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Um quê de sereia

Um quê de sereia

AH, QUANTOS SILÊNCIOS,
DIA APÓS DIA,
LANÇO EM VOCÊ.
 
CRUZO SUA PINTURA,
DORES E GOZOS,
SEM CONFESSAR.
 
MEÇO TUDO QUE LEIO,
VERO E POSTIÇO,
ANTES DE CRER.
 
TRAMO VERSOS CERTEIROS,
DESCONCERTANTES,
PRA LHE APLICAR.
 
SOU "CONNAISSEUR" DESTA EUFORIA,
MAS MAROTAS FOBIAS,
ME QUEREM DETER.
 
SEU CORAÇÃO ME LISONJEIA,
MAS UM QUÊ DE SEREIA
LHE TURVA O OLHAR.
 
Abel Puro


Numa madrugada qualquer, em 2008.
Abel Puro
01/10/2008
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