviam<br />Os planos que de medo se escondiam<br />Por trás do amanhecer mais obscuro;</p><p>E nos nuances do intocável muro<br />Mil tijolos de orgulho apareciam...<br />Mas sombras desse dia já luziam,<br />Desconstruindo o coração mais duro.</p><p>E ao contemplar tão grande monumento<br />Feito de carne, sangue e orgulho tolo,<br />Profetizei ruína, caos e dor...</p><p>E descobri que em mim, sem fundamento,<br />Sedimentei, tijolo após tijolo,<br />A engenharia social do amor.]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />02/06/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
          <item>
          <title>Soneto da Coragem</title>
          <pubDate>27/04/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/4157-soneto-da-coragem</link>
          <description><h4>Soneto da Coragem</h4><p><![CDATA[Sou eu quem uno os mais distantes laços<br />Dos sonhos tidos na frugal penumbra.<br />Sou eu quem grito! Realizo e faço<br />Da grande meta a mais ferrenha luta!</p><p>Me vejo andando pela noite afora.<br />Ecôo e luto pela reconquista<br />Dos dias calmos pelo alvor da flora,<br />Do amor que reina a se perder de vista...</p><p>- Lute comigo, coração ferido!<br />Não bata à toa, seja carinhoso,<br />Não trema agora, seja corajoso;</p><p>Amor e medo não caminham juntos:<br />O medo teme a idéia do conjunto,<br />O amor é igual, porém é mais teimoso...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />27/04/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Obra-Prima</title>
          <pubDate>07/03/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/3243-obra-prima</link>
          <description><h4>Obra-Prima</h4><p><![CDATA[Hoje falo do ser mais sublime<br />E inefável, que veio de cima,<br />Perfazendo o fulgor das estrelas:<br />- Supra-sumo da Obra-prima!</p><p>Por isso o olhar não se inclina<br />A mostrar-se reverente:<br />- Busco a face feminina,<br />Me encontrando co'a menina<br />Dos olhos de estrela cadente!</p><p>Jamais tentarei compreendê-la.<br />(É um mistério a cada parte...)</p><p>Vou contemplá-la somente,<br />Pois não é ciência da mente:<br />- É aos olhos pura arte!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />07/03/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Oásis</title>
          <pubDate>24/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/3012-oasis</link>
          <description><h4>Oásis</h4><p><![CDATA[Hoje fui arrebatado <br />Pra dentro da alma deserta.<br />Jamais teria eu entrado,<br />Não fossem as feridas abertas.</p><p>E no calor (delirante)<br />Contemplei uma miragem<br />De um rio exuberante<br />Percorrendo a paisagem.</p><p>A água que tantos procuram<br />(Num rio sem profundidade):<br />Duas margens que se cruzam...<br />- É o calor da insanidade!</p><p>Fugirei eternamente<br />Dessa Terra Adormecida.<br />A Moisés me assemelho:<br />Abrirei o Mar Vermelho<br />Rumo à Bela Prometida!</p><p>(E só assim eu poderei<br />Fechar pra sempre essa ferida...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />24/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sincero</title>
          <pubDate>23/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/3004-sincero</link>
          <description><h4>Sincero</h4><p><![CDATA[Ninguém conhece o sorriso<br />Até que se possa ter <br />No coração um motivo,<br />Pra ele resplandecer.</p><p>E se há, pequeno ainda<br />Repousando interiormente,<br />Perece: tudo se finda.<br />Esquece. (Dizem que mente...)</p><p>Mas pior que o choro sério<br />É o riso sem direção,<br />Num abraço congelado.</p><p>Sou triste, porém sincero:<br />- Se não for de coração <br />Prefiro sofrer calado!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />23/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>De Coração</title>
          <pubDate>16/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2856-de-coracao</link>
