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MAR DA SOLIDÃO


Ouço apenas o som da chuva.
A chuva que molha de saudade a minha alma, meu coração.
Deixa-me à deriva no mar do amor.
Faria tudo para tê-la novamente envolvida em meus braços.
E eternizaria, enfim, a imagem do seu sorriso perfeito.
Mas não posso voltar.
O destino já findou.
Minha vida, minha dor.
Sigo em solidão.
Até quando eu não sei...
...eu não sei...


Um Dia Especial
São Paulo, 10 de dezembro de 2001.
Carlos Eduardo Fajardo
12/02/2008
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