Passa um mosquito,
Tem o "rosto" esquisito;
Com suas "maos", esfregando,
Chega ao meu prato já afogando.
Voando sobre o tedio;
Livre de um veneno,
Sobre a mosca, vai cheio de assedio,
Com seu doce supremo,
Venero, veneno, acalento,
O seu voo doce e lento,
Sobre meu prato,
E sem medo do mato,
Vai voando,
Voando, depois caminhando,
Para a mosca,
Vai cheio de farelo de rosca.
Sem o medo do mato,
Vai voando, depois caminhando,
Diante de meu prato,
E eu aqui no seu voo filosofando.
eu sempre to filosofando....
sempre.rsrsrs.
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