Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna

A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada

Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.

Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita

Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno

Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, desvelar?

FONTE:http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/765333.html

Drogas
Luiz Domingos de Luna

Entrando numa fila
Do claro ao escuro
Um quintal sem muro
Acaba-se a vida

Veneno entupidor
Do equilíbrio existencial
Onda sedenta do mal
Do martírio a dor

Ego dilacerado
Corpo viciado
Dependência doentia
Vida de agonia
Prazer que mata

Distrai, destrói
Corrompe a alma
Cega o espírito
Assassina o ser
É o começo do fim
O fim que se vive.
Ou o fim vai viver ?
FONTE:http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/779473.html

A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna

Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Estamos nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz, sem agora.
Mataste a aurora
Do meu coração.

FONTE:http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/764002.html

Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna



05/07/2008 00:39

No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria à essência

O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado

Matéria não adaptada
Há um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.

É uma ida, uma volta.
É o estar é o ser
É o Poder é o ter
É uma reviravolta?

Entrar numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada a terra o chão

É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal.
Alma sonhadora
Na vida a vagar.
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teima em voltar
FONTE:http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/801078.html

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Passeio Cósmico

Luiz Domingos de Luna
http://www.revistaaurora.com

Entre galáxias quentes
Quasares gigantes
Tudo tão distante
É tão diferente

Não tem gravidade
É uma queda de gênio
Não tem oxigênio
Estranha suavidade

O terror da matéria
Viva atrevida
Não tem vida
Do humano a miséria

Não tem cultura
Luz escuridão
Alma em aflição
É somente tortura

O medo grita
O silêncio calado
No mundo gelado
Sem terra e guarita

Há anos, ativo.
Vejo um ponto
Pare uma foto.
E ali que vivo

Um traço obscuro
Não parece uma bola
A câmera giratória
A terra procuro

Perdido no infinito
Leva-me de volta
De tanta viravolta
Sinto-me perdido

Que tal existência
Aonde vai me levar
Onde queres chegar
Só vejo a ausência

Nos confins um grito
Não sei decifrar
Mas vou escutar
E assim repito

Um barulho estranho
Parece um cano
A água derramar
Cadê gravidade
A tua humanidade
Para poder parar

Vejo-me girando
Eu mesmo falando
Onde vamos chegar
Tudo é mistério
Grande interrogação
È poder da matéria
Ou da criação?

FONTE:http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna-versos-na-tarde

O professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos, que difundem a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. À repostagem citar a fonte. o autor
FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=4

A Emancipação da Tigresinha

Luiz Domingos de Luna

Na caverna do grito
A pura opressão
À serviço do cão
Vida em conflito

Corrente de aço
Freio da civilização
Da beleza – a punição
Da suavidade - o pedaço

Poder de coação
Infligindo ao belo
Um mundo em farelo
Não tem emoção

Força da maldade
Criaste a ferida
A gaiola trazida
Leveza sem liberdade

Passiva e paciente
Um mundo a voar
Na tela a quebrar
A emoção consciente

Planeta continuado
Ao futuro povoar
Nos grilhões a chorar
O caminho trincado

Semente da preservação
Maltratada e dolorida
Julgada e oprimida
Não tem solução

A Lutar no tempo
Vencer o preconceito
Um simples direito
No véu do tormento

Casa e guerra
Que nunca termina
Luta genuína
O silêncio encerra

Abri sutileza – a mordaça
Deixa passar
Precisa caminhar
Liberdade da fumaça

A dona do tempo
Forma nova geração
Para que opressão
Tigresinha – O momento

FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=2

Entre Colunas

Luiz Domingos de Luna
www. Revistaaurora.com

Entre nascimento e morte
Pego o meu passaporte
Numa vida a bailar
Dos dois pontos faço linha
Numa estrada que caminha
Na sorte ou no azar
Entre colunas eu fico
Sempre a caminhar
Não pode ter acidente
Senão quebra a corrente
Já não posso respirar
Uma reta esticada
Cada passo, uma pisada
Tenho que controlar
Não posso sair do prumo
Ou então um tombo
Para me derrubar
Do útero para cova
Uma vida se renova
Cheirando interrogação
No meio das ampulhetas
Viro pó, sombra e chão.
Ou larva de borboleta
Uma vida nova nasce
É uma transformação ?
FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?busca=&cboRegPorPag=10&cod_Post=108198&pagAtual=2

A Fábrica de Universos
Luiz Domingos de Luna


Os bósons são inteligentes
Escondidos em outra dimensão.
Por que tanta precaução
É um ato consciente?

A ciência está na cola
Graças à matéria escura
Que dificulta a procura
Confunde o eixo da mola

Choque de matéria e luz
Curvado no infinito
São partículas de granito
Ou mistério da órbita conduz?

Esta imantação é problema
Dependência de uma ditadura
Da energia e da matéria escura
Um cárcere privado com algema

Iluminados - O que fará
Com o bóson aprisionado
Um mistério bem guardado
Ou ao humano entregará?

A Quem interessa?
Uma fábrica de universo
Os paralelos diversos
Para que tanta pressa

Um universo precisa
De um planejamento
Senão o novo engole a gente
Seja humano ou não
Tudo vai para o ralo do nada
Cadê a inteligência em projeção
A Consciência e a razão
Virou tudo fragmento
Não basta o pensamento
No túnel do tempo
Numa vida a bailar

Fonte:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?cod_post=108198&insere=S&auto=1