          <description><h4>De Coração</h4><p><![CDATA[Ó, profundidade do amor divino!<br />Descomedido convite do céu!<br />Imerecida luz! Dom repentino!<br />O coração que produzira fel</p><p>Agora bate em contração celeste:<br />Milagre interno! A fim de resgatar-me,<br />O bisturi sagrado do Bom Mestre<br />Remove a pedra e ressuscita a carne;</p><p>Pranteia o choro que antes fora meu;<br />Acalma a fúria do meu velho eu:<br />Zeloso ser que é egoísmo e pó...</p><p>Dá sincronia ao que era descompasso:<br />Os corações se unem num abraço,<br />Recomeçando uma batida só!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />16/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
          <item>
          <title>Espontânea</title>
          <pubDate>15/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2845-espontanea</link>
          <description><h4>Espontânea</h4><p><![CDATA[Talvez crescerá, inda que haja inverno:<br />Linda, feliz e eterna<br />No calor dos campos ternos<br />Enfim desabrochará...(de uma só vez...)</p><p>Mas não adianta regar, deixarei acontecer..<br />E quando, lançado o orvalho,<br />Se o milagre acontecer<br />Seu fulgor florescerá! (espero, talvez...)</p><p>Já estou assentado na grama,<br />Expulsando a madrugada<br />(Nunca tão demorada)<br />Cantando poemas a sós.</p><p>Nunca valeu tanto a pena<br />A primavera esperada,<br />Nunca valeu tanto a voz!</p><p>O orvalho e a semente:<br />Explodindo interiormente<br />O Universo numa casca de nós...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />15/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Coisa Séria</title>
          <pubDate>09/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2720-coisa-seria</link>
          <description><h4>Coisa Séria</h4><p><![CDATA[Já não deito e nem mais durmo,<br />Vejo teus olhos e os tomo.<br />Pra quem ama há outro rumo:<br />- Não é preciso ter sono!</p><p>Quem me viu, desconhecia,<br />(Achava que eu era só isso...)<br />Mas verão minha alegria<br />Estampada em teu sorriso!</p><p>E quando virem a euforia<br />Brotando de um rosto mais lindo,<br />Saberão que este rosto é meu centro.</p><p>(Então virá o começo do dia):<br />Teu sorriso o mundo via,<br />E eu, aqui, me rindo por dentro...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />09/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>À Moda Antiga</title>
          <pubDate>02/02/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2509-a-moda-antiga</link>
          <description><h4>À Moda Antiga</h4><p><![CDATA[Serei do tempo em que o amar fez bem:<br />Doce e sincero também - para sempre relevante,<br />De rosas exuberantes, elogios e bombons,<br />Pretérito distante que não foi - ainda vem!<br /> <br />Mas se a razão seus laços retém, <br />(Forte como ninguém). O ontem pára e espera,<br />E enquanto isso me revela: não é preciso ter medo,<br />Antes que apaguem a vela sorrirás como ninguém!<br /> <br />- Verás que nada me detém,<br />Não nasci pra ser refém,<br />Pra mim o nunca ainda é cedo...<br /> <br />- Haverá flores, poemas, canções,<br />Lágrimas e emoções<br />Para todo o sempre, amém!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />02/02/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Reencontro</title>
          <pubDate>26/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2327-reencontro</link>
          <description><h4>Reencontro</h4><p><![CDATA[Muitos olhos se voltaram<br />Para ver mais uma vez:<br />O Seu rosto machucado<br />Pela nossa insensatez.</p><p>À procura de um amigo,<br />À procura de um irmão,<br />Jesus Cristo carregava<br />Toda nossa escuridão.</p><p>Ó, meu Jesus, me explica o teu amor.<br />Ó, meu Jesus, me explica por favor!<br />Eu quero em ti sorrir e aprender a amar,<br />Pois as mãos que te mataram<br />Querem hoje te abraçar, ó meu Jesus!</p><p>Muitos olhos se voltaram<br />Para ver mais uma vez:<br />O Seu rosto iluminado<br />Toda noite assim desfez.</p><p>À procura de um amigo,<br />À procura de um irmão,<br />Jesus Cristo então entrava<br />Dentro do meu coração!</p><p>Ó, meu Jesus, me explica o teu amor.<br />Ó, meu Jesus, me explica por favor!<br />Eu quero em ti sorrir e aprender a amar,<br />Pois as mãos que te mataram<br />Querem hoje te ajudar, ó meu Jesus!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />26/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Relógio Bio-ilógico</title>
