O Sabá da Feiticeira
Ela não sabe se foi o vinho,
Ou se pura intuição...
Se despiu das suas roupas,
E dançou no caldeirão.
A lua era só sua,
O seu corpo a iluminar...
A dança era o seu feitiço,
O mais gostoso do Sabá.
Pecaminosa ela dançou,
E viu um mago a espiar...
Não precisaram de palavras,
Se amaram no olhar.
Exploraram os sentidos,
Sentiram o êxtase de cavalgar...
E a Feiticeira descobriu,
A liberdade de se dar!
A liberdade de amar, de ser mulher, feiticeira e pecaminosa... Em casa, 21:00 h - 26.11.2005
28/11/2005
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