Eu
Eu, quero um dia,
Ser como um avião.
Que não tem restrições
E nem paradas,
Em meios tempos.
Mas, como todas as fagulhas
Existentes na terra,
Existem recomendações.
É como se em mim,
Grandes assas instaladas fossem,
Para, um interminável vento
Me levasse,
Em um acalentável pouso
E me mostrasse uma outra visão,
De como somos um simples ponto,
E uma simples que se apaga
Ao presto respirar.
Como somos pequenos,
Em meio àquela ofegante imensidão.
É, por isso, que em meu coração
Se emprega, nada de maldades,
Raivas e hipocrisias.
Que rostos amargurados carregam,
Nada vai adiantar,
Só vai me incluir num mundo
Que lá de cima,
Não pude enxergar.
Imundo!
14/02/2009
- 1 comentário
- 82 visualizações neste mês
-
- sob licença creative commons
-
Você pode distribuir este poema, desde que:
- Atribua créditos ao seu autor
- Não use-o comercialmente
- Distribua-o sob essa mesma licença