Na beira do rio silencioso,
Um homem vê passar o Douro.
Buscando o oceano, vai ele majestoso,
Banhando terras já bem antes dos Mouros.
Espanhol de nascença, ele o è,
Português se torna e de suma importância.
Da nascente a alcançar o mar até,
È para toda gente da maior relevância
Em seu curso o fruto do suor
De um povo ordeiro e laborioso,
Escorre rio abaixo, è o bem maior,
Que o faz feliz e orgulhoso.
Vai o Douro até alcançar a foz,
Lançar-se ao oceano.
Já se ouviu canta-lo uma voz,
Camões! Dos poetas o Decano.
Aos meus amigos portugueses peço licença para falar do rio Douro, uma das veias onde corre o sangue lusitano. Sei que falar do Douro, vai a muitos, trazer doce lembrança do torrão natal. Se não atinjir o meu objetivo peço desculpas, porém foi com a melhor das intenções que eu quiz faze-lo. Tomando um caldo verde quentinho
sob licença creative commons
Você pode distribuir este poema, desde que:
- Atribua créditos ao seu autor
- Distribua-o sob essa mesma licença