O que vem passageiro, só um dia eu conto...
Mas sempre me sinto só as vezes "apronto"...
Vibro nesta condição só o prazer me revelar...
Tão veloz emoção só êxtase do não acanhar...
É o prazer que outorgo que invada o meu ser...
Ditando as normas a seguir "do melhor viver"...
Ofegante eu faculto que meu corpo engane...
É tão simples prazer que pareço uma infame...
Nem sou tão fugaz, é o amor que não permito...
Castrando as raízes, amargurada eu abandono...
Vendo amor e prazer tão igual como um mito...
E tão cega eu fico sem fronteira, desordenada...
E se era "só" prazer eu fico "só" em "solidão"...
Mas se amor verdadeiro não seria "condenada"...
TENTANDO DIFERENCIAR O PRAZER PASSAGEIRO DO AMOR VERDADEIRO... Em casa às 5:30 de mais uma linda manhã.
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