Por onde quer que eu ande,
Sempre observo desníveis...
Percursos assim ondulados
Direcionam olhos sensíveis...
Passei a olhar o infinito...
Depois que rompi obstáculos
Subo então vou passo a passo...
Aprendendo falar vernáculos
Alegro-me comigo mesma...
Quando percebo meu esforço
Transpiro incertezas, eu subo...
Em tempo abandono o fosso
Agradeço olhando a paisagem...
Deliciosamente degustando
Tudo faz parte... engrenagem...
Também quero seguir amando!!!
Queria falar das visões...
Queria falar das coisas belas e naturais.
Falar mesmo de montanhas e formas.
De subidas, escaladas visuais.
Do percurso do olhar.
Falar das montanhas de Rio Preto. Em casa às 5:40 feliz os pássaros já cantam.
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