Meu amigo entre a fantasia e a realidade,
A distância é de um aperto de mão.
Da mentira para chegar-se à verdade,
A distância é a dor da desilusão.
Quando comento poesias, faço-o com a intenção,
De atingir a fantasia do seu criador,
Ou daquele que desnuda sua alma com emoção,
Cantando seu amor ou lamentando sua dor
Tudo tem de ter um real propósito,
Não há atitude sem que haja uma razão.
Onde houver dor ou espanto, se ouvirá um grito,
A existência perderia o encanto sem a ilusão.
Se eu disser, te amo! Acreditarás ou não!
E se gritar que te odeio, terá de haver uma explicação!
Atores quantas vezes dizem isso em encenação,
No que disser tem a verdade de trabalho, o resto falação.
Eu sei separar o joio do trigo e aproveitar a oportunidade,
De lançar uma semente de fraternidade que não faz mal a ninguém.
Em terreno fértil ela germinará e trará certamente felicidade,
E com certeza não fará mal algum, a quem necessidade não tem.
Refletindo sobre os meus comentarios às criações poeticas que leio, eu as vezes me confundo entre a realidade e a fantasia. Sem querer me torno um tolo ou um inconviniente diante algo tão bem feito, que leva-me a cometer um engano
e termino por me confundir. Pelas vezes que já aconteceram eu peço desculpas po meu erro. No raiar do dia frio
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