NA HORA DO ADEUS
certo é
que nada é eterno
tudo efêmero
por que, pergunto-me,
tantos castelos erguidos
se o tempo arrasa ?
riquezas e falácias
orgulhos e caprichos
se o tudo é nada
das erigidas construções
restarão escombros,
dos cadáveres, cinzas.
nada se leva
tudo se deixa
ambições e intrigas
se tiver um só sussurro
sincero e contrito
seja prece na despedida
despida de mágoas
isenta de desforras
florida de ternuras...
30/12/2009
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