          <pubDate>26/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2322-relogio-bio-ilogico</link>
          <description><h4>Relógio Bio-ilógico</h4><p><![CDATA[Quero cinco minutos de descanso,<br />Completamente longe das loucuras,<br />Pra me livrar da paz que me tortura:<br />A falsa paz que trouxe desencanto!</p><p>Cinco minutos apenas, a sós,<br />Sem haver ninguém pra aconselhar;<br />Pra tudo há tempo: agora vou calar!<br />Cinco minutos sem a minha voz...</p><p>Cinco minutos que sejam só meus;<br />Que calem as palavras de outras bocas,<br />Deixando a voz do pensamento rouca:<br />Um pensar que nunca me pertenceu...</p><p>Só quero pra sempre cinco minutos,<br />Pra neles encontrar o meu momento;<br />Só quero todo o espaço e todo o tempo:<br />Depois eu volto porque o tempo é curto.</p><p>Fechar pra balanço<br />Por cinco minutos;<br />Silêncio... Descanso...<br />Isso é pedir muito?]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />26/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
          <item>
          <title>Pré-Existência</title>
          <pubDate>22/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/2224-pre-existencia</link>
          <description><h4>Pré-Existência</h4><p><![CDATA[Às vezes pergunto se a vida<br />É um bom lugar pra mim:<br />Se ainda existe no mundo <br />Alguém que sinta amor sem fim.</p><p>Alguém que não meça esforços<br />Pra mostrar o seu carinho,<br />Pois o amor é a estrada,<br />(E não se pode cortar caminho...)</p><p>E, quando à espera da surpresa,<br />Dois desses seres se encontram<br />Caminhando pela trilha,</p><p>Se abraçam com firmeza,<br />E redescobrem enquanto andam<br />Que esse amor sempre existia...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />22/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Ousadia</title>
          <pubDate>09/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1955-ousadia</link>
          <description><h4>Ousadia</h4><p><![CDATA[Como ousas tirar das flores<br />O aroma e suas cores<br />E guardá-las todas pra ti?<br /> <br />Como podes roubar das estrelas<br />O brilho que aos amores<br />Unia nas noites sem fim?<br /> <br />E quando, cheio de mim<br />Quiser escrever poemas<br />- No que me inspirarei?<br /> <br />Nas rosas sem cor e perfume,<br />No céu sem constelações,<br />No pôr-do-sol sem emoções?<br /> <br />- Pois isso seria meu fim!<br /> <br />Portanto em ti pensarei,<br />E de certo me inspirarei,<br />Recitando versos sem fim...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />09/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Eu</title>
          <pubDate>04/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1841-eu</link>
          <description><h4>Eu</h4><p><![CDATA[Eu sou meu próprio mistério,<br />Talvez o interlúdio da dor<br />Daquele que canta escondido.</p><p>Sou o poeta introvertido:<br />Ao me ditarem "poesia",<br />Som que desconhecia<br />Digo: Como escrevo isso?</p><p>E entre os versos sucessivos<br />Vão passando as estações.<br />Mas serei pra sempre o mesmo:</p><p>- Um errante andando a esmo<br />Em constantes mutações...</p><p>Sou o garoto calado<br />Que vence nos argumentos,<br />Pois sabe o que está falando!</p><p>Sou a essência do silêncio:<br />Vazio, porém profundo<br />Em meu próprio transbordamento...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />04/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Planeta Amor</title>
          <pubDate>03/01/2005</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1771-planeta-amor</link>
          <description><h4>Planeta Amor</h4><p><![CDATA[Bem-vinda ao novo mundo<br />De incontáveis euforias,<br />Onde o céu, mais que infinito<br />Causa claustrofobia!</p><p>E reina a voz da insegurança<br />Nos ouvidos de quem dormia,<br />Parecendo otimismo<br />Crer na aurora da noite pro dia...</p><p>Onde os sóbrios falam sozinhos<br />No hall da ausência coletiva:<br />- Esse é o nosso novo mundo.</p><p>E enquanto, sóbrios, falando sozinhos<br />Na expansão introspectiva,<br />Passamos então a pensar em conjunto...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />03/01/2005</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amor em Fluência...</title>
