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A saudade me condena

A saudade me machuca,
Me condena,  me entristece.
São nas tardes de domingo
Que a dor me enlouquece,

Prisioneiro da tristeza,
Escravo da escuridão.
É assim que estou agora,
Como dói meu coração!

Minha vida, tão sofrida,
Minha lágrima ardente
É assim como me sinto
Eu me sinto descontente!

O que eu mais queria agora,
Era ter felicidade.
Que ninguém passe por isso,
Pois é assim minha saudade.

A saudade acaba conosco, não?

Abraços a todos! Limeira/ S

Murilo Saldanha da Silva
29/09/2007