À deriva
que deriva a vida
já sem derivados...prosseguimos,
por vezes sem saber onde vamos!
Como barco sem leme,
ou vela.
À velar na apatia,
na estagnação do movimento,
o que sustento é
para o meu eu viajor...
o deslocar do vento,
da brisa, da liberdade...
opções ao alcance
e a escolha sensata do amor!
Amor que envolve
um naufrago ilhado,
alimentando-o de nova esperança!
E VAMOS NAVEGAR...
COM DEUS!
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