Eu sou as cinzas de um cigarro.
Uma vírgula de um texto.
A unha que cresce e é cortada.
Um embrulho de presente.
Uma mancha na roupa.
Um copo vazio deixado na mesa.
A poesia que ninguém lê.
O dinheiro rasgado.
Ao som de um lírico que não sabia o nome, e nao me importava saber, me inspirei em escrever o que eu sou, e aonde a minha essência se encontra... como uma biografia já póstuma, escrita pelo próprio autor. Felipe Miranda (Samirgal)
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