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DERIVAMOS, PERDEMOS, GANHAMOS, APRENDEMOS...


À deriva
que deriva a vida 
já sem derivados...prosseguimos,
por vezes sem saber onde vamos!
Como barco sem leme,
ou vela.
À velar na apatia,
na estagnação do movimento,
o que sustento é
para o meu eu viajor...
o deslocar do vento, 
da brisa, da liberdade...
opções ao alcance  
e a escolha sensata do amor! 
Amor que envolve  
um naufrago ilhado, 
alimentando-o de nova esperança!


E VAMOS NAVEGAR...
COM DEUS!
RITA REIKKE
29/08/2007
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