De uma flor,
o aroma enquanto viva,
o realçar ao se fazer enfeite,
uma saudade
ao abrir um livro antigo.
De uma flor,
a lembrança do perfume
dos bons atos,
do costume de ofertar...
E de nós,
a energia que deriva
da ação de amar, aproveite!
A irmandade
o se refazer, ser abrigo...
E de nós,
vejamos o que nos presume
as ações ou os fatos...
do costume de julgar!
O que fica da flor
ou de nós?
O perfume, a essência
do eu no infinito...
O ofertar, o doar e amar...
fica aqui feito este grito
pra que a divina providência
se multiplique no verso (universo)
para nos perpetuar! (e venha nos resignar)
PROSSIGAMOS A CADA DIA TRABALHANDO... EM CASA.
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