de Luisa Lincce
De verso em verso, indo à fonte
Do poema do universo,
Cravo em letras passo incerto;
Distante, sei, do horizonte.
Então, redefino aonde
Vão os sonhos do meu verso.
Por um sorriso, decerto.
Por uma luz que se esconde.
Compor é necessidade.
E, feito semente, eu planto
Estrelas que em ti busquei.
Pra cultivar esse canto,
Preciso de claridade:
Quatorze estrelas furtei.
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