          <pubDate>31/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1734-amor-em-fluencia</link>
          <description><h4>Amor em Fluência...</h4><p><![CDATA[Corre agora em minha veia<br />O mais intenso dos fluidos,<br />Que, almejando o horizonte<br />Não só por meu corpo rodeia.</p><p>Eu não o chamo com um grito,<br />Só chamo da boca pra dentro...<br />Mas meu sangue corre aí fora<br />(Sem que eu esteja ferido):</p><p>- É meu grito de fora pra dentro!</p><p>E antes de me encontrar,<br />Na fase da pré-existência,<br />A rima semi-inacabada<br />Causava mil influências...</p><p>E no poder das transfusões<br />Contaminou seres omissos,<br />Umedeceu diversos lenços,<br />Criou do nada compromissos...</p><p>E fez gritar os corações:<br />- O amor calou todo o silêncio,<br />Então não se fala mais nisso!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />31/12/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Tua  Essência</title>
          <pubDate>14/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1452-tua-essencia</link>
          <description><h4>Tua  Essência</h4><p><![CDATA[Eu não consigo mais chorar,<br />A minha mente está vazia,<br />Mas meu peito está repleto <br />De uma essência feminina.</p><p>Tirou o amargo da minha voz<br />E as sombras do meu olhar.<br />Eis que agora eu posso ver<br />Na tua essência, o meu ser,<br />- Mas não quero...vou cantar!</p><p>Removeu da lógica o espaço<br />E o colocou no coração.<br />Agora entre nuvens eu vejo<br />Na essência de quem desejo<br />Minha primeira constelação.</p><p>Mas não consigo mais chorar<br />Pois minha vida está vazia,<br />E o olhar que nunca viu<br />A essência que em mim surgiu<br />Não tem a luz da tua alegria.</p><p>Já não preciso de teorias<br />Para saber o que é amar.<br />Eis que agora eu posso ver<br />Na tua essência, o meu ser,<br />- Mas não quero me encontrar...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />14/12/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Tempo  Extra</title>
          <pubDate>07/12/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1283-tempo-extra</link>
          <description><h4>Tempo  Extra</h4><p><![CDATA[Olhei pro tempo a caminhar,<br />E à sua frente revelou<br />A flor que ainda não murchou,<br />Mas na passagem há de murchar.</p><p>Me pus com ele a negociar:<br />Com gotas d'alma eu a reguei,<br />Suor e sangue derramei.<br />Pensei: a dor pode salvar...</p><p>Então, exausto me prostrei:<br />Tinha entregado a própria vida.<br />(Já se passara o meu momento.)</p><p>Mas coube a ti ser infinita:<br />- Além da rosa mais bonita<br />És mais veloz que o próprio tempo!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />07/12/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Testamento</title>
          <pubDate>30/11/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/1146-testamento</link>
          <description><h4>Testamento</h4><p><![CDATA[Ajuntei meus versos tolos<br />Num bilhete perfumado.<br />Entreguei à humanidade,<br />Todos de papel passado,<br /> <br />Para quem quisesse tê-los...<br />- Mas quem ia se importar?<br />( Os mortais estão abaixo<br />Do que posso interpretar! )<br /> <br />"Raciosímios" tão coerentes<br />Quanto a voz de um flautista,<br />Pessoas que são motivo<br />De risos no reino protista!<br /> <br />De pensar que nesse mundo<br />Derramei meus versos tolos,<br />Com rimas rasguei o céu...<br /> <br />E na mesa da cozinha,<br />Como se não bastasse,<br />Agonizei sobre o papel!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />30/11/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Amor</title>
          <pubDate>14/11/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/904-amor</link>
