Preso na cadeia lógica da infinidade de possibilidades, Diego Alberto Eis grita em protesto contra a opressão da incerteza. Procure o manifesto de libertação que se esconde nestas linhas, sem dúvida.
Me castiga, me tortura e me maltrata.No ato final, um novo início. Na poesia de Pedro Paulo da Gama Bentes, um recomeço. Na admiração de um momento, um presente ao leitor. Numa gota de orvalho, um espetáculo. Assista.
Morreu? Sumiu?