Aqui jaz um poeta que valeria
Receber mais do que um simples adeus!
Saudade ele deixa quando termina seus versos, mesmo, não há o que dizer para contestar! ubirajara viu sua essência e a essência de outros poetas refletidos em dois sentidos, não confundir um com o outro por favor, porque há o poeta e há o poeta.
ubirajara fez uma poesia sobre "O Poeta".
Leia e veja se você é se enquadra num momento ou numa inspiração!
Leia a poesia "AQUI JAZ UM POETA DE FANCARIA"
Sabe, tem dias em que a poesia nos fala diretamente ao coração!
Tem dias em que a mesma poesia perde um pouco da cor, do brilho, deixa de cintilar... (como nós).
Na verdade eu penso que toda poesia já é poesia por ter tentado ser...
Penso também que ela só deixa de ser poesia, quando tem o tom de ofender...
Nos parâmetros das minhas pseudo-verdades, vejo que a poesia tem o formato do nosso coração: tudo depende de nós, de como lemos, de como interpretamos...
"Nódoa" me diz que nem sempre atentamos às relações; que vamos deixando marcas um no outro, até chegar uma hora em que a blusa tem que ser retirada: ou para alvejar, ou para tingir novamente, ou para "reciclarmos"...
O que será que ela vai dizer à você?
Fica aqui meu convite: leiam "Nódoa", de Demétrio Pereira Sena.
E vamos prosseguindo com Deus!
Qual destas instâncias, qual destas infinitas poesias, qual das vaidades cabe melhor ao ego dum escritor que põe gotas de tintas misturadas com sentimentos num papel?
Qual dos universos que a física quântica ainda não descobriu, estão entre os seus versos? A qual destas explosões pertence a sua erupção? Quantos destes sentimentos são de seu coração? Qual das verdades é a menos falaciosa, e qual das filosofias é a mais presunçosa?
Há poesias dentro de poesias, assim como há poetas dentro de poetas, colidindo no vácuo do não existir ao substancial conhecido, mas que cria um Big Bang e tua evolução cronológica nos leva para a perfeição da poesia "Reuniversos" do saudoso Engenheiro Italiano.
Demétrio Pereira Sena, operário padrão, deixa escapar em sua conformação uma aguda auto-consciência de seu arrebanhamento e abate iminente. Pois se o matadouro é um destino inadiável, a elegância do verso impecável é o mugido selvagem que revela o de melhor em sua alma animal.
Eu ardo a sina dos seresLeia a poesia "OPERÁRIO PADRÃO"