          <description><h4>Amor</h4><p><![CDATA[Das alturas o habitante,<br />No silêncio, inalcançável:<br />Movimento dominante<br />Do esplendor irretocável.</p><p>Porta-voz de meus lamentos,<br />Co-autor de meus sorrisos,<br />Convergindo para dentro<br />Dois sistemas infinitos.</p><p>Desde o gesto que é tão belo<br />Ao grito que é mais excêntrico:<br />- Une versos paralelos,<br />Casando seres concêntricos!</p><p>E ao unir em um momento<br />O querer de duas mentes,<br />Faz surgir então o tempo:<br />- Um fato sem precedentes!</p><p>No "Big-Bem" da mocidade<br />Começa o primeiro segundo:<br />- Os donos da eternidade<br />Terão todo o tempo do mundo...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />14/11/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Dois Caminhos (Infinitos)</title>
          <pubDate>11/10/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/872-dois-caminhos-infinitos</link>
          <description><h4>Dois Caminhos (Infinitos)</h4><p><![CDATA[Um caminho era aprazível,<br />Flores brancas o cercando<br />E pardais cantarolando<br />Pelo aroma inconfundível.</p><p>Já o outro, era difícil:<br />Seus espinhos machucavam,<br />Duras vozes conspiravam,<br />Dizendo ser impossível...</p><p>Mas só um deles compensa<br />Pra quem vive caminhando,<br />Quem percorre as flores pensa:<br />- O amor está me aguardando!</p><p>E encontra com o vazio<br />Dessas lágrimas vertidas,<br />Num caminho que só leva <br />Para o ponto de partida.</p><p>- Não desaba em amargo pranto,<br />Verás a felicidade!<br />(Mas não no último canto<br />Em que andando procurastes...)</p><p>Por isso volta! Ainda há tempo<br />Para andar acompanhada<br />Pelas trevas da estrada,<br />Os espinhos do momento<br />E a alegria inacabada:</p><p>- E verás que o sofrimento<br />Ante o amor parece nada!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />11/10/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>A Quatro Mãos...</title>
          <pubDate>08/11/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/870-a-quatro-maos</link>
          <description><h4>A Quatro Mãos...</h4><p><![CDATA[Viva à noite inspiradora,<br />Ostentada por luar<br />Que só Deus e os poetas<br />São capazes de criar!</p><p>Ele deu matéria-prima:<br />Flores e aves a cantar.<br />O poeta fez a rima<br />E a espalhou por todo o ar.</p><p>Sons e cores de verdade,<br />Feitos pela dupla certa<br />Se casavam com beleza.</p><p>O Autor da criatividade<br />Fez do verso e do poeta<br />Dois loucos por natureza!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />08/11/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Crepúsculo</title>
          <pubDate>22/10/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/836-crepusculo</link>
          <description><h4>Crepúsculo</h4><p><![CDATA[Quando olho nos teus olhos<br />Só vejo que um dia te amei,<br />Nem me lembro a cor da face<br />Que um dia contemplei.</p><p>Só vejo a lágrima amarga<br />Que um dia derramei,<br />E por ti! (Que se amedronta<br />Ao saber do que já sei):</p><p>Que o amor dispensa o medo,<br />Tira as lágrimas da fronte.<br />(E sem que nos demos conta...),</p><p>Faz a aurora vir mais cedo!<br />Mas se o medo em ti aflora,<br />Leva o sol do horizonte...</p><p>(E com ele vou-me embora<br />Brilhar num lugar mais longe...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />22/10/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Brincando de Verdade</title>
          <pubDate>07/10/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/819-brincando-de-verdade</link>
          <description><h4>Brincando de Verdade</h4><p><![CDATA[Ser criança é se esquecer das horas,<br />É escolher a paz da ingenuidade;<br />Em brincadeiras colocar pra fora<br />O que se sente, com honestidade.</p><p>Se é tristeza que do peito aflora,<br />Ou se dá saltos de felicidade,<br />O sentimento brota sem demora,<br />E em seus olhinhos sempre há verdade.</p><p>Queria eu rever essa criança<br />Que já crescida, esconde seus segredos<br />E seu futuro sob densos véus;</p><p>E junto dela, recordar a infância...<br />Sem mais mentiras, falsidades, medos,<br />Porque nosso é o reino dos Céus!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />07/10/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sinal</title>
