Site de Poesias


Cadê o meu dinheiro?

Onze anos sem aumento,
segurados sem atenção...
E assim eu vou vivendo,
procurando sustentação.

Aquele que trabalha,
em prol da população,
sofre, luta e batalha,
pra não cair em depressão.

O dinheiro está curto,
o povo sem direção...
melhor é ficar surdo,
e não ver televisão...

E assim greve fazendo,
mais um dia de aflição,
desta forma vou vivendo...
segurando a frustração.


Dedico a todos que dependem da Previdência Social e a todos os funcionários públicos deste país, com certeza sabem do que estou falando... Em casa, 05/08/2005
Feiticeira
05/08/2005
1 comentário

89 visualizações neste mês

sob licença creative commons
Você pode distribuir este poema, desde que:
  • Atribua créditos ao seu autor
  • Distribua-o sob essa mesma licença



Site de Poesias - Reescrevendo a História