A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Está-se nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz,
Sem agora.
Mataste a aurora
Do meu Coração.

Os Trabalhos do Professor Luiz Domingos de Luna /Poesias/, aqui, postados. “Autoriza-se o repasse para outros veículos de difusão da arte literária, vedado portanto, quaisquer tipos de contatos com o autor,pois, a finalidade única é o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.” Ao repasse, favor citar a fonte. o autor

A Dimensão da Curva.
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Ser simples como o vento
Sem orgulho ou vaidade
Sem presilha de saudade
O fazer do talento

Neste espaço
A arte derramada
A humanidade untada
A mansidão do aço

DNA do pedaço
Clone da existência
Parada!!! Penitência
Mel, fel, Melaço

Teima rima
Idéia quebrada
Vida aviltada
Polidez, Lima

Floresta humana
Paisagem social
Ócio, diferente ou igual ?
Vida que emana.

Cadê vaidade ?
Tua força jovial
O Saldo é o sal
Felicidade?
Haja serotonina
A cor do batom
É quem dá o tom
Da vida que começa ?
Ou da que termina?

A Emancipação da Tigresinha

Luiz Domingos de Luna

Na caverna do grito
A pura opressão
À serviço do cão
Vida em conflito

Corrente de aço
Freio da civilização
Da beleza – a punição
Da suavidade - o pedaço

Poder de coação
Infligindo ao belo
Um mundo em farelo
Não tem emoção

Força da maldade
Criaste a ferida
A gaiola trazida
Leveza sem liberdade

Passiva e paciente
Um mundo a voar
Na tela a quebrar
A emoção consciente

Planeta continuado
Ao futuro povoar
Nos grilhões a chorar
O caminho trincado

Semente da preservação
Maltratada e dolorida
Julgada e oprimida
Não tem solução

A Lutar no tempo
Vencer o preconceito
Um simples direito
No véu do tormento

Casa e guerra
Que nunca termina
Luta genuína
O silêncio encerra

Abri sutileza – a mordaça
Deixa passar
Precisa caminhar
Liberdade da fumaça

A dona do tempo
Forma nova geração
Para que opressão
Tigresinha – O momento

Alma de Cupim

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.

Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência

Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem

Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana

A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos

Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim

Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim

Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim

Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
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Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?

Carla Egídio

Carla Egídio

Oi Di...
Meu, tá na hora de vc colocar alguma poesia aki hein....
Super bjo poeta!

Thalita

Thalita

oi diego... tudo bem com você/
QUEM VOCÊ É? GOSTARIA DE SER SUA AMIGA!!
meu email é [email protected]

Gloria Salles

Gloria Salles

Oi Moço, não importa se é tarde, se é INSENSATEZ...
Dança comigo???

http://www.sitedepoesias.com.br/poesias/23760

Bjos p vc.

lusopoemas

lusopoemas

luso-poemas vem por este meio convidá-lo a participar em www.luso-poemas.net

é um espaço fantástico de literatura e seria uma honra a sua presença.

Felicidades
Luso-Poemas