          <pubDate>21/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/798-sinal</link>
          <description><h4>Sinal</h4><p><![CDATA[Com anseio descomunal,<br />Adormece inacabada<br />Na estática desenfreada<br />Da energia potencial.</p><p>Recolhida, extra-oficial,<br />Esquecida e abandonada:<br />Como a frase que foi lançada<br />Num vazio sem igual.</p><p>Com o abraço que foi guardado<br />No peito e na amplitude<br />E sufocou a euforia,</p><p>E um sorriso que foi negado,<br />Esperando uma atitude<br />Da tua fisionomia!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />21/09/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>P.A.</title>
          <pubDate>27/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/792-p-a</link>
          <description><h4>P.A.</h4><p><![CDATA[Da razão numérica em busca infinita<br />Caminham os termos em marcha cadente.<br />Mergulha o Matemático irracionalmente<br />Na escada real por ele preferida.</p><p>Na dança dos valores dessa progressão<br />Existe uma essência pré-determinada;<br />A lei que rege tudo: do infinito ao nada,<br />Razão que justifica toda operação.</p><p>Presos à razão, seguindo esta seqüência,<br />Os termos se enfileiram, nunca se encostando;<br />Caindo submissos diante do comando:<br />- Se não há limites, resta indiferença!</p><p>Mas o Matemático, inda que sagaz,<br />Encontrou a sentença por ele proferida;<br />Mergulhou no sinal da viagem só de ida;<br />Percebeu que ele é somente um termo a mais</p><p>De uma progressão que a ele é externa...<br />Pôde ouvir a voz de um Ser que calculava,<br />E além de progressões, derivava e integrava,<br />Racionalizando grandezas internas;</p><p>E viu que calcular não respondia mais<br />No cerne da razão que havia em seu peito<br />(Amores fracionários, adimensionais,<br />Disputas sem vitória, trocas de sinais...)<br />Então, pra se explicar, criou outro conceito:<br />Conjunto solução - Números Surreais!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br /><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/peka' title='Biografia do Poeta: Ederson Peka'><b>Ederson Peka</b></a><br />27/09/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela, Ederson Peka</author>
                </item>
          <item>
          <title>Dia-a-dia</title>
          <pubDate>22/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/770-dia-a-dia</link>
          <description><h4>Dia-a-dia</h4><p><![CDATA[Dissipou-se a luz da aurora<br />Nos momentos de esplendor.<br />Quando o dia for embora<br />(E já vai chegando a hora)<br />O seguirei por onde for.</p><p>Cortarei os horizontes<br />Procurando o sol poente.<br />- Quero estar sempre de fronte<br />No mais elevado monte<br />Co'esse astro decadente!</p><p>O mesmo sol que é a fonte <br />Que se mostra aos que não vêem,<br />É o sol que se esconde<br />Pra mostrar-se indo ao longe,<br />Sem pertencer a ninguém...</p><p>Mas no dia não há trevas, <br />Nem estrelas, nem luar.<br />O astro-rei caiu do trono,<br />- Pois a noite traz o sono<br />E a vontade de acordar!</p><p>Necessito das estrelas,<br />E nuances do minguante.<br />Se o poeta pode vê-las,<br />Mesmo sem poder detê-las<br />Uma noite é o bastante...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />22/09/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Meio-termo</title>
          <pubDate>19/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/760-meio-termo</link>
          <description><h4>Meio-termo</h4><p><![CDATA[Entre duas pulsações existe morte<br />(A morte curta e inexata),<br />Que por ser às vezes forte<br />Sobrepuja a simples sorte<br />E não pulsa mais sangue, mais nada.</p><p>E quando o peito se reprime,<br />E suprime a alma aflita,<br />Minha fala se comprime:<br />O poeta que hoje exprime<br />Perde a beleza e a vida.</p><p>Mas enquanto ainda vivo<br />Eu me livro! (E argumento).<br />Vejo em tudo um mal nocivo:<br />No parar, no movimento,<br />No silente e no ativo,<br />No eterno e no momento...</p><p>E sem ter como esconder<br />O meu peito deste intento,<br />Não mais morro, nem mais vivo,<br />Só me entrego ao meu lamento...]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />19/09/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Carta de Renúncia</title>
