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AMOR VAZANTE

Nosso nomes gravados na areia
 apagou a maré cheia
 na vazante do amor
 Seu coração andarilho
 arrastou ao meu do trilho
 resultando mágoa e dor
 Fica-me o peito em frangalho
 antevendo a morte no atalho
 aguardando ansiosa
 Paixão, coisa fútil, ilusória
 tal imaginar história
 de sua volta graciosa
 De que me serve a gare do trem
 se o meu amor não vêm?
 A cada hora mais distante
 Prá que passar noites na areia
 Se seu canto de sereia
 foi encanto de um instante


Dia Mundial da Alegria
Pedro Galuchi
25/05/2008
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