Site de Poesias


Castidade

.

Por todas as vezes
Que me insurges ao domínio
É quando teu inconsciente flutua
Em torno de teu próprio medo.

Mesmo ao arrepio da pele.
Foges de teu intimo
E tentas esconder tua sede
Do másculo toque.

E assim teus limites
Vão te tolhendo a doçura
E roubando teus sonhos.

Uma mulher que espera
É uma alma que clama afeto.
Eterna busca, talvez do nada.


Carlos Orlando Fonseca de Souza
09/07/2006
3 comentários

202 visualizações neste mês

sob licença creative commons
Você pode distribuir este poema, desde que:
  • Atribua créditos ao seu autor
  • Distribua-o sob essa mesma licença



Site de Poesias - Entenda como Quiser