          <pubDate>04/09/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/735-carta-de-renuncia</link>
          <description><h4>Carta de Renúncia</h4><p><![CDATA[Entreguei-me em prantos, pela morte erguido<br />Nas batalhas de sangue em que tenho lutado.<br />E, com força, a vida tem me derrubado<br />Colocando-me ao longe, num canto esquecido.</p><p>Mas se tenho por vezes sido derrotado,<br />(Ou se prefere a vida, que me chama de vencido),<br />Não há porquê lutar com o corpo ensangüentado,<br />Não há porquê gritar, se jamais serei ouvido...</p><p>Por isso sofro a lágrima lançada pelo amor.<br />Por isso abro mão de tudo que não tive.<br />Esqueço-me no breu, pois em todos sempre existe:<br />Sendo a prova mais real que meu redor é interior!</p><p>E sigo rumo ao caos que a desordem me escolheu.<br />Assim, plantei meus frutos, assim colhi sementes:<br />Ao olhar fora de mim, vi pessoas tão somente<br />Que provaram a cada dia que meu próximo sou eu!</p><p>Mas a vida deveria começar pela emoção,<br />Na explosão de sentimentos que traduz a poesia.<br />(Que nos faz querer a dor ao invés da anestesia!)</p><p>Pois se nós não nos calarmos, as pedras nos calarão.<br />- E escolhi morrer gritando, a calar meu coração!]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />04/09/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Sem Título</title>
          <pubDate>02/08/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/615-sem-titulo</link>
          <description><h4>Sem Título</h4><p><![CDATA[Hoje, ao mundo direi poesia,<br />Das mais belas talvez, ou talvez nem termine,<br />Pois da alma o silêncio que ainda retine<br />Traz metade do todo que há tempos pedia:<br />E a metade do resto guarda para outro dia!</p><p>Na sequência das noites se vai revelando<br />O nuance das letras que nunca termina,<br />As vozes, o som dedutível das rimas,<br />Como alguém já chegado vai serpenteando:<br />Falando e calando, falando e calando...</p><p>Esta cena não deixa meu ser desolado,<br />Nem sequer a ansiedade de ouvir esta rima.<br />Mas saber que preciso ter tudo acabado<br />Pra poder dar título à minha obra-prima<br />Me faz detestar estes versos calados!<br />(Quando enfim saberei como a história termina?)</p><p>E na ânsia de ouvir tudo bem terminado<br />Me perco na angústia de um homem com pressa.<br />E os versos, outrora metade quebrados,<br />Me impedem de ver como tudo começa!<br />(...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />02/08/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
          <item>
          <title>Por um Fio...</title>
          <pubDate>14/06/2004</pubDate>
          <link>https://sitedepoesias.com.br/poesias/559-por-um-fio</link>
          <description><h4>Por um Fio...</h4><p><![CDATA[Na fagulha, um sentimento<br />Dissolvido em luz reside:<br />A tesoura do esquecimento...</p><p>Ela afia-se pro corte<br />Do fio que une a vida à morte:<br />- Nosso velho amigo, o tempo.</p><p>Despedaça os momentos<br />De romances declarados:<br />Nos beijos que não têm tempo,<br />Dos casais apaixonados...</p><p>Subjuga os argumentos<br />Encravados pela história,<br />Deixa o sentido calado,<br />Esquecido co'a memória...</p><p>Pra que não haja medo:<br />De outro dia começar,<br />De outros beijos procurar <br />Pois morrer ainda é cedo!<br />(E lembrar traria medo.)</p><p>Mas mesmo que o fio se corte<br />Pois parece muito fino,<br />O amor motocontínuo<br />Une os tempos e é mais forte!</p><p>(E ando nele, meu transporte,<br />Rumo ao novo desatino...)]]></p><p><a href='https://sitedepoesias.com.br/poetas/natura' title='Biografia do Poeta: Pablo Falabela'><b>Pablo Falabela</b></a><br />14/06/2004</p></description>
          <author>Pablo Falabela</author>
                </item>
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