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CHUVA


 Chuva fina cortando a poeira
 Dádiva boa que Deus concedeu.
 Rompe a semente na terra vermelha
 Gerando o sustento para o filho meu.

 Chuva abundante que entra na terra
 Conserva a vida e dissipa o calor.
 Molha a campina, o monte, a serra
 E dá o alimento ao herói lavrador.

 Chuva gelada, cortante granizo,
 Provoca o choro e desgraça de alguém;
 Na natureza nem tudo são risos
 Crescemos nas penas da vida também.

 E apesar da revolta e desdita,
 Conserva a vida e dá rumo ao destino.
 Deus concedeu essa graça infinita
 Ao homem, nem sempre, fiel ao Menino.
 
 
  


luiz angelo vilela tannus
12/01/2007
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