A saudade me machuca,
Me condena, me entristece .
São nas tardes de domingo
Que a dor me enlouquece
Prisioneiro da tristeza,
Escravo da escuridão.
É assim que estou agora,
Como dói meu coração!
Minha vida, tão sofrida,
Minha lágrima ardente
É assim como me sinto
Eu me sinto descontente!
O que eu mais queria agora,
Era estar feliz de verdade.
Que ninguém passe por isso,
Pois é assim minha saudade.
A saudade acaba conosco, não?
Grande abraço a todos! Limeira/ São Paulo
© Todos os direitos reservados