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Doce Morte

Doce Morte

Doce Morte

Doce Morte venha e venha logo.
Não demore a aparecer.
Estou farto dessa vida
E não quero envelhecer.

Leve-me para longe, ao fim.
Onde guardas o que é teu
Que não reste nada mais de mim
Nem o que o Pai me prometeu

Oh, quem dera que o céu não exista.
E que tudo vire pó, sem dogma, sem cor.
Apenas lembranças, do que foi, que foi o amor.

Se viver fosse algo sadio.
Não começaria com choro ou teria o seu fim
Se a Vida fosse algo bom então não seria mais assim.

Alexandre Luiz Gobe†i

Alexandre Luiz Gobeti
04/12/2007