Diante da dor do viver, Felix Ventura encontra seu refúgio na "covardia" da poesia. Mas não se engane: há que se ter muita coragem nesta fuga...
Corre, poeta! Constrói de tuas dores e amores o próprio poema que te abriga.
Leia a poesia "A covarde arte poética"
Leve consigo esse canto...
Lave o seu pranto na pura poesia de Fábio Paradela.
Quando as mãos que deveriam ser de proteção,
são invasivas e cruéis,
incontidas na sua ânsia doentia,
o que fica é o silêncio da dor, manifesto por toda uma Vida!
Leia e, de preferência, não se cale. Vai fazer muita diferença.
Leia a poesia "APENAS UMA CRIANÇA..."
Quando tudo parecia perfeitamente controlado naquele mundo árido e tranqüilo, quando tudo era passo num mesmo compasso, eis que ele surge, arrebatador!
Chegou o tempo de amor para Moni Koch. Você estará preparado(a) quando ele chegar...?
De qualquer jeito